História Responsibility To Others - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens BamBam, D.O, Jackson, Jimin, Ki Hyun, Lay, Min Hyuk, Personagens Originais, Rap Monster, Show Nu, V, Won Ho
Tags Abandono, Bangtan Boys, Exo, Festa, Got7, Monsta X, Shoujo, Violencia
Exibições 12
Palavras 1.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeong. Essa é minha primeira fic, com receio de postar por ser a primeira, mas espero que me perdoe por qualquer erro (Adorarei se me contarem se tiver algum). Me desculpem, pelas faltas de capas, eu escrevo pelo celular (a tela do meu notebook pifou :'( ), então não daria pra fazer, mas prometo que logo, logo quando eu tiver chance, farei. Espero que alguém se interesse *-*

Capítulo 1 - Só Queria Entender


-Mãe? MÃE? ONDE VOCÊ ESTÁ INDO? MÃÃÃEE, FALA COMIGO! -Meu desespero começou a bater,  pois minha mãe não me respondia, apenas jogava suas roupas que estavam jogadas em cima da cama dentro de sua mala grande e chorava- Mãe porquê você está arrumando suas malas? Onde você vai? - Falei já com a voz embargada por estar segurando a um tempo o choro.

 Minha mãe mais uma vez deixou uma pergunta minha morre no ar sem resposta. Ela parecia muito nervosa e inquieta enquanto arrumava suas malas as pressas.
 Isso me deixou mais agitada, afinal não é todo dia que você chega da escola e ver sua mãe nervosa e arrumando as malas enquanto o namorado dela parece nervoso demais observando a janela como se esperasse por algo.

Tentei impedi-la que fechasse sua mala, mas senti uma mão me empurrando e minhas costas chocou-se ao chão, olhei para o culpado incrédula, como ele pode tocar em mim dessa forma? Ele não tinha o direito, nem minha mãe me batia.

- BRUCE! - Minha mãe gritou assustada com seu ato contra mim-

-Garota não complique mais as coisas. Stella ande logo com sua mala. Vamos! -ignorou-a puxando pelo braço para fora do quarto e voltando para pegar suas malas em seguida sumindo de minha vista, enquanto eu me levantava do chão com os olhos cheios de ódio.

Minha mãe aproximou-se de mim com cautela, parecia até uma cena de documentários onde o carinha fanático por animais tentava se aproximar de um animal perigoso aos poucos. Eu até riria dessa cena se tudo não estivesse tão confuso no momento e a situação fosse de poucos amigos onde todos envolviam se em um completo stress.

Logo fui envolvida em seus braços, sentindo sua cabeça apoiar-se em meu ombro e suas lagrimas molharem minha blusa. Eu assustada com o ato repentino, apenas observava a situação sem reação e aos poucos repeti seu ato e envolvi meus braços em torno de seu corpo, ficamos assim por um tempo, eu apenas queria aproveitar o abraço, pois sentia que aquela poderia ser a última vez que iriamos nos ver. E antes que eu me pronuncia-se, o som da buzina do carro entrou pela janela e e coou no quarto motivando-a a desfazer o abraço e segurar em minha mão levando me até fora de casa sem dizer uma palavra. Mal chegamos ao lado do carro que estava a sua espera e o estressadinho já foi logo se pronunciando.

- Vamos! Não temos muito tempo. Não acho que consegui despista eles por muito tempo, precisamos ir Stella. - Ele falava em um tom um pouco alto com a minha mãe que o ignorava e apenas me observava.

-Filha me perdoa pelo que vou fazer?... - Eu a olhava com um certo medo do que viria por aí. Ela parecia escolher bem as suas palavras antes de continuar - Mas é para seu próprio bem, não me perdoaria nunca se eu soubesse que eu pôs a vida da minha filha em risco. Eu quero que saiba que eu te amo muito, e não o faria se não fosse o certo...

- Mãe, a onde a senhora quer chegar com isso? - a cortei - A onde você vai? Mãe oque está acontecendo? Você está indo viajar? - Eu a enchia de perguntas, mas a última fez com que ela fizesse uma cara de angústia antes de responder.

- Filha... - Seus olhos encheu-se de água novamente - Estou indo embora...
 
Eu a olhei incrédula pelo o que tinha acabado de ouvir. Como assim embora? E eu? Iria me abandonar? Perguntas rondavam a minha cabeça. E tudo oque consegui dizer foi:

- Embora? - tentei normaliza minha voz que insistia em se embarga por conta do nó que se formava em minha garganta.

- Isso mesmo que você ouviu garota. Estamos indo embora - pronunciou-se novamente o cara que se dizia namorado da minha mãe, o Bruce. Eu não o conhecia direito, o via poucas vezes, parecia um cara legal, mas hoje ele estava me mostrando o oposto ou talvez fosse sua máscara apenas caindo. -E não voltaremos tão cedo.

- BRUCE JÁ CHEGA, NÃO ADMITO QUE FALE COM MINHA FILHA DESSA FORMA, E MUITO MENOS ENCOSTE UM DEDO NELA ASSIM COMO FEZ A MINUTOS ATRÁS. QUEM DEVE EXPLICAÇÕES A ELA SOU EU E NÃO VOCÊ, ENTÃO TRATE DE FICAR QUIETO NO SEU CANTO!-gritou com a respiração descompassada.

Bruce lançou-lhe um olhar raivoso e ficou em silêncio, afinal ela tinha razão.

Minha mãe sempre foi muito doce e educada quem a olhasse acharia que fosse uma mulher frágil, mas minha mãe sabia muito bem como repreender alguém quando queria.
Deu um longo suspiro e pareceu que contava até dez para não esgana-lo, eu até ajudaria se precisasse. Logo voltou-se a mim e continuo:

-Filha...

-O que está acontecendo? -cortei-a, poderia ser um pouco irritante para qualquer um que quisesse falar, mas as perguntas simplismentes fluiam e insistiam em sair.

-É uma longa história e eu não conseguiria explicar agora, só confie em mim. -Suplicava com o olhar para que eu não insistisse na pergunta ao percebe a impaciência de seu namorado.

-Porque está me abandonando? Com quem eu ficarei? -mas uma pergunta saía.

-Filha, eu te amo muito e nunca a deixaria desamparada, não pense ao contrário. É só por um tempo, prometo mandar-lhe notícias e mandarei dinheiro para que se mantenha, seu tio irá vim arrumar suas coisas e você ficará com sua tia avó Elisabeth lá no interior até que tudo se acalme. Eu te amo filha -me abraçou em seguida deu um beijo em minha testa e se afastou entrando no carro. A raiva começou a me consumir, a tranquilidade na voz dela parecia que era algo tão natural abandonar um filho, fazendo me pensar que não se importava comigo, ir embora sem ao menos dizer qual era o motivo, mal sabia eu que ela era a quem mais estava sofrendo.

- PORQUE ESTÁ FAZENDO ISSO COMIGO? PORQUE ESTA INDO EMBORA SEM AO MENOS DIZER QUAL É O MOTIVO? - Sentia raiva, decepção, mágoa, não dela, mas do que estava fazendo.

- Me perdoe por não lhe dar explicaçõe agora, mas um dia você saberá...- e assim o carro deu a partida e em um ato de desespero comecei a correr atrás e gritar pela minha mãe, mas ela não respondia até que tudo foi ficando branco a medida em que o carro se distânciava,
até que gritos ao longe me fez saltar sobre a cama...


Notas Finais


Bem... É isso *-*


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