História Ressaca - Capítulo 1


Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bêbada, Bebida, Bruxa, Caçadora, Caçadora De Recompensas, Magia, Princesa, Reino, Ressaca
Exibições 88
Palavras 2.886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Lorena-Oioi meus amores <3 Estamos de volta aqui, juntas com uma nova seção de histórias para vocês. Bem, a ideia agora, é fazer vários one-shots sobre personagens mágicos, de reinos. Serão todos um pouco interligados, mas cada um com a sua própria história. Acho que é só isso mesmo... leiam, se apaixonem, favoritem e comentem! Até a próxima... Beijos da Lo <3

Stephanie: Bom dia, flores do dia! Sei que estão a ponto de me matar por começar a escrever outras fanfics tendo outras em andamento kkk mas é meio que inevitável ter uma ideia na cabeça e não passar pro computador.
Espero que gostem dessa história, eu nunca me vi exatamente como princesa... Mais como uma "inocente" que foi na onda de um caçador qualquer. Mas deixa eu parar de falar, senão dou spoiler kkkk boa leitura

Celesty- Oizinhooooo minhas sombras lindas 😍 tava com saudades meus bbs😚, assim vamos direto ao ponto... EU VOLTEIIIIIII e como sempre acompanhada, Lorena e Stéphanie estão junto comigooo, eu espero q Vcs gostem, pq vamos ser sinceras essa one-shot ficou mttt FODAA, então eu vou parar de enrolar e não esqueçam de comentar e favoritas seus fodinhas 😆 BEIJOS CELESTIAIS DA MORTE 😘

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Ressaca - Capítulo 1 - Capítulo Único


-Stephanie? -alguém chamou.
-Ahn? O que está acontecendo? -eu perguntei, um pouco atordoada.
-Você dormiu durante a lição de música de novo. Tente se concentrar mais... Assim nunca vai aprender a tocar instrumento algum. -meu professor de piano alertou.
-Eu sinto muito.
-De fato, deveria sentir.
Eu nunca gostei que chamassem a minha atenção, alguma coisa rebelde dentro de mim simplesmente me impedia de aceitar ordens. E eu não sabia o que fazer... Por muitos anos eu me rebelei, respondi e debati com as pessoas, mas após muitos e muitos professores de etiqueta eu finalmente entendi que uma princesa deve ficar calada. É o melhor a se fazer...
Depois da aula chata de piano que minha mãe insistia que eu praticasse, eu finalmente pude passear na floresta e me encontrar com as outras princesas do reino.
-Stephanie, aqui!!! -as fadas me chamaram.
-Olá meninas, como foi hoje? -eu perguntei, enquanto as fadinhas rodeavam meu vestido.
-O de sempre. A fábrica de pozinho mágico está mais poderosa do que nunca. 
-Isso é muito bom. Vocês viram as ninfas e as outras princesas?
-Sim, elas estavam na praia do castelo do Príncipe das Águas.
-Querem me acompanhar até lá? -eu perguntei, empolgada.
-Claro!
Eu adorava o Castelo do Príncipe das Águas, era nas profundezas do oceano e eu mal fazia ideia de como ficávamos secos e podíamos respirar debaixo dágua.
Mas era incrível, e ele namorava com a Princesa da Floresta. Os dois faziam o casal mais lindo de todo o reino...
Quando cheguei à entrada, uma ninfa e dois gnomos irritados conversavam. Eu observei a cena engraçada e dei um "oi" discreto. 
Eu e as fadinhas que me acompanhavam apressamos o passo e chegamos ao salão real. No trono, o Príncipe estava sentado e à sua direita estava a Princesa da Floresta, o casal mais fofo do mundo. As princesas de diversos castelos conversavam e dançavam com seus respectivos príncipes e cavalheiros, uma música de baile soava ao fundo e todos pareciam se divertir.
Entrei numa dança com alguns príncipes e comi bastante da comida, que estava maravilhosa. Aquela reunião estava perfeita, até ouvir graves sons de batidas vindas do portão.
-Guardas, verifiquem as entradas e olhem quem vem com tanta raiva. -o príncipe ordenou.
Comecei a ficar nervosa...eu temia o que estava por vir se fosse o que eu estava pensando.
-Porque está tão nervosa? -uma fadinha cor de rosa me perguntou (ela era a única que ainda me fazia companhia)
-Não é nada. -eu respondi.
-Stephanie, está com uma cara horrível! O que foi? -a ninfa que estava falando com os gnomos perguntou também.
-Acho que só estou um pouco cansada de dançar.
De repente, os portões SS abriram e guardas com espadas entraram cavalgando cavalos negros. Droga, eram os cavalheiros do meu pai. 
-Viemos buscar a princesa Stephanie. -o líder deles disse.
Foi então que percebi que todos no salão me encaravam com uma cara de "vai logo" e eu não pude fazer nada além de caminhar até eles.
-Já estou aqui.
-Seu pai vai ficar furioso.
-Ele já está, isso eu tenho certeza...

 Eu cheguei em casa, e assim como esperado meus pais estavam furiosos. Eles sempre me tiravam das festas antes de acontecer alguma coisa legal, e dessa vez não foi diferente.
A princesa do fogo me enviou uma carta contando que todos tinham ficados bêbados e dançado até o amanhecer. Que fizeram loucuras e nunca se divertiram tanto na vida.
-O que significa "ficar bêbado"? -eu me perguntava, enquanto lia a carta.
A verdade, é que eu nunca fui muito de sair. Porque a minha família sempre acabava com as festas, invadiam e me levavam pra casa. Não era legal, eu me sentia excluída e parecia que estava perdendo os melhores momentos da minha vida.
E naquela noite, eu resolvi passear pela floresta encantada para descontrair um pouco. Peguei minha capa preta e um lampião e saí em meio à escuridão. No caminho, eu podia ver os olhos dos animais amarelados em meio à escuridão me fuzilando desconfiados, o canto de uma coruja e o uivo dos lobos vindos do topo da montanha.
-o que está fazendo? -alguem me perguntou.
-Apenas andando...- eu respondi, me virando para uma árvore a qual eu acreditava ter escutado a voz.
Em cima de um dos galhos daquela enorme árvore estava um cavalheiro que parecia ser o que chamávamos de "caçadores de recompensas". Eles faziam serviços para o rei e para qualquer pessoa em troca de ouro, bebidas e mulheres. Eram verdadeiros cafajestes, mentirosos, tinham uma lábia afiada e costumavam ser conhecidos por seduzirem moças e depois roubá-las.
-Mas o que uma garota tão bonita faz perdida num lugar tão terrível quanto este? -ele perguntou, saltando do galho.
Assim que ele colocou os pés no chão pude ver o brilho da noite em seus olhos castanhos, o cabelo era loiro e penteado num corte mais padrão. Se assemelhava ao dos cavalheiros do reino...mas eu não disse nada a respeito.
-Não estou perdida. Gosto da floresta. 
-Não? -ele se aproximou.
-N-nao... -eu gaguejei.
-Então ta, mas me diga... Eu não lhe reconheço de algum lugar? 
-Talvez seja por isso. -eu tirei o capuz e deixei a coroa à mostra.
-Aaaah, uma princesa. É por isso que eu me lembrava do teu rosto, não é todo dia que se vê uma princesa.
-E não é todo dia que um caçador qualquer atrapalha a sua volta.
-Porque não me permite acompanhá-lá nessa volta? 
-E porque não me permite dar um soco nesses seus dentes perfeitinhos? -eu perguntei, com um sorriso de orelha a orelha.
-nossa, quanta agressividade. Aposto que é a princesa do fogo.
-Não. O nome da princesa do fogo é Fernanda, eu me chamo Stephanie e o meu reino é comum. Apenas seguidores do meu pai que decidiram nomeá-lo o seu rei. Eu sou a primeira princesa da linhagem do trono...
-Stephanie...
-Sim, esse é o meu nome.
-Bonito.
-Eu sei.
-Não vai perguntar meu nome? 
-Não, não é algo pelo qual eu esteja interessada. Eu só quero encontrar o jardim...
-Ah, então é por isso que está na floresta! Vou até ignorar essa sua grosseria, afinal, o jardim também é um assunto do meu interesse.
O tal do "Jardim" era uma parte encantada da floresta em que vivia uma bruxa. Alguns diziam que ela era boa, outros falavam que ela era má. Mas se tinha uma coisa em que todos concordavam, é que ela podia atender desejos. Mas em troca, ela exigia algo em troca.
-Nem pensar. -eu disse. -Vou encontrar esse jardim sozinha, não preciso da ajuda de um ladrão.
-Ladrão? Eu prefiro o termo "caçador". 
-Todos vocês preferem, mas todo mundo sabe que não passam de uns galãs baratos com cantadas fajutas para dormir e roubar as moças ricas e indefesas.
-E mesmo assim você está apaixonada por mim. -ele se aproximou mais uma vez, dessa vez pegando na minha cintura.
-O que? -eu dei um tapa no seu braço e o empurrei. 
-Hahaha...você é hilária Stephanie Haley. 
-Eu mal te conheço, nunca me apaixonaria. E se não sabia quem eu era, como sabe meu sobrenome?
-Acontece que talvez eu sabia mais do que você imaginava.
-Posso imaginar muitas coisas... -dessa vez fui eu que me aproximei. 
-Imagine, eu as tornarei reais. 
-Aceito. -eu espremi os olhos e dei o meu melhor sorriso.
 Eu e o garoto misterioso seguimos então em busca do jardim. Fomos até um bar que ele me mostrou no meio do caminho e eu morri de medo. Os homens me encaravam como se eu fosse o lanche deles, algumas dançarinas requebravam no palco e assim que nos sentamos no balcão um cara me lançou uma garrafa com uma bebida transparente.
-O que é isso? -eu perguntei, confusa. -É agua?
-Isso é vodka. -ele disse, dando uma risada. -você parece que está precisando. 
-ah, muito obrigada! Você é muito gentil... -eu dei um sorriso generoso e peguei a estranha bebida.
O caçador me encarava com seus misteriosos olhos castanhos e me observava descobrir a tal da "vodka". Me senti um pouco constrangida e resolvi não beber.
-O que foi? -perguntei, dando uma risada.
-Só estava te olhando.
-Vendo eu provar vodka?
-Vendo o quanto você é linda. -ele disse se levantando do banquinho e se aproximando de mim.
-Hey, vai com calma. Por mais bonito  e interessante que você seja, eu sei do histórico de um caçador. Não dá.
-Mas é pra isso que serve a vodka. Pra se esquecer das coisas ruins... -ele pegou meu copo e me entregou.
-Mas e o jardim? 
-Esqueça o jardim, vamos fugir desse reino, ir para bem longe e começar tudo de novo. Você só tem que beber...
-Mas se eu beber... 
Não falei mais nada, ele já tinha virado o copo na minha boca. Em seguida, ele me deu um beijo e o cara do balcão passou mais dois copos. As pessoas do bar começaram a se aproximar para descobrir o que estava acontecendo, para ver o quanto eu conseguia beber de uma vez. E a cada garrafa, eu beijava aquele estranho cara que tinha me convencido a beber.
-Você gosta disso? -eu peguei o whisky e virei de uma vez.
-Eu adoro. -ele respondeu, bebericando sua cerveja. 
-Mas eu AMO! -dei um grito e virei o resto da garrafa.
As pessoas me aplaudiam, me incentivavam e eu cheguei ao ponto de subir em cima do balcão e começar a quebrar todas as garrafas e copos que me davam. Alguns caras soltaram umas cantadas e quando eu vi, estava vestida como uma dançarina de boate.
Eu não conseguia mais controlar as minhas ações, tudo o que eu estava fazendo era como um filme passando entre borrões diante dos meus olhos. Eu não tinha o controle...
-Eu te amo! Eu te amo mais que tudo na minha vida, sempre te amei a partir do momento que te vi e sempre vou te amar. -eu gritei em meio à música alta que colocaram.
-Com quem está falando? -o caçador perguntou.
-Estou falando com esse amorzinho aqui. -eu apontei para o champanhe. 
-Hahaha, acho que você já tomou drinks demais por hoje. 
-Não é o suficiente. Eu quero mais... 
-Voce quer mais?
-Faria qualquer coisa por mais... -eu disse sem pensar.
-Pensei em fazer uma coisa que você ganha muito mais do que bebendo. Mas temos que ir embora pra isso...
-Então vamos. -eu me debrucei no ombro dele.
 O tal do caçador me levou até o lado de fora do bar e fomos caminhando para uma parte da floresta que eu não conhecia. Era escura, mas muito bonita... Diversas rosas vermelhas trilhavam um caminho que parecia não ter fim. Eu não sabia onde estava, estava perdida.
-Eu tenho que confessar um segredo. -ele disse, enquanto me conduzia pelas flores.
-Qualquer coisa. 
-Eu sei onde fica o jardim. Sabia o tempo todo, sabe porque? Eu moro lá.
-Então deve saber onde está a bruxa. Sabe que ela vai me realizar um desejo.
-Sobre isso... A bruxa é apenas uma lenda. Não tem desejos, só a minha casa. Eu sinto muito, mas se quiser ainda posso te levar lá.
-Tudo bem. Está tudo... -minha visão começou a falhar. -Esta tudo perfeito...
De repente, eu não vi mais nada. Desmaiei e acordei em um lugar muito bonito, ainda era noite e os vagalumes iluminavam a paisagem. Uma pequena cachoeira adornava um lago que refletia o brilho das estrelas, caminhos de pedras cintilantes levavam à uma árvore com um balanço e várias roseiras contornavam o local. Era o jardim.
-A bela adormecida acordou?
-Você me trouxe aqui.
-Ainda está bêbada?
-Completamente. -eu respondi, percebendo o quanto eu estava tonta.
-Isso é maravilhoso... -ele já veio se aproximando com um beijo intenso.
E aquele beijo foi ficando cada vez mais quente, nós estávamos na grama e eu me perguntava como é que ele poderia morar em um lugar com aquele. E mesmo desconfiada, eu continuei a beijá-lo.
-Eu te amo. -ele me disse.
-E eu amo estar bêbada. 
-Também amo isso.
Ele deu alguns chupões no meu pescoço enquanto eu me sentava no seu colo e arrancava sua camisa. Quando os vagalumes passaram perto pude ver os músculos definidos e fortes, fui passando os dedos de leve e mal percebi que ele também estava tirando a minha roupa. 
Fiquei de lingerie e ele apenas de cueca, aquilo estava começando a ficar sério e eu não imaginava onde daria. Continuamos nessa e acabamos por arrancar as últimas peças que faltavam para que ficassemos completamente nús no meio da floresta. 
Ele subiu em cima de mim e agarrou meus pulsos, pressionando-os contra o chão. Fazendo isso, ele beijou cada milímetro do meu corpo que estava ao seu alcance enquanto eu GRITAVA de prazer.
Rolamos pela grama enquanto nos apertavamos, e ao final eu terminei em cima dele. Não sabia bem o que fazer, mas acabei me levantando. 
-O que estamos fazendo?
-Estamos sendo seres humanos.
-Isso é errado. - eu me recuperei e saí andando em direção à cachoeira, me esquecendo que estava nua.
Eu não pude pensar ou falar em coisa alguma, pois o caçador veio até mim e me empurrou na água fria. Logo em seguida, ele pulou e nadou até onde eu estava.
-Porque fez isso? -eu gritei, jogando água nele.
-sabe porque você gosta de mim?
-porque?
-Porque eu sou todo errado. 
-Eu te odeio.
-Eu sei disso.
E então, começou tudo denovo, só que dessa vez muito mais intenso e mais penetrante (se é que me entendem) e eu nunca tive tanta raiva e ao mesmo tempo nunca estive tão feliz na minha vida. 
Ao final, saímos do lago e colocamos as nossas roupas, mesmo molhados.
-boa noite. -eu disse, enquanto o abraçava. 
-boa noite. -ele me deu um beijo na testa e me abraçou também, e assim dormimos de conchinha até o amanhecer.
 No dia seguinte, eu estava com a maior dor de cabeça que eu já tinha passado na minha vida toda. E diversas pessoas estavam me cercando, eu só não sabia o motivo. Todos perguntavam se eu estava bem, se precisava de ajuda e se as feridas doiam.
-Feridas? Mas que feridas? -foi a primeira coisa que eu disse. 
-olhe para si mesma. -eles me entregaram um espelho.
Quando eu olhei meu reflexo, vi as folhas presas no meu cabelo, as olheiras inchadas, os cortes pelo rosto e pelo resto do corpo, as roupas manchadas de sangue e a boca rachada. Sem falar no olho roxo que estava à tona para todos.
-O que aconteceu comigo? Quem são vocês? 
-Como assim "quem somos nós". Stephanie, sou eu, a ninfinha. Você estava na festa do príncipe das águas.
E foi refletindo que eu descobri que não tinha como me lembrar de nada da minha vida além daquela noite. 
-Eu estou com a cabeça doendo.
-Isso é ressaca.
-Ressaca?
-Sim, ressaca é quando você fica passando mal, com dor de cabeça depois de beber muito. 
-E como eu bebi...
-Na verdade, você bebeu pouco. Acontece que nós estávamos passeando pela floresta ontem e encontramos um caçador de recompensas. E aí, ele ofereceu uma bebida e você aceitou. Aí ficou bêbada já no primeiro copo, e foi só a gente se descuidar de você que caiu de um barranco e veio parar nesse jardim.
-Nao, mas e o bar? E o caçador?
-O caçador foi embora. Não teve bar... Só a gente procurando você. Deve ter se cortado com aquelas roseiras e batido em alguma pedra pra ficar assim.
-Não... Eu realmente não me lembro de você. Nem de nada da minha vida.
-Ta bom, ressaca.
-Não... Eu não sei... -as lágrimas começaram a rolar. 
-Olha, eu não entendo muito de magia. E não sei porque não se lembra de nós, mas parece que o único jeito de conseguir suas memórias de volta é achando esse caçador.
-Irônico não? Ele sempre roubou a maior riqueza de todas as jovens, e quando chegou na mais rica de todas ele leva embora suas memórias. -eu tentei parar de chorar.
-Mas não parece que ele levou só as memórias...
-E o que mais ele levou?
-Seu coração...

"No final, ela realmente não se lembrou de mais nada além do mercenário que a seduziu para a bebida e para a floresta. Enquanto isso, povos vizinhos que já estavam de olho nas terras de seu reino há muito tempo  aproveitaram o momento de fragilidade do reino e atacaram o palácio. O rei e a rainha foram mortos, aquele se tornou o reino de outro povo e os antigos súditos foram escravizados.
Para que a pobre princesa não sofresse tanto, a ninfa foi até a tal da bruxa e pediu que todos, com excessão dela, se esquecessem da menina também. 
Assim, ela caiu na escuridão e passou a acreditar que ela era apenas uma caçadora de recompensas também, já que isso era a única coisa que lhe era familiar na memória. Como todos se esqueceram dela, a mesma teve que refazer todos os laços de amizade, porém agora como uma rebelde, já que não pertencia à reino nenhum.
E o que aconteceu depois? Bem, dizem que quando o caçador devolver o coração da menina, ela irá voltar ao normal, assim como todas as outras pessoas. Mas até lá... 
Ela continua de ressaca"

 


Notas Finais


Então meus amores? Ficou muito legal né? Espero que tenham gostado!!! Comentem, favoritem e até a próxima <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...