História Resumption - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Incesto, Justin Bieber, Justin Mau, Possessividade, Possessivo, Romance
Exibições 24
Palavras 2.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lírica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Quem é vivo sempre aparece haha
Espero que gostem, bjo :)

Boa leitura <3

Capítulo 3 - Chapter III


Fanfic / Fanfiction Resumption - Capítulo 3 - Chapter III

 

Justin Bieber 

Dedos macios tocavam minha pele com certa tremedeira, sorri ao aspirar seu cheiro doce muito próximo de mim, porém tudo não passava de sensações e tudo que eu estava sentindo era ocorrência de minutos atrás onde eu estava perdido, mergulhado em pensamentos obscuros.

Meu pai, um homem robusto, alto e forte, caminhava com pisadas fortes sobre o assoalho barato daquela casa, o chão composto de pedacinhos de madeira lustrosa postos lado a lado, depois daquele dia percebi que com o seu caminhar bruto algumas fileiras de madeira brilhante estavam se soltando e eu fui o responsável por arruma-los no lugar novamente.

Porém naquele dia tudo iria mudar, meu pai estava nervoso pois eu tinha descoberto da pior maneira de todas que eu era na verdade um bastardo, seu vergonhoso nome é Joseph Bieber o cara que eu passei a odiar dia a após dia. 

Eu tinha apenas sete anos quando descobri a real verdade, pra mim meu pai havia sido recrutado para o exército nacional e por isso teve que deixar sua esposa e seu filho com apenas seis meses de vida, mas foi quando eu comecei a estudar no segundo ano do fundamental que eu conheci o meu mais novo irmão, Jacob Bieber. Até então nossos sobrenomes eram relativos, afinal de contas não sou o único Bieber do planeta, mas com o tempo qualquer um era capaz de notar que Jacob me odiava. E foi no dia em que fomos chamados para a diretoria devido a uma briga entre nós que eu soube da verdade.

—Senhor Bieber espero que tome conta de seus filhos não irei admitir mais uma briga entre eles - engoli em seco encarando a senhora Polks sentada bem a minha frente, sua cadeira era volumosa e combinava com seu estilo gótico, seu uniforme negro e em seus lábios a cor sangue vibravam em meio ao ambiente. Passei meu olhar muito atento pelas paredes escuras e repletas de troféus brilhantes, parei em cima de Joseph e um frio subiu por toda minha coluna vertebral. 

Ele estava com um olhar frio e perdido, olhos iguais aos meus, porém seus cabelos eram negros como os de Jacob. Tínhamos muitas coisas em que nos parecíamos, mas no momento somente a raiva e indecisão permeavam meu raciocínio.

—Certamente senhora Polks, isso não irá se repetir novamente - a mulher assentiu abrindo um sorriso um tento misterioso.

—Suponho que agora terá que contar a ele a verdade ... - Joseph nem por um momento desviava seus olhos da mulher a nossa frente, apenas assentiu previamente levantando-se da cadeira, Jacob repetiu seu ato e foi quando saímos daquela sala que eu finalmente conheci a verdade sobre meu passado.

Ele me olhou nos olhos pela primeira vez, eu tinha medo, muito medo do que iria descobrir, de forma bruta e inesperada ele me contou com amargura em seu tom de voz que eu era seu filho, ele tinha simplesmente me abandonado por que minha mãe era uma amante. Meu sangue ferveu e de imediato a única coisa que me vinha a mente eram os olhos azulados de minha mãe. Ela lutou por mim, trabalhou até que suas forças fossem esvaziadas, tudo para que eu tivesse um futuro melhor que o dela, ela mentiu para que eu não me sentisse do jeito que eu atualmente me sinto e eu compreendo suas atitudes. Mas eu não irei perdoa-lo por nada, não me importo se ele paga essa escola ou se ele sempre ajudou a manter minha casa bem abastecida, sua principal função de pai ele abandonou e isso é imperdoável.

—Justin ... - aos poucos a luz foi tomando conta daquele corredor, Joseph e Jacob estavam sendo iluminados por uma luz quente e brilhante enquanto uma voz sussurrava ao pé de meu ouvido, era uma voz doce e calma como coral de anjos. Abri os olhos rapidamente segurando algo macio bem próximo de meu rosto — Está doendo Jus - olhei em direção aos seus olhos claros e amedrontados.
—Ary? - minha voz saiu rouca arranhando as paredes de minha garganta. Passei os olhos pelo ambiente e parei justamente em cima de seu braço claro, eu segurava seu pulso que estava bem avermelhado, arregalei os olhos soltando rapidamente sua pele. Levantei-me com tanta pressa que uma tontura repentina apoderou-se de mim — Aí minha cabeça ... - murmurei fechando os olhos com força enquanto sentia uma ânsia muito forte bater contra minha faringe — Ariel me desculpa ... Eu não queria apertar seu pulso, por favor me perdoa - seu sorriso brilhou radiante como antigamente, engoli em seco coçando os olhos conforme sentia a tontura dissipando-se lentamente.

—Sem problemas Justin ... Acho melhor levantar-se antes que perca a hora na escola, isso se você for capaz de se mexer... - respirei fundo sentindo meus pulmões arderem resultando em um grande incômodo. Estava claro de mais, pelo jeito já não era mais a noite de ontem e sim um novo dia, hoje o dia continuava cinzento, nuvens carregadas planavam sobre o céu azul da primavera, o tempo aqui parece ser bem estranho. Sorri de lado relembrando todos os acontecimentos passados, afinal de contas eu tinha lutado contra três cães de uma só vez, estava morto de cansaço.

—Como está Christian? - Ariel deu de ombros sorrindo forçado enquanto limpava uma pequena e ligeira lágrima — Desculpa acho que acabamos te preocupando um pouco ...

—Ele me contou o que houve - ela me cortou batendo com as palmas das mãos sobre a cama macia em que estava deitado. Por um momento analisei os mínimos detalhes daquele momento, minhas roupas ainda estavam ensanguentadas e sujas, algumas partes rasgadas e com arranhões bem visíveis sobre minha pele, talvez ela esteja redondamente certa em se preocupar assim desse jeito — Como puderam? Brigaram por algo tão, tão .... Ah não tenho palavras pra demonstrar o quanto estou chateada ... - ela se levantou puxando a bolsa por sobre os ombros — Brigar pelo mascote do time nunca foi nosso objetivo, além disso somos brasileiros Justin, não temos nem um bom time de apresentações quanto mais um mascote ... - ela virou rosto saindo do quarto deixando-me em um completo silêncio. Minha pequena estava certa, sempre esteve, mas o que me intriga é saber que ela ainda se preocupa, sinto que ainda posso voltar atrás e corrigir meus erros. 

...

—Acho que minha irmã está atrasada ... - olhei com cara de completo tédio para sua expressão duvidosa — Ou ela simplesmente não quer ver nossos rostos nunca mais.

—Acho a segunda opção mais provável - respondi passando as mãos sobre os arranhões em meus braços — Por que eu fui te ouvir? - olhei seriamente para seu rosto levemente deformado, Christian diferente de sua irmã possuía cabelos claros e por puro charme tratou de fazer algumas luzes que sinceramente, combinou muito com seu estilo despojado e largado. Seus olhos também eram claros na maior parte do tempo, agora encontravam-se inchados e levemente arroxeados. Os lábios grossos iguais aos meus estavam cortados, admito que eu não devo estar tão diferente de Chris. 

Flashs da noite anterior vieram sobre mim, aquela roupa de gavião foi provavelmente a pior escolha que eu e os meninos fizemos, corríamos feito loucos pelas ruas antigas de São Paulo, o ar frio batia contra nossa pele cortando cada célula com estrema força, mas a adrenalina do momento deixava nossos corpos quentes e animados para correr cada vez mais.

—Jacob chega hoje - meu sorriso sumiu assim como a frustração de saber que meu meio irmão estará novamente enchendo meu saco como há tempos não o fazia — Ele é o capitão, tenho certeza que quando ver o mascote preso no armário irá ficar entusiasmado para os jogos do mês que vem, com certeza irá recebe-lo de volta.

—Não preciso do reconhecimento daquele babaca, o treinador irá me por no time, ele sabe que tenho potencial ... - Christian sorriu radiante enquanto arrumava os fios rebeldes de seu cabelo — Alexander está vindo ... - mudei de assunto ao ver o corpo maciço de meu melhor amigo caminhando em nossa direção, ele mancava e apresentava grandes sinais de hematomas em seu rosto, todos nós estávamos acabados.

—Eu juro que se meus irmãos falarem mais uma vez ... - minhas sobrancelhas curvaram-se em dúvida conforme via a expressão de raiva formando em seu rosto. Mais atrás os gêmeos Miguel e David vinham rindo feito dois loucos, eram apenas um ano mais novos que Alex e por isso eram denominados os "pirralhos cabeça de tomate", não era a toa já que possuíam os cabelos tão ruivos quanto aos do irmão.

—Ora essa Alexander - comentou David rindo enquanto cruzava os braços brancos completos de manchas esverdeadas da noite anterior — Só estamos divulgando abertamente o que mamãe lhe disse ...

—"Alexander seu idiota, teremos que voltar a limpar suas fraudas novamente seu garoto irresponsável!?" - Miguel completou rindo enquanto fazia uma imitação horrível de voz feminina. Não pude resistir, ri do acontecido enquanto imaginava a reação da senhora Bulborrilhas ao ver seus três filhos chegarem totalmente machucados e com marcas de mordidas por todo o corpo. Eu conseguia compreender o lado de Alex, afinal de contas não somente ele como seus irmãos também faziam parte do time, nenhum de nós tínhamos o conhecimento de que o time do Carmo possuía cães tão fortes para proteção dos arredores da escola, pensando bem acho que deveríamos proteger com a mesma força já que eles não deixarão isso passar despercebido.

—Ô Justin dá pra parar de sonhar e me ajudar aqui? - Alexander estralou os dedos em frente aos meus olhos, assustei com tal ato procurando por indícios do que estava acontecendo, Chris já não estava mais entre nós, curvei as sobrancelhas em dúvida enquanto buscava por seus cabelos loiros por toda área ao nosso redor — Alguns meninos chamaram ele ... Bom, na verdade aquele grupinho de drogados que todos nós conhecemos ... - Suspirei fundo admirando sua qualidade quase inimaginável de saber os pensamentos das pessoas, revirei o olhos enfiando as mãos nos bolsos da calça enquanto alguns estudantes saiam da escola entusiasmados com a notícia de que o time estava novamente ganhando forças.

—Vamos embora? - ele assentiu com um meio sorriso, olhou seriamente para seus irmãos que ainda riam enquanto conversavam com um grande grupo de estudantes do segundo ano médio.

—Eles sabem voltar sozinhos, vem vamos logo que eu estou faminto! - ri de seu exagero, como sempre Alexander estava me animando, não que hoje seja um dos piores dias, porém o fato de estar brigado com minha garota deixa-me frustrado, além do mais amanhã será o dia mais entediante que posso imaginar, entediante não seria a palavra correta, porém a chegada de Jacob não será nada animador ...

...

Repousei o talher sobre o prato ofuscante, a comida já não estava mais tão apetitosa, sinceramente parecia que estava mastigando algo como isopor salgado ou algo do tipo. Estava até que muito bom para um cara como eu que não sabia vencer uma guerra entre um ovo sob a frigideira, arroz requentado juntamente com um feijão esbranquiçado e sem gosto.

Empurrei o prato sob a bancada de mármore cinza, a dois meses atrás eu comia lasanha à bolonhesa preparado com muito amor por Ary, mas agora a comida desce rasgando minha garganta. Não somente o fato de não saber mexer com panelas, mas os suprimentos aqui estavam escassos,  Joseph já não mandava mais dinheiro para minhas necessidades, eu também não me importava porém eram aquelas malditas notas que mantinham-me vivo, pelo jeito terei que procurar um emprego logo ...

Meu telefone tocou assustando-me der repente, levantei com pressa a procura do pequeno aparelho que possuía uma música extremamente irritante. 

—Alô?!

—Filho? - sorri ao ouvir sua doce e cansada voz — Filho sou eu a mamãe ...

—Eu sei que é você né dona Pattie - sorri sentando sobre o banco em que estava segundos antes, apoiei os cotovelos sobre o balcão balançando os pés regularmente para frente e para trás — O que é tão importante para que eu ouça sua belíssima voz? - pude ouvir sua leve risada ressoar sob o outro lado da linha.

—Oh Justin ... Sua tia Jasmine implorou para que eu lhe dissesse, mas eu não queria preocupa-lo ... - estranhei a rápida movimentação e um leve grito de minha mãe. Parei momentaneamente de balançar as pernas enquanto sentia a reação própria de meu corpo esquentando-se conforme os pensamentos de tudo que poderia estar acontecendo - Alô Justin?! - suspirei aliviado ao ouvir a voz de Jasmine, minha tia por parte de mãe — Minha irmã está melhorando, mas essa não é a questão, Justin sei que você pode estar pressionado com vestibular, provas chegando, a doença de sua mãe e talvez sua namorada Ariel ... Mas precisamos de sua ajuda, somente eu trabalhando não está dando para suprir nossas necessidades, por favor Justin será que consegue arranjar algum dinheiro? - meu coração se apertou completamente ao ouvir seu pedido, queria poder ajudar, a situação teria de melhorar mas se eu trabalhar agora ... Não! Eu vou trabalhar, vou ajudar minha mãe a passar por essa terrível doença, já perdi o amor pelo meu pai desde cedo, perdi minha garota para o mundo, não irei perder minha mãe, a mulher que sempre esteve do meu lado, me apoiando e escondendo a verdade de mim para que eu não me machucasse, eu prometo a mim mesmo que irei salva-la, nem que isso custe minha vida!

CONTINUA ...

 


Notas Finais


"—Sai fora! Eu vou fazer essa cesta - Jacob me empurrou com um de seus braços enquanto flexionava as pernas para saltar em direção a rede de basquete, pensei rapidamente. Se eu o impedisse viraria capitão do time porém Jacob e Joseph se voltariam contra mim, minha vida viraria um verdadeiro inferno ... — Toma essa Bieber! - meu meio irmão disse cuspindo as palavras em meu rosto enquanto os outros jogadores vinham parabeniza-lo pela cesta da vitória"


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