História Resumption - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 4
Palavras 1.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiro capítulo! Feito com muito carinho (teve até lágrimas minhas derramadas no início).
Sério, eu acho que ficou muito bom. Espero que gostem!
Não é a primeira fic que eu posto aqui, a que eu estava fazendo antes não deu muito certo, mas essa eu tenho certeza que vai pra frente. Espero que gostem!

(comentem para eu saber a opinião e, desde já, desculpa por qualquer erro ;*)

Capítulo 1 - Waking Up


Fanfic / Fanfiction Resumption - Capítulo 1 - Waking Up

– Onde ele está? - perguntei chorando

– Calma filha… - minha mãe diz fazendo carinho em meus cabelos tentando me acalmar

– Eu não consigo! Me fala onde ele está, por favor - as lágrimas começam a me vencer

– Filha, ele está bem, só não acordou ainda. Eu sinto muito, meu amor, você tem que se acalmar - disse ela tentando segurar as lágrimas por ver meu estado.

[...]

Acordei suada e chorando. 4 anos e eu ainda sinto a dor de tudo que aconteceu naquela noite.

Minha mãe entra correndo no quarto, com uma expressão preocupada

 

– Filha, tá tudo bem? - se sentou ao meu lado na cama

– Eu não consigo esquecer mãe - as lágrimas começam a cair com mais intensidade - E se ele não acordar nunca mais? Eu não sei o que eu vou fazer

– Ele vai acordar, confia em mim - disse ela segurando a minha mão - Agora eu preciso que você durma, se desesperar assim só vai piorar tudo

 

Respiro fundo tentando conter as lágrimas que insistem em continuar caindo e me deito na cama.

 

– Boa noite - ela dá um beijo na minha testa

– Boa noite - dou um sorriso fraco e me viro para o lado, porém com medo de dormir e ter o mesmo sonho novamente

[...]

– Bom dia, querida - minha mãe fala sorrindo quando desço as escadas

– Bom dia - dou um sorriso pequeno

 

Não consegui dormir a noite toda, eu ainda era atormentada pelas imagens daquele dia. Eu só queria que tudo ficasse bem, eu só queria que ele ficasse bem.

 

– Tá virando uma adulta hoje, não é? - ela diz, ainda sorrindo

– O que? - pergunto confusa

– Hoje você faz 20 anos, querida, esqueceu?

– É verdade - dou um sorriso para não parecer grossa - 20 anos…

– Já era hora de sair de casa. Ou vai continuar embaixo da asa da mamãe? - ela me abraça. Retribuo.

– Não - dou uma risada anasalada - Só não estou preparada ainda. Por enquanto eu quero continuar com você. Eu e você.

– Awwn! Eu te amo, filha.

– Eu também te amo, mãe.

 

Sinto um cheiro ótimo vindo da cozinha e olho pra minha mãe

 

– Que cheiro ótimo é esse?

– Café da manhã especial - ela sorri - Vem! - ela puxa minha mão e vamos as duas até a cozinha.

[...]

O café foi ótimo, e o melhor de tudo é que ela procurou ao máximo não comentar sobre o ocorrido de hoje a noite.

Estava ajudando minha mãe com as louças quando a campainha toca

 

– Eu abro - falo sorrindo e vou até a porta abrindo a mesma

– Feliz aniversário! - ele fala já me abraçando

– Ashton! - abraço ele - Eu estava morrendo de saudade! Como foi lá no Caribe?

– Foi ótimo, eu queria você lá comigo, mas isso não vem ao caso, hoje é seu aniversário! - ele me abraça mais uma vez

 

Eu não sei o que seria de mim sem o Ashton. Ele me ajudou depois do acidente, ele ficou do meu lado sempre que eu precisava, até dormia comigo quando os pesadelos, as lembranças, eram mais frequentes.

 

– Ashton! - minha mãe fala saindo da cozinha e dando um forte abraço no nele - Como foi a viagem?

– Incrível - ele respondeu sorrindo

 

Ashton entrou e ficamos conversando com minha mãe por um tempo, falando da viagem e de como ele sentiu falta de casa.

 

– Fiquei um mês longe e você ainda tem isso - fala ele se referindo às flores que me deu no dia que foi viajar, que permaneciam na minha varanda desde então

– Claro, você é meu melhor amigo, a pessoa que sempre fica do meu lado, e essas flores me lembram disso - falo encarando as flores que me esforcei muito para que continuassem vivas

 

Ele deu um sorriso, e ficamos calados por um tempo. Não era um silêncio que chega a incomodar, era um silêncio bom.

 

– Então… - coçou a cabeça - Alguma coisa aconteceu enquanto eu estive fora? Sabe, relacionada a ele?

 

Eu sabia que uma hora ou outra ele tocaria no assunto, mas aquilo ainda me pega de um jeito que eu não gosto.

Me sentei na cadeira, já que na hora que lembrança veio à tona senti uma fraqueza percorrer por todo meu corpo, uma fraqueza que não me permitiu permanecer de pé.

 

– Ele ainda está do mesmo jeito - sinto um aperto no coração e as lágrimas começando a chegar - Eu tive aquele mesmo sonho hoje à noite

– Do dia do acidente? - perguntou ele olhando para o chão

– Sim. Parece que cada dia que passa as possibilidades dele voltar vão diminuindo - a primeira de muitas lágrimas cai - Eu não perco fé na possibilidade dele voltar, mas é que isso está me consumindo, eu não sei o que eu faço - tampo meu rosto com as mãos, já que não consigo fazer com que as lágrimas não caíssem

 

Ele sem falar nada, me envolve em um abraço. Um abraço que me passa segurança. Tudo que eu queria é que essa dor passasse, já que não aprendo a conviver com ela.

 

– Se tem uma coisa que a gente não pode perder é a fé - fala ele sem separar o abraço - Ele vai voltar. Quando você menos esperar ele vai voltar, confia em mim.

[...]

Depois de todo ocorrido e todo desabafo, Ashton achou que era melhor a gente se distrair um pouco, e para isso vamos ao nosso lugar preferido desde a infância, o parque de diversões.

 

– Algodão doce - falo quando vejo o carrinho na porta do parque - Vem! - puxo a mão do Ashton até lá

 

Ele comprou um para cada.

Ele sabe que eu odeio quando pagam coisas pra mim, mas ele o fez do mesmo jeito.

 

– Isso é tão bom - diz ele com a boca azul, devido ao algodão doce

– Pois é - falo e pego um pouco do meu - Eu estava com saudade desses momentos nossos - sorrio

– Eu também - ele entrelaça nossos dedos - Vamos na roda gigante?

 

Passamos o dia todo no parque, até repetimos alguns brinquedos, foi muito bom pra esquecer um pouco dessa realidade que nos assombra.

 

– Ash, foi um dos melhores dias da minha vida, obrigado - falo quando ele está estacionando em frente à minha casa

– Tudo bem, eu faço tudo por você - ele sorri

– Igualmente - digo sorrindo - Eu e você contra todo mundo, lembra?

– Claro - ele responde - Então, vai me convidar pra entrar?

– Você já se “alto convidou” - rimos - Vem!

 

Paramos em frente à porta e eu logo pego a chave, abrindo a mesma em seguida.

 

– Tá tudo escuro. Minha mãe sai e nem me avisa - falo rindo, sendo acompanhada por Ashton

 

Fecho a porta e coloco a chave em cima da mesinha perto da porta. Quando vou em direção ao interruptor e ligo o mesmo, a iluminação total da sala é seguida por gritos de muitas pessoas.

 

– SURPRESA!

Todos estavam lá, amigos, família, todos.

A emoção bateu, deixei algumas lágrimas caírem e fui até minha mãe, dando um abraço na mesma.

 

– Obrigado, mãe - sorri

– Hoje é seu dia, meu amor. Você merece tudo de bom, parabéns - ela sorriu me dando outro abraço

[...]

Não era uma festa agitada nem nada do tipo, era algo casual entre amigos e familiares. Algo realmente muito especial.

Eu, Ashton, Luke, Anna e Mia estávamos no sofá, comendo salgados e ouvindo piadas sem graça do Calum. Enquanto nossos pais estavam na cozinha conversando.

 

– Cal, chega dessas piadas - disse Mia segurando o riso

– Por que eu iria parar se você tá rindo? - disse o mesmo, soltando uma risada, sendo acompanhado dos outros

 

Por um momento foi como se eu ficasse alheia a conversa. Estava encarando uma pessoa em pé no corredor que levava à garagem, chorando e encarando o telefone, era Karen. Me levantei rapidamente indo até a mesma.

 

– Karen, ei - falei colocando a mão no ombro dela, já esperando o pior - O que ouve?

– Ele… - não conseguiu falar sendo consumida pelas lágrimas

– Não… por favor, não me diga que ele… que… - não consegui terminar, já que as lágrimas já ameaçavam cair

– Emma, ele acordou. O Michael acordou!


Notas Finais


Deixem um comentário, avaliem, eu quero realmente saber a opinião de vocês.

(Desculpa por qualquer erro. Eu estou publicando pelo celular, então pode haver algo "errado", mas não irá atrapalhar na leitura ;*)


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