História Retornando a escola - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley
Tags Drarry, Escola, Lemon, Sexo, Trem
Exibições 69
Palavras 3.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


mais uma pra vocês
.
e bem... interessante.
.
espero que adorem.

Capítulo 6 - Toque de Afrodct


Eles dormem por quase a viagem toda, faltando um pouco mais de uma hora pra chegar, o loiro solta um suspiro acordando, mas continua de olhos fechados sentindo o calor do corpo do outro, o pegando pra mais perto, sentindo o cheiro de seus cabelos arrepiados, suspira e abre os olhos, pra o ver dormindo que nem um anjo, sorri e lhe da um selinho e ele suspira e se enrosca mais a ele, que vontade de apertar, sorri e olha pra fora e as arvores estavam ficando mais densas e o dia escurecendo um pouco, olha as horas e tinha um pouco mais de uma hora pra chegar, então da um tempo pra preguiça.

O olha novamente e ele parecia pregado, tadinho, sqn, tinha acabado com ele. Não resiste a acaricia seu rosto de leve, porque tinha feito tudo aquilo com ele antes, perturbando tanto sua vida, mas era meio que gostava da sua cara de raiva e tudo o mais que lhe direcionava, mal sabia que era porque queria a atenção dele toda pra si, deve ter sentindo isso quando lhe ofereceu a mão pela primeira vez, que o queria pra si, era tão ‘inocente’ que não tinha percebido isso.

Sorri e balança a cabeça e olhou pro seu anjinho, não resiste e lhe da um selinho e passa o dedo em seus lábios, tão rosadinhos que dava vontade de morder e ele solta um suspiro pelo movimento, sorri e passa os dedos pelo seu rosto e ele encolhe pro outro lado com um pequeno sorriso, solta um suspiro meio arrepiado e fica mais perto dele, sentindo seu cheiro e sorri, abre os olhos piscando e o olha e ele lhe da um sorriso, sorri e depois percebe a situação como estavam e cora de leve com um sorriso e esconde o rosto em seu pescoço. Num da vontade de morder pra sempre uma coisa dessas!?

— Oi, bom dia, belo adormecido. – fala em sua orelha e ele se arrepia e solta um riso.

— bom dia meu príncipe... – fala o olhando com olhos brilhantes.

Sorriem e o loiro não resiste a aquelas esmeraldas brilhantes e o beija, que solta um suspiro meio gemido em sua boca, ele sorri e o pega mais pra perto, acariciando seu rosto, morde sua boca de leve quando o ar se faz necessário e sorriem pro outro, ele pisca se percebendo sem os óculos, mas nem precisava muito deles com o loiro tão perto dele assim. Não resiste muito e vira o rosto pra seu ombro escondido e solta um bocejo e o loiro sorri, coisa fofa.

— falta muito pra chegar? – fala preguiçoso.

— não, uma hora, mais ou menos. – fala sorrindo quando ele se espreguiça que nem um gato, se esticando todo.

Ele morde a boca, admirando seu corpo, magro mas um pouco definido, leves músculos pelo quadribol e as outras atividades que deve ter tido. O moreno o olha e pega seu olhar predador sobre si e cora envergonhado, mas seu ego subiu só um cadin, por ele o comendo com o olhar. O loiro o olha e sorri por seu rosto levemente corado, sorri e morde a boca, não ia se cansar disso nunca. Se abaixa e engole sua boca e passa a mão por seu corpo o arrepiando.

Da uma leve beliscada no mamilo e ele geme baixo arrepiado e o beija com mais vontade ainda, enlaçando sua língua na dele, seu corpo se esquentando de leve, quando ele passeia a mão por ele, querendo gravar cada pedacinho, na resiste e pega em seu membro, apertando a glande de leve e abaixando, como se estivesse fazendo um carinho e ele geme baixo em sua boca, ondulando o corpo e crescendo em sua mão.

Ele morde sua boca e sobe com um dedo deslizando por seu corpo que o arrepia e lambe os dedos malicioso o olhando e ele morde a boca, que o pega de si e os lambe e o loiro grunhi e morde a boca grunhindo e o beija intensamente, saboreando sua boca, rodando a língua, explorando cada pedacinho de sua cavidade, buscando por mais, querendo mais.

— nunca vou me cansar disso. – diz rouco, lambendo sua boca.

— também não. Te quero, todo. – diz rouco mordendo a boca.

Se beijam se enroscando no outro, o loiro o apertando, tamanha vontade, mas não o quer destruído agora, pega leve, rodando a língua devagar sobre a dele e deita ao seu lado, se enroscando a ele, que percebe isso e adora e passa as mão em seus cabelos, o deixando mais perto, fazendo um carinho, que faz o loiro sorrir. Morde de leve sua boca e a puxa e ficam se olhando levemente arfantes, querendo sempre mais do outro, ele o puxa o deixando e seu braço, que da a volta e faz um carinho em seus cabelos e com isso, seu braço tenciona um pouco e sente seu braço mais... durinho.

— ficando fortinho hein? – fala sorrindo de lado, cutucando seu braço.

— muita academia meu bem! – fala sorrindo de lado e ele ergue uma sobrancelha. – brincadeira. Sou gostoso pacas meu bem! – fala se gabando.

— Pacas? – fala sorrindo fazendo uma careta. – onde estava até agora? – fala rindo.

Ele sorri, mas depois abaixa os olhos, muitos lugares...

— Que foi? – fala pela sua cara que ficou séria de repente. – ok, se você quiser não conta... – fala e o loiro sorri de lado.

— Nada falo sim. – fala enruga o nariz com um sorriso pequeno de lado. – Você sabe o que aconteceu com a gen... eles né? – fala indicando a tatoo e ele afirma mais ou menos. - No ministério agora é lei todo mundo ir trabalhar de manga curta até a segunda ordem e alguns nem foram mais. E não me pegaram realmente, eu fui e vomitei tudo o que sabia, assim como minha mãe e fui absolvido. Assim como alguns e pra realmente saber que a gente era inocente colocaram uma coisa em cima dela, que se apontar uma luz azul da varinha, ela parece em oligrima. – fala e ele franze a sobrancelha depois ri de leve.

— holograma. – fala sorrindo.

— é... –  fala sorrindo

Ele pega a varinha e mostrando pra ele, a caveira brilha azul por cima e em vez da língua sai um A, de absolvido, de que era inocente.

— eles acreditaram, por que foi meu... aquela lá que me levou pra esse caminho. Nem precisaram usar o Veritasserun, que viram que não estava fingindo. – fala amargo.

— você não sabe fazer isso muito bem mesmo. – fala mais pra descontrair e ele ri.

— Besta. – fala rindo. – E aconcelham se eu quisesse falar disso na escola. Que vou fazer mesmo. Contar o que eu puder pra eles.

—Mesmo?- fala o moreno impressionado e ele afirma num meio sorriso. - seria legal mesmo, dou uma força lá se quizer.- fala e o outro sorri e lhe da um selinho longo.

— Valeu, precisa não, vou encarar aqueles bandos de pirralhos facil.- fala e ri quando ele lhe da um tapa no braço. - brincks- fala e lhe da um selinho e eles riem. Depois fica um pouco mais sério. -Então, depois daquilo tudo, que durou algum tempo, a gente foi pra casa de uma amiga mestiça de minha mãe, que m... aquele lá, era a única que ela não deixava ele saber e ficamos por esse tempo na fazenda dela.

— Fazenda? – fala meio impressionado.

— é foi bem legal ficar lá, o marido é trouxa, então ele não podia saber mesmo. Eles tem montes de coisas, animais e ela tem algumas plantas, que ela manda pro castelo, aquelas da estufa 3. – fala e ele ergue as sobrancelhas impressionado. – foi bom, pra me... desintoxicar daquela minha merda de vida que eu tive... – fala com suspiro amargo.

— Draco... – fala e ele sorri de lado.

— nada. Foi bom ficar lá, aprendi um monte de coisas de vocês e... eles tem um filho, mais velho, que me mostrava as coisas, aprendi varias coisas com ele... – fala e tenta esconder um sorriso.

— hun? Aprendeu o que? – fala estranhando aquele sorriso. E ele solta um riso.

— Muita coisa... – fala sorrindo de lado, soltando um suspiro meio sem querer.

— oi? – fala o olhando de lado e ele ri.

— ciúmes potinho? – fala e ele franze o nariz.

— de que? Não, pode falar. – fala e ele sorri.

— de onde acha que aprendi a fazer essas coisas com você? – fala em sua orelha, que o arrepia, mas o empurra de leve.

— você me fez o que ele te fez? – fala meio espantado. Nem a metade, meu bem.

— ainda não. – fala rouco em sua orelha. – mas ainda te mostro tudo. – fala e morde sua orelha, se arrepiando pela promessa.

— ahram... diz mais ai. – fala tentando conter a voz.

— ah, sabia que ele estudou lá? – fala e o outro se impressiona. – mas ele é quatro anos mais velho, então não viu aquilo tudo acontecer, mas ele foi da corvinal, único defeito nele... – fala com um suspiro.

— único? – fala. E ele ri alto.

— é... ele cuida da fazenda, cuida dos bichos, acredita que me ensinou a tirar leite de vaca!? – fala se fazendo de exasperado e o moreno ri. – mas, ele também me ajudou a entender melhor as coisas e deixar de ser o filho do pai que eu era. – fala mais sério. – me senti mais livre naqueles campos, do que na escola. – fala meio triste, mas depois sorri. – melhores dias...

— foi? – fala

— ele me mostrou varias coisas... – fala malicioso e o outro faz que fecha a cara e ele sorri e lhe da um selinho. – Até pensamos em ter algo mais sério, mas ficamos mesmo na amizade colorida.

— amizade colorida?? – fala erguendo uma sobrancelha.

— é. – fala sorrindo pela sua cara. – pergunta meio atrasada. Mas você e a ruivinha? – fala e ele cora um pouco.

— hum, a gente... vimos que não ia dar muito certo, aquilo dela era mais paixonite de quando era criança e o meu de admiração e que não estava entendendo muito as coisas. Depois que tudo se acalmou, ficamos mesmo na amizade... colorida. – falou olhando de lado.

— foi é? – falou e ele que riu.

— ciúmes é? – fala rindo, mas balança a cabeça. – só amizade mesmo. Lá em casa eu não queria ficar, já que ela nunca foi minha. Nem em outra. Eu queria ficar na casa deles, mas não queria que ele me visse ou ia ficar mais triste ainda, soube que ele tinha quebrado todos os espelhos da casa. – fala triste e o outro fez uma cara compreensiva. - Depois fiquei um tempo na casa da vó do Teddy, que não me culpou em nada e fiquei cuidando dele um pouco, ou então iria pirar de verdade, quando deram sinal que a escola estava ficando pronta, voltei pra casa deles e acabamos e ele não me culpou e estava um pouco melhor e estava voltando pra loja aos poucos. – fala com um suspiro.

— aquela loja cheia de tralhas esquisitas? – fala erguendo as sobrancelhas e ele ri.

— são legais ta bom, já me salvou algumas vezes... – fala rindo e ele lhe sorri de lado. – mas não foge não. Fala lá da sua amizade colorida. – fala e o outro ri alto e lhe da um selinho longo.

— ai você é incrível. – fala rindo.

— eu sei. – fala se fazendo de convencido e ele ri.

— ok. Nos pegamos em cada canto daquela fazenda. – fala e ele abre a boca. – que foi, não queria saber? – fala rindo. – ele até me mostrou algumas que aprendeu com uma ex-namorada de Beuxbaton... que caralho, nessas quase morria. – fala num suspiro mordendo a boca.

— namorada? – fala

— era bi ué. – fala e sorri. – to sabendo das paradas cara. – fala com jeito que ele ri.

— que coisas? – fala curioso. E ele sorri malicioso pra ele.

— quer mesmo saber? – fala sorrindo quase malvado.

— quero. – fala meio fino, engolindo em seco pela sua cara e ele ri.

— você vai adorar. – fala sorrindo. – tem uma que se faz com a varinha, que se chama toque de Afrodite. Que, por Merlin. Você vai pro céu duas vezes. – fala com um suspiro longo.

— Afrodite? Varinha? – fala impressionado.

— é aquela deusa g... – fala

— eu sei porcaria... – fala de cara torta e ele ri. – gostou muito? – fala corado.

— sim, é bem gostoso. – fala rouco em seu ouvido. – conhece o vibrador? – fala e ele afirma corado. – é bem parecido. – fala malicioso em seu ouvido, que se estremece.

Mas ele tinha que entrar no clima primeiro, então desce e o beija intensamente, que o surpreende mas corresponde, ele passa a mão em seu corpo o arrepiando, sobe em cima dele, se esfregando em seu corpo o deixando excitado, abaixa uma mão e o penetra que geme em sua boca, vai fundo algumas vezes e o abrindo, que se remexia abaixo de si e se beijavam intensamente, fazendo um duelo de línguas, ele morde sua boca e a puxa devagar e o olha sorrindo malicioso ainda mexendo com ele.

— quer saber mesmo? – fala e ele afirma agitado. – você vai adorar. – fala rouco. - Sorri e pega a varinha. – abre as pernas.

Ele arregala os olhos, meio adivinhando o que ele ia fazer, sai de cima e ele as abre meio receoso, ele sorri largo e sussurra contra a varinha, sua ponta brilha rosa e uma pequena onda contorna a varinha, que o impressiona.

— agora prepare-se pra melhor viagem da sua vida. – fala rouco e misterioso.

Sorri e abaixa a varinha e nota que seu membro estava semi-ereto com aquilo tudo, sorri e entra com os dedos primeiro e ele se retesa, põe a varinha na entrada e ele se contrai e entra com ela junto com os dedos, e ele abre a boca, nem em pensamento iria enfiar isso lá embaixo e agora a estava sentindo, mas não era exatamente o fino da varinha, parecia que tinha mais alguma coisa. E até emitia algum calor, que estava passando pra ele o deixando excitado. E o loiro enfiava cada vez mais fundo e sorriu quando ele se retesou quando bateu em seu ponto.

— Harry... – o chama e o olha estremecido. – Pratierey.

Fala e varinha se ativa e ele arqueia o corpo, seu membro que estava pra baixo, imediatamente pula duro pra cima, que sente um gigaenorme prazer, sentindo sua mente sumir e mal tinha voz pra gemer, a sentindo ondular em sua próstata, ‘pior’ do ele sentia quando ele o tocava e ele ainda a rodava em seu interior, sentindo o prazer aumentar ainda mais, o fazendo revirar os olhos, seu corpo todo se colapsando como se levasse choques.

E mal ouve ele repetir e sente duplicar aquilo tudo e ele estava quase levitando de tanto prazer e ainda vem o outro e lambe seu membro, que isso acaba ainda mais com ele, sentindo mais uma onda quente de prazer, não se agüenta e goza forte, looonga e profusamente, quase batendo no teto e gritando o máximo que conseguia, sentindo sua mente nublar e ele cair com um baque, mal conseguindo pensar em nada e mal respirando.

Mas, ainda sentia aquele prazer, que ele ainda não tinha a retirado dentro de si e tem grandes espasmos, se sente ficar duro no mesmo segundo, ele sentindo que pulava de prazer e gemia delirante e revirando os olhos quase pra dentro da cabeça e se revirando pra trás, quase dobrando em si mesmo e sentiu mais uma onda quente e não resistiu e gozou novamente, se sentindo pulsar enquanto saia e cai novamente. Ele não tirava a varinha de dentro de si e sua mente já estava voando por ai e estava quase vendo o Olímpio, tamanha a intensidade daquilo tudo e quando sentiu estava gozando novamente e cada vez mais e o calor aumentando e as ondas o atingindo sem parar, sua mente sumindo e ele gozando novamente.

— Dra...co... – o chama, pegando o restinho de sua sanidade.

— O que? – fala como se não fosse nada, o ouvindo ao longe.

— tira... – fala fraco, mas ele continua e mais uma onda o atingiu e ele se revirou gozando. E caiu mal conseguindo pensar. – tira... – fala num fiapo de voz sentindo outra onda. Depois não se agüenta. – TIRAAAA...!!!!! – grita se arqueando.

O outro se espanta com aquilo, mas sorri e diminui e ele arfa e a retira lentamente dele e ele vai ondulando o corpo e a retira de uma vez e ela estava brilhando quase vermelha, sorri, era ótimo. Sussurra contra ela e a luz se apaga e olha pra ele, que se encontrava semi-inconsciente, respirando ruidosamente de boca aberta, todo largado, seu corpo espasmando abaixo de si.

Sorri e se deita ao seu lado, que estava todo mole, parecendo um monte de gelatina ao seu lado, como eles diriam, estava viajando na maionese, nuca entendeu essa frase. Da de ombros e o olha, que sua respiração parecia voltar ao normal e sua mente aos poucos, que se mexeu com um gemido, sorriu e lhe deu um selinho, que soltou um gemido rouco parecendo um rosnado e quase riu e ele se virou pra si e o olhando com seus olhos embaralhados.

— você... é um... filho da mãe... Draco... – fala fraco. Mal tendo voz e ele riu alto e sorriu malicioso pro seu lado.

— foi você que pediu. – fala sacana. – mas diz se não gostou?

— sim, mas não era pra tanto... – fala piscando rapido e ele ri.

— é, também fiquei assim da primeira vez... – fala mordendo a boca.

— primeira? – fala confuso e se espanta. – teve mais?

— ooooh se teve... – fala malicioso. – se quiser posso te mostrar... – fala rouco em seu ouvido.

— eeer, talvez depois... – fala e depois cora com o que disse.

— humm, você deixa? – fala provocante, passando a mão ao seu lado, que o arrepia.

— pode ser... – fala vermelho.

— vou adorar te mostrar... mais alguns truques... – fala malicioso e suga sua orelha.

— ai, meu Merlin...! – fala se encolhendo de vergonha em seu braço e ele ri.

— que mandou arranjar um namorado gostoso? – fala sorrindo.

— namorado? – fala levantando a cabeça rápido pelo que disse. E ele abre a boca, pelo que tinha deixado escapar, mas depois sorri.

— você quer? – fala sorrindo.

— talvez... – fala olhando pro lado.

— Harry! – fala e ele ri.

— Adoraria... – fala e o pega pra um beijo.

Que o loiro sorri e o beija intensamente, passando a mão por seu corpo o arrepiando, o beijando rápido e feliz, que fez o moreno rir em sua boca pela euforia. Mas geme alto estremecido quando ele aperta sua bunda, se sentindo tremular por dentro e se afasta.

— ai draco, agora não. – fala com um bico estremecido e corado, que o loiro acha a coisa mais fofa.

— por que não? – fala com o mesmo bico, mas depois sorri malicioso.

— que ainda to meio... sensível. – fala roxo e ele sorri malicioso. – acho que você me tocar, eu vou no segundo seguinte. – fala passando por todas as cores.

— humm, mas que gostoso... – fala provocante em sua orelha. – mas olha aqui, como eu estou.

Fala e pega sua mão levando a seu membro que estava duro e pulsante, por aquilo tudo, ele morde a boca, ainda mal se aguenta e ainda queria mais? Morde a boca pra não gemer alto quando seu membro pulsa em sua mão, o arrepiando e se sentindo tremular por dentro.

— você é parente de Veela? – fala rouco.

— não, porque? – fala confuso, mas com um sorriso.

— por que você tem uma sedução do caralho. – fala e o pega engolindo sua boca.

E o loiro ri em sua boca e o beija profundamente, fazendo um duelo de línguas, quase sugando a alma do outro pelo beijo e ele apertando mais sua bunda, que faz sua mão se contrair em seu membro, fazendo os dois gemerem e irem mais furiosamente na boca do outro.


Notas Finais


gostaram?
.
que toque foi esse hein? ;p
kkkkk
.
comentem


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