História Retrocesso - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~YsBelieber

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Chloe Moretz, Drama, Justin Bieber, Romance
Visualizações 525
Palavras 1.756
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO MORESS!! Estamos de volta!! Não deixem de comentar viu? rsrs Boa leitura.

Capítulo 9 - Capítulo 8 - Acreditar


Fanfic / Fanfiction Retrocesso - Capítulo 9 - Capítulo 8 - Acreditar

Katherine Eckhart.

Centro Psiquiátrico Creedmoor.

Meus olhos se abriram de forma lenta, a figura de Justin, escurecida pela falta de luz, fora a primeira imagem que meus olhos captaram. Seus lábios tão próximos aos meus. Seu cheiro tão arrebatador contra meu rosto. Ele sendo tão real naquele momento.

Sua respiração acelerada se misturava a minha fazendo com que um calor começasse a correr por todos os membros do meu corpo. A sensação de desejo. A sensação que por tanto tempo não sentia, e agora estava ali, sentindo-a tão intensamente quanto qualquer outra coisa.

As vozes em minha mente? Ah... O doce silêncio das vozes. O leve ressoar da brisa correndo pela fresta aberta da janela do meu quarto, era o único ruído, fora minha respiração e a de Justin, que era capaz de ouvir. Meus lábios formigavam depois do singelo e simples selinho que trocamos. Seus olhos ainda fechados, tornavam meu olhar minucioso mais eficaz, e foi observando-o que consegui criar mais um pouco de coragem, e me pus a acariciar seu rosto com as pontas de meus dedos.

De inicio, Justin pareceu surpreso, seu corpo se retraiu um pouco mas logo se acalmou e se deixou ser levado pelos toques que lhe dava. Com um cuidado calculado, suas mãos foram de encontro a minha cintura, e uma vez que as encaixou perfeitamente em ambos os lados, seus dedos cravaram-se firmemente contra minha pele. Suspirei.

Meu corpo estava respondendo a ele, de uma forma que jamais achei possível. Ele estava me dando paz, ele estava fazendo com que me sentisse viva, e principalmente, saudável.

Quando dei por mim, o rosto de Justin se encontrava a milímetros do meu, seus olhos, agora abertos, demonstravam toda necessidade e intensamente que estávamos partilhando naquele momento. Minha língua deslizou sorrateiramente pelos meus lábios, os umedecendo, por já esperar o que viria a seguir.

Justin avançou em minha direção, fazendo com que nossos lábios se pressionassem mais uma vez. Aos poucos pude sentir a maciez dos seus lábios se movendo sobre os meus, seu maxilar se mexer e pude sentir o momento que sua boca se abriu de modo que sua língua veio de encontro a minha boca, que logo se abriu para recebe-la. Com movimentos ritmados, nossas línguas se juntavam em uma dança em perfeita harmonia, dando espaço para ambas trabalharem e se conhecerem novamente.

Seus lábios úmidos se encaixavam aos meus a cada movimento que nossos rostos faziam, suas mãos que se encontravam em minha cintura, subiram e foram pressionadas com firmeza em minhas costas, meus braços, por sua vez, se entrelaçaram em seu pescoço de forma apertada e firme. A cada segundo, nossos corpos se enroscavam e lutavam para serem apenas um. A sanidade se esvaia, e pela primeira vez em anos, seria um esvair bom.

A medida que o beijo se intensificava mais, a necessidade de respirar vinha junto, Justin mordiscou meu lábio inferior com leveza, parecendo perceber que precisava puxar o ar para meus pulmões. Meu lábio foi puxado delicadamente enquanto tentava controlar as lufadas que meu peito puxava e soltava. Justin chupou meu lábio, parecendo gostar de provocar, mas logo o soltou mostrando um sorriso satisfeito em seu rosto. Seus olhos continham um brilho diferente, e que pela sua expressão, o brilho se continha em mim também.

As mãos de Justin subiram até meu rosto onde ele segurou como se fosse a maior preciosidade que poderia ter, seu olhar se fixou ao meu, e assim ficou à medida que depositava diversos selinhos, e beijos carinhosos por todo meu rosto. Soltei uma risada baixa, sentindo meu rosto se esquentar, denunciando que acabara de corar.

–  Ah, eu senti tanta sua falta Katherine... Se passou tanto tempo mas me sinto como se fossemos aquele mesmo casal de anos atrás. – A sinceridade rompia do seu timbre. Então, continuou: –  Sua risada... Há tempos venho querendo ouvi-la de novo. Seu rosto corado... Há tempos venho querendo vê-lo de novo. Eu te amo tanto!

“Eu te amo tanto” essas quatro palavrinhas foram o bastante para fazer meu coração acelerar de uma forma que parecia que iria estourar em meu peito a qualquer momento, o zumbido em meus ouvidos também demonstravam como meus batimentos se amplificaram só de tê-lo dizendo as palavras mágicas para mim novamente.

–  Eu.. – Minha voz falhou, pigarrei e continuei: –  Eu também te amo...

Ao proferir tais palavras, as tão insuportáveis vozes, que nem lembrava que existiam, voltaram a infernizar minha mente.

“Tsc, tsc, tsc. Como pode ser tão burra, Katherine? Tenho pena da sua burrice e inocência.”

Risadas. Murmúrios. Ódio. Raiva. Rancor.

Tudo me golpeava, as lembranças de quando ele se foi. As lembranças de como foi minha vida desde então, as lembranças que mesmo que tentasse ignorar, aquele inferno de vozes faziam questão de me relembrar. Engoli à seco, na tentativa de espantar tudo para que não estragasse aquele momento.

–  Katherine? Está tudo bem? O que houve? – A voz preocupada de Justin foi uma ajuda para que voltasse a prestar atenção somente nele.

–  Eu, ham, eu.. Estou bem, desculpe. – Sussurrei sem encara-lo.

–  Está tudo bem, Katie. Vai ficar tudo bem, uh? Estou aqui com você, Kat. Não vou a lugar algum.

Apenas concordei com a cabeça, e usei toda minha força de vontade para não acreditar fielmente naquela promessa, não aguentaria o perder novamente.

–  Você deve dormir agora. Foi um longo dia...

Justin puxou meu corpo para o seu, e ao se deitar puxou-me junto a ele. Seus braços rodearam meu corpo, e nossas cabeças ficaram repousadas no travesseiro de modo que ficássemos frente a frente. Seus dedos faziam um leve carinho em minhas costas, seus lábios foram até minha testa onde depositou um beijo casto. Fechei meus olhos sentindo cada pequeno segundo, cada pequeno significado, que sua presença trazia.

Sua voz baixa começou a cantarolar, e isso ajudou no processo de me acalmar. Sem me dar conta, mergulhei em um sono profundo, e surpreendente, cheio de sonhos bons.

{...}

Meus olhos se abriram e a claridade foi a primeira coisa que notei, pois a mesma quase me deixou cega. Murmurei em desaprovação, e forcei meu olhar a se acostumar com a luz do sol. Longos segundos após acordar, lembranças da noite anterior vieram diante meus olhos e a figura de Justin ficou presa em meus pensamentos. Foi real? Ou estava sonhando?

Olhei em volta de todo quarto e estava ali sozinha, respirei fundo tentando lutar contra a decepção que ameaçava me consumir, então notei um pequeno pedaço de papel no móvel do lado da minha cama. Peguei a folha branca, começando a lê-la em seguida:

“Kat, tive que checar alguns pacientes e tomar um banho. Quando acordar vá para o refeitório tomar café com todos os outros, e comigo, caso se sinta capaz de fazer isso. E não se esqueça, foi tudo real.

Eu te amo, Seu Jay.”

O sorriso que se formou em meu rosto deveria ser grande, pois sentia minhas bochechas doerem pelo esforço ao se esticarem. Passei minha mão pelo meu cabelo enquanto tentava me decidir se ia, ou não, tomar café com todos os outros.

Me levantei decidida, eu iria. Fui até o banheiro onde me despi e tomei um banho rápido. Após me enxugar, prendi a toalha em meu corpo e fiz toda minha higiene pessoal. Sai do banheiro e fui até meu pequeno guarda-roupas, peguei minhas roupas intimas e as vesti. Olhei em meio a todos moletons que estavam ali, e por um momento, desejei ousar mais. Desejei ser a Katie que costumava ser, ou achava que era.

Enquanto olhava minuciosamente para todos minhas roupas, me deparei com um vestido florido, o peguei e o mesmo tinha modelo rodado e bem delicado. Mordi meu lábio inferior, em dúvida se o vestia ou não. Suspirei fundo enquanto lutava contra todas vozes, que a cada dia ficavam mais baixas, em meu pensamento.


Justin Bieber.

Centro Psiquiátrico Creedmoor.

Caminhava em direção ao refeitório, depois de ter revisado todos meus pacientes e de ter tomado um banho relaxante. Durante o percurso, Dra. Amélia se juntou a mim, caminhávamos em silêncio mas sentia que a mesma lutava contra si para dizer, ou talvez, perguntar algo.

–  Diga Amélia, eu te conheço.

–  Me desculpe Justin, venho tentando lhe dar espaço mas... Lucie me disse que você e Stacy se separaram, eu sinto muito... Mas, por que sinto que isso tem haver com a paciente Katherine? – Amélia me questionou.

Respirei fundo, olhei para Amélia e assim fiquei enquanto ponderava se a contava ou não.

–  Tem haver com ela. – Finalmente, disse. – Ela era o grande amor da minha vida. Namoramos durante anos na adolescência, e eu cometi a pior erro da minha vida deixando-a pela faculdade de medicina. Desde então, aqui foi a primeira vez que a vi depois de vê-la correndo para longe da minha vida, e até ontem, eu sentia como se eu tivesse feito ela ficar assim. Tão doente. – Encarava o chão e cada passo que meus pés davam.

–  Oh... Eu... – Amélia se calou.

–  É, eu sei.

Sua mão pousou em meu ombro de forma reconfortante, seu sorriso tentava me mandar força.

–  Obrigado, Amélia.

Ela apenas assentiu, sua expressão voltou a se tornar séria e sem mais nenhuma palavra, ela se afastou e mudou de percurso.

Encarei-a por algum tempo, mas logo dei de ombsro e continuei a ir para o refeitório. Ao adentrar no mesmo, cumprimentei algumas pessoas e fui até uma mesa vazia que me dava uma ampla visão da entrada do refeitório. Me acomodei e esperei para que Katie aceitasse meu convite e viesse tomar café da manhã comigo.

Depois de cerca de 10 minutos, meus olhos se arregalaram e pareciam não acreditar no que viam. Katie trajava um vestido rodado e florido, seus cabelos loiros estavam mal presos em uma trança de lado, de modo que fios caíssem sobre seu rosto. Mesmo com a distância, podia jurar que em seus lábios continham um tom mais rosa, e um pouco brilhante.

Fiquei paralisado. Parecia um sonho. Era surreal. Seus olhos me avistaram, e aquele sorriso cheio de doçura que só ela conseguia mostrar, se abriu para mim.

Naquele momento eu realmente acreditei que havia uma chance para mim e ela.

Acreditei que minha Katie ainda estava ali e que poderia ser recuperada.

Acreditei que poderíamos ter nossa segunda chance.

Acreditei que iria existir um “nós” novamente.

E foi olhando-a caminhar até mim de forma tímida, que me lembrei por quem eu estava lutando.

Estava lutando pelo amor da minha vida, e naquele momento prometi a mim mesmo que só sairia dessa batalha sendo vencedor


Notas Finais


AAAHHHHHH FORTES EMOÇÕES!!!
Comentem e nos indiquem mores rsrs
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=b9_AUwaw0dY&t=34s
Ate o próximo, beijos. Kassia & Yasmim!


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