História Revealing feelings. - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Iris, Kentin, Leigh, Lynn, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor Doce, Kentin, Romance
Exibições 59
Palavras 2.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha que já está de volta ~confetes~
Estou aqui postando mais uma vez para compensar meu atraso de 3 meses (acho eu). E pretendo postar ainda mais uma vez nessa semana, mas não dou certeza. Vamos todos torcer por minha criatividade (~*-*)~
Nos vemos nas notas finais.

Boa leitura! ♥

Capítulo 22 - Terei de resolver isso sozinha!


Era Debrah, a própria ao vivo e em cores! Ninguém menos que a garota que fez com que quase todos meus amigos ficassem contra mim na escola os manipulando e me gerou mais punições e castigos do que eu já havia conseguido sozinha na minha vida inteira! Além de ter sido a responsável pela amizade de Castiel e Nathaniel ter acabado. 

 

Me deixei escorregar naquela parede de concreto e me agachei no chão, pondo minhas mãos em meu rosto. Era quase uma tortura para meus ouvidos escutar aquele gritos de dor. Em uma ato de bom senso, finalmente sai de meu transe e peguei meu celular em minha bolsa e me distanciei o bastante para que os homens não me escutassem, e por fim liguei para a polícia. Minhas mãos e dedos estavam trêmulos, quase era impossível conseguir discar os números. Tentei ser o mais breve possível e dei o endereço de onde eu estava, pois eu sabia que do jeito que as coisas estavam indo naquele beco, a qualquer momento algo pior poderia acontecer com a garota. 

 

''Está tudo bem a polícia vai chegar a qualquer momento!'' - Pensei, tentando me tranquilizar. Mas no fundo eu sabia que aquilo não estava nem próximo de ''estar tudo bem''. Os policiais provavelmente não chegariam a tempo de ajudar Debrah. Eu tinha que fazer algo e precisava ser naquele exato momento. Porém, o que eu, uma garota de 1,70, poderia fazer contra quatro homens que aparentavam ter mais de dois metro de altura? Era algo ridiculamente impossível e eu já sabia disso. Olhei em volta tentando pensar em alguma coisa e então percebi que não muito longe de mim havia estacionado um carro esporte preto. já era muito óbvio que aquele carro era de um daqueles homens e que a qualquer instante eles poderiam simplesmente fugir. Mas ao contrario do que eu pensava, eles não planejavam deixar Debrah lá caída no chão e fugir.

 

- Vão rápido buscar as ''coisas'' no carro! - Um dos homens gritou e os outros três rapidamente obedeceram. Por muita sorte havia um latão de lixo do meu lado, que eu aproveitei para me esconder impedindo que me vissem. A partir daí já não conseguia mais ver nada, apenas ouvir, mas já conseguia entender o que estava acontecendo. - Você viu o que acontece quando se tenta me enganar, Debrah? Hum? Ora, não durma ainda. Nossa diversão acabou de... Começar! - Fechei bruscamente os olhos ao ouvir o impacto de mais um chute que a garota acabara de receber e logo em seguida escutei-a tossindo umas quatro vezes. 

 

- Aqui, Jess. - Os outros três voltaram com algo e entregaram ao outro. 

 

- Amarrem-na. - Ordenou. - E a levem para o carro. 

 

- Sim ''senhor''. - Um dos homens disse em um tom sarcástico e de deboche. Sua voz era forçadamente suave e divertida. 

 

De repente escutei e senti meu celular vibrar em meu colo, e em um sobressalto e rapidamente o desliguei. Era Kentin que estava me ligando e com certeza era por conta de minha demora. Isso possivelmente seria meu fim se meu celular não estivesse apenas vibrando. Suspirei em alivio e voltei minha atenção a eles. Estava ficando mais inquieta a cada segundo. Olhava em volta e nenhum sinal de uma viatura! E além do mais, onde é que todas as pessoas foram parar? Não havia nem sequer uma andando pela rua. Tudo bem que essa não é uma rua muito movimentada, mesmo estando de dia, mas ainda sim não é deserta! Por que justamente agora não tem ninguém aqui? 

 

- Por que você simplesmente não acaba com essa vadia aqui e agora? Seria mais prático e pouparia meu tempo precioso. - O mesmo de antes disse, claramente forçando uma voz dramática. 

 

- Continue com esse seu showzinho e amanhã você já será um homem desempregado, Jin. - O tal ''Jess'' falou sério, porém não demonstrava estar sentindo raiva em sua voz. - Além do mais foi você quem quase implorou para vir junto, então pare de reclamar e faça algo útil nessa sua vidinha imprestável.

 

- Que cruel! Como você consegue falar assim com alguém fofo como eu?! - O outro pareceu indignado e logo depois riu.

 

Após a conversa ter cessado por completo ouvi um barulho de porta de carro batendo com força e me encolhi ainda mais ao lado daquele latão de lixo ao pensar na possibilidade de eles passarem com o carro na minha frente e me verem. Minhas mãos logo voltaram a tremer quando vi os faróis daquele carro começarem a vir em minha direção e o carro passar diante de meus olhos. Engoli a seco após ver um dos homens que estava em um dos bancos da frente com os braços apoiados na janela me olhar e após isso me lançar um falso sorriso inocente. Eu tinha certeza de que algo aconteceria comigo naquele momento, mas tudo que eu vi foi o carro continuar a seguir em frente. 

 

Continuei estática, no mesmo lugar e na mesma posição, durante uns bons minutos. Não conseguia assimilar tudo que havia presenciado. Só voltei a mim quando vi novamente dois faróis de carro vindo em minha direção. Pronto. Foi o suficiente para que minha vida inteira passasse diante de meus olhos (que por sinal foi uma visão bastante chata). Eu morreria ali sem ao menos ter cumprido as promessas que eu fiz a Alyson, Charles, Kentin e a um monte de outras pessoas. Já estava prevendo escrito em dourado do lado do meu caixão ''Mayumi, a garota que não cumpria promessas.'' e em baixo ''Maior feito: Ser trouxa desde seu nascimento.''. Olhei melhor e percebi que não era o mesmo carro de antes, e sim uma viatura! Já não sabia se ficava feliz por minha hora ainda não ter chegado ou se ficava irritada com a demora da polícia. Se minha vida dependesse deles eu provavelmente já estaria morta e, no caso, a de Debrah dependia. Rapidamente corri até eles ficando ao lado da viatura.

 

- Finalmente vocês chegaram! - Disse ofegante, sem perceber que o que eu acabara de dizer soou um pouco rude. Então a janela começou a abaixar lentamente e eu vi um dos policiais que estava de óculos escuros me olhar e depois olhar em volta com desinteresse.

 

- E então? - Colocou seu braço sobre a janela. 

 

- E-Eles acabaram de sair e levaram a garota! Eles foram naquela direção! - Apontei para mesma direção da qual a viatura havia vindo. - Eles devem ter passado por vocês! - Então os dois policiais se olharam sérios e depois vi a janela sendo fechada novamente. 

 

- Nós não temos tempo para isso garota. 

 

- Perdão?! - Disse perplexa. 

 

- É melhor você voltar para sua casa antes que você arranje problemas para o seu lado. 

 

- Vocês não acreditam em mim?! Eu juro que eu vi com meus próprios olhos uma garota ser espancada naquele beco e após isso ser levada por quatro homens! - Gritei enfurecida por não ter sido levada a sério. 

 

- Provas. - Ele disse simplista.

 

- Hã? 

 

- Onde estão as provas?

 

- E-Eu...

 

- Não tem nenhuma, certo? 

 

- S-Sim, mas...! 

 

- Nós trabalhamos com provas, garota. É melhor você voltar para casa antes que nós mudemos de ideia e te prendemos por passar um trote na polícia. - Ele disse cuspindo em minha cara, porém eu estava irritada e assustada demais para me importar com isso, e após isso foi embora. Fiquei parada vendo a viatura sumir de minha visão. Nunca havia me sentido tão humilhada em minha vida.

 

 ''Provas é?'' Pensei e franzi minhas sobrancelhas, apertando meus punhos. 

 

Corri até a ''cena do crime'', coloquei a lanterna de meu celular, que eu havia acabado de ligar, e então comecei minha busca. Tinha que haver algo em meio aquela escuridão que eu pudesse usar para esfregar na cara daqueles policiais! Além daqueles vestígios de sangue... E então... Bingo! Lá estava o que eu precisava! Peguei uma espécie de cartão que estava no chão. E não tinha mais duvidas de que ele pertencia aquele homem de antes.

 

''Jesse Allen'' Era o nome que continha naquele cartão. Respirei fundo. Talvez aquele pedaço de papel fosse o que eu precisava para ajudar Debrah! Espera... Ajudar Debrah? Nunca imaginei que isso algum dia passaria por minha cabeça, mas naquele momento eu precisava deixar meu ódio por ela de lado. Talvez ajudar ela fosse uma de minhas boas ações do ano? 

 

Olhei mais uma vez para meu celular e me dei de cara com 48 chamadas perdidas e outras 32 mensagens. Foi quando me lembrei de que eu não havia dado sinal de vida para Kentin que estava me esperando a provavelmente uns 40 minutos. E então mais uma chamada, só que dessa vez de minha tia.

 

- Alô? - Disse me preparando para um enorme interrogatório. 

 

- Como assim ''Alô''? - Ela disse afinando a voz na última palavra, me imitando obviamente. - Eu já estou te ligando a 37 minutos mocinha! Onde é que você está? Ken me disse que você ainda não chegou na festa e que não atendia aos telefonemas dele! 

 

- Calma, calma, tia! - Gesticulei um sinal de rendição com as mãos, mesmo não tendo ninguém me olhando. - Eu ainda não cheguei porque... - Parei rapidamente de falar e pensei por alguns segundos. Talvez não fosse uma boa ideia falar sobre isso para outras pessoas. Era melhor eu investigar um pouco antes. - Eu perdi o último ônibus e meu celular havia ''bugado'' e não ligava. Fui conseguir liga-lo agora. E a propósito tia, teria como você me buscar agora?

 

- Mas que pergunta Mayumi! Claro que eu vou te buscar, ou você pretendia dormir de baixo de um viaduto? - Ela disse irritada. - Você quase me matou de susto garota! Fale de uma vez onde está!

 

- Me desculpa tia.

 

- Desculpas não mudam o quase infarto que eu tive! 

 

- Desculpa. - Disse quase rindo da preocupação dela.

 

Nós ficamos nessa até que eu finalmente passei o endereço de onde eu estava e ela me buscou. Mesmo estando um pouco - muito - atrasada, fui até a festa da prima do Kentin. Após chegar lá tive de responder mais um questionário por parte do garoto que me agarrou após eu chegar no local. Eu estava tão inquieta que nem ao menos conseguia conversar com quem vinha puxar assunto, mesmo com Kentin. Ele havia notado que algo me incomodava, mas eu sempre mudava de assunto. Eu queria poder dizer para ele sobre tudo que eu presenciei, e eu sabia que ele não duvidaria de minha palavra, mas a ideia de envolver ele em mais problemas meus - que não eram meus por sinal - me assustava ainda mais. 

 

Quando cheguei em casa corri para meu notebook e pesquisei ''Jesse Allen'' no Google. Não demorou muito para virem diversas imagens e coisas sobre a vida do mesmo. Aquele era o homem que eu havia visto antes, sem sombra de duvidas. Abri a primeira página que apareceu, que justamente era algo como uma Wikipédia direcionada a ele. Lá dizia que ele era um cantor de uma banda que havia ficado famosa a pouco tempo. E foi aí que aquele nome batucou em minha cabeça. 

 

- Jesse Allen... - Repeti o nome para mim mesma e fechei os olhos com força. A revista que Castiel lia quando Debrah voltou para Sweet amoris apareceu em meus pensamentos. Eu havia lido esse nome nela! E então me lembrei que Jesse Allen era um dos integrantes da banda que a Debrah havia ido participar. 

 

Fiquei pesquisando durante duas horas, até ter conseguido informações o bastante para saber até mesmo onde o homem morava. Para minha surpresa Jesse morava em minha cidade! Eu não pensei em outra alternativa, eu iria lá de qualquer jeito, salvaria Debrah e após ela se recuperar de seus possíveis machucados eu a torturaria lentamente e descontaria todo o resto de meu ódio nela! Era o plano perfeito! 

           Continua


Notas Finais


Hmmm... Eu estou sentindo uma treta...
Vocês acham estranho eu estar shippando o Jin com o Jesse? O-o
Sei lá, só comecei a shippar aqui. Acho que é meu modo fujoshi atacando mais uma vez.
O que vocês acham que vai acontecer nos próximos capítulos? Deixem nos comentários ♥
E... Ah, acho que era tudo que eu tinha para falar :')
Nos vemos no próximo capitulo <3

~Kitsune-chan


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