História Revealing feelings. - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Iris, Kentin, Leigh, Lynn, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor Doce, Kentin, Romance
Exibições 24
Palavras 2.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá gente! Como estão? Tá tudo bão com cêis?
Bom, eu ia continuar postando os capítulos com aquela frequência de antes mas, meu senhor, que semana corrida foi essa? Nunca um final de ano foi tão corrido para mim antes na escola! Parece que os professores pensaram ''Vou ferrar com a vida desses otários!'' e decidirão todos passarem trabalhos e provas. Credon genten, eles não entendem que eu também tenho vidinha social? E que preciso escrever novos capítulos? ;-;
Pelo menos... ESTOU DE FÉRIAS! AEEEEEEEEE *JOGA CONFETE E DANÇA LOUCAMENTE*
Mas chega de enrolações e fiquem com o capitulo humildezinho que preparei pra vocês <3

Boa leitura!

Capítulo 29 - Nova aluna e dores de cabeça.


Chegando em casa Mayumi foi até o quarto de sua tia, onde a viu dormindo junto de Alyson, elas estavam visivelmente exaustas e destampadas. Riu e as cobriu com o edredom que estava no pé da cama, então apagou a luz e saiu de lá. Ela mesma estava muito cansada, não havia conseguido dormir nada devido a sua ansiedade.

 

Tomou um banho apressado, se vestiu e foi para fora de casa, estava serenando e Mayumi não tinha nenhum guarda-chuva em casa. ''O que eu deveria fazer? Acho que pessoas normais iriam ficar em casa e dormir em dias como este... Mas o ponto de ônibus é tão pertinho... E só está serenando então...'', antes de completar a própria frase mentalmente, Mayumi saiu as pressas, devido sua grande sorte, quando já estava na metade do caminho o sereno se transformou em uma tempestade. Agora ela já estava encharcada, ''Não tem problema, quando eu chegar na escola só preciso colocar minha roupa de Educação Física, os professores certamente entenderão!'', se forçou a ser positiva. Assim que chegou finalmente no ponto de ônibus sentiu seu celular vibrar no bolso de sua calça, viu que era de um número desconhecido e já imaginou quem fosse. Respirou fundo e então abriu a mensagem. 

 

''Ah! Eu me esqueci de te dizer que se você abrir a boca a respeito disso para alguém... Vai fazer uma visitinha sem volta para Deus. Tenha um bom dia! :)"

 

Ela não sabia se deveria rir do modo como o homem dizia algo ruim junto de uma piada, ou se deveria se assustar com aquela ameaça direta que acabara de receber. Ela tinha certeza que ele não estava mentindo sobre isso, para Mayumi, Jin já era meio louco e imprevisível, então esperava qualquer coisa vinda dele.

 

- Uma ameaça logo de manhã, ótimo jeito de começar o dia... - Disse para si mesma com ironia. Mayumi havia sim pensado em contatar a polícia, porém ela estava receosa. E se os policiais não acreditarem nela assim como antes? Mayumi certamente estaria encrencada, ainda mais agora com Jin sabendo onde ela mora.

 

Assim que o ônibus chegou e Mayumi entrou nele, teve uma surpresa um tanto desconfortável. Sua mãe estava logo ali a sua frente e, agora, a encarando tão surpresa quanto a própria garota de cabelos brancos estava. Houve uma troca de olhares durante alguns segundos, até que um senhor deu uma leve cutucada nas costas de Mayumi, fazendo-a se dar conta de que ainda estava parada na frente da catraca e que haviam ainda pessoas atrás de si querendo passar.

 

- S-Sinto muito! - Saiu rapidamente de onde estava e se sentando no primeiro banco, justamente para ficar o mais longe possível da mulher que ela ainda chamava de mãe. 

 

"O que diabos ela faz aqui?", pensou. Realmente era algo estranho, afinal sua mãe detestava pegar ônibus, dizia ser boa demais para isso, boa demais para o restante das pessoas que moravam naquela cidade. Essa sempre foi uma das características dela que Mayumi mais detestava, sua mãe era arrogante, hipócrita e para piorar se achava a última Coca-Cola gelada da festa. ''Ridículo'', pensou.

 

Faziam-se meses desde que a viu pela última vez e Mayumi estava bem assim. Estava. Naquele momento todas as lembranças ruins vieram a sua cabeça, sua respiração  descompassou ao se lembrar do que havia ouvido de sua mãe e de todas as lágrimas que havia derramado por causa da mesma.

 

''Após ela nascer nossas vidas se tornaram um inferno!" 

 

Essas palavras ecoaram em sua mente, fazendo-a se lembrar da dor que sentiu ao ouvi-las da boca da mulher que sentava a alguns bancos atrás de si. Ela não esperava a hora de poder sair de uma vez daquele maldito ônibus. Já estava considerando em pular pela janela quando sua atenção foi tomada pela garota que estava sentada ao seu lado, que falava irritada consigo mesma. 

 

- Fala sério! Como você pode ser tão burra, Kayla? Perder a hora no seu primeiro dia de aula na escola nova e ainda bater de cara numa placa?!- Murmurou, passando a mão no próprio rosto, que por sinal estava visivelmente vermelho, mesmo sua pele sendo morena. 

 

Mayumi ficou a observando de canto e escutando suas reclamações, até que finalmente o ônibus chegou até a frente da escola e Mayumi desceu do mesmo, tendo de antes passar por sua mãe, o que não foi nada agradável, sendo que a mesma a encarou durante todo o processo. Mayumi sentiu como se a mulher quisesse lhe dizer algo, mas quem foi que disse que ela estaria disposta a escutá-la depois de tudo o que aconteceu? Depois de todas aquelas palavras cruéis direcionadas a ela? Não mesmo!

 

Só quando começou a andar que reparou que a garota de pele morena, cabelos castanhos extremamente claros, na altura da cintura e olhos verdes, num tom forte e escuro, que antes estava sentada ao seu lado, também havia descido naquele ponto de ônibus. Ainda chovia, e muito por sinal, parecia que isso não mudaria tão cedo. Começou a se preparar mentalmente e fisicamente para se molhar novamente até que a garota a chamou.

 

- Ei! Você também estuda naquela escola? - Perguntou a morena apontando para Sweet Amoris.

 

- Sim, por que? 

 

- Ah, que bom! - Sorriu aliviada. - Eu sou nova aqui e estava meio incerta a respeito de algumas coisas, poderia me ajudar?

 

- Claro. - Sorriu de volta. - E bem-vinda. 

 

- Muito obrigado! Sou Kayla. - Estendeu a mão.

 

- Mayumi. - Apertou a mão da outra. - É um prazer.

 

- Mayumi? Esse nome é um nome muito bonito e diferente! Japonês, não é? 

 

- Obrigado, e sim. - Riu. - Acho que você é a primeira pessoa que não achou meu nome esquisito. 

 

A própria Mayumi achava seu nome esquisito e não gostava nem um pouco dele, por causa desse nome já foi alvo de diversas piadinhas e preconceitos, então nunca se preocupou em saber o significado dele. Mas a garota de cabelos brancos mal sabia que aquele nome combinava extremamente com ela. O significado do nome Mayumi é sinceridade, razão e beleza. Essas são as características que todos notam logo ao conhecê-la, - talvez razão fosse a que menos combinava com ela, já que Mayumi costumava agir mais por seu coração do que pela razão e devido a isso sempre acabava encrencada. - além é claro de sua bondade.

 

- Sabe, eu ficaria muito grata se você pudesse me ajudar a encontrar minha sala de aula. 

 

- Claro, mas vai ter que ser rápido, já que estamos atrasadas. - Suspirou. - E também acho que chegaremos encharcadas lá.

 

- Não trouxe um guarda-chuva? - Perguntou e Mayumi assentiu com a cabeça. - Sem problemas, eu trouxe o meu, podemos dividi-lo.

 

 - Obrigado! - Kayla então abriu o guarda-chuva, que era branco e vermelho e que tinha escrito "Nosso negócio é a própria vida." na parte de cima dele, Mayumi não entendeu mas decidiu não questionar e foi para o lado da garota. Começaram a caminhar devagar e com cuidado para que o pobre guarda-chuva não voasse, devido a ventania. - A propósito, Kayla, por que você mudou de escola agora? Quero dizer, só faltam dois meses para acabarem as aulas.

 

- Eu vim para cá para poder passar as férias na casa de uma tia. Eu estava muito ansiosa, então nem esperei as férias chegarem.

 

- Entendi. - Sorriu. - Você deve gostar mesmo dessa tia.

 

- E como! Se bem que a razão real de eu gostar de passar as férias aqui é o meu primo. Zoar com ele e o namorado dele é quase um hobby para mim. - Riu de forma malvada.

 

- "Namorado"? - Repetiu. Pensou um pouco e então imaginou que Kayla talvez fosse prima dos gêmeos. - Como seu primo se chama? Pode ser que eu o conheça. 

 

Mayumi estava preparada para gritar "Alexy" quando Kayla respondesse, mas todas suas palavras se perderam ao ouvir a resposta da morena ao seu lado. 

 

- Jin. 

 

- Jin...? - Arregalou os olhos, mas suspirou um tanto aliviada ao se lembrar que existiam vários homens chamados Jin, com certeza Kayla se referia a outra pessoa.

 

- Isso, conhece?

 

- Acho que não, afinal, devem existir vários primos chamados Jin, não é? - Riu forçadamente. 

 

- Hmm, sim, mas duvido que alguém não o conheça agora que a banda começou a fazer sucesso. 

 

Jin...

 

Banda...

 

E...

 

Namorado?!

 

Mayumi queria acreditar que aquela fosse uma tremenda coincidência e que Kayla estivesse se referindo a outro Jin que fazia parte de uma banda, realmente queria, mas já não restavam mais dúvidas. Ficou estática enquanto ouvia o sinal de término de mais uma aula tocar.

 

- Seja como for, vamos logo ou então eles não deixarão a gente entrar. - Começaram ambas a correr para a entrada da escola. - Também precisamos saber em qual sala você está. 

 

- Ah sim, eu estou no terceiro... - Pegou um papelzinho que estava no bolso da jaqueta. - Terceiro B, e você? 

 

- Eu também! 

 

- Que coincidência, não? - Riu e então finalmente entraram na escola, para a sorte de Mayumi, que estava já completamente encharcada, sua sala estava tendo aula de Educação Física, então ela de qualquer forma teria de usar o uniforme. 

 

- Precisamos nos trocar. - Afirmou, ganhando um olhar um tanto desesperado de Kayla. - O que foi?

 

- Na minha antiga escola nós ficamos um tempão sem aulas de Educação Física, por isso eu me esqueci que precisava trazer um uniforme. 

 

- Não tem problema, você é quase do mesmo tamanho que eu, eu posso te emprestar um dos meus. 

 

- Sério? Muito obrigado! - Suspirou aliviada. 

 

Foram até o vestiário e trocaram de roupas. Mayumi pôs suas roupas molhadas dentro de um sacola que estava em seu armário e então seguiram para a aula. Kayla se apresentou a todos, que a receberam muito bem e a encheram de perguntas ao saberem que Kayla morou por um bom tempo em Israel e que, devido a isso, sabia falar fluentemente a língua hebraica. Isso refrescou na cabeça de Mayumi a memória de quando Priya havia chego na escola. Se lembrou do ciume que sentiu de Kentin e de todos seus amigos e que agora tinha um grande carinho e consideração por a garota, ''lamentável'', pensou rindo de si mesma. 

 

Após a aula ter terminado, os alunos voltaram para a sala. Mayumi estava se sentindo extremamente cansada, pelo esforço físico que fez na aula, imaginou. Em plena aula de Matemática e Mayumi só sentia vontade de dormir. De repente o cansaço se juntou a uma forte dor de cabeça, e foi quando a garota de cabelos brancos não resistiu e deitou a cabeça sobre seus braços que estavam apoiados a mesa e fechou os olhos, na tentativa de amenizar aquela dor. Sentiu seu rosto esquentar também. 

 

- Mayu? - Kentin, que estava a seu lado, a chamou. 

 

- O que foi? - Perguntou, com um fraco sorriso. 

 

- Você não pretende dormir aqui, né? - Riu.

 

- Pretendo. - Bocejou e abaixou novamente a cabeça. 

 

- Ei, Mayu, levanta, você sabe como a professora fica furiosa quando alguém dorme na aula dela. 

 

- Eu estou cansada... 

 

- Você pode dormir na próxima aula, que será de história. 

 

- Ou eu posso dormir nas duas. - Começou a rir e durante isso tossiu algumas vezes. 

 

- Você está bem? - Kentiu perguntou preocupado. 

 

- Estou... Só minha cabeça que está doendo um pouco... - E novamente tossiu. Por reflexo, o garoto pousou sua mão na testa de Mayumi e arregalou os olhos ao ver o quão quente ela estava.

 

- Você não está nada bem, está com febre. Tomou chuva? Seu cabelo está meio molhado. 

 

- Eu estou bem, é sério, só estou meio cansada. - Insistiu, fazendo Kentin suspirar. Ele então passou a acariciar o cabelo da namorada calmamente. 

 

- Quer que eu te leve para a enfermaria? - Perguntou, já sabendo o que ouviria como resposta. 

 

- Não precisa. Você se preocupa demais comigo. 

 

- E... Isso é algo ruim? - Perguntou incerto, ganhando uma risadinha de Mayumi. 

 

- Não, eu gosto. - Se levantou e se aproximou mais de Kentin, deitando sua cabeça no ombro do garoto, que a encarou um tanto surpreso com o gesto repentino da namorada, mas logo um sorrisinho apareceu em sua face e ele então voltou a acariciar os fios brancos. Como se sentavam no fundo da sala, ninguém reparou, ninguém com exceção de Ambre, que revirou os olhos ao vê-los daquele jeito, Rosalya, que sentava ao lado dos dois e sorria achando a cena muito fofa, e Charles, que parecia um tanto quanto incomodado. 

 

Então a aula acabou e todos os alunos começaram a sair da sala. Mayumi foi para casa junto de Kentin, que no caso havia trazido um guarda-chuva. No meio do caminho deram de cara com Armin conversando com Kayla. 

 

- Eu não me responsabilizo por um provável desaparecimento de seu guarda-chuva! - Armin falou rindo. 

 

- Sei. - Kayla riu também. - Então quer dizer que você também gosta de Resident evil? 

 

- Eu adoro! Foi um dos primeiros jogos que joguei. 

 

Os dois continuaram a conversar e Mayumi e Kentin decidiram deixá-los a sós, já que pareciam bem animados. 

 

- Então quer dizer que o Armin ganhou uma nova amiga? - Kentin perguntou rindo. 

 

- Pelo visto sim. Uma amiga que entende as referências nerd dele, talvez? 

 

- Seria bom. - Sorriu.

 

Então Mayumi finalmente chegou em casa e tomou um longo banho. Sua febre já havia passado um pouco, ela já estava bem melhor mas ainda se sentia muito cansada. Foi até seu quarto e se deitou, estava quase dormindo mas então ouviu seu celular, que estava carregando no criado-mudo ao seu lado, apitar. Suspirou e então o pegou. Havia uma mensagem do mesmo número ''desconhecido'' de antes, que no caso já não era desconhecido. sua única reação foi arregalar os olhos ao ler a mensagem:

 

''Chegou a hora.''


Notas Finais


Hmmm, que cheirinho é esse? Ah sim, é o doce cheirinho de treta chegando que eu estou sentindo!
O que cêis acharam? Eu nem sei o que eu mesma achei. Estou tão cansada que nem sei mais o que eu estou falando :v kaskaskaskas
Enfim, meus serumaninhos amorzinhos favoritos, queria agradecer a todos os comentários e favoritos de vocês, e também pelo carinho que vocês têm pela fic ;u; as vezes tenho vontade de guardar todos vocês em um potinho e começar a morar no mato com 5 capivaras <3
Quê?
Ah, deixa pra lá. Vou lá tomar meus remedinhos porque, meu deus, eu não to bem aksopkapskpoaskopaksas

Nos vemos no próximo capitulo!

~Kitsune-Chan


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...