História Revenge - Segunda Temporada - Capítulo 10


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Justin Bieber
Exibições 359
Palavras 2.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


heyhey

Ignorem os erros. Boa leitura e espero que gostem.....

Xoxo

Capítulo 10 - Bem vindo ao meu mundo!


Fanfic / Fanfiction Revenge - Segunda Temporada - Capítulo 10 - Bem vindo ao meu mundo!

POV JUSTIN

Pisco diversas vezes e lambo os lábios de nervosismo.

Sinto meu coração bater aceleradamente. A cada batida parecia que ele ia sair pelo peito.

Levanto da banheira e puxo a garota junto comigo.

- JUSTIN -- ela grita e se agarra no meu pescoço.

Entro no box e ligo o chuveiro. Coloco ela no chão e deixo a água cair sobre nossos corpos juntos.

Encaro seu rosto e percebo que ela estava nervosa. Passo minas mãos pelo seu rosto, para tirar o excesso de cabelo.

Beijo seus lábios e sinto ela sorrir com meu ato.

(...)

- Não íamos ficar aqui. Nós vamos embora amanhã -- ela disse e eu parei de fazer o que eu estava fazendo. - O que foi?

- Você vai embora? -- pergunto.

- Você achou que eu iria ficar aqui na França? Meu lugar não é na Europa Justin -- ela disse passando por mim, mas eu seguro seu braço.

- O que significou pra você isso? -- pergunto trazendo ela para minha frente.

- Isso o que?

- Isso que acabamos de fazer.

- Justin -- ela disse passando suas mãos pelos meus ombros. - Eu amo você, mas....

- Mas?

- Meu lugar não é aqui.

- Vamos voltar pra Los Angeles -- digo segurando ela pela cintura.

- Não posso -- ela diz e eu bufo. - Eu acabei de me encontrar, encontrar meu caminho -- ela diz encarando meus olhos.

- Não vou impedir de você encontrar seu caminho -- disse óbvio. - Então isso não significou porra nenhuma -- digo me desviando dela.

- Justin! Eu não disse isso -- escuto ela falar atrás de mim.

- Sim, você disse -- falo caminhando até a sala e pegando minha calça, logo me vestindo.

- Você vai aonde? -- ela pergunta vindo atrás de mim.

- Deixar você encontrar a porra do seu caminho -- disse saíndo e batendo a porta com força.

Entro no meu carro e logo em seguida liguei, saíndo rapidamente.

(...)

Abro a porta do meu quarto e me jogo na cama.

Eu te amo, eu te amo.....

As palavras ditas por ela não saia da minha cabeça por nada.

Ela ainda me amava, depois de dois anos sem se ver, sem ter notícias um do outro e ainda ela me ama.

CARALHO!

Senti meu celular tocando no meu bolso. Peguei-o e vi "Chaz" no visor.

- Fala.

- Você está aonde?

- Não preciso dar satisfação pra você Charles.

- Vish! O que aconteceu pra você estar assim?

- Eu transei com a Young.

- O QUE? -- ele grita fazendo eu afastar o celular rapidamente. - Pensei que vocês se odiassem.

- Ela disse que me ama.

- Caralho Justin! Não acredito.

- Nem eu!

- Mas porque você não está feliz? 

- Porque ela vai embora amanhã -- disse e ele solta uma risadinha.

- Você não achou que ela ficaria por você né.

- Eu sou Justin Bieber -- diz naturalmente.

- E ela é Bárbara Young -- Chaz diz como se fosse óbvio.

- Eu sei, eu sei...... o que eu faço?

- Justin Bieber me pedindo conselho? Bárbara faz chover mesmo em...

- Cala a porra da boca.

- Conversa com ela Justin. Vocês são adultos, não são mais os mesmos de antes.

- Conversar com ela? Ela diz uma palavra e já me tira do sério -- digo me virando na cama.

- Tente não sair do sério. Fique calmo e pense o porquê de vocês terem a conversa.

- Eu preciso voltar pra Los Angeles, as coisas estão feias sem minha ausência lá.

- O Léo da conta -- ele diz e eu nego.

- O Léo é um lixo, não cuida nem de si mesmo -- digo e Chaz ri.

- Eu vou voltar amanhã para Los Angeles, cuido das coisas para você junto com o Chris.

- Nem fudendo Somers, quero Chris longe das minhas coisas -- digo.

- Uma hora vocês vão ter que se acertar Justin. Na verdade vocês já deveriam ter se acertado.

- Vou desligar.

- Não, não, ta caralho. Eu não chamo o Chris.

- Vai fazer isso mesmo?

- O que? Voltar pra Los Angeles amanhã?

- Sim.

- Vou sim Justin, aproveita aí com a Young.

- Vai fazer isso por mim? -- solto uma risada.

- Você me resgatou das ruas quando eu tinha catorze anos. O mínimo que eu posso fazer é isso por você -- sorrio.

- Obrigado cara -- digo.

- Sem problemas, vou desligar.

- Ok, até mais.

Desligo o telefone e levanto da cama. Caminho até o banheiro e tiro minha calça, a única roupa que eu estou vestido.

Tomo um banho rápido, mas ao mesmo tempo doloroso, por causa dos machucados. Coloco somente uma cueca. Deito na minha cama e me cubro com o cobertor.

Pego meu celular e mando uma mensagem para a Bárbara.

"Amanhã eu passo aí"

"Você é um imbecil" -- responde.

"O outro lado da cama está frio sem você aqui" -- solto uma risada e logo enviei.

"Abre a porra da porta".

Levanto da cama em um pulo e logo abro a porta. Antes de eu falar algo, ela pula emcima de mim e beija meus lábios ferozmente.

Passo minhas mãos pela sua cintura e pego ela no colo. Empurro seu corpo com tudo na porta que ela gemeu de dor.

- Foi mal -- digo colocando ela no chão.

- Minhas costas está toda fudida graças a você -- ela diz se afastando de mim.

- Somos dois.

- Por que você foi embora? -- ela diz tirando sua camiseta junto com o short jeans.

Encaro seu corpo e mordi meus lábios.

- Por que você é tão perfeita? -- pergunto pegando ela pela cintura.

- Me responde Justin.

- Você disse que ia embora -- digo.

- E eu vou.

- E nós?

- Existe nós? -- pergunta e eu reviro os olhos me distanciando dela. - Eu não estou dizendo que não existe nós, apenas isso tudo me pegou se surpresa.

- Eu te amo caralho, você não percebe isso? -- pegunto irritado.

Ela abriu uma grande sorriso e caminha até mim beijando meus lábios e me abraçando pela barriga.

- Eu sei disso e eu também te amo, mas eu não vou parar minha vida pelos outros.

- Eu sou os outros?

- Não, não...... Droga Justin -- ela diz irritada. - Você não é os outros, eu somente não sei o que nós somos.

- Somos um casal -- digo sem pensar.

- Somos? -- peguntou.

- Não somos?

- Você que ta falando -- ela diz e eu bufo.

Calma Justin, calma. Lembre-se do que o Chaz disse.

- Você vai embora amanhã? -- assenti. - Vai pra onde?

- Alemanha.

- Vai fazer o que na Alemanha? -- pergunto.

- Rachas Justin -- ela disse se sentando no sofá.

- Rachas?

- Sim! Theresa trabalha com rachas, ela patrocina e eu entrei nisso junto com ela.

- Boa escolha.

- Eu sei! -- reviro os olhos. - Estamos viajando pelo mundo e patrocinando rachas.

- Foi para isso que você venho para cá?

- Não, França foi somente uma parada a parte. Ashley e Theresa se conhecem há muito tempo. Então ela venho para cá ajudar e eu vim junto.

- Puta que pariu, o mundo é muito pequeno.

- Sim ele é!

- Eu vou com você -- disse e ela abriu um sorriso.

- Ta brincando.

- Não, Chaz vai tomar conta para mim em Los Angeles! -- disse caminhando até ela.

- Você é um tremenda filho da puta.

- Eu sei!

Subo emcima dela e beijei seus labios.

- Viajamos que horas?

- Depois do almoço -- ela diz me beijando mais profundamente.

(...)

Sinto uma coisa vibrando ao meu lado e logo abro os olhos.

Viro meu rosto para o lado e vejo Bárbara dormindo profundamente.

Peguei seu celular e vejo no visor "Theresa".

- Obrigado por me acordar -- digo assim que atendo.

- O QUE VOCÊS FIZERAM COM A MINHA CASA? -- afasto o celular com tudo.

- Caralho! -- resmungo. - Foi mal, eu nem lembrava mais disso.

- Lógico que não lembrava né Bieber, não é a sua casa.

- Eu compro outra pra você -- digo coçando os olhos e levantando da cama com cuidada para não acordar Bárbara.

- Eu não quero outra casa. Essa casa foi na qual eu CRESCI Bieber.

- Tanto faz, eu arrumo, reformo, qualquer porra!

- Cadê a Bárbara? Preciso falar com ela.

- Ela não está disponível, liga depois -- digo desligando o telefone e jogando no sofá.

Encaro Bárbara dormindo profundamente e caminho até ela.

Tiro sua coberta que cobria seu corpo nu, e começo a beijar sua barriga, subindo para seus seios, chegando no seu pescoço, indo em direção ao seus lábios, aonde depósito dois selinhos longos.

- Huum -- ela resmunga colocando a mão em meu rosto. - Podia fazer isso todos dos dias né -- ela diz e abre os olhos.

Ficl sem reação ao encarar aquelas íris azuis.

- Eu sei que meus olhos são bonitos -- diz e eu reviro os olhos me jogando do outro lado da cama.

- Você estava abusando de mim -- ela diz e eu a encaro incrédulo.

- Você ta louca?

- Eu estava dormindo e senti seus lábios no meu corpo -- ela disse se virando na minha direção.

- Cala a boca -- digo rindo.

Ela se enrolou no lençol e caminha até o banheiro.

Coloco meus braços em volta da minha cabeça e começo a encarar seus passos.

Ela para na frente da porta do banheiro e vira seu rosto em minha direção.

- Vai ficar me encarando ou vai tomar banho comigo? -- pergunta.

- A vista está ótima aqui!

- Então ela vai ficar melhor agora -- ela diz soltando o lençol do seu corpo.

- Porra, você é tão sexy.

Ela riu e entrou no banheiro.

Pulo da cama e sigo ela.

POV BÁRBARA

- Aqui é frio pra caralho -- Justin diz assim que saímos do avião.

- Justin, querido use a educação -- digo passando meu braço pelas suas costas.

- Por que você está falando assim? -- pergunta.

- Porque estamos em volta de pessoas e sua boca é suja.

- A sua também é!

- É sério Justin.

- Eu disse pra você que eu nao queria vim de avião com outras pessoas.

- Você nunca venho para a Alemanha, a polícia aqui fica muito no pé. Se nós tivéssemos vindo de jatinho particular seria pior. Eles ficariam muito na cola.

- Tanto faz.

Reviro os olhos e sinto seu braço em volta do meu pescoço.

Caminhamos até a saída do aeroporto e chamamos um táxi. Entramos e eu dou o endereço do hotel.

Pego meu celular e mando uma mensagem para Theresa, dizendo que eu já tinha chegado.

- Que horas são? -- Justin pergunta.

- Onze e meia.

- Não tem quase ninguém na rua -- Justin diz encarando a janela.

- É de noite e nós estamos em uma rua vazia.

(...)

Assim que chegamos no hotel. Tomamos um banho juntos e começamos a nos vestir para o racha.

Optei por uma calça jeans vinho de cintura alta, junto com uma camiseta de frio, com um decote V nos seios. Coloquei uma jaqueta e uma bota de solto.

Passo bastante pó no meu rosto, por causa dos machucados do dia anterior.

Passo um gloss e deixo meu cabelo solto com alguns cachos.

Justin sai do banheiro vestido com uma calça jeans azul escuro e um moletom preto escrito Bieber.

- Está gata pra caralho -- Justin diz e eu sorrio convencida.

Damos as mãos e saímos do hotel.

(...)

Assim que Justin estaciona o carro, saímos e ele passou seu braço pelo meu pescoço. Andamos juntos até o racha e começamos a passar pelas pessoas.

Subimos juntos em um capô de um carro e logo Juan, um grande amigo meu chegou me abraçando.

- Caralho, senti sua falta -- ele diz e eu sorri.

- Também..... Juan esse é o Justin -- disse e eles se cumprimentaram.

- Bieber. Aprecio seu trabalho nos Estados Unidos -- Juan disse e Justin sorriu.

- Eu também --  Justin disse e eu reviro os olhos.

- O que temos hoje? -- pergunto.

- Começou a chegar as pessoas agora, mas já temos sete pessoas para o racha agora.

- Qual o valor? -- pegunto e ele me mostra no tablet.

- Eu contei dez mil de cada, portando setenta mil pra gente.

- Ótimo trabalho -- digo e Juan sorriu.

- Vamos lá agora -- ele diz e eu concordo.

Puxo Justin pelo braço e começamos a caminhar em direção aonde aconteceria o racha.

- Estou perdido.

- Já já você se acha -- brinco e ele ri.

Entro na roda que se formava e vejo os setes carros parados um do lado do outro.

- Qual a aposta deles? -- pergunto para Juan.

- Cem mil reais -- disse e eu arregalo os olhos.

- Já amei a Alemanha.

Caminho em direção aos carros e pego o microfone.

- Vocês não devem trabalhar com regras, mas eu trabalho -- disse e toda a multidão fica em silêncio. - Eu patrício o racha, então quem manda aqui sou eu -- diz. - Sem atrapalha, ou brigas porque perdeu. Se perdeu, perdeu! Aceite isso! -- disse. - Caso não aceite, terá punição.

- E quem punirá? Você? -- uma cara pergunta na multidão.

- Você acha que eu não punirei suficiente? -- pergunto e todos começaram a gritar.

- Eu não disse isso.

Ignoro e continuei a falar.

- Todos já devem ter feito suas apostas! Então desejo boa sorte.

- Se o carro verde não ganhar, vai ter justiça -- um outro cara disse na multidão.

- Eu sou a justiça amor, prazer -- digo entregando o microfone para o Jordan e caminhando até Justin.

O encaro e ele está com as mãos nos bolsos em pé.

- Amei isso aqui -- ele diz e eu o beijo com desejo.

Suas mãos vão para a minha cintura, aonde deu um leve aperto.

Separo nossos lábios e caminhamos até o capô da caminhonete.

Ele senta e eu deito no meio de suas pernas.

Ele me entrega garrafa de cerveja e começamos a beber, vendo os carros começarem a ranger.

- Justin?

- Sim?

- Obrigada por vir comigo -- agradeço.

- Por que você está com a voz embasada? -- pergunta e eu ri.

- Porque toda vez que estou com você, eu entro em uma zona.

Virei meu rosto para cima e abro um sorriso.

- Bem vindo ao meu mundo!


Notas Finais


COMENTEM OQ ESTÃO ACHANDO


XOXO


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