História Revenge - Segunda Temporada - Capítulo 10


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Justin Bieber
Exibições 162
Palavras 2.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


heyhey

Ignorem os erros. Boa leitura e espero que gostem.....

Xoxo

Capítulo 10 - Welcome to my world


Fanfic / Fanfiction Revenge - Segunda Temporada - Capítulo 10 - Welcome to my world

POV JUSTIN

Pisquei diversas vezes e lambi os lábios de nervosismo.

Sentia meu coração bater aceleradamente. A cada batida parecia que ele ia sair pelo peito.

Levantei da banheira e puxei a garota junto comigo.

- JUSTIN -- ela gritou e se agarrou no meu pescoço.

Entrei no box e liguei o chuveiro. Coloquei ela no chão e deixei a água cair sobre nossos corpos juntos.

Encarei seu rosto e percebi que ela estava nervosa. Passei minas mãos pelo seu rosto, para tirar o excesso de cabelo.

Beijei seus lábios e senti ela sorrir com meu ato.

(...)

- Não íamos ficar aqui. Nós vamos embora amanhã -- ela disse e eu parei de fazer o que eu estava fazendo. - O que foi?

- Você vai embora? -- perguntei.

- Você achou que eu iria ficar aqui na França? Meu lugar não é na Europa Justin -- ela disse passando por mim, mas eu segurei seu braço.

- O que significou pra você isso? -- perguntei trazendo ela para minha frente.

- Isso o que?

- Isso que acabamos de fazer.

- Justin -- ela disse passando suas mãos pelos meus ombros. - Eu amo você, mas....

- Mas?

- Meu lugar não é aqui.

- Vamos voltar pra Los Angeles -- disse segurando ela pela cintura.

- Não posso -- ela disse e eu bufei. - Eu acabei de me encontrar, entrar meu caminho -- ela disse encarando meus olhos.

- Não vou impedir de você encontrar seu caminho -- disse óbvio. - Então isso não significou porra nenhuma -- disse me desviando dela.

- Justin! Eu não disse isso -- escutei ela falar atrás de mim.

- Sim, você disse -- falei caminhando até a sala e pegando minha calça, logo me vestindo.

- Você vai aonde? -- ela perguntou vindo atrás de mim.

- Deixar você encontrar a porra do seu caminho -- disse saíndo e batendo a porta com força.

Entrei no meu carro e logo em seguida liguei, saíndo rapidamente.

(...)

Abri a porta do meu quarto e me joguei na cama.

Eu te amo, eu te amo.....

As palavras ditas por ela não saia da minha cabeça por nada.

Ela ainda me amava, depois de dois anos sem se ver, sem ter notícias um do outro e ainda ela me ama.

CARALHO!

Senti meu celular tocando no meu bolso. Peguei-o e vi "Chaz" no visor.

- Fala.

- Você está aonde?

- Não preciso dar satisfação pra você Charles.

- Vish! O que aconteceu pra você estar assim?

- Eu transei com a Young.

- O QUE? -- ele gritou fazendo eu afastar o celular rapidamente. - Pensei que vocês se odiassem.

- Ela disse que me ama.

- Caralho Justin! Não acredito.

- Nem eu!

- Mas porque você não está feliz? 

- Porque ela vai embora amanhã -- disse e ele soltou uma risadinha.

- Você não achou que ela ficaria por você né.

- Eu sou Justin Bieber -- disse naturalmente.

- E ela é Bárbara Young -- Chaz disse como se fosse óbvio.

- Eu sei, eu sei...... o que eu faço?

- Justin Bieber me pedindo conselho? Bárbara faz chover mesmo em...

- Cala a porra da boca.

- Conversa com ela Justin. Vocês são adultos, não são mais os mesmos de antes.

- Conversar com ela? Ela diz uma palavra e já me tira do sério -- disse me virando na cama.

- Tente não sair do sério. Fique calmo e pense o porquê de vocês terem a conversa.

- Eu preciso voltar pra Los Angeles, as coisas estão feias sem minha ausência lá.

- O Léo da conta -- ele disse e eu neguei.

- O Léo é um lixo, não cuida nem de si mesmo -- disse e Chaz riu.

- Eu vou voltar amanhã para Los Angeles, cuido das coisas para você junto com o Chris.

- Nem fudendo Somers, quero Chris longe das minhas coisas -- disse.

- Uma hora vocês vão ter que se acertar Justin. Na verdade vocês já deveriam ter se acertado.

- Vou desligar.

- Não, não, ta caralho. Eu não chamo o Chris.

- Vai fazer isso mesmo?

- O que? Voltar pra Los Angeles amanhã?

- Sim.

- Vou sim Justin, aproveita aí com a Young.

- Vai fazer isso por mim? -- soltei uma risada.

- Você me resgatou das ruas quando eu tinha catorze anos. O mínimo que eu posso fazer é isso por você -- sorri.

- Obrigado cara -- disse.

- Sem problemas, vou desligar.

- Ok, até mais.

Desliguei o telefone e levantei da cama. Caminhei até o banheiro é tirei minha calça, a única roupa que eu estava vestido.

Tomei um banho rápido, mas ao mesmo tempo doloroso, por causa dos machucados. Coloquei somente uma cueca. Deitei na minha cama e me cobri com o cobertor.

Peguei meu celular e mandei uma mensagem para a Bárbara.

"Amanhã eu passo aí"

"Você é um imbecil" -- respondeu.

"O outro lado da cama está frio sem você aqui" -- soltei uma risada e logo enviei.

"Abre a porra da porta".

Levantei da cama em um pulo e logo abri a porta. Antes de eu falar algo, ela pulou emcima de mim e beijou meus lábios ferozmente.

Passei minhas mãos pela sua cintura e peguei ela no colo. Empurrei seu corpo com tudo na porta que ela gemeu de dor.

- Foi mal -- disse a colocando no chão.

- Minhas costas está toda fudida graças a você -- ela disse se afastando de mim.

- Somos dois.

- Por que você foi embora? -- ela disse tirando sua camiseta junto com o short jeans.

Encarei seu corpo e mordi meus lábios.

- Por que você é tão perfeita? -- perguntei pegando ela pela cintura.

- Me responde Justin.

- Você disse que ia embora -- disse.

- E eu vou.

- E nós?

- Existe nós? -- perguntou e eu revirei os olhos me distanciando dela. - Eu não estou dizendo que não existe nós, apenas isso tudo me pegou se surpresa.

- Eu te amo caralho, você não percebe isso? -- peguntei irritado.

Ela abriu uma grande sorriso e caminhou até mim beijando meus lábios e me abraçando pela barriga.

- Eu sei disso e eu também te amo, mas eu não vou parar minha vida pelos outros.

- Eu sou os outros?

- Não, não...... Droga Justin -- ela disse irritada. - Você não é os outros, eu somente não sei o que nós somos.

- Somos um casal -- disse sem pensar.

- Somos? -- peguntou.

- Não somos?

- Você que ta falando -- ela disse e eu bufei.

Calma Justin, calma. Lembre-se do que o Chaz disse.

- Você vai embora amanhã? -- assentiu. - Vai pra onde?

- Alemanha.

- Vai fazer o que na Alemanha? -- perguntei.

- Rachas Justin -- ela disse se sentando no sofá.

- Rachas?

- Sim! Theresa trabalha com rachas, ela patrocina e eu entrei nisso junto com ela.

- Boa escolha.

- Eu sei! -- revirei os olhos. - Estamos viajando pelo mundo e patrocinando rachas.

- Foi para isso que você venho para cá?

- Não, França foi somente uma parada a parte. Ashley e Theresa se conhecem há muito tempo. Então ela venho para cá ajudar e eu vim junto.

- Puta que pariu, o mundo é muito pequeno.

- Sim ele é!

- Eu vou com você -- disse e ela abriu um sorriso.

- Ta brincando.

- Não, Chaz vai tomar conta para mim em Los Angeles! -- disse caminhando até ela.

- Você é um tremenda filho da puta.

- Eu sei!

Subi emcima dela e beijei seus labios.

- Viajamos que horas?

- Depois do almoço -- ela disse me beijando mais profundamente.

(...)

Senti uma coisa vibrando ao meu lado e logo abri os olhos.

Virei meu rosto para o lado e vi Bárbara dormindo profundamente.

Peguei seu celular e vi no visor "Theresa".

- Obrigado por me acordar -- disse assim que eu atendi.

- O QUE VOCÊS FIZERAM COM A MINHA CASA? -- afastei o celular com tudo.

- Caralho! -- resmunguei. - Foi mal, eu nem lembrava mais disso.

- Lógico que não lembrava né Bieber, não é a sua casa.

- Eu compro outra pra você -- disse coçando os olhos e levantando da cama com cuidada para não acordar Bárbara.

- Eu não quero outra casa. Essa casa foi na qual eu CRESCI Bieber.

- Tanto faz, eu arrumo, reformo, qualquer porra!

- Cadê a Bárbara? Preciso falar com ela.

- Ela não está disponível, liga depois -- disse desligando o telefone e jogando no sofá.

Encarei Bárbara dormindo profundamente e caminhei até ela.

Tirei sua coberta que cobria seu corpo nu, e comecei a beijar sua barriga, subindo para seus seios, chegando no seu pescoço, indo em direção ao seus lábios, aonde depósito dois selinhos longos.

- Huum -- ela resumungou colocando a mão em meu rosto. - Podia fazer isso todos dos dias né -- ela disse e abriu os olhos.

Fiquei sem reação ao encarar aquelas íris azuis.

- Eu sei que meus olhos são bonitos -- disse e eu revirei os olhos me jogando do outro lado da cama.

- Você estava abusando de mim -- ela disse e eu a encarei incrédulo.

- Você ta louca?

- Eu estava dormindo e senti seus lábios no meu corpo -- ela disse se virando na minha direção.

- Cala a boca -- disse rindo.

Ela se enrolou no lençol e caminhou até o banheiro.

Coloquei meus braços em volta da minha cabeça e comecei a encarar seus passos.

Ela parou na frente da porta do banheiro e virou seu rosto em minha direção.

- Vai ficar me encarando ou vai tomar banho comigo? -- perguntou.

- A vista está ótima aqui!

- Então ela vai ficar melhor agora -- ela disse soltando o lençol do seu corpo.

- Porra, você é tão sexy.

Ela riu e entrou no banheiro.

Pulei da cama e segui ela.

POV BÁRBARA

- Aqui é frio pra caralho -- Justin disse assim que saímos do avião.

- Justin, querido use a educação -- disse passando meu braço pelas suas costas.

- Por que você está falando assim? -- perguntou.

- Porque estamos em volta de pessoas e sua boca é suja.

- A sua também é!

- É sério Justin.

- Eu disse pra você que eu nao queria vim de avião com outras pessoas.

- Você nunca venho para a Alemanha, a polícia aqui fica muito no pé. Se nós tivéssemos vindo de jatinho particular seria pior. Eles ficariam muito na cola.

- Tanto faz.

Revirei os olhos e senti seu braço em volta do meu pescoço.

Caminhamos até a saída do aeroporto e chamamos um táxi. Entramos e eu dei o endereço do hotel.

Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Theresa, dizendo que eu já tinha chegado.

- Que horas são? -- Justin perguntou.

- Onze e meia.

- Não tem quase ninguém na rua -- Justin disse encarando a janela.

- É de noite e nós estamos em uma rua vazia.

(...)

Assim que chegamos no hotel. Tomamos um banho juntos e começamos a nos vestir para o racha.

Optei por uma calça jeans vinho de cintura alta, junto com uma camiseta de frio, com um decote V nos seios. Coloquei uma jaqueta e uma bota de solto.

Passei bastante pó no meu rosto, por causa dos machucados do dia anterior.

Passei um gloss e deixei meu cabelo solto com alguns cachos.

Jusin saiu do banheiro vestido com uma calça jeans azul escuro e um moletom preto escrito Bieber.

- Está gata pra caralho -- Justin disse e eu sorri convencida.

Demos as mãos e saímos do hotel.

(...)

Assim que Justin estacionou o carro, saímos e ele passou seu braço pelo meu pescoço. Andamos juntos até o racha e começamos a passar pelas pessoas.

Subimos juntos em um capô de um carro e logo Juan, um grande amigo meu chegou me abraçando.

- Caralho, senti sua falta -- ele disse e eu sorri.

- Também..... Juan esse é o Justin -- disse e eles se comprimentaram.

- Bieber. Aprecio seu trabalho nos Estados Unidos -- Juan disse e Justin sorriu.

- Eu também --  Justin disse e eu revirei os olhos.

- O que temos hoje? -- perguntei.

- Começou a chegar as pessoas agora, mas já temos 7 pessoas para o racha agora.

- Qual o valor? -- peguntei e ele me mostrou no tablet.

- Eu contei dez mil de cada, portando 70 mil pra gente.

- Ótimo trabalho -- disse e Juan sorriu.

- Vamos lá agora -- ele disse e eu concordei.

Puxei Justin pelo braço e começamos a caminhar em direção aonde aconteceria o racha.

- Estou perdido.

- Já já você se acha -- brinquei e ele riu.

Entrei na roda que se formava e vi os setes carros parados um do lado do outro.

- Qual a aposta deles? -- perguntei para Juan.

- Cem mil reais -- disse e eu arregalei os olhos.

- Já amei a Alemanha.

Caminhei em direção aos carros e peguei o microfone.

- Vocês não devem trabalhar com regras, mas eu trabalho -- disse e toda a multidão ficou em silêncio. - Eu patrício o racha, então quem manda aqui sou eu -- disse. - Sem atrapalha, ou brigas porque perdeu. Se perdeu, perdeu! Aceite isso! -- disse. - Caso não aceite, terá punição.

- E quem punirá? Você? -- uma cara peguntou na multidão.

- Você acha que eu não punirei suficiente? -- perguntei e todos começaram a gritar.

- Eu não disse isso.

Ignorei e continuei a falar.

- Todos já devem ter feito suas apostas! Então desejo boa sorte.

- Se o carro verde não ganhar, vai ter justiça -- um outro cara disse na multidão.

- Eu sou a justiça amor, prazer -- disse entregando o microfone para o Jordan e caminhando até Justin.

O encarei e ele está com as mãos nos bolsos em pé.

- Amei isso aqui -- ele disse e eu o beijei com desejo.

Suas mãos foram para a minha cintura, aonde deu um leve aperto.

Separei nossos lábios e caminhamos até o capô da caminhonete.

Ele sentou e eu deitei no meio de suas pernas.

Ele me entregou garrafa de cerveja e começamos a beber, vendo os carros começarem a ranger.

- Justin?

- Sim?

- Obrigada por vir comigo -- agradeci.

- Por que você está com a voz embasada? -- perguntou e eu ri.

- Porque toda vez que estou com você, eu entro em uma zona.

Virei meu rosto para cima e abri um sorriso.

- Bem vindo ao meu mundo!


Notas Finais


COMENTEM OQ ESTÃO ACHANDO


XOXO


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