História Revenge - Segunda Temporada - Capítulo 8


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Justin Bieber
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Palavras 1.774
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Trocamos tiros aqui?


Fanfic / Fanfiction Revenge - Segunda Temporada - Capítulo 8 - Trocamos tiros aqui?

POV BÁRBARA

Tomo mais uma taça de um ótimo vinho, do melhor restaurante de Monte Carlo.

Meu rosto é inundados pelas lágrimas que eu me recuso deixar cair, mas é impossível.

Justin esta morto, ele tinha morrido!

Tomo mais um gole do vinho e enxugo minhas lágrimas.

Sinto uma presença no meu lado e antes de eu ver quem, uma mão quente entra em contato com a minha.

Lambo os lábios de nervosismo ao sentir aquele toque.

A taça que eu estou segurando é empurrada para o lado e logo enchida por mais champanhe.

- Senhora -- escuto aquela voz, que em alguns segundos atrás eu pensava que eu nunca mais escutaria. - Pensei em umas palavras para essa ocasião.

Levanto a cabeça e vejo aqueles olhos camarelados.

- "Resolvi dar um pulo aqui" -- ironizou, dando alguns passos para frente. - "Oi boneca, obrigado pelo empurrãozinho".

- Legal. O que decidiu?

- Eu quero você fora de Monte Carlo hoje -- ele diz dando um sorriso.

- Gostei. Eu quase te matei. Faz sentido -- digo sorrindo. - Querer não é poder Justin, você já deveria saber disso.

Ele dá uma risada e balança a cabeça em forma de negação.

- Casaco? -- o garçom chega pedindo para o Justin.

Justin tira seu casado e dá para o garçom.

- Posso me sentar aqui? -- pergunta puxando a cadeira em minha frente.

- Não -- digo rapidamente, mas ele ignora meu comentário.

Tiro minha arma debaixo da cadeira e coloco emcima da mesa, logo cobrindo com um pano.

Ele sorri abertamente e pega o outro pano que está na mesa e coloca em seu colo. Ele destrava a sua arma e me encara.

- Champanhe? -- levo um pequeno susto ao escutar a voz do garçom ao meu lado.

- Champanhe é para brindar -- Justin responde ainda me encarando perverso. - Quero um Martini.

- Nada, obrigada -- digo para o garçom.

Assim que ele saí, me curvo para frente e encaro Justin com a sobrancelha arqueada.

- O que você quer aqui, Justin? -- pergunto.

- Temos um problema incomum -- ele disse. - Você me quer morto e eu não me preocupo mais com você. O que faremos? -- pegunta. - Trocamos tiros aqui? Esperamos que tudo acabe bem?

- Seria uma pena. Iriam me pedir para sair assim que você estivesse morto -- digo rindo fraco.

- Dance comigo -- ele me pede fazendo eu ficar um pouco surpresa.

- Você não dança -- digo.

- Você não me conhece -- ele diz.

- Você está me deixando surpresa cada dia mais -- digo e ele levanta.

Pego sua mão e nós começamos a caminhar em direção aos outros casais que estão dançando.

Ele aperta minha mão fazendo eu soltar um pequeno grito.

- Aí CARALHO -- digo e ele me puxa com toda a força para frente, fazendo eu ficar colada com ele.

Juntamos nossas mãos direitas e minha mão esquerda foi para seu ombro e a sua para minha cintura.

- Essa história vai ter um final feliz? -- pergunta e eu o encaro com tédio.

- Finais felizes são histórias que não acabaram ainda -- digo curvando meu rosto para frente.

Sinto sua respiração em meu pescoço e me arrepio por completo.

Demos dois passos para trás e logo sinto minhas costas sendo arremessadas para o vidro atrás de mim.

Filho da puta!

Sinto uma tontura pequena, mas antes de eu cair, ele me puxa para junto de si, me segurando.

Encaro em volta e não tem ninguém olhando.

Entendo seu lado, ele está com raiva, mas eu estou ficando mais ainda.

Demos alguns passos para frente e para o lado. Parecíamos profissionais, na verdade.

Justin me curva para trás, fazendo eu decair para baixo, mas suas mãos me seguram.

Suas mãos descem em minhas costas, passando por minha bunda, até chegar na minha coxa, aonde está uma pequena faca.

Ele me curva novamente para frente, fazendo eu encaixar minha perna em sua cintura. Ele tira a faca e joga embaixo de uma mesa.

- Satisfeito? -- pergunto.

- Não -- diz simples.

Antes dele pegar minha cintura novamente, me agacho em sua frente e coloco minhas mãos em sua calça. Sinto uma pequena pistola em sua cintura, e tiro rapidamente jogando para longe.

Ele pega meus braços, me puxando para cima novamente.

- Por que acha que estamos sendo seguidos? -- pergunto.

- Estou tentando desvendar isso -- ele diz enquanto dançamos.

- Está desvendando ou alguém está fazendo isso por você?

- Você me conhece bem -- ele diz apertando minha mão com força.

- Você acha que estão fazendo isso, porque não estamos mais juntos?

- Pode ser -- disse dando os ombros.

- Se estivéssemos juntos?

- Você sempre volta nesse assunto -- ele diz bufando alto.

- Sempre volto, pois eu nunca tenho uma resposta verdadeira vinda de você.

- Por que você se importa tanto, se foi você que me deixou primeiro? -- pergunta.

- Porque eu voltei para você depois - digo e ele para de dançar, logo me soltando.

O encaro e ele está sério.

- Eu preciso...... Com licença -- digo me soltando dele e caminhando pelo lado oposto.

- Não tem saída por aí, Young -- o ignoro por completo e continuo a caminhar, logo subindo a escada que dá acesso ao andar de cima.

POV JUSTIN

-  Não tem saída por aí, Young -- digo vendo ela subir as escadas.

Cruzo os braços e vejo ela entrando em uma porta. Em menos de quinze segundos, uma mulher desce as escadas correndo suspirando alto.

Antes dela descer o último degrau, uma bomba é disparada, fazendo todas as pessoas do andar de cima caírem no chão.

Logo começa uma correria e todas as pessoas do restaurante começam a gritar e se desesperar.

Engulo o seco ao ver fumaças saíndo do outro lado.

Assim que eu viro para o lado, encaro aquele dois olhos azuis do outro lado. Ela me lança um sorrisinho e saí correndo com as outras pessoas.

Começo a andar mais rápido para tentar alcança-lá, mas é impossível. Muitas pessoas.

Saio do restaurante e procuro por todos os lado e nada dela.

Vadia! Como ela conseguiu sair de lá de cima?

- Você está fazendo tique-taque -- um senhor fala ao meu lado.

Encaro meu terno e arregalo os olhos. Tiro rapidamente e jogo em uma lata de lixo.

- Para trás! Para trás!! -- grito se afastando da lata de lixo.

Assim que eu me afasto a bomba explode na lata de lixo.

Vadia! Vagabunda!

Ela colocou uma bomba no meu terno. Não estou tão surpreso, ela tentou me matar hoje.

- Limusine, senhor? -- viro meu rosto ao encarar o motorista.

Dou um soco no rosto e joguei-o para fora do carro.

Ligo a limusine e saio em disparada.

Pego meu celular e disco o número do Ryan.

- Fala, mano -- ele atende no primeiro toque.

- Assim que eu chegar, quero quatro mulheres loiras e principalmente peitudas na minha cama -- digo virando a rua.

- Posso saber o porquê desse seu pedido inesperado? -- pergunta e eu nego rindo.

- Não -- disse. - De preferência nuas -- digo desligando o telefone e jogando no outro lado do banco.


POV BÁRBARA

- Mas, você está bem? -- Theresa pergunta sem parar.

- Sim, estou cansada -- digo entrando no meu quarto.

- E esses cortes na suas costas -- ela diz entrando logo em seguida. Droga!

- Não é nada -- digo pegando minha mala.

- Para que essa mala Bárbara? -- pegunta parando em minha frente.

- Aluguei uma casa aqui perto -- digo e ela me encara estérica.

- Por que?

- Preciso de privacidade, não é nada com você, somente...... quero um pouco de paz -- digo colocando as poucas roupas na mala.

- E aqui você não tem paz? -- pegunta.

- Não, Ashley vem aqui. Seus amigos vem aqui, e eu quero uma casa.

- Você não está fugindo de mim né? -- questiona.

- Não Theresa, estou em Monte Carlo somente por causa de você -- sou sincera.

- Tem certeza?

- Sim, eu passo o endereço por mensagem para você -- digo andando até a porta e depositando um beijo sua bochecha.

- É o Justin né? -- ela pegunta e eu não respondo. - Ele não está morto, ele nunca está morto. Eu estou começando a ficar com raiva desse filho da puta!

- Eu não tinha certeza se ele estava morto, mas ele apareceu no restaurante e eu dei um pequeno jeito nele -- digo dando os ombros.

- Você é mais babaca do que ele -- diz e eu ri.

Caminho até a porta e saio em disparada. 

POV JUSTIN

- Justin, ACORDA! -- escuto a voz do Ryan.

Abro meus olhos e vejo Ryan.

- Estou começando a pensar em quebrar a sua cara quando você me acorda -- digo colocando o travesseiro no meu rosto.

- Vamos Justin -- tiro o travesseiro ao ver o Léo na minha frente.

- O que está fazendo aqui cara? -- pergunto sentando na cama.

- Você achou que eu iria perder o casamento do Butler? -- ele pergunta sarcástico.

- Tanto faz -- digo dando os ombros. - Espero que tinha boas notícias para mim -- digo o encarando.

- Tentei de tudo Justin -- ele diz fazendo eu bufar alto. - O cara é esperto, está fazendo de tudo para não se descoberto.

- Você é um lixo -- digo levantando da cama.

- Fiz o possível -- deu os ombros.

- Não quero seu possível, e sim o impossível -- grito. - Sabe quantas vezes esse cara tentou me matar? -- pergunto. - Eu não sei nem o nome desse infeliz. -- disse.

- Justin, calma -- Ryan pede.

- Calma? Tem um cara querendo matar todos nós e você pede calma? Esse sou eu calmo Ryan -- digo entrando no banheiro.

- Vamos descobrir -- ele diz e eu reviro os olhos.

- Não quero essa frase "vamos descobrir" e sim "descobrimos".

- Eu irei ver mais Justin -- Léo diz.

- Podemos nos proteger mais, vou contratar mais seguranças do exército -- diz.

- Assim espero -- digo escovando os dentes.

- De quem é essa calcinha que está no chão? -- Ryan pergunta fazendo uma careta.

- De alguém -- digo dando os ombros.

- Justin você não tem medo de pegar doença de alguém -- ele diz sério.

- Camisinha é o que não falta -- digo e ele revira os olhos.

- O casamento está marcado daqui a três dias -- ele diz fazendo eu ficar aliviado.

- Até que fim, pensei que iríamos ficar na França para sempre -- digo e ele ri. 

- Quero que você seja meu padrinho.

- Não precisa nem pedir -- digo e ele riu.

- Como foi la com a Young? -- ele pergunta e eu dou os ombros.

- Mesma merda de sempre. Tiro, porrada, sangue....

- Vocês são loucos -- ele diz rindo. - Você sabe que aquela amiga que ela anda, é dona de rachas -- ele disse e eu o encaro surpreso.

- Bárbara está faturando bem -- digo.

- Ashley quer que ela seja a madrinha -- Ryan diz. - Então, vocês vai entrar juntos.

- Sem problemas, será um prazer!


Notas Finais


XOXO


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