História Revenge - Capítulo 18


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Categorias Caitlin Beadles, Candice Swanepoel, Chaz Somers, Christian Beadles, Flavia Pavanelli, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Ryan Butler, Zayn Malik
Personagens Caitlin Beadles, Candice Swanepoel, Chaz Somers, Christian Beadles, Flavia Pavanelli, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler, Zayn Malik
Tags Criminal, Gangster, Justin Bieber, Vingança
Visualizações 330
Palavras 4.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


PERDÃO PELA DEMORA FILHA DA PUTA PARA POSTAR! É QUE BANCAR A ADOLESCENTE RESPONSÁVEL E QUE TIRA BOAS NOTAS PARA OS PAPAIS NÃO ESTÁ SENDO MUITO FÁCIL!

PROMETO TOMAR VERGONHA NA CARA! EU JURO! KKKKKKKKK

Amo vocêsss e tenham paciência comigo, boa leituraaa <3

Capítulo 18 - Going Crazy


Fanfic / Fanfiction Revenge - Capítulo 18 - Going Crazy

- Layla Sharck. Pov. -

Assim que o jatinho aterrissou em Los Angeles, Bieber precisou ir ao casarão por conta de algo “urgente” que houve em um de seus galpões de armas, ele estava visivelmente alterado, então decidi ficar na minha para não acabarmos brigando para variar por ele sempre descontar tudo em mim.

Os seguranças tiravam minhas malas do carro enquanto eu entrava em casa, de cara encontrando Harry na porta, sorrindo para mim.

- Que saudade seu otário. – Eu sorri, correndo e o abraçando, ele riu.

- Também estava com saudades sua pirralha chata!

Beijei sua bochecha e pude ver o olhar curioso dos seguranças em nós dois e já pude imaginar as fofoquinhas que sairiam por aí por conta de minha proximidade com Harry, mas contanto que ele não seja penalizado por isso, eu nem me importo.

- Como foi sua viagem de “lua de mel”? – Ele riu enquanto eu revirava os olhos, mas sorri em seguida.

- Entre os mortos e feridos, Bieber e eu sobrevivemos.

Isso era realmente verdade, mesmo com o começo terrível que a viagem teve, as duas semanas correram bem, Justin e eu não brigamos feio e nem nada, por mais incrível que pareça.

Esse é o nosso recorde em não nos atracarmos e tentarmos matar um ao outro.

Mas algo acabou vindo a minha mente...desde a nossa noite de casamento, nós não transamos mais.

- Que bom que vocês estão se dando bem. – Harry deu de ombros sorrindo. – Mesmo sendo muito idiota da minha parte falar isso e ainda sim querendo te pegar, eu acho que vocês até que formam um casal legal.

- Harry! – Dei um tapa em seu ombro. – Já achei que você tinha parado de ser babaca!

- Uma amizade colorida não faz mal a ninguém, gatinha. Nós dois podíamos tentar...

Ele piscou cafajeste, fui obrigada a rir.

- Você não presta mesmo, vou tomar um banho. – Desviei de seu corpo no batente da grande porta de vidro e sai andando, o escutando rir.

- Se quiser alguma ajuda com isso, eu estou aqui.

- Cala essa boca Harry! – Bufei alto, o escutando rir e descer as escadas da frente em seguida.

Entrei na cozinha que estava perfeitamente limpa e organizada como sempre, vi um bilhete em cima do balcão e o peguei.

“Fui ao mercado fazer as compras da semana, sinto muito por não estar aqui na sua chegada e espero que possamos conversar bastante quando chegar, deixei uma torta de morango no forno, bom apetite, querida Layla.

Com amor, Marrie”.

- Ela é um amor mesmo.

Me assustei com uma voz grossa atrás do meu corpo, me virei bruscamente pondo as mãos no peito.

- Chaz, meu Deus! Quase me matou de susto!

Ele estava apenas de calça de moletom, seu cabelo loiro totalmente bagunçado e uma visível cara de ressaca.

- Oi Lay, estava com saudades. – Ele me abraçou carinhoso, retribui da mesma forma.

- Também senti, e pelo jeito você está com uma ressaca daquelas! – Eu ri e ele me acompanhou, sonolento. – Por que não está no casarão com os garotos?

- Acho que você já deve ter notado que eu não estou em condições para isso.

Eu ri, Chaz não estava com saco para nada hoje pelo jeito.

- Bieber não vai se irritar por você não ter isso? – Perguntei curiosa enquanto pegava um copo d’agua com um remédio de dor de cabeça para ele, Chaz sorriu.

- Com aquele pau no cú eu me resolvo depois. – Ele respondeu simples, ri mais ainda.

- Esse amor de vocês é bem estranho.

- Drew é um pé no saco quando quer, mas a gente é parça desde sempre e mesmo tretando toda hora, ele vai ser sempre meu irmão. – Chaz suspirou enquanto bebia a agua com remédio, sorri com sua resposta. – Valeu gatinha, acho que isso vai me ajudar.

- Disponha, durma e depois eu te conto como foi minha fabulosa viagem com o seu amigo querido.

- Vocês provavelmente devem ter saído no tapa, não é? – Chaz arqueou a sobrancelha, o encarei assustada.

- Como você sabe?!

- Puta que pariu. – Ele riu alto, passando a mão por meus cabelos. – Sabia que vocês dois sozinhos por muito tempo só resultariam em porrada. – Eu revirei os olhos e ele beijou minha bochecha. – Ele te machucou? – Sua feição mudou para preocupada, neguei com a cabeça. – Como isso aconteceu?

- Não foi nada demais até. – Menti, Chaz me encarou desconfiado. – Vá dormir, amanhã prometo que te conto tudo que quiser saber.

- Não quero saber das transas de vocês não, obrigado.

Ele riu baixo e o acompanhei, revirando os olhos.

- Vai logo dormir, meu Deus! – Ele me encarou divertido e me abraçou uma última vez antes de ir em direção as escadas.

- A propósito, boa sorte com seu maridinho hoje...

- Por que? – Perguntei desconfiada.

- Seu pai descobriu a localização de alguns galpões de armas e drogas do Drew e explodiu a porra toda, então seu amor deve estar extremamente puto agora.

- Aí Deus...

Suspirei só de pensar em como Justin estaria agora.

- Exato, faça algo legal para agradar ele então quando chegar, e o impeça de atirar em algum inocente pela casa. – Chaz deu de ombros como se fosse a coisa mais normal possível, bufei. – Lionel e Bieber ainda vão se atracar feio, aposto, nunca vi duas pessoas se detestarem tanto.

- Ah vá? Novidade do ano hein...

 Ironizei, ele riu baixo e logo desapareceu pelo grande corredor.

Merda, a coisa está ficando feia, eu achei mesmo estranho o fato de meu pai estar tão quieto com as atitudes do Bieber, ainda mais quando o idiota me contou que havia mandado as fotos do “NOSSO CASAMENTO” para o casarão do meu pai, para enche-lo de ódio.

Lionel com certeza deve ter surtado com isso, mas ainda não engulo esse lance de ele ter ficado quieto por praticamente QUATRO MESES! QUE TIPO DE PAI NÃO FAZ ABSOLUTAMENTE NADA POR QUATRO MESES ENQUANTO A FILHA ESTÁ DESAPARECIDA?!

Tem coisa errada aí, eu posso sentir!

Meu pai é muito manipulador e frio, e com certeza detesta ser contrariado e esperar as coisas acontecerem, então por experiência própria, sei que isso tudo está muito errado.

Lionel está agindo por baixo dos panos há muito tempo, isso está na cara.

E espero que Justin esteja preparado para o quer que seja que está por vir, porque a coisa vai ficar bem séria.

Eu temo por Justin, não quero que meu pai o machuque apesar de tudo, eu realmente gosto dele e não vou deixar meu pai machuca-lo, Bieber é realmente importante para mim.

Mas ao mesmo tempo não posso deixar que Bieber mate meu pai, ele é meu pai! Não posso deixar que isso aconteça! Mesmo ele sendo um monstro e tendo me colocado nessa situação, eu ainda o amo.

Deus, eu estou muito fodida, puta merda.

Então espero que o momento de reencontrar meu pai ao menos demore mais um pouco, porque sei que minha vida vai virar um verdadeira Guerra Mundial.

E eu para variar, vou ficar bem no meio do fogo cruzado.

 

***

- Justin Bieber. Pov. –

Assim que Ryan me ligou e pediu que eu fosse imediatamente para o casarão quando eu e Layla chegamos em Angeles, eu já sabia que tinha acontecido alguma merda muito grande porque Ryan sabe como eu odeio ser interrompido quando estou com a pirralha, então não me ligaria por qualquer coisa.

Estacionei minha Bugatti de qualquer jeito lá na frente e já subi puto para o meu escritório, encontrando a maioria dos meus homens de confiança e Nolan e Ryan sentados em poltronas, me encarando receosos.

- Que porra aconteceu?! – Perguntei enquanto me jogava na grande cadeira da escrivaninha, olhando para Ryan.

- Já vou ser direito Drew, pois sei que você vai surtar. – Nolan se levantou, me encarando. – Lionel explodiu todos os nossos galpões do Norte, e alguns da parte leste da cidade também, matou Henry e James que estavam fazendo ronda pelo nosso bairro e de quebra, tentou invadir nosso sistema de segurança da mansão, ou seja, ele sabe onde ela está.

Merda, demorei alguns segundos até engolir todas as informações, ficando puto logo em seguida.

- PUTA QUE PARIU, CARALHO, EU VOU MATAR ESSE VELHO DESGRAÇADO!

Atirei alguns objetos de vidro da escrivaninha contra o chão, morto de ódio.

Caralho, eu não sei o que está acontecendo comigo! Era para eu estar puto com a fato do filho da puta ter destruído meus galpões! Não pela possibilidade de...perdê-la.

MAS QUE CARALHOS ESTÁ ACONTECENDO COMIGO?!

- Calma Drew, ser irracional agora não vai resolver nada. – Ryan me alertou, me entregando uma garrafa de Vodca, revirei os olhos enquanto bebia um gole enorme.

- Eu quero esse velho morto, o arrombado já está me dando dor de cabeça demais, essa porra foi a gota d’água.

- Precisamos nos preocupar com o fato de que o Lionel está cada vez mais perto de nos desestabilizar! Todos nós sabíamos que ele estava tramando alguma coisa esse tempo todo, é óbvio que ele não ficaria quieto por quase quatro meses por nada, ainda mais com a Layla casada com o Drew! A única coisa que precisamos nos preocupar é....temos um informante. – Nolan jogou na minha cara, bebi ainda mais, concordando.

Vi Ryan ficar tenso por alguns segundos com a afirmação de Nolan, me fazendo ficar ainda mais desconfiado, esse filho da puta está sabendo de algo, com certeza.

- Ryan, fala de uma vez antes que eu perca a cabeça, que merda você está escondendo?!

 Já fui direto, me levantando e indo em sua direção.

- Deixa de ser paranoico porra! Até parece que eu ia saber de algo! – Ele se defendeu, revirando os olhos.

- Só fique avisado filho da puta, se eu descobrir que você sabe uma virgula sobre isso, se considere a porra de um cara morto.

Ryan tentou não se abalar com a minha frase, mas pude ver em seus olhos que ele estava escondendo algo.

Eu não acredito que ele está mentindo para mim, puta merda.

- Já disse que eu não sei de nada caralho, eu sou a porra do seu melhor amigo, esqueceu?! – Ele apelou, me fazendo rir de forma irônica.

- Melhores amigos não mentem porra!

- Já chega de briga de madame, vai? Temos mais o que fazer! – Nolan nos interrompeu, se jogando na minha cadeira. – O fato é, temos alguém aqui que está passando informações confidencias para o Lionel e podemos estar seriamente fodidos se ele já souber onde Layla está.

Isso era um fato, não posso simplesmente perder a pirralha agora! Isso não vai acontecer nem por cima da porra do meu cadáver.

- Nolan, triplique a segurança da mansão, Mark – Encarei um dos meus homens de segurança. – Avise para que os caras alternem os galpões de drogas e armas para a região leste da cidade, onde podemos ter supervisão maior, Dylan, quero que coloque mais dez seguranças na cola da minha mulher para qualquer lugar que ela vá, Jonas, dê um jeito de reforçar nosso sistema de proteção do casarão e da minha casa, quero ficar completamente invisível aos olhos daquele velho arrombado. – Os quatro prontamente concordaram, saindo da minha sala em seguida. – E você, Ryan. – Ele me encarou, desconfiado por não receber ordens. – Fique fora do meu caminho.

Ryan me encarou visivelmente irritado, não dizendo nada enquanto saia rapidamente da sala.

Pequei minhas coisas e sai dali o mais rápido possível, parando perto de Jonas que estava saindo do casarão, o pegando pelo braço.

- Mais alguma coisa, senhor?!

- Descubra a merda que ele está escondendo de mim, e se for o que eu estou desconfiando que é....mate ele, sem pena.

O garoto prontamente concordou, indo para seu carro.

Embora sentisse muita raiva e magoa juntos por saber que meu próprio irmão está me escondendo algo, se tem uma coisa que eu não tolero é ser feito de otário, e infelizmente, Ryan e quem eu acho que é, vão sofrer as devidas consequências por estarem brincando com a porra da minha cara.

 

***

- Layla Sharck. Pov. -

Tomei um delicioso banho de banheira e vesti apenas um fio dental por cima de uma curta camisola branca de rendinha, não que eu estivesse de alguma forma pensando em transar com o Justin, mas...

Eu estava mesmo pensando em transar com ele.

Deus! O que aquele imbecil fez comigo?!

É como se eu necessitasse do toque dele, precisasse dele a todo custo, eu estava viciada em Bieber, e isso era extremamente suicida!

Eu realmente sou uma garota suicida, me apaixonar por Justin Bieber foi o pior erro que eu já cometi na minha vida toda.

Peguei meu notebook e fiquei algum tempo pesquisando sobre a Universidade da Califórnia em Los Angeles, onde sempre foi meu grande sonho cursar Arquitetura enquanto Zayn cursava Engenharia e assim seriamos o casal perfeito para sempre, nos casaríamos quando nos formássemos e teríamos dois filhos, um labrador preto e uma linda casa em Santa Mônica.

E aí, Justin apareceu.

Fodeu com tudo, todos os meus planos de uma vida foram verdadeiramente por água abaixo.

Fiquei ali parada, olhando minha Universidade dos sonhos e pensando em como tudo teria sido completamente diferente se eu simplesmente não tivesse saído de carro com minha mãe naquele dia.

Eu provavelmente teria reatado com Zayn, ido para a faculdade, e a essa altura talvez já estivesse até noiva! Feito várias amizades novas, ido a festas de fraternidade, viajado por aí e....

Ainda bem que eu saí de casa naquela tarde.

“Como você pode pensar isso Layla?!”

O problema é, nada se encaixa mais na minha vida sem que o idiota do Justin não esteja incluído nela.

Mesmo ele sendo um estúpido, grosso, babaca, insensível, maldoso, mal-educado, traidor, agressivo, incontrolável, imprevisível, egocêntrico, egoísta, arrogante... eu não consigo mais me ver longe dele.

Merda, eu estou mesmo muito apaixonada por Bieber.

“Faça o que no fundo você quer fazer, não desista do sonho de toda uma vida por ele, não cometa mais idiotices do que você já cometeu. ”

Quando dei por mim o botão de enviar já havia sido apertado, era isso, eu havia enviado uma carta de recomendação a Universidade Da Califórnia em Los Angeles, com meu currículo escolar e meus dados pessoais, e era isso.

Justin teria que aceitar o meu sonho querendo ou não.

Bem, eu só espero que ele não me mate quando eu contar...

Escutei passos apressados pelas escadas de vidro e prontamente guardei o computador em cima da grande mesa de centro do quarto, soltei meus cabelos e peguei um livro qualquer, me jogando na cama e respirando fundo.

- Porra do caralho!

Fechei os olhos e o escutei quebrando algum enfeite de nosso quarto no chão, meu Deus, ele estava muito alterado, olhos vermelhos, tirou sua camiseta com raiva e a atirou contra o chão, puto da cara.

- Justin... – O chamei com medo, ele me encarou fixamente. – Está tudo bem?

- Não pirralha, não está tudo bem. – Ele respirou fundo provavelmente tentando manter a cama.

- O que houve?!

- A PORRA DO SEU PAI EXPLODIU MEU GALPÕES PELA MERDA DA CIDADE TODA, E NESSE MOMENTO EU QUERO MUITO QUE MEUS HOMENS O ENCONTREM E O MATEM, AQUELE DESGRAÇADO FILHO DA PUTA! – Outro objeto foi lançado contra o chão, reprimi um grito.

- Justin... – Me levantei da cama, receosa. – Por favor, calma... – Cheguei perto dele, em um gesto involuntário o abraçando por trás.

Bieber era bem mais alto do que eu, no mínimo uns 30 centímetros ou mais, era muito perigoso para mim tentar acalmar esse psicopata, mas de qualquer forma ele sobraria para mim, então não custava tentar.

- CALMA NADA! CARALHO! – Ele saiu do abraço, indo transtornado em direção a janela.

Merda, eu preciso acalma-lo e rápido, antes que o querido aí quebre a casa inteira e acabe se machucando ou me machucando ou machucando algum coitado que sequer olhar para ele.

Ele estava de costas para mim, pensei rápido e tirei minha camisola, indo em sua direção.

- Bieber...

Sussurrei baixo, o virando calmamente para mim.

Justin se virou louco para me socar de tanta raiva, mas quando me encarou melhor, pude ver seu olhar transbordar algo que não pude identificar com clareza.

- Layla... – Ele deixou a frase no ar, me encarando.

- Fica comigo. – Pedi baixinho.

Nem eu estava me reconhecendo mais.

Senti seu olhar sobre mim e abaixei a cabeça, completamente envergonhada.

Em pouco tempo meu corpo foi jogado contra a cama sem delicadeza nenhuma, senti seu corpo grande sobre o meu e seu lábios tomarem os meus com muita agressividade, emaranhei meus dedos em seus cabelos e pedi passagem timidamente com a língua, ele cedeu prontamente, me beijando com muita violência.

- Sem a viadagem toda que foi a última transa, dessa vez eu vou te mostrar como se fode de verdade, pirralha...

Seu tom rouco e baixo em meu ouvido me causou arrepios, como assim uma foda de verdade? PARA MIM A NOSSA PRIMEIRA VEZ TINHA SIDO A TRANSA MAIS SELVAGEM QUE EU JÁ TIVE!

Mas como já era de se esperar, para Justin aquilo foi extremamente delicado e banal.

Deus, eu estou realmente excitada com essa frase dele...

Bieber desceu beijos pela minha barriga e senti um forte chupão perto do meu umbigo que me fez gemer, ele foi descendo mais, passando seus dedos por minha intimidade.

- Justin... – Gemi quando minha calcinha foi rasgada com agressividade.

- Hoje vamos fazer algo diferente. – Ele sussurrou, me pegando com a maior facilidade do mundo e me colocando sentada em seu colo como uma criancinha. – Quero que você sente no meu rosto, para eu poder te chupar com muita força...

Deus! Eu devo ter corado violentamente com isso...

Eu arfei, senti beijos de Justin pelo meu pescoço e ombro, seus beijos molhados estavam me deixando ainda mais molhada por ele, rebolei timidamente em cima do seu membro protegido pela calça e ele sorriu cafajeste, mordendo meu lábio inferior.

Fiz o que ele pediu ainda morta de vergonha, Bieber se arrumou na cama e agarrou meus quadris com possessão, agarrei nos lençóis da cama e prendi um grito quando senti sua língua quente passando por toda a extensão da minha intimidade, me fazendo delirar.

- Ah, Deus... – Eu sussurrei completamente entregue a ele.

- Prefiro ser chamado de Justin.

Ele brincou enquanto me chupava dessa vez com mais violência, gritei sem medo de alguém da casa ouvir, rebolando involuntariamente contra seus lábios, eu sentia a língua de Justin entrar e sair rapidamente, me levando a insanidade.

Eu nunca havia feito algo assim, e provavelmente jamais acharia alguém tão bom como Bieber nisso.

- J-Justin...eu vou.... – Sussurrei gemendo, Justin soltou um tapa enquanto apertava minha bunda, me fazendo gozar de uma vez contra sua boca.

Cai desfalecida na cama, completamente sem reação.

- Já cansou? Eu ainda nem comecei com você... – Bieber sussurrou contra meu ouvido, me causando mais arrepios. – Se ajoelha, agora.

Arrumei folego não sei de onde e me ajoelhei em sua frente na cama, já sabendo o que estava por vir.

- Me mostre de verdade o que você sabe fazer Layla, não quero vergonha aqui.

Ele estava realmente me desafiando?

- Está me desafiando? – Perguntei incrédula, ele mordeu o lábio inferior por me encarar naquela posição.

- Você fala demais gatinha.

Agarrei em seu membro sem muita delicadeza e levei minha boca até ele, lambendo lentamente sua extensão enquanto olhava nos olhos caramelados de Justin, ele me encarava com um olhar de puro desejo, comecei a masturba-lo devagar, movimentando minha boca ao mesmo tempo, o vendo revirar os olhos.

Ter a visão de Justin tendo prazer era indescritivelmente sexy.

- Caralho! – Ele sussurrou, agarrando em meus cabelos com força.

Acelerei meus movimentos, escutando Justin murmurar meu nome juntamente com coisas sem nexo algum, senti suas veias engrossarem e seu rosto se avermelhar, indicando que ele estava realmente perto.

Acariciei suas bolas e aumentei ainda mais as chupadas, sentindo seu liquido escorrer pela minha garganta, sorri satisfeita.

- Puta que pariu. – Justin respirou fundo, ofegante, me encarando surpreso. – Iria perguntar porque você é tão boa nisso se só tem 17 anos, mas aí percebi que vou ficar muito puto se ouvir a resposta... – Concordei com a cabeça, rindo baixo enquanto ele me empurrava de volta para a grande cama. – Agora... te quero de quatro para mim, Layla.

Eu já havia feito assim com Zayn, mas, com Justin eu sentia um tesão indescritível só de imaginar!

Fiquei rapidamente na posição que ele mandou e mordi o lábio inferior ao senti-lo passar suas mãos por minha bunda, distribuindo alguns tapas nada carinhosos, mas a essa altura do campeonato eu nem me importava em como aquilo ficaria vermelho depois.

- Justin...vai!

Murmurei irritada enquanto o sentia ameaçar me penetrar apenas com a cabeça de seu membro, mas aí ele tirava e ria cafajeste.

- Pede Layla, pede que eu faço o que você quiser... – Ouvi sua voz extremamente rouca atrás de mim, meu coração falhou uma batida.

- Por favor Justin...por favor....

Sussurrei vencida, me agarrando aos lençóis, o sentindo me preencher de uma vez.

- Eu sempre disse que você iria implorar por mim, não disse? – Ele perguntou ofegante, me penetrando freneticamente.

Me limitava apenas a gemer nesse momento, porque sabia que não conseguiria formar uma frase concreta nessa situação.

- Awn...J-Justin...

- Geme...meu...nome... – Ele falava ofegante, Justin já estava cansando, o tirei de mim e nos inverti na cama, sentando nele. – Puta merda pirralha.... – Ele mordeu meu lábio de novo, de olhos fechados.

Minha intimidade se contraiu com essa cena maravilhosa.

O encaixei em minha entrada e comecei com movimentos lentos e prazerosos, encostei minha cabeça em seu ombro tatuado e gemia baixo, ditando a velocidade.

- Mais rápido, porra! – Ele murmurou irritado enquanto gemia, ri de seu desespero.                   

- Pede Bieber, pede que eu faço o que você quiser...

Se ele sabia brincar, era bom saber que eu também sabia, e muito bem.

- Caralho, não...fala... desse jeito... – Ele revirou os olhos, agarrando meu quadril e me movimentando com força, eu gritei de prazer. – Você não aguentaria ouvir um por cento das coisas que eu já imaginei fazer com você, Layla...

Eu já não respondia mais por mim, apenas gemia alto e me agarrava ao seu corpo, Justin não estava muito diferente, ditava a velocidade do meu quadril e gemia baixo em meu ouvido, sussurrando coisas sem sentido algum.

Senti meu ventre se contrair de prazer e logo aquela onda maravilhosa me tomou por inteiro, do jeito mais intenso que eu já pude sentir.

- Mmmmm, Meu Deus! Bieber....

Tombei a cabeça para trás, apertando seu membro dentro de mim e o sentindo despejar todo o seu liquido quente, me fazendo gemer ainda mais.

- Porra Layla, você vai me matar pirralha! – Ele se jogou para o lado, nos desencaixando.

Ficamos um ao lado do outro, respirando com dificuldade pelo que havia acabado de acontecer naquele quarto, eu estava sem palavras.

- Merda, como eu estou arrependido. – O escutei murmurar, senti meu coração se apertar com isso. – De não ter forçado a barra para a gente ter transado antes! Eu podia ter isso aqui todos os dias se quisesse e preferi bancar o bonzinho com você! Eu não acredito que fui burro a esse ponto. – Ele riu baixo, soltei minha respiração e ri também.

- Eu fui bem?

Perguntei inocente para ele, Bieber me encarou com a expressão mais maliciosa que eu já vi.

- Com mais algum treinamento que terei o prazer literal de te dar, você ficará perfeita para mim, pirralhinha.

Eu ri, dando um tapa em seu braço, Justin riu um pouco e nos cobriu com os lençóis, apagando a luz do meu abajur em seguida.

- Justin... – O chamei, escutando um “fala” em seguida. – Por que foi tão carinhoso comigo na nossa primeira transa? Se já sabia que eu não era virgem?

Justin suspirou, como se estivesse se amaldiçoando internamente por dizer aquilo.

- Porque eu não queria te machucar, não queria fazer com você igual eu fazia com as outras, queria que a nossa primeira foda fosse diferente.

Senti vontade me pular em cima dele e o beijar por horas depois dessa frase! Ele realmente se importava!

- Por que não assume logo que me ama loucamente, hein? – Ri baixinho, Justin me puxou para ele, nos fazendo ficar de conchinha.

- Porque seria mentira, ué. – Ele deu de ombros, beijando meu pescoço. – E acho bom você dormir logo antes que eu me anime e queira um segundo round ainda mais animado que esse.

Fingi roncar no exato momento, arrancando boas risadas dele.

 

***

- (Censurado) Pov. –

Droga, nem dormir direito em estava conseguindo mais, ele me contou sobre os barulhos que ouvia dos dois no quarto! Eu queria vomitar! Imaginar aquela vadia com ele me dava arrepios, eu preferia morrer a acreditar nisso.

- Fala porra, eu estava dormindo! – O escutei reclamar rouco do outro lado do telefone.

- Pirralho, só queria te avisar que eles estavam transando loucamente nesse exato momento, e sua patricinha está gemendo feito uma vadia. – Revirei os olhos, o escutando bufar.

- Só reclama assim porque queria estar no lugar dela, não é?!

- Queria mesmo ué, você não faz ideia do quão magnifico aquele homem é na cama!

- Você é nojenta, sério. – Ele riu. – Se não se importa, eu vou voltar a dormir porque tenho mais o que fazer, tenha péssimos sonhos.

- Igualmente. – Sussurrei indiferente, desligando o telefone.

- Mamãe, posso dormir aqui? Eu tive um pesadelo...


Notas Finais


Espero do fundo do heart que vocês estejam curtindo! <3

Então migas, quem é a mamãe? Quem é o papai? Q q tá acontecendo?!

Só aditando uma coisa, isso aí ainda vai render mais barraco que aquele Casos de Familia! KAAKAKAKKSKSS

Prometo postar o próximo até quarta! Bjão! <3


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