História Revenge And Obsessive Love - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Elle Fanning, Justin Bieber, One Direction
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Doentio, Criminal, Drama, Elle Fanning, Gangues, Harry Styles, Inocencia, Obsessão, Possessão, Revelaçoes, Romance
Exibições 163
Palavras 2.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Somente Minha


Point Of View Narrador

Era o primeiro dia de aula em um país nunca antes visitado por nenhum dos três americanos do lado de dentro da sua nova escola. Sem saber o que certamente fazer eles se dirigem ao carro de luxo estacionado no lado de fora do recinto escolar.

— Para onde vamos, Justin? — pergunta Kattely. A mesma por sua vez, sentia o frio na barriga preencher seu interior a deixando quase aos prantos e de pernas bambas. Quase prestes a cair. Ao notar tal frieza nas mãos pequenas da garota, Justin se aproxima mais da porta quase que saindo do carro pela a janela.

— Acho que não precisam de tanto nervosismo, Kattely — ele segura as mãos gélidas de sua lolita as esfregando contra sua pele. O que aos poucos a fez se aquecer. A mesma com suas bochechas de um tom rubro sorriu abaixando seu olhar, envergonhado, como sempre.

— A campa bateu e até agora não sabemos para onde ir. Não acha melhor você nos mostrar o lugar, já que estudou nessa escola a tempos atrás? — Alex fala com seus braços cruzados. Justin por final desce do carro o deixando no alarme. Acompanha os três com a mão na cintura de Kattely, como sempre andava.

— As salas são no corredor principal. Tenham cuidado se forem fazer alguma coisa errada ou algo do tipo, à câmeras em todos os lugares — diz o loiro. Kattely se distancia um pouco levando suas mãos aos braços do namorado.

— Você? Falando sobre não causarmos problemas? — pergunta com seu leve sorriso no rosto.

— Poderia ser o que fosse, mas tirava boas notas e por incrível que pareça nunca me envolvi em uma briga dentro da escola, muito pelo contrário. — ele fala, mas logo começa a sussurrar — nunca ninguém desconfiou do que eu realmente sou, então, façam meu nome valer a pena. — Justin por um momento, breve, ficou olhando somente para a garota a alguns metros de distancia de si.

— Esperem aqui, vou ao banheiro — aquela havia sido sua desculpa para descobrir quem era aquela parecida.

Ao andar alguns pequenos metros ele se via mais curioso ainda em relação a garota, agora, perto demais dele.

— Anelisse? — pergunta baixo. O que ela poderia ser? Uma amor esquecido?

— Justin? Que surpresa? Quanto tempo não nos vemos mais? — aquelas perguntas não foram ouvidas pelo mesmo. Afinal, estava um tanto em choque por ver aquela mulher a sua frente, viva.

— Realmente faz bastante tempo. O que veio fazer aqui? — pergunta.

— Sou professora de artes. Sai daquela vida e espero que você também tenha saído, saiu ou não? — ele nega com a cabeça. A postura da mulher de cabelos castanhos escuros foi praticamente a mesma, mas mesmo assim, continuava a ficar um tanto surpresa.

— Quem são aqueles jovens? Seus irmãos? Ou filhos? — Justin nega com a cabeça.

— Não são ninguém do seu interesse, Anelisse — ele solta seu fogo.

— Por que tanta ignorância, Justin? Não se lembra do nosso passado? Da forma em que me tratava bem? — diz a mesma.

— Isso não importa mais, Anelisse, você agora é o de menos, tenho alguém muito mais importante do que você na minha vida. Ela pelo menos não me deixou sozinho quando eu precisei. — ele se poupa de tanto estresse a agonia.

— Eu estive lá por bastante tempo, você que queria ficar sozinho, enquanto isso ficava com raiva da filha do Bernnek e de todo o resto do mundo. — ela se vira em direção ao pequeno grupo de jovens. Seus olhos se focam na garota loira a alguns metros de distancia.

— Não... — fala ironicamente como se não pudesse acreditar, e realmente, não estava acreditando. Anelisse ri da sua cara como uma criança rir de um palhaço. Sua barriga chegava a doer de tanto ar que colocou para fora. Justin revira os olhos ainda na sua mesma posição.

— Como consegue ser tão hipócrita assim? — ela cessou seu riso o olhando de forma quase que penetrante. Justin não se deixou levar pelos olhos da garota a sua frente, afinal nunca sentiu algo significante por ela.

— Como consegue ser tão vulgar assim? Afinal você é uma professora — ele olha para sua roupa um tanto ou bastante curta.

— Não mude de assunto, Justin. Você sempre gostou da maneira como eu me vestia. — ele leva o dedo indicador aos lábios. Respira e solta suas palavras.

— Eu sempre gostei quando te levava para a cama do quarto de hospedes da minha casa. Não é por isso que você deve se sentir especial, por que voce não é — Justin acabou com a alegria de Anelisse em menos de poucos segundos, o que foi o suficiente para a mesma deixa-lo sozinho no meio de um corredor perto do banheiro masculino.

Justin sabia que havia acabado de ganhar aquela discursão com suas palavras um tanto afiadas. Afinal, ele nunca foi de gostar de morenas, jamais foi capaz de gostar de alguém, até certo ponto. O loiro se locomove até o pequeno circulo de três pessoas que se mantinham no mesmo lugar durante toda a conversa suspeita.

— Quem era? — Kattely e sua curiosidade foram os primeiros a falar. Justin se mantinha calmo por fora, mas, por dentro estava prestes a explodir em meio de tantas perguntas relacionadas a noite anterior e o dia presente. Os minutos haviam se passado e Justin continuava sem resposta e algo parecido.

— Apenas a antiga professora de vocês — fala.

— Oi? Como ela vai ser a nossa professora se ainda nem entramos na sala de aula, inteligente?! — Justin fecha a mão à transformando em um punho fechado.

— Quer que eu soque a sua cara? — Alex bateu no rosto o desafiando e se arrependeu do feito.

— Puta que pariu, filho do capeta — Alex vai para trás pelo forte soco no olho esquerdo. Justin ao menos sofreu algo em sua mão, apenas um leve incômodo.

— Será que sempre irá ser assim? Dá pra parar de bater nas pessoas sem motivo nenhum. Não ta vendo que o que ele falou tem sentindo, Justin? E se você bater em mim de novo eu vou embora e nunca mais volto. Não é por que está estressado com alguma coisa que tem quê descontar em quem não tem nada aver. — Kattely nunca havia sido uma garota de responder alguém, mas, quando se trata de alguém na qual ela se importa a mesma ataca com suas unhas vermelhas e seus dentes brancos perfeitamente alinhados.

— Você é a pessoa que menos deve me dar conselhos e sermões, Kattely — diz o loiro a sua frente. Ela o leva para um lugar vazio.

— Você é a pessoa que menos deve bater nele. Alexander vem sido a pessoa na qual mais me deu apoio quando precisei, principalmente quando você me traiu. Posso ser qualquer garotinha inocente, Justin, mas não mexa com meus amigos. Sabe do que eu sou capaz por eles, mas eu serei capaz por você também? Ninguém sabe! — tentar negar para ele o que Kattely sentia pelo mesmo era inútil. Então, Justin ri de sua cara.

— Todos sabem que você me ama, Kattely. Acredite, você saiu da vagina da sua mãe somente para ser minha. Você não é como as outras abrem as pernas em minha direção ou coisa parecida, você é muito melhor e tem todas as regalias que elas desejariam por uma vida inteira. E principalmente, você me tem. E isso é o maior prêmio que qualquer uma delas querem, mas que somente você tem. Então cala a sua boca e retribui esse beijo — ele segura o seu rosto com uma força um tanto anormal, era um sentimento recíproco na qual os dois nutriam por mais de um ano e meio. Suas mãos vão parar na cintura fina da garota a sua frente, aquele não era o lugar para beijos, mas quem disse que deveria ser como as regras são ditas?

— Acho bom voltarmos, estão sentindo a nossa falta — diz Kattely. Justin olha para os lados notando o corredor vazio.

— Entra dentro da sala do zelador — disse.

— O que você vai fazer? — pergunta a loira.

— O que nós dois vamos fazer — fala o mesmo com seu tom de malícia.

Point Of View Justin Bieber

Depois de tanto tempo perdido naquela escola eu resolvo matricula-los em outro colégio. Estou os tratando como meus filhos? Realmente, mas não são. Só quero que sejam inteligentes e bons o bastante para organizar um plano como eu desejo que organizem. Ao descer as escadas noto Kattely com uma blusa apertada e apenas a parte de baixo do seu biquine. Quase que automaticamente meu cérebro apitou dando sinal de ciúmes. Não estava nem ai.

— Que roupas são essas, Kattely? — pergunto chegando mais perto da mesma, evitando triscar um dedo em si.

— Eu estava indo para a piscina com os meninos e as meninas. Algum problema? — ela pergunta com seu certo medo. Recuo um passo me deixando ter a visão dela por completo. Mesmo tando tão bela assim, pela primeira vez, a deixo ir ao lado de fora. Os olhares automaticamente foram direcionados a Kattely o que me deixou raivoso.

— Perderam algo no corpo dela? — minha pergunta os fez virarem seus rostos para a direção contrária.

— Me espere sentada na cadeira de sol e vestida com um dos meus roupões. Vou me trocar — digo dando um beijo em seus lábios. Eu estava calmo naquele dia, mas até quando minha calma e paciência duraria? Afinal Kattely Jimmilyz é minha e apenas minha. Ela pode fugir, correr e tentar se esconder de mim em qualquer local do mundo, eu vou encontrar ela até mesmo no inferno.

A muitos anos eu vi aquela pequena garotinha que mais me remetia a um anjo mais perfeito já visto em toda a terra. Eu teria que a ter para mim e somente para mim. Afinal, Kattely nasceu destinada a mim. Nunca pensei está completamente apaixonado por uma lolita como ela, mas o que eu poderia fazer? Não havia como sair dos seus feitiços. Kattely é um achado na qual somente eu tenho acesso. Ela é uma joia rara na qual muitos querem e somente eu tenho. Kattely Jimmilyz Whelle pertece somente a mim. Eu corpo e sua alma são meus.

Subo as escadas indo em direção ao nosso quarto. Sigo em direção ao closet pegando qualquer calção a minha frente e logo o vestindo. Vou em direção a janela tentando ver o que Kattely estava fazendo. Ao ver todos na piscina calmos e se divertindo em um único lado da mesma, vejo Kattely rindo como se não ouvesse amanhã com um dos meus seguranças. Eu não estava acreditando no que estava vendo. Quem ele pensa que é pra fletar com a MINHA garota? Desço as escada com ódio. Ela está me traindo, sabia, desde o início seu sempre soube.

— Que porra é essa? — o puxo de perto da minha garota. Kattely ao mesmo instante se levanta da cadeira tentando vir em minha direção. Mas então nego com a cabeça.

— Não chega perto de mim — digo apontando para a mesma.

— Sr. Bieber não é nada do que o senhor está pensando — diz o mesmo tentando se passar por vítima.

— Quero ver — digo batendo sua cabeça com força contra a coluna de mármore.

— JUSTIN PARA! — o empurro em direção a coluna novamente.

— Cala a boca sua vadia — ela leva as mãos até a boca.

— Nunca mais toque na minha garota novamente — pego a arma na barra da sua calça. Ao menos espero algum tempo para que ele possa raciocinar de forma rápida. Atiro.

— NÃO! — ela grita alto.

— O que você fez? Ele estava me pedindo ajuda para comprar um presente para a namorada dele, seu estúpido — as lágrimas de Kattely saiam como intensas cascatas.

— Menos um — digo.

— Agora, vamos! — puxo seu braço vendo todos a minha volta me olharem assustados. Enquanto eu e Kattely subíamos as escadas ouvia os seus soluços e suas baixas palavras irritantes. Não importa se matei uma pessoa inocente. Ela é minha e ninguém olha para a minha mulher. A jogo dentro do quarto.

— Me desculpa... Eu não queria fazer aquilo, foi pelo impulso — ela vem em minha direção batendo em mim.

— Será que não vê? Você é um louco. Um doente mental e completamente alucinado. Eu quero você longe de mim — ao ouvir todas essas palavras seguro seus pulsos com força a fazendo gemer de dor, a prendo entre a parede e mim.

— Acha que eu vou ficar longe? Eu vou te seguir até o último segundo da sua vidinha, Kattely. Você é minha desde que eu pus meus olhos em você e olha, isso foi a muito tempo atrás. Você é minha até quando morrer e quem olhar, sorrir, falar ou tocar em você vai ter um futuro bem pior do que aquele cara. Novamente: você é somente minha.

Notas Finais


Esse não é o melhor capitulo que eu ja escrevi em toda minha vida. Mas é um capitulo. Comentem e muitos Bjs cheios de purpurina XoXo


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