História Reverse - II TEMP. - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Pansy Parkinson, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley
Tags Dramione
Exibições 289
Palavras 2.930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá amores.

TRILHA SONORA DO CAP: Over My Head - The Fray 💜

Espero que gostem - sim, confesso que não estava inspirada, maaaaas ...

Boa leitura 💜

Capítulo 9 - Incógnitas


POV. HERMIONE

 

Acabei indo direto pra casa. Precisava tomar um banho, me acalmar e por a cabeça no lugar. Caminhei até o banheiro, fechei a porta e comecei a me despir. Só então me dei conta de que estava com a camiseta dele. Fui para a frente do espelho, eu estava corada, meus cabelos bagunçados e embolados de forma estranha.

E ele disse que eu estava extremamente sensual assim ?

Ri pelo nariz e me livrei da camiseta. Liguei as torneiras da banheira e fui escovar meus dentes enquanto esperava encher. Finalmente com a banheira cheia, entrei, afundando o corpo na agua morna. Suspirei pesadamente. Agora que a raiva tinha evaporado estava me sentindo uma tola, afinal o que aconteceu comigo ? Que saudades eu tinha daquela Hermione que pensava antes de agir.

Peguei Hugo na casa de Harry meia hora depois. Gina resolveu ir comigo ao parque levar os meninos para brincar. Chegando la Hugo subiu em sua bicicleta com rodinhas e ficou andando pelo espaço que determinei, com James correndo atras dele e rindo. Gina e eu nos sentamos no gramado. Estava muito calor e o parque estava abarrotado de Trouxas.
— E aí, como foi ontem com o Malfoy ? — ela perguntou curiosa, mal contendo o sorrisinho.
Respirei fundo.
— Como você disse que ia ser. Acabei cedendo — admiti a contra gosto.
Gina deu uma risadinha.
— E o que aquele idiota fez pra você estar assim ? — perguntou.
Franzi o cenho.
— Assim como ?
— Assim — ela deu de ombros  — mal humorada. Era pra você estar saltintante por aí, não era ?
— Talvez ... — respondi — Seu irmão como sempre estragou tudo.
Gina se empertigou, arregalando um pouco seus olhos azuis.
— Meu irmão ? Ron estava la ?
— Não exatamente.
— Mione, pode falar a minha lingua por favor ? — disse ansiosa.
Tomei folego.
— Ele estava na minha cabeça, acusando Malfoy de me trair com Pansy Parkinson — resmunguei.
Uma risada aguda explodiu da boca de Gina. Lancei um olhar mal humorado a ela e cruzei os braços desviando o olhar para as crianças que ainda brincavam.
— Gina, é serioooooo — choraminguei.
Gina riu mais um pouco e me empurrou de brincadeira.
Contei mentalmente até dez tentando me acalmar, e então, quando achei que estava bem o suficiente para falar comecei a contar a Gina sobre aquele dia no Ministério em que esbarrei com Ron e o que ele havia dito n'A Toca sobre o Draco ter outro filho.
— E o que o Malfoy disse ? — ela perguntou, tão séria que nem parecia ter tido uma crise de riso a menos de cinco minutos.
— Nada . . .
— Nada ? Como "nada" ? — seu tom era de indgnação.
Respirei fundo.
— Bem, digamos que eu não tenha dado tempo a ele para que dissesse alguma coisa — contei em uma voz fininha.
Gina me olhou com atenção, suspirou.
— Acho que devia falar com ele a respeito disso. Ouvir o que ele tem a dizer — disse.
Mordi meu lábio frustrada e inquieta.

 

POV. DRACO

 

— O que há com ela ? — Potter perguntou a ninguém especifico.
Inspirei profundamente e balancei a cabeça em negativa.
— Eu não sei ... direito — respondi mesmo assim.
Potter se virou e me analisou de cenho franzido.
— Alguma coisa você fez — acusou.
Pensei a respeito do que ela dissera; Ela repitiu o nome de Pansy e também falou sobre meu "outro filho". A respiração se prendeu em minha garganta quando juntei as coisas dessa forma. Agora eu entendia: Hermione estava dizendo que eu tivera outro filho e com Pansy ? Tive que usar toda minha força de vontade para voltar a respirar. Isso era impossivel !
— Impossivel — falei alto, dando eco aos meus pensamentos.
Potter bufou com desdém.
— Pra cima de mim não, Malfoy. Como sempre você deve ter estragado tudo  — seu tom era de irritação, ele se aproximou mais da grade do portão que eu segurava — Eu só não parti sua cara em duas ainda por causa dela. Mas se continuar magoando a Hermione eu vou fazer, não importa o que ela diga.
Potter me encarava com raiva, mas eu estava atordoado demais para retribuir sua agressividade. Simplesmente dei meia volta, caminhando furiosamente de volta a Mansão.

Eu estava sozinho. Mais uma vez, sendo sugado por esse maldito ciclo interminavél. Bati a porta da frente usando toda a minha força, causando um estrondo alto que ecoou por todo lugar. Corri as mãos por meu cabelo em completa frustração. De onde Hermione tirou essa ideia absurda, oras ? Respirei fundo. Eu precisava ocupar a cabeça ou ia enlouquecer. Quanto mais pensava a respeito do que ela dissera, menos sentido parecia fazer. Peguei minha vassoura a muito esquecida em meu quarto, montei nela e saí pela janela em disparada. O céu azul era o limite e o vento soprava com força o suficiente para me manter concentrado em permanecer firme em minha vassoura.

Tinha anoitecido e eu caminhava pelos corredores tão familiares para mim, no entanto não me sentia acolhido. Com Hermione passando a noite anterior comigo estar na mansão se tornora razoavelmente agradavel. Mas não se tratava do lugar, mas sim da compainhia. Se tratava dela, somente dela. Ela era a única capaz de afastar os fantasmas da minha cabeça, de afastar aquele vazio do meu peito. Puxei o masso de cigarros do meu bolso, tirei um e tornei a guardar. Usando um isqueiro antigo que Tinket me deu acendi um. Parei diante de outro corredor que se estendia a minha frente, esse repleto de retratos. Dando uma tragada longa comecei a caminhar por ele, meus dedos raspando na parede, logo abaixo dos quadros, os rostos de minha familia, todos me acompanhando com os olhos em desaprovação. Parei na frente do quadro do meu avô, Abraxas. Ele me encarou de cima, tão incomodado quanto os outros e eu sabia o porque. O cigarro Trouxa que estava em meus lábios. Olhei para o cigarro e o tirei da boca, soltando toda a fumaça no quadro do meu avô. Ele tossiu e fez uma carranca. Ora vovô, não arranque os bigodes, o Sr. esta morto não precisa se preocupar com a toxica fumaça do meu pequeno companheiro; eu diria isso a ele. Mas não estava para conversas estranhas e detestava esses quadros alterados com magia. Meu avô não estava mais ali, nem ele e nem os outros daquela parede estúpida, era perda de tempo. Ele se movia, as vezes falava, mas não era ele. E isso era uma droga. Continuei a caminhada, tragando meu cigarro, sentindo a fumaça descer por minha garganta e se instalar em minha caixa toraxica, devorando meus pulmões e minha inquietação. Me acalmando, de certa forma. Calmaria essa que só duraria alguns minutos. Somente Hermione tinha o efeito de me acalmar por horas, dias, eu diria até anos ! Mas ela também não estava ali, provavelmente estava me odiando em algum canto de seu apartamento por uma coisa que eu não tinha feito. Virei um corredor a esquerda, andava a esmo por aquela casa gigante, tentando me distrair da dor que tudo aquilo causava. Era minha primeira noite ali, completamente só. Era apenas eu e meus fantasmas.

Cada pedacinho daquele lugar guardava alguma lembrança de minha mãe. Ela fora o meu refúgio daquelas paredes quando era mais novo e tinha que retornar para casa. Fora o meu escudo, sempre esteve por perto defendendo-me do carrasco do meu pai, batendo de frente com a podridão que aquele homem era. Era horrivel pensar que talvez ela não tenha sido exatamente o que eu pensei que fosse. Senti meus olhos se enchendo de lagrimas e mordi a boca com força para não chorar.Virando no proximo corredor vinha o quarto dela - segunda porta a direita. Meus pés me guiaram antes que eu mesmo decidisse se queria ou não fazer aquilo. Ao girar a maçaneta a porta rangeu, parecia mais um gemido de lamentação e isso me causou arrepios. Adentrei o quarto e me surpreendi por seu cheiro ainda estar tão presente naquele comodo.

Que tortura.

Pisando devagar fui até sua cama. Estava com os lençois bagunçados, um travesseiro estava pendurado, quase caindo ao chão. Eu não tinha estado ali desde que ele a matou; e olhando aquela cama, me perguntei se estava daquele jeito porque ela se deitara com ele. Com homem que tirou a luz dos seus olhos. Pensar nisso trouxe em mim uma ira descomunal, ânsias, um barulho aterrador em minha cabeça. Vozes. A voz dele gritando as armações de minha mãe pra mim. Virei para o lado e me apoiando no dosel da cama, reprimi a bile que ameaçava vir. Pendi a cabeça para tras e respirei fundo, tentando me recompor. Olhei em volta, o que aquelas paredes esconderam de mim por anos ? Me arrastei para fora daquele quarto, daquele abismo escuro que me causava tantas sensações diferentes.

Desci o gramado mais uma vez. Precisava de respostas e Potter sendo o melhor amigo dela devia saber de alguma coisa.
— Ei, Potter ? — chamei me aproximando do portão.
Potter virou-se devagar, os braços cruzados sobre o peito, as sobrancelhas ligeiramente levantadas.
— Eu ? — ele esticou a palavra.
— Hermione acha que estou escondendo coisas dela — comecei.
— Ela não é a única. Mas, o que tenho a ver com isso ? — falou em um tom confuso.
— A diferença é que eu me importo com o que ela pensa; agora o que você pensa pouco me interessa — rebati com irritação.
— Sendo assim não preciso escutar qualquer merda que você tenha a dizer — replicou.
Suspirei.
— Hermione veio com uma conversa estranha sobre eu ter tido outro filho. Um filho com Pansy Parkinson — não pude evitar a careta ao contar — Tem alguma ideia da onde ela pode ter tirado esse absurdo?
Potter franziu o cenho.
— Não — respondeu rapido.
Rapido demais até. Não sei onde estava com a cabeça quando pensei que ele fosse me dizer qualquer coisa.
— Certo ... — murmurei insatisfeito.
— E você tem ? — perguntou de repente.
— Tenho o que ?
— Um filho com a Parkinson.
— Obvio que não — rebati irritado.
— Como pode ter tanta certeza ?
— Não vejo Pansy desde a escola — frisei.
— Pode ter ocorrido na escola então, as vezes ela não quis contar a ninguem, com medo da reação que um babaca como você poderia ter — ele deu de ombros.
Ri pelo nariz. Aquilo era sério ?
— Pansy ? — debochei — ela não ia perder a chance de esfregar uma gravidez na minha cara e na cara de todos em Hogwarts.
Dei um sorriso duro de escarnio.
— Não sei se da pra acreditar em você — disse ele.
Franzi a testa para ele.
— To cansado de todo esse seu discurso sobre não confiar em mim. Estou falando a verdade, ponto.
Potter permaneceu impassivel, me observando com atenção. Por fim, deu de ombros e voltou a ficar de costas para mim. Dei um empurrão no portão e virei irritado, me dirigindo de volta para casa. Mais uma vez sem respostas.

Acabei na sala novamente. Uma garrafa de Wisky de Fogo ao meu lado, um cigarro aceso entre meus dedos e uma caixa de fotografias que achei no escritorio do meu pai. Pelo visto essa seria a noite mais longa da minha vida.

 

POV. HARRY

 

Aparatei para A Toca. Atravessei o gramado em passos rapidos, dali de fora ja conseguia ouvir a risada de James. Era a melhor parte do meu dia - ver meu filho. Abri a porta devagar - James costumava ficar atras das portas, eu ja havia derrubado o garoto assim umas cinco vezes. Dito e feito. Mal coloquei o pé na madeira brilhante e James se chocou contra minhas pernas, caindo sentado.
— E aí garotão, machucou ? — perguntei ao me abaixar e pega-lo no colo.
Ele fez que não com a cabeça e se sacudiu para que eu o colocasse no chão, então saiu correndo para a cozinha. Segui James e o maravilhoso cheiro do cordeiro que a Sra. Weasley cozinhava. Parei no batente e cruzei os braços encarando minha mãe de coração.
— Esse cheiro é maravilhoso — comentei com um sorriso.
Ela me olhou por sobre o ombro sorridente, soltou a colher que continuou por conta propria mexendo a comida, limpou as mãos em seu avental e avançou até onde eu estava, abraçando-me.
— Harry, meu filho, esta com fome ? — falou soltando-me.
— Um pouco, acho que vou ficar por aqui, se não se importar — falei adentrando a cozinha.
— Imagina — ela dispensou com a mão — vou pedir para o Jorge avisar Gina para vir pra ca. Acredita que ele esta de namoradinha ? — contou a Sra. Weasley, uma pontada de ciume em seu tom de voz, embora sorrisse.
— Serio ? — falei surpreso — E quem é a garota ?
A Sra. Weasley suspirou, pegou James - que estivera escondendo-se em baixo da mesa - e o sentou em seu cadeirão, com um aceno da varinha fez uma pêra flutuar até as mãozinhas pequenas dele.
— Eu não tenho a minima ideia — respondeu — Mas estou feliz que ele esteja, bom, se distraindo ...
Fez-se silêncio. Para me livrar do desconforto e culpa que a morte de Fred ainda me causava mudei de assunto.
— O Ron ja chegou ? — perguntei depressa.
Sutileza zero.
— Ja sim, esta la em cima — disse a matriarca sorrindo com ternura.
Me levantei, depositei um beijo forte na bochecha da Sra. Weasley recebendo um tapa carinhoso e brincalhã no ombro como brinde e então subi as escadas de dois em dois degrais até o quarto de Ron. Não bati na porta, simplesmente entrei. Ele estava deitado em sua cama fitando o teto com seriedade, havia um papel embolado ao lado de seu travesseiro. Ao ranger da porta Ron ergueu o olhar para mim.
— E aí, Harry — disse, sua voz soou cansada.
— E aí, ta tudo bem ? — perguntei fechando a porta.
— Tirando a dor de cabeça horrorosa que to sentindo, sim. Parece que tem alguem dando marretadas em meu cerebro — resmungou.
— Posso imaginar — respondi — o que é isso aí ? — indiquei o papel com a cabeça.
Ele olhou para o papel e sentou-se depressa, pegou o mesmo e o amassou na mão ainda mais.
— Relatorio. Estou com um amontoado deles para checar, não aguento mais — falou, seu tom pouco convincente.
Estreitei os olhos mas deixei passar essa. Em vez disso resolvi abordar outro assunto, algo que estava me incomodando o dia todo.
— Ron, porque não me disse que estava mentindo sobre Malfoy ter um filho com Parkinson ? — perguntei depressa.
A cor fugiu de seu rosto e foi aí que eu soube: havia alguma coisa errada nessa historia. Eu confiara plenamente em Ron para investigar o passado de Malfoy, ele era meu melhor amigo, quem melhor para me ajudar naquela bagunça ? E ele havia feito um exelente trabalho, seus relatorios eram detalhados e ele mencionara esse "suposto" filho do Malfoy. Primeiro quando soube que ele havia contado a Hermione - sendo que haviamos combinado de não lhe dizer nada até que tivessemos certeza - fiquei um pouco surpreso, mas deixei passar. Então minutos mais cedo quando Malfoy me abordou aquilo fincou em minha cabeça, me incomodando de forma significativa. Eu havia visto com meus proprios olhos o filho de Pansy e estava quase convencido de que se tratava mesmo do filho dele, mas tudo mudara em questão de segundos. Porque eu havia visto no semblante de Draco que ele dizia a verdade. Isso só podia significar uma coisa: Ron mentiu. Agora eu precisava saber o porque.
— Do que esta falando ? Você viu o garoto — sua voz tremeu um pouco.
Cruzei os braços.
— Isso não significa nada. Não me aprofundei nisso porque haviam coisas mais importantes a ser investigadas e confiei na sua palavra.
— Da onde tirou isso ? Eu falei a verdade.
— Não, não falou e quero saber o porque.
— Olha, eu estou falando a verdade Harry — disse levantando-se irritado, logo emendou — preciso ir no banheiro.
Ron passou por mim em passos apressados, a porta se fechou devagar as minhas costas. Fiquei ali estatico, sua reação me deixando ainda mais certo de que ele havia mentido.

 

POV. DRACO

 

Eu estava recostado no sofá, minha cabeça pendendo para tras, os joelhos no peito e os braços repousados no mesmo, o cigarro queimando entre meus dedos. A garrafa de Wisky estava no chão, agora vazia. Eu me sentia tonto, cansado, com uma dor de cabeça tenebrosa. Era madrugada e o sono estava quase me alcançando quando um barulho oco e alto me despertou por completo. A brisa da bebida se esvaindo de meu corpo em um só pulo. O barulho vinha do porão.
— Tinket ? — chamei, imaginando ser ela.
Como resposta outro baque veio das escadas que davam ao porão. Sem varinha - eu não podia ter uma em prisão domiciliar - avancei rumo ao porão. Desci as escadas devagar, as luzes estavam apagadas. Abri o portão e entrei, a temperatura la em baixo era bem mais fria. Parei no meio do comodo girando em torno de mim mesmo, vasculhando com olhos falhos de alcool a vasta escuridão. Uma caixa caiu no chão, me assustando. Olhei na direção da caixa, tentado enxergar melhor. Proximo a caixa tinha um pedaço de papel. Em passos lentos caminhei até la, me abaixei ainda fitando a caixa e peguei o papel. Quando o virei meu coração pareceu congelar no peito. O papel era uma foto. Uma foto de Hermione em um gramado rindo com a Weasley.

Uma foto recente, ela estava com o cabelo ondulado descendo até seus ombros e em seu colo estava Hugo.

Eu não conseguia respirar direito. Na foto, rabiscada em tinta preta e em uma letra grosseira, estava escrito:

LINDA NÃO ? E MINHA.

 

 


Notas Finais


COMENTEM 💜

LINK DA MUSICA: https://m.youtube.com/watch?v=fFRkpvvop3I

É isso, até o próximo rs 💜


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...