História Reverse Falls- Uma Nova Busca - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines
Tags Aventura, Gravityfalls, Magia, Pinecest
Visualizações 67
Palavras 1.464
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É, gente eu sei que demorei, mas esta aí, melhor do que nada.

Capítulo 4 - Sobre Estrelas e Pântanos


Fanfic / Fanfiction Reverse Falls- Uma Nova Busca - Capítulo 4 - Sobre Estrelas e Pântanos

— Mestre?! Acorde!

Queda, estrelas, ódio, teimosia, Mabel. Não nessa ordem, mas era o que sentia e via Dipper. 

— Ahhh... Will, onde estamos? Questionava ele, tirando seu rosto do mato crescido do local.  

— Em algum pântano, acho eu, mestre. 

— Não. Não o local. Estamos ainda em nossa dimensão?              

— Isso não sei dizer, mestre. 

— Você sabe o que aconteceu com a fenda?                      

— Não. 

— Sabe se tem algo de útil, uma cidade, pessoas, qualquer coisa?              

— Infelizmente, não mestre.                      

— Você sabe algo de útil, seu inútil?                       

O silencio, respondia por Will, fazendo o apenas voar mais baixo, e aumentar sua habitual tristeza.               

— Mestre... eu 

— Shhh! Calado! 

Gradualmente, foi se ouvindo, o som de cascos se batendo contra o chão. Essa era uma reposta, que vinha mais perguntas. 

Dipper foi se aproximando, cortando o mato, até o ponto de chegar em uma estrada de terra esburacada. De um lado, apenas a luz da lua, de outro a pequena e se aproximando luz de alguma chama. 

Dipper não se moveu, apenas aguardou a chegada da luz, que se transformou em um lampião, que se mostrou ser de uma carruagem que estava com pressa.    

Quando o avistou, cocheiro puxou assustado, as cordas.               

— Seu maluco! O que faz aqui? 

— Me desculpe, mas pode me ajudar? Sabe ouve um...    

— Ajudar você! Até parece. Você sabe onde está por acaso?        

— Não  

— Então, é melhor continuar sem saber. Boa noite. O cocheiro já começou a ameaçar a chicotear a estranha criatura, que puxava a carruagem.                                

— Espere! Antes de ir, por favor olhe bem aos meus olhos.           

E assim, mais um sofria ao parar para alguém no meio da estrada.             

Sem se importar, com o que tinha acabado de acontecer, Dipper parte na direção que o cocheiro seguia, a todo segundo chicoteando as bizarras misturas de um porco com um bode, que ele o conduzia.                           

— Mestre, qual o plano para sairmos daqui?                                      

— Achar civilização, conseguir algo para fazer um portal, e por fim conseguir uma bateria. 

Com os pulmões pesados, não demorou muito para chegar no que parecia uma cidade, mas não uma na qual Dipper estava acostumado, esta era um grande poço de tristesa, com seus prédios completamente decadentes, bêbados em bandos a cada esquina, e um forte odor típico de um esgoto a céu aberto.                     

Porém, a cada metro que se movia, Dipper sentia que aquele local transbordava magia. Ele nem se preocupou em seguir algo, apenas deixava seguir seu instinto de onde teria algo de útil. 

— Mestre, esse é o local de onde conseguiríamos o necessário para sairmos daqui?           

— Sim! Responde ele, admirando um gigante castelo. 

O local parecia que tinha acabado de ser invadido, um muro rachado e com partes faltando, guardas imbecis que não viam a palmo de distância, nenhum guarda dentro, na verdade não havia muito dentro do castelo, apenas moveis rústicos e velhos, e algumas pinturas rasgadas.       

Entre todo esse cenário caótico, cada vez que Dipper explorava o local, mais e mais ele sentia uma forte intensidade magica, ao ponto de estar quase tendo um ataque quando chegou em um quarto, e mais ainda quando achou um objeto.   

— Uma tesoura? Como isso deve estar emanado tanta magia?   

— Por que nem tudo é o que parece. Responde uma voz feminina, atrás dele.       

Antes de qualquer ação por parte de Dipper, a tesoura que estava segurando é pregada na parede, levando ele junto, já que parecia que o objeto se prendeu a ele.      

— Quem é você? Pergunta ele tentando se desprender da tesoura.                                         

— Você invade a minha casa, e pergunta quem sou eu. Quem é você? Pergunta uma mulher se aproximando, loira, com os olhos azuis também, mas claros, e vestindo roupas de séculos atrás, vermelhas e pretas. 

Por sorte, para Dipper, seu escravo aparece, e bastou uma leve piscada para dar o sinal, para distrair a mulher. O que foi feito, Will atira uma leve carga de energia, o suficiente para fazer ela virar o rosto. E por consequência Dipper consegue se libertar.                     

— Will! Pode parar. 

— Quem diabos é você? E esse seu triangulo, azulado?    

— Olhe... Escute, eu não sou daqui, houve um acidente e eu acabei caindo aqui. Eu apenas quero sair desse lugar. Nada mais, nada menos.             

— Certo, mas por que veio exatamente?               

— Eu senti que algo magico estava por perto, então apenas segui a intensidade mágica. Agora, pode me ajudar sim ou não?        

— Ok. Mas você veio num péssimo momento. Ela começa a se mover para a sacada do quarto — Você deve ter passado pelas ruas, elas não são muitos agradáveis, certo? 

— Sim. Dipper, já sabia onde essa conversa levaria. Com ele tendo de fazer algo para ela. — Mas o que houve? Alguma coisa veio, e destruiu a plantação.                                             

— Antes fosse assim. Mas na verdade, o problema na verdade é que, aqueles plebeus de merda, estão tramando algo, algo contra mim. A alguns dias eles tentaram invadir o castelo, fracassaram, porem por pouco seria diferente.   

— Então... Você é tipo a governanta deles. Como uma rainha?     

— Como uma imperatriz. Mas isso pouco importa. Pelo o que vejo aqui, você também tem afinidade com a magia, sendo assim você pode me ajudar a deixá-los mais calmos.            

Quem diria, uma imperatriz pedindo ajuda a Dipper. O porquê de ela estar nessas condições, porquê o seu povo estava naquelas condições, e como ele chegou a essas condições, isso pouco importava, já que basicamente ela estava pedindo para controlar os pensamentos de pessoas, nada longe do que ele já fazia.                  

— Então você quer que mude o pensamento de seus súditos? É isso? 

— É, é isso. 

— Sendo assim, tem alguma ideia de como nós faremos isso? Eu já tinha dominado a mente de outras pessoas, mas não de uma população inteira.          

— Eu estava pensando em talvez, envenenar a agua, ou as plantações.                   

Porque ela não fez isso? Esse era o pensamento de Dipper. 

— Envenenar. Que maléfico. Gostei, mas sabe que o efeito é curto quando a magia é dessa forma, né?          

— É... Eu sei, mas qualquer segundo a minha vantagem é necessário. 

— Certo, isso será rápido, me dê algumas horas, e farei seu feitiço. 

Dito e feito, em minutos Dipper já estava na plantação, apenas com um liquido dado pela tal imperatriz, e seu conhecimento de feitiços.

— Mestre, você confia naquela mulher? Ela parecia bem suspeita. 

— Não, porém é o que nós temos para sair daqui. Responde, cortando o milharal para abrir a passagem. — Acho que estamos bem aqui, farei aqui.                     

Ele começou abrindo um círculo no milharal, depois fez o pentagrama, energizado com seus próprios poderes, e em seguida espalhou o liquido dado, começando um grande fogareiro azul, que era possível ver a quilômetros de distância.  

— É... mestre, acho...                   

— Fique quieto, quero me concentrar. 

Surpreendendo Dipper, uma facada é dada em suas costas, o fazendo virar e ver que tinha quatro camponeses, com sangue em seus olhos.               

Iria ser fácil para Dipper, porem tinha que garantir que eles não entrassem nas chamas.    

Um homem avançou, em sua direção, que foi paralisado, e depois começou a ser esmagado, por Dipper, o fazendo morrer por asfixia.  

De seu lado direito, um outro dá um golpe com um machado, porém ele era lento, e foi fácil desviar, e seu machado foi empurrado para longe, e depois de ser tocado por Dipper, seu braço começou a brilhar por dentro, e em seguida ele estava ardendo em chamas, enquanto rolava ao chão.                   

Por um segundo de distração por parte de Dipper, o homem que tinha arremessado a faca, o agarra pelas costas, enquanto o ultimo do bando vinha correndo para cima com um tridente.        

Entretanto, o homem que o segurava tinha sua mão completamente desgastada, e com uma simples explosão de energia, ele tinha o soltado, e aproveitando que a distração, Dipper pega a faca caída, e com seu braço bom, lança naquele que estava ao seu encontro, exatamente no momento que o mesmo tinha arremessado seu tridente, que foi direcionado precisamente para o peito daquele estava atrás de Dipper. 

Vendo toda a conclusão do conflito, e que a chama de seu feitiço tinha acabado, ele pega alguns dos trapos que os camponeses vestiam, usa como bandagens, e parte de volta para a imperatriz.                

— Trabalho feito! Anuncia colocando a garrafa do liquido em uma mesa.                              

— É, eu vi o que foi feito no milharal. Diz ela, de costas para Dipper enquanto segurava sua tesoura. — Agora é hora de honrar a minha parte. Diz ela rasgando o nada e abrindo uma fenda. 

— Espere. Como vou saber que essa é a fenda correta?                  

— Você é um humano. Sei bem onde vocês ficam.                           

Isso bastou para Dipper, ele apenas entrou na fenda, e assim logo perdeu a consciência. 

...             

Acordando, com um felpudo em seu rosto logo ele viu que tinha voltado para mansão, porém, ele se encontra com alguém que, ele não queria recordar.             

— Olá, Dipper.   

— Não, você não.       


Notas Finais


Bem, deem suas opiniões. e... vejo vocês no próximo capitulo


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