História Reviravoltas - Capítulo 49


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Jade, Kentin, Leigh, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor Doce, Amour Sucre, Arminete, Castiete, Do7, Docete, Kentinete, Lysandrete, Nathaniete, Reviravoltas, Sucrete
Exibições 53
Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O nome desse capítulo é bem sugestivo né? Mas não foi de propósito.
Primeiramente, eu gostaria de pedir desculpas por ter esquecido de avisar que eu não teria tempo de postar no mês de julho. Eu não pretendia colocar a fanfic em hiatus, mas a os estudos começaram a tomar muito do meu tempo, aí juntou com o bloqueio criativo e deu nisso.
Finalmente tive tempo para escrever. Infelizmente é um capítulo pequeno, mas resolvi postar logo. Estava morrendo de saudades disso aqui <3
Ainda não tenho previsão para a postagem do próximo capítulo, preciso me organizar, mas ele vai sair ainda esse mês.
Como Reviralvoltas está chegando ao fim, já estou com um novo projeto e logo terei mais informações.
Se ainda tiver alguém por aqui, espero que goste desse capítulo e que não abandone esta fanfic <3

Capítulo 49 - Finalmente


Kentin

Guardei o resultado do teste na mochila e fui para casa. Decidi que abriria no conforto da minha sala.

Eu ficava mais apreensivo a cada minuto que passava. Esperei tanto por isso e agora estava com medo de abrir o envelope. É ridículo, eu sei.

Não sei bem porquê fiz isso, mas telefonei para o Alexy assim que cheguei em casa. Eu não queria estar sozinho.

Todo esse meu nervosismo não fazia sentido nenhum, visto que não havia mais nenhum bebê. Então por que era tão importante para mim?

Ele não demorou muito para chegar. Estava quase tão nervoso quanto eu.

- Abre logo! – disse Alexy, assim que entrou.

Eu abri o envelope sem dizer nada e continuei sem palavras após ler o resultado, então Alexy pegou o exame da minha mão e entendeu a minha reação assim que leu o que estava escrito.

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- Bem... – Alexy quebrou o silêncio depois de um tempo e sentou-se no sofá ao meu lado – não podemos dizer que foi inesperado.

- É...

- Era tão importante assim para você? – ele colocou a mão no meu ombro após perceber a expressão no meu rosto – Mesmo depois de tudo o que aconteceu?

A verdade é que nem eu sabia o que estava sentindo.

- Não sei o que eu esperava. – respondi com sinceridade.

Um silêncio se alastrou pelo ambiente por alguns segundos. Foi aí que aconteceu algo que eu realmente não esperava: Alexy me beijou. E mais inesperado ainda: eu retribuí o beijo.

Eu parei antes dele e me levantei do sofá.

- Cara... – eu nem sabia o que dizer.

- Me desculpe – ele parecia triste, mas não arrependido – eu achei que você soubesse, mas mesmo assim...

- Soubesse de quê? Nós somos amigos.

- Então você nunca percebeu? – perguntou Alexy, desapontado.

Agora eu estava entendendo o que ele queria dizer, mas eu nunca havia percebido nada. Quero dizer, eu entendo que Alexy sinta alguma atração por mim, isso é normal, tão normal quanto se eu tivesse uma amiga e me sentisse atraído por ela, mas pelo visto o que ele sente não é uma simples atração.

- Olha, eu sinto muito, mas eu não posso...

- Eu entendo – ele me interrompeu – acho melhor eu ir embora.

- Você não precisa ir.

Alexy foi até a porta. Eu não tentei impedi-lo.

- Não se preocupe – disse ele – eu sempre soube que não era correspondido. Mas você tem algo a fazer e precisa pensar nisso – ele estava falando do resultado do exame – me desculpe por isso.

Ele abriu a porta. Já estava saindo quando eu resolvi responder.

- Você não precisa se desculpar, cara.

Ele sorriu para mim e saiu.

Alexy tinha razão, eu tinha algo para fazer. E decidi que faria no dia seguinte antes da aula.

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Eu poderia dizer que acordei bem cedo, mas a verdade é que nem dormi direito.

Eu não sabia se ele estaria acordado, ou se ele se importaria como eu me importo, mas eu me sentia obrigado a fazer isso.

Com o exame em mãos, eu bati na porta. Ele não demorou em atender.

- Bom dia, Jade! – ou ele estava com muito sono, eu estava confuso em me ver – Preciso te contar uma coisa.

Então lhe mostrei o papel do exame.

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UM MÊS DEPOIS

Alexy

Kentin não parecera se importar com o que eu fiz no mês passado, o que deveria me deixar aliviado, mas ainda me deixava triste. Por isso, diminuí nossa aproximação.

No último mês, eu estava passando mais tempo com Maya no hospital do que em qualquer outro lugar. Eu só não dormia lá porque não permitiam e porque aquela cadeira era muito desconfortável.

Eu sempre arranjava algum assunto para conversar com ela. Quando não tinha nada de bom, colocava música para ouvirmos, baixava filmes e assistíamos pelo celular.

Contei para Maya que finalmente havíamos descoberto que Jade era o pai do bebê que ela havia perdido. Não que isso importasse, mas eu sempre tinha esperanças de que ela reagisse.

Às vezes eu segurava a mão dela e pedia para que apertasse meu dedo, mas infelizmente nada acontecia.

Dois meses e nenhuma evolução. Eu não conseguia evitar pensar no pior.

- Jade disse que provavelmente foi melhor assim, você acredita? – contei para ela tudo o que Kentin havia me contado sobre sua conversa com Jade – Eu entendo o lado dele, ele provavelmente não seria um bom pai mesmo.

Obviamente, ela não respondeu.

- Você pode acordar numa boa – eu quase sempre dizia isso para ela, na esperança de que fosse provocar alguma reação – eu juro que nunca mais vou abandoná-la e a Rosalya não te odeia, ela sempre pergunta por você. Mas é claro que o Leigh ainda é um merdinha.

Nada.

- Sua mãe tirou uma licença do trabalho. Se você acordar, ela poderá cuidar de você, o que acha disso? O seu pai continua trabalhando, foi a maneira que ele encontrou para aguentar isso, mas aposto que ele não vai desgrudar de você assim que você acordar.

Nada funcionava.

- Sabia que até a idiota da Ambre perguntou por você? Todos estão com saudades, então o que acha de acordar logo?

Depois de tantas frustrações, eu diminuí a frequência das minhas visitas.

Será que eu estava perdendo as esperanças? Não, isso não podia acontecer, mas eu também não podia parar a minha vida, então decidi focar nos estudos, pois era a única coisa que me restava e minhas notas estavam despencando.

Eu ainda visitava a Maya todos os dias, mas fazia isso de uma forma mais saudável.

- O colégio é uma droga sem você – eu disse a ela em uma das nossas conversas diárias – Você tem que voltar logo, já está dormindo há sessenta e dois dias, não acha que é tempo demais?

Eu sorri tristemente. Sabia que sairia de lá frustrado mais uma vez, sem nenhuma resposta.

Foi aí que eu percebi que ela havia aberto os olhos e me observava com uma expressão confusa.

Eu não sabia o que fazer, só sabia que estava feliz.

- Ai meu Deus! Ai meu Deus, ai meu Deus! – eu percebi que estava tapando a boca com as mãos. Provavelmente estava com a expressão mais idiota do mundo no rosto também, mas eu não me importava. Ela estava ali. – Enfermeiraaaaa!


Notas Finais


Ai Deus, será que ainda tem alguém aí? Se sim, espero que tenha gostado. Perdoa meu vacilo e não desiste de mim kkkkkk <3


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