História Reviravoltas amorosas - Capítulo 15


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Aventura, Drama, Revelaçoes, Romance, Treta
Exibições 51
Palavras 1.767
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá todos!
Aqui vai mais um capítulo, este é dedicado a uma amiga minha chamada Catarina Lopes.
Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 15 - O cremador e acontecimentos no hospital


Pov. Adrien

Quando estava a mudar de roupa, ouvi soar o alarme de incêndio.

Ouvi as pessoas a gritarem desesperadas que não conseguiam sair do edifício. Foi então que me lembrei da Mari. Será que ela está bem? Será que ela ouviu o alarme?

-Muahahahahahahahaha!- fez-se ouvir uma voz masculina- Fujam do fogo! Se me quiseram despedir, aqui têm a vossa paga! Vão todos morrer cremados! Muahahahaha!

-Plagg! Mostrar as garras!- E lá vou eu outra vez...

Corri até à sala onde supostamente estava a Mari. Procurei-a por todo o lado e não a encontrei. Comecei a ficar cheio de remorsos e de preocupações. Mas se eu conseguir salvar Paris deste vilão, mais rapidamente vou encontrar a Mari.

-Chat! Estás aqui?- a voz familiar da ladybug ecoou por toda a sala.

-Estou aqui!-ela veio ter comigo a correr- Sabes alguma coisa sobre o akuma?

-Infelizmente não. Vamos ter de descobrir por nós mesmos.

-Poupem-se de fazer esforços. O Cremador já está aqui para vos cremar.- ouvimos a voz atrás de nós e virámo-nos. Era um homem, que provavelmente tinha sido bombeiro, pois estava a utilizar uma espécie de fato à prova de fogo. Às costas ele tinha uma espécie de extintor, só que este, em vez de apagar o fogo, lançava-o sobre as pessoas.

-Chat, tens de ter cuidado. Ele lança fogo daquele extintor que tem às costas.

-Eu já tinha percebido isso. Vou ter extra cuidado. Tens alguma ideia para o derrotar?

-Ainda não. Mas temos de ser rápidos. O ar está a ficar irrespirável.

-Eu vou tentar tirar-lhe o extintor. Usa o teu luckycharm.

-Sim. Luckycharm!

Ela recebeu uma manta de apagar o fogo com cola de um lado. Depois, começou a olhar para todo o lado e acabou por atirar a manta para a cara do Cremador. Ele meteu as mãos na cabeça para tirar a manta, mas como a parte da cola acertou em cheio no seu cabelo, não estava a conseguir. 

-Agora Chat! Utiliza o teu Cataclismo no extintor!

-Com certeza Mylady. Cataclismo! - utilizei o meu poder no extintor e o mesmo reduziu-se a pó e cinzas. Lá de dentro saiu o akuma e a Ladybug fez o seu habitual ritual de purificação.

Quando ela acabou, milhares de joaninhas repararam os estragos que tinham sido feitos pelo Cremador.

As pessoas que estavam feridas foram curadas das feridas mais graves e as portas e janelas destrancaram-se. Começaram a entrar as equipas de socorros e levaram as pessoas que precisavam para o hospital.

Entretanto, os brincos da Ladybug começaram a apitar e tivemos de despedir-nos.

-Adeus Chat!-disse ela correndo para não se destransformar à minha frente.

-Adeus Mylady!- e voltei para onde deveria estar a Mari. Procurei-a por todo o edifício e não a encontrei.

O meu anel começou a apitar e eu destransformei-me sem ninguém ver.

-Dá-me queijo! Eu quero camembeeeeeeeeeeert!- exigiu o Plagg sem ver o meu estado de preocupação.

-Plagg! Não vês que eu não encontro a Mari em lado nenhum. Parece que só te preocupas contigo mesmo!-gritei eu.

-Adrien, eu utilizei toda a minha energia, é normal que eu esteja cheio de fome! Mas vai lá salvar a tua namorada e deixa-me em paz!- olhei para o Plagg e vi o seu olhar e ar de zangado. Tinha exagerado outra vez a gritar com ele.

Para ele me desculpar, tirei o último pedaço de camembert que tinha da minha bolsa e entregue-lho.

-Desculpa Plagg, eu exagerei outra vez. Sabes, eu fico um pouco nervoso com os assuntos que retratem a Mari. Os bons e os maus.

-Estás desculpado meu rapaz, mas da próxima vez não te perdoo. Espero que não se volte a repetir.- lembrei-me da Mari outra vez- Temos de procurá-la. Não a vejo à mais de uma hora e meia.

-Talvez tenha sido levada ao hospital para ser analisada.

-Se calhar sim. E o meu pai? Tenho de saber se ele está bem- de repente ouviram-se passos e o Plagg escondeu-se bem a tempo dentro do meu casaco. Felizmente era um enfermeiro.

-Bom dia, por acaso não viu um senhor com cabelos brancos alourados, muito alto e bem vestido. Esqueça, por acaso não viu o senhor Agreste por aí?

-Acabou de ser levado ao hospital para ser examinado.

-Ah... Muito obrigado Eu vou já para lá. Tenha um bom dia!

-Obrigado e igualmente!

Eu saí a correr e telefonei ao Gorila para me vir buscar. Ele apareceu uns minutos depois e levou-me ao hospital, como eu lhe tinha pedido.

Já lá dentro, uma funcionária indicou-me o quarto onde o meu pai se encontrava e qual não foi a minha surpresa quando vi que a Mari estava lá a falar com ele.

-Pai! Mari! Vocês estão bem? Fartei-me de vos procurar.- disse eu feliz e aliviado por os encontrar ali.

-Sim Adrien. O teu pai acabou de ser examinado.

-O que aconteceu?-perguntei olhando para ele

-Quando eu estava a tentar fugir do edifício, um tijolo atingiu-me no braço com muita força e acho que mo partiu. Eu fiquei caído no chão e pouco tempo depois, a Ladybug e o Chat Noir purificaram o akuma e o meu braço melhorou consideravelmente. Logo de seguida, a Mari viu como eu estava e trouxe-me para aqui. Estou-lhe eternamente agradecido.-disse o meu pai.

-Oh. Não foi nada de mais.Eu não o ia deixar lá caído com essa ferida. Fiz o que qualquer pessoa faria. E tu Adrien? Por onde andaste?

-Ah...eu...estive escondido do Cremador! E tu? Fartei-me de te procurar por todo o lado.

-Eu...estive a tentar encontrar saídas possíveis.

Subitamente, senti uns braços rodearem-me por trás.

-Adrichouuuuu...Mal soube o que aconteceu à tua empresa, quer dizer à empresa do teu pai, vim logo a correr para aqui. Espera lá, o que está a Marioneta do Pão Chunga aqui a fazer?- esta pergunta irritou-me e eu acabei por explodir.

-Para que saibas, ela não se chama assim. Ela chama-se MARINETTE e é um nome muito bonito. Segundo lugar, ela trabalha como modelo comigo e para o meu pai. E por último, não me chames de Adrichouuuuuu. Eu odeio esse nome. Agora, faz o favor de me desamparares a loja.

-Mas Adrichouuu... Vê senhor Agreste, veja só o que esta filha de padeiros nos fez! Ela está a separar-me do Adrien! Ela virou o seu filho contra mim!- ela virou-se para a Mari- Nem penses que te safas inteira desta! Sua vagabunda!- ela avançou para a Marinette e levantou a mão para lhe dar um grande tapa. Só que, desta vez, ao contrário do que eu estava à espera, a Mari segurou-lhe a mão e torce-lhe o braço todo.

-Desta vez não, Chloe! Estou farta de ti e das tuas idiotices! Eu nem sei como é que não tinha feito isto antes, mas fiquei sempre a acumular. Mas existe um ponto em que não dá mais! Para de me encher o saco! Se me voltares a aparecer à frente, eu juro que te parto o braço. Entendeste?- ela acenou afirmativamente com a cabeça, com  uma expressão de dor na face. Nunca tinha visto a Chloe daquele jeito. A Mari soltou-a e ela correu para a porta.

-Vais-te arrepender por isto! Eu vou contar ao meu pai e vou arranjar maneira de te exilar!- a Chloe bateu coma porta, mas mesmo assim  pudemos ouvir os seus gritos e berros estridentes do outro lado.

 

Pov. Marinette

Desde que dei aquela lição à Chloe, que me estou a sentir muito bem. Estou radiante! Finalmente acho que ela aprendeu que não se deve meter comigo. Só tenho medo do que o Senhor Agreste deve estar a pensar de mim.

-Desculpe-me Gabriel, mas eu não me consegui conter. Já estou farta da Chloe me estar sempre a chamar nomes, a humilhar, a dar tapas...

-Não precisas de te desculpar. Eu acho que foi muito bem merecido. Da maneira como ela saiu daqui, decerto vai contar ao seu pai. Se o pai dela te fizer alguma coisa eu vou defender-te. Posso sempre destemunhar que foi em legítima defesa. Espero que ela tenha aprendido a lição. Está sempre a chatear-me a mim e aos meus filhos e agora a ti também. Sempre foi muito mimada e nunca respeitou os outros. Não precisas de ficar preocupada Mari. Para mim, já és considerada como uma filha.

Eu acho que derramei umas quantas lágrimas de alegria. Nunca ninguém me tinha dirigido tais palavras. Aquele a quem todos chamavam de rabugento, fora a pessoa que as proferira. Não era ao acaso que ele era o meu estilista favorito. Não era ao acaso que ele era o melhor estilista do mundo. Isso tudo devia-se ao facto de ele ser um génio. Ou de ter trabalhado muito para o ser.

-Muito obrigada "pai". Nunca ninguém me tinha dito essas coisas.

-Ora essa. Se alguém se mete com uma filha minha, mete-se comigo. Diz-me se ela te fizer alguma coisa, ok?-ele limpou-me as lágrimas e olhou para o Adrien.- Adrien, tu deves vigiar o que aquela piranha anda a fazer. Não percas a Mari de vista.

-Sim pai. Não a vou deixar sozinha. Não se preocupe.-disse o Adrien

-Eu não preciso de ter um guarda-costas. Eu sei defender-me sozinha.-disse eu um pouco contrariada com a ideia de ter de andar com o Adrien o dia todo.

-Não faz mal nenhum andares prevenida. Eu prefiro que chegues a casa inteira todos os dias. Já sabes que vale mais prevenir do que remediar.-disse o "pai".

Está bem, mas eu quero e exijo a minha privacidade.-disse eu

-Claro! Eu não ia entrar no banheiro das raparigas!- exclamou o Adrien surpreendido com o meu comentário.

Ficámos a conversar por mais um tempo até o médico chegar com as informações.

-Senhor Gabriel, acaba de ter alta, mas atenção, tem de ter repouso absoluto e nada de trabalhar durante uma semana.

O "pai" ficou um pouco zangado por não poder ir ao trabalho, mas confirmou isso ao médico.

À saída do hospital, o Gorila estava à nossa espera dentro da limousine. O "pai" disse-lhe para ir até à padaria dos meus pais, pois os queria convidar para almoçar. Mal chegámos, eu estava prestes a sair do carro, mas o "pai" pediu para eu ficar lá dentro com o Adrien, pois queria falar com os meus pais antes.

No carro, o Adrien olhava para mim com um olhar cintilante, mas eu desviava sempre que podia. Ficámos calados e esperámos cerca de meia hora.

Quando ele voltou, os meus pais vinham com um sorriso triste e feliz ao mesmo tempo. Foi então que o Gabriel me disse:

-Mari, precisamos de falar...

CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO...

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Como eu te tinha prometido, SARA, referi o teu nome nas notas finais.
Gosto muito de ti!!
Acham que devo continuar com a fic?
Até ao próximo capítulo!!!


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