História Reviravoltas amorosas - Capítulo 7


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Aventura, Drama, Revelaçoes, Romance, Treta
Exibições 140
Palavras 1.125
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá de novo
Este capitulo é dedicado à irmã da Sofiya, a Sheila.
Espero que gostem
Boa leitura🤓🤓🤓

Capítulo 7 - O tapa e injustiças


Fanfic / Fanfiction Reviravoltas amorosas - Capítulo 7 - O tapa e injustiças

Pov. Marinette

Isto foi a gota de água. Eu ia falar, mas o Nath tomou a atitude primeiro:

- O que estás aqui a fazer Agreste?- o Nath disse isto alto de mais e todas as pessoas que estavam no parque desviaram o olhar para a nossa direção.

-Nada!- disse ele esfregando a mão na cabeça e começando a rir-se despropositadamente.

- Nada de jeito, só se for!- notava-se que o Nath estava muito irritado.

- Tu devias era calar a boca, cabeça de fósforo!- gritou de volta o Adrien.

- O que é que tu me chamaste?

- Cabeça de fósforo!- isto já tinha ido longe de mais, por isso decidi intervir.

-Mais vale cabeça de fósforo do que monstro. E tu és o pior de todos os monstros que eu já vi!- passei-me da cabeça e fui dar-lhe um grande tapa. Depositei uma grande força na cara do Agreste, até acho que ficou marcado.- Não basta o que já fizeste, Adrien? Agora o que te sobra é ficares a chatear os meus amigos? 

- Anda Mari. Não desperdices o teu tempo com ele- o Nath agarrou me e tentou levar me dali para fora.

- Se eu só te sentia ódio, agora sinto muito mais! És horrível!- já me escorriam as lágrimas pelos olhos.

-Desculpa-me Mari. Eu não queria que tu ficasses assim... - eu interrompi-o.

-Entao querias que ficasse como? Muito feliz porque o rapaz de quem eu gostava gritou comigo sem eu fazer nada? Ou será porque agora esse mesmo rapaz espia, não só a mim como aos meus amigos e ainda os ofende?

- Eu só queria que tu me perdoasses. Eu só queria ser teu amigo de novo! Por favor perdoa-me, tudo o que eu te fiz foi horrível.

- Não te consigo perdoar! Tu disseste-me coisas que nunca tinha ouvido "amigos" dizerem uns aos outros. Quase que aposto que só te estás a desculpar para ficares bem visto por toda a gente. Não te aproximes mais de mim! Nunca mais!

-Anda Mari!- o Nath pegou-me ao colo e levou-me dali para fora, mas ainda se virou para trás.

- Vai tirar as tuas fotos e desolha, Agreste!

 

Pov. Adrien

Quando ela se foi embora com o Nath, eu levei a mão ao rosto. O tapa tinha doído muito. Para minha surpresa, o rosto estava molhado. Eu estava a chorar. E estava a chorar muito.

Como o meu "espionamento", tinha acabado de perder todas as minhas chances com a Mari. Acabei por ir para a sessão de fotos. Tive de dizer que escorreguei e caí de cara no chão. Eles acreditaram e passaram muita maquilhagem por cima do machucado. Estive pelo menos duas horas a ser fotografado.

Cheguei a casa exausto. Hoje tinha sido um dia bem longo. Qual não foi a minha surpresa quando vi o meu irmão gémeo Felix.

- Adrien! À quanto tempo mano!- disse ele abraçando-me.

-Félix! Então como foi no colégio militar?- retribuí o abraço.

-Bem. E como estão as coisas por aqui? O pai continua o mesmo rabugento? 

-Sim. A cada dia que passa, se torna mais rabugento. E as coisas têm corrido mais ou menos.

-Já soube que andas numa escola. Gostas de lá estar?

- É melhor do que estar aqui fechado todos os dias! Mas mesmo assim, o pai não me deixa fazer as atividades escolares.

-Como por exemplo...

-Daqui a duas semanas vai haver uma visita de estudo até Barcelona. Supostamente, era para lá ficar uma semana com os meus amigos, mas é claro que o pai não me deixa ir.

- A mim deixou! Ah, já me tinha esquecido de te dizer. Eu estou na mesma turma que tu.

-E porque é que tu podes ir e eu não?- eu estava indignado- Como é que o pai me pôde fazer isto. Que injustiça!

- Tu és o que o faz mais lembrar da mãe. Além disso és o mais novo.- ele riu-se tristemente.

-Para já, nós somos gémeos e somos iguais em tudo, exceto na cor dos olhos. Em segundo, só temos diferença de 5 minutos. É uma das razões para eu querer ir ao passeio, era fazer as pazes com uma amiga.

- Qual amiga?- sempre o mesmo curioso de sempre.

-Tu não mudaste nada, Félix! Não é ninguém que te interesse. Tu não conheces.

- Espero que isso tenha sido um elogio, e por acaso interessa-me saber quem é que o meu maninho magoou desta vez. Se foi a Chloe eu perdoo-te!- o Félix nunca tinha gostado muito da Chloe e ela também nunca gostou dele. Andavam sempre à bulha os dois.

-Nao. Não foi a Chloe. Eu mostro-te amanhã quem foi. Agora tenho que ir para cima. Até já!

-Ate ja, maninho!

Eu subi até o meu quarto e tranquei a porta.

-Já podes sair Plagg!

-Finalmente! Onde está o meu queijo?

-Será que só pensas nisso? Toma lá o teu queijo fedorento e nojento!- disse eu atirando-lhe um pedaço de camembert.

-O camembert não é nojento nem fedorento!-disse o Plagg muito ofendido- Ele é lindo e tem um cheiro maravilhoso. Olha só para os detalhes dele! As curvas tão bem definidas! 

-Isso é tudo tão lindo, Plagg!- disse eu irónico.

 

Pov. Marinette

Depous do que aconteceu no parque, eu fui levada para casa pelo Nath.

Ele não estava nada feliz e eu também não. Chegámos à minha casa e eu disse para ele vir jantar connosco. Ele negou educadamente, pediu para eu pensar melhor na sua proposta e foi embora.

A única coisa que me conseguia animar um pouco, era saber que iria receber uma visita de um gato preto muito querido.

Pedi à minha mãe para jantar mais cedo, e de seguida, fui para o meu quarto. Consegui tirar uns cookies acabados de fazer do tabuleiro, sem ninguém ver.

- Toma Tikki- disse eu tristonha.

- Mari, não fiques assim, alegra-te!- a Tikki fez um número de malabarismo com pedacinhos de cookies e depois susteu a respiração até ficar roxa.- TA-RAM!!!!!!!

- Obrigada por me tentares animar Tikki! Mas eu não me sinto muito bem ao ponto de rir. O teu número foi espetacular e se eu não estivesse triste, riria mais que ninguém.

- Ah...ok... Ainda bem que gostaste.- disse ela entre suspiros de cansaço.

Ouvimos um barulho vindo da janela do meu quarto, e a Tikki foi esconder-se debaixo da cama.

-Princesa? Ainda estás acordada?

-Sim! Tenta encontrar-me!

-Já te esqueceste que eu tenho visão noturna?

-Bolas! Tinha-me esquecido disso!- acendi a luz e fui ter com ele.

- Que princesa tão esquecida!- disse ele com um sorriso forçado.

-Que gatinho tão atrevido e convencido!- também forcei um sorriso.

- Princesa, já vi que não estás bem. Conta-me o que aconteceu.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo
Demorei um bocado a escrevê-lo
Até ao próximo capítulo!😘😘


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