História Reviravoltas Amorosas - Capítulo 9


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrien, Amizade, Aventura, Chat Noir, Drama, Fanfiction, Felix, Ladybug, Mari, Marinette, Miraculous, Revelaçoes, Romance, Treta
Visualizações 300
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou de volta com um novo capítulo.
Este é dedicado ao meu cão, ele chama-se Rufas e é o cão mais lindo à face da terra.
Vou-me deixar de lamechisses e vou escrever o capitulo.
Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 9 - Batalha canina porém felina


Fanfic / Fanfiction Reviravoltas Amorosas - Capítulo 9 - Batalha canina porém felina

Pov. Adrien

Eu e o Plagg encolhemo-nos um contra o outro  e ficámos caladinhos. A ideia era ela voltar a adormecer.

-Ah, ele já se deve ter ido embora. Vou voltar a dormir.- ficámos a observá-la durante uns 10 minutos ate termos a certeza de que ela estava a dormir.

- Caminho livre.-disse o Plagg saindo do nosso esconderijo- Agora vai buscar o meu queijo!

- Mas o que estas tu a pensar? Eu não vou invadir a casa da Mari assim. Isso é falta de educação!

- Ou falta ao respeito e levas uma bronca na próxima visita ou então ela mata-te ao descobrir a tua identidade. Tu é que escolhes!

- Prontos! Eu vou ver se há queijo lá em baixo. Mas é para ficares com o bico calado!

- Claro que fico. Agora vai buscar o meu queijo antes que eu conte do teu assalto à ladybug.

- Nem penses nisso! Se dizeres isso eu juror que não te alimento durante um mês!

- Desculpa Adrien lindo do meu coração- ele fez a cara mais fofa que eu alguma vez tinha visto- Agora vai buscar o meu queijo!

Eu desci ate à cozinha e fui ate o frigorifico. Laá dentro estavam uns croissants feitos na noite passada e que tinham um aspeto irresistivel. Eu tive de controlar a minha vontade de os comer e continuei a procurar por queijo. Na gaveta de baixo do frigorifico acabei por encontrar o tão desejado queijo do Plagg.

Voltei para o quarto da Mari e dei o queijo ao Plagg. De seguida, peguei numa caneta e num resto de papel que estavam na secretária dela.

Escrevi o seguinte:

" Querida Mari,

Como ainda dormes, decidir que não te acordaria. Desculpa ter adormecido na tua cama, mas o cansaço foi tanto que eu não resisti. Se eu não tivesse dormido, tu terias tido uma noite mais quente e agradável.

Gostei muito de poder desabafar contigo e espero que faças as pazes com o teu amigo Adrien Agreste. Hoje à noite voltarei para te contar como correu a minha declaração.

Se ao pequeno-almoço te faltar queijo, isso é porque eu tive de alimentar o meu Kwami. Eu depois explico-te o que é um kwami.

Cumprimentos do teu gatinho."

Depois de escrever o bilhete, peguei na Mari ao colo ( e por magia ela não acordou) e coloquei-a na sua cama. Dei-lhe um beijo na testa e cobria com os lençóis. Tirei a máscara de Carnaval que me estava a cobrir o rosto e transformei-me. Logo a seguir, saí do quarto dela pela janela e fui para casa. Ainda era de madrugada e estava muito frio, mas pensar na Mari aquecia-me. Eu sei que me vou declarar à ladybug, mas não deixo de sentir algo muito especial pela Mari.

" Deus queira que a Mari não adoeça"- pensei eu" Ela é a minha princesa e eu nunca a vou deixar como Chat."- só depois é que me lembrei que ela conseguia ouvir os meus pensamentos, mas sabem que mais? QUE SE LIXE!!!

 

Pov. Marinette

Hoje, acordei com uma explosão. Fui até à sala e liguei a televisão. É claro que um novo vilaão estava a atacar Paris e eu e o Chat tinhamos de salvar a cidade.

Fui buscar cokkies para a Tikki e depois transformei-me.

Enquanto me dirigia ao sitio da explosão, pensava no sonho que tinha tido na noite anterior. Parecia-me ter ouvido o meu gatinho a dizer" Deus queira que a Mari não adoeça" e logo de seguida" Ela é a minha princesa e eu nunca a vou deixar como chat."

- Será quê foi um sonho ou será que foi um pensamento dele?- pensei eu em alta voz.

- Um pensamento de quem Mylady?- o chat apareceu do nada e ouviu o quê eu disse

- De ninguém gat- chat. - foi por pouco que nao lhe chamei de  gatinho.

- Ok. Depois de salvarmos Paris outra vez eu queria dar-te uma palavrinha.- ele disse isto muito sério e eu fiquei com o coração bem apertadinho. O que lhe diria quando o rejeitasse? Certamente não iria fazer o que o Adrien me fez.

-Está tudo bem Mylady?- eu engoli em seco.

- Sim. Vamos lá salvar o mundo!

Pulámos até onde estava a pessoa akumatizada e, como sempre, estava lá a Alya a gravar tudo.

- Com que então o gatinho e a joaninha decidiram chegar! Já estava a ver que não apareciam!- ouvimos uma voz esganiçada que parecia latidos e virámo-nos logo de seguida.

Aquela devia ser a pessoa akumatizada. Era um homem baixo com fato de cão. Tinha umas orelhas arrebitadas e uma espécie de focinho bem achatado. Olhei para a mão dele e tinha la uma coleira roxa. Devia ser la que estava o akuma.

- Chegámos sim senhor, e vamos acabar contigo já! Normalmente os cães são fáceis de derrotar!- disse o chat

- Seu grandessíssimo parvalhão- já vais ver o que é bom para a tosse!

- Antes disso podes dizer-me o teu nome?

- Eu sou o Caniché e estou aqui para ficar com os vossos miraculous!

- Sempre a mesma coisa- disse eu

- Queres os nossos miraculous? Então anda cá buscá-los- disse o chat batendo com as mãos nas pernas enquanto assobiava.

- Não devias ter feito isso- o Caniché latiu alguma coisa em língua canina e todos os cães de Paris vieram ter ao seu encontro- Apanhem-no e tragam-me o seu miraculous!

- Foge chat!

- Entao e tu Mylady?

- Eu fico bem. Agora vai!- ele começou a correr e a saltar, recebendo ainda algumas mordidas dos caes mais rápidos.

- Enquanto a ti- ele dirigiu-se a mim- vais me dar o teu miraculous ou então...

-Ou então o quê?- Eu já estava nervosa o suficiente para ainda estar a ouvir aquelas palhaçadas.

- Dou-te de comer aos meus pitbulls.

- Se tu queres o meu miraculous, então vem cá buscá-los. Lucky charm!- recebi um peluche de um gato- O que é que eu vou fazer com isto?

 

Pov. Adrien 

Corri e saltei por entre os prédios de Paris, e consegui por fim despistar aquela matilha. Ainda recebi umas quantas mordidas, mas não foi nada de grave.

Enquanto andava para onde estava Mylady sentia um peso estranho e ouvia uns barulhos esquisitos. Quando olhei para o meu rabo, vi que estava um shnawzer miniatura a moreder-mo. Sacudi o cão de la e fechei-o numa casa que tinha a janela aberta.

Voltei ao sitio onde a bugboo e o akumatizado estavam. Eles estavam a lutar. Enquanto a lady usava o ioio para atacar e se defender dos latidos sonoros, o Caniché aproximava-se cada vez mais dela.

Felizmente, ela viu que eu cheguei e pediu para eu a cobrir na luta. Ela começou a usar a sua visao para saber  usar o peluche que tinha ganho.

- Utiliza o teu cataclysmo naquele poste.

Eu usei o meu poder como ela tinha pedido e caiu um tijolo mesmo em cima da cabeca do Caniché. Ele ficou meio zonzo e reagia a tudo o que lhe atirassem.

A ladybug atirou-lhe o peluche do gato e ele soltou a coleira que tinha na mao. Ela partiu a coleira e de la saiu o akuma.

- Chega de maldades pequeno akuma- disse ela começando a rodar o seu ioio- liberto-te do mal! Bye bye borboletinha!- finalmente ela virou-se para mim- O que me querias dizer, chat?

Eu respirei fundo para ganhar coragem. Estava extremamente nervoso e até estava a tremer. Pensei nas palavras tranquilizadoras da Marinette e o que poderia fazer se fosse recusado e comecei a falar.

 

CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO...

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capitulo.
Eu gostei de o escrever.
Até ao próximo capitulo!


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