História Revolução. - Capítulo 10


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Palavras 1.676
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nem preciso comentar sobre a demora né ksksks Isso foi devido á minha depre pessoal enfim.... Espero que gostem!

Capítulo 10 - Segredos.


Fanfic / Fanfiction Revolução. - Capítulo 10 - Segredos.

 

Point View Margoth

 

- Nem sinal deles. – Alertei á Kleman via rádio. – Câmbio!

 

Ele resmungou algo do outro lado da linha. – Não volte sem eles. – Falou sério desligando a áudio transmissão.

 

- Que porra! – Murmurei tirando meu capacete. Respirei fundo o ar de Kepler, meus pulmões pareciam querer explodir de ódio naquele momento. – JUSTIN CADÊ VOCÊ!! – Gritei estridente.

Algumas lágrimas caíram de meus olhos, trinquei os dentes as limpando rapidamente. Torci mentalmente para que nem Holf nem Lize tivessem escutado, odeio demonstrar fraqueza.

Me distanciei totalmente do grupo vendo á poucos metros uma cachoeira, olhei para os lados percebendo estar totalmente sozinha. Cheguei bem próxima á ela me sentando em uma das pedras grandes que haviam de frente para ela.

 

Soltei um suspiro bagunçando meus próprios cabelos em cansaço em desespero. Comecei a me sentir observada, levantei minha cabeça olhando para todos os lados assustada, mas nem sinal de qualquer coisa ou pessoa por ali.

Peguei minha arma me levantando cautelosamente, a apontei para todos os lados amedrontada. Eu não fazia idéia do que poderia estar ali.

 

- Justin? – Chamei baixo enquanto andava. Do fundo do meu ser eu esperava que ele estivesse por perto.

Abaixei a arma soltando um longo suspiro. Me virei dando de cara com Holf, ele me olhava confuso.

 

- Merda! – Levei a mão ao peito por conta do pequeno ataque cardíaco que tive. – Quer me matar?

 

- Não.. Esta tudo ok?

 

- Sim, nem sinal deles. – Falei completamente esgotada. – De volta ao ponto de encontro. Câmbio! – Alertei aos outros pelo rádio.

 

- Espere! – Holf disse. O mesmo fez sinal de silêncio pegando sua arma, olhou para os lados atento. – Ouviu isso? 

 

- O qu.. – Fui interrompida por um forte tremor de terra abaixo de nós, cai de bruços sendo arrastada até as pedras que abaixo dali havia em direção oposta á cachoeira. – HOLF! – Gritei o mesmo que corria desesperado em minha direção.

Vi de longe Lize e os outros correrem, meu corpo chacoalhava de um lado para o outro sobre o chão sem controle, tentava gritar, mas não conseguia.

Senti minhas costas baterem contra uma grande pedra, cheguei a perder o ar naquele momento. Uma dor forte e aguda tomou conta de mim, enquanto o tremor parava aos poucos. Gritos abafados, soldados correndo de um lado para o outro, tudo parecia em câmera lenta enquanto eu caia na inconsciência aos poucos.. Até apagar completamente.

 

 

 

 

Point View Justin Bieber

Flashback On

´´- Mais sete flexões. – Ordenou meu pai á garota loira que relutante se abaixou obedecendo-o lentamente.

O mesmo repousou seu pé nas costas da mesma dificultando ainda mais seu objetivo.

- Você é fraca. E sinceramente.. – Dizia baixinho no ouvido da garota de aproximadamente quinze anos. – Não preciso de pessoas fracas aqui. – Pisou forte na mesma a fazendo cair de cara no chão duro do acampamento.

 Ele se afastou a deixando aos prantos no chão. Aproximei-me dela á ajudando a se levantar.

- Esta tudo bem? – Perguntei cauteloso.

Ela tirou seus cabelos loiros de seu rosto me olhando confusa.

- Estou.. – Se endireitou. – Você é...

Assenti a interrompendo. Sabia que ela estava se referindo ao fato dele ser meu pai.

 

- Sou Justin, á propósito. – Estendi minha mão a cumprimentando.

Ela corou apertando minha mão. ´´

 

 3 anos depois...

 

´´ - Psiu – Ela me chamou baixinho entrando em minha cabine.

Margoth tinha uma mania estranha em entrar em minha cabine durante a noite. Não que eu achasse isso ruim, longe disso! Apenas achava perigoso caso alguém a pegasse entrando ali, principalmente por ser MEU quarto, o filho do general.

Soltei uma risada fraca. – Você não pode entrar aqui..

Ela me ignorou me selando. – Sabe que eu não me importo, não é? – Mordiscou meu lábio iniciando um beijo.- Hmm, eu preciso te dar uma coisa.. – Sussurrou entre o beijo.

Ri a mandando um olhar malicioso. Ela se afastou revirando os olhos. Colocou seus dedos por dentro de sua blusa tirando de lá um cordão. Ele continha seu nome abreviado em ´´ Margo´´. Ela o tirou colocando em meu pescoço.

- Vamos ficar separados por essa semana, precisa ter algo que te lembre de mim. – Murmurou se deitando.

Me deitei ao seu lado sem dizer uma única palavra, eu não precisava. Ela sempre foi suficiente para mim e eu sempre fui suficiente para ela, nós pertencíamos um ao outro, desde sempre.´´

 

Toquei o cordão em meu pescoço deixando que uma única lágrima escorresse de meus olhos. Eu estou extremamente cansado de tudo isso, cansado de estar aqui nesse planeta, cansado de estar longe das pessoas que eu amo.. E principalmente confuso.

 

-Gostei do colar. –Falou Violeta se sentando ao meu lado.

 

- Obrigado!

 

– Te lembra alguém especial? – Perguntou. Como sempre, curiosa.

 

Sorri sem mostrar os dentes. – Margoth. Sinto tanta falta dela.. – Suspirei. – Não agüento mais ficar aqui. – Comentei sincero.

 

- Obrigado pela parte que me toca. – Sorriu irônica.

 

Gargalhei negando.

 

- Se estivéssemos na terra, diria até que esta com ciúmes. Mas acho que você nem sequer sabe o que é isso. – Dei os ombros.

 

- Eu sei o que é. Na verdade eu sei de muitas coisas.

 

Olhei-a curioso.

 

- Como?

 

- Se eu te contasse teria que te matar. – Sussurrou bem próximo de meu rosto.

 

Mordi meus lábios a puxando para mim, segurei sua cintura a abraçando por traz. Mordi sua orelha sussurrando.

 

- Você é tão misteriosa. – Beijei seu pescoço carinhosamente. – É o que mais me atrai em você.

 

- É mesmo? – Arqueou uma de suas sobrancelhas ficando de lado.

 

- Sim, não esconderia meu desejo por você só porque aqui isso parece uma fraqueza. – Sorri. – Sempre serei grato por te salvo a minha vida.

 

 

O chão começou a tremer repentinamente nos interrompendo. Formaram-se pequenas tempestades. Me segurei em uma rocha da caverna ajudando Violeta a se apoiar em mim, no fim do pequeno ´´ tremor/ tempestade ´´ nos ajeitamos ficando lado á lado um do outro.

Pode parecer um pouco estranho, mas eu nem sei onde está fazendo tanta tempestade. Se é lá fora ou se é dentro de mim.

 

- Você esta estranho. – Comentou Violeta enquanto se colocava em pé fazendo uma pequena careta.

 

- Não estou, é só que.. – Soltei um suspiro frustrado. – Quero ir embora daqui..Minha saúde emocional e mental nunca foram prioridade, para dizer a verdade.. Mas de um tempo para cá minha mente realmente começou a surtar e passei a ver a importância de corpo, alma e mente andarem em harmonia. 

 

Ela cruzou seus braços parecendo estar pensativa. – Justin..

 

- Sim?

 

- Preciso te contar uma coisa. – Me olhou fixamente. – Eu não vou voltar.

 

- O que?

 

- Preciso salvar a minha espécie.. – A interrompi.

 

- ´´ Minha espécie ´´ é tudo sobre sua espécie e seus ideais egoístas, não é? – Travei o maxilar. – MINHA espécie também esta em risco, ou você acha que Kleman se importa com isso? Ele nem mesmo humano é. É só um projeto de um. – Bufei. – Então não me venha com esse discurso barato de ´´ minha espécie ´´ isso esta me dando nos nervos.

 

Ela negou.

 

- Não vou discutir sobre isso com você. Não mesmo! – Saiu da caverna pisando fundo.

 

- É assim que os Híbridos reagem á um conflito? – Alfinetei. – Por isso estão sendo escravizados. – Dei um meio sorriso. Ela se virou no mesmo momento com pequenos resquícios de lágrimas nos olhos. Meu sorriso irônico se murchou aos poucos. – Me desculpe..

 

- Tudo bem. – Limpou a única e fraca lágrima que desceu.

 

Me aproximei dela a abraçando. – Eu não quis dizer aquilo.. – Suspirei mais calmo. – Se eu voltar sem você, eu provavelmente serei morto. Não é opção sua, vou ter que te levar de qualquer jeito.

 

- É provavelmente seria mesmo. – Deu um meio sorriso negando. – Você pode tentar. – Piscou.

 

- Pare de debochar, você é praticamente uma humana. – Brinquei a empurrando de leve.

 

Ela revirou os olhos.

 

- Na verdade isso é bem estranho. – Falei. Arqueei minhas sobrancelhas.

 

- Fui criada na terra, vivi lá por um tempo. – Passou a mão em meu pescoço aproximando seu rosto do meu. – Não conte á ninguém.

 

- Posso te fazer uma pergunta? – A afastei levemente incomodado.

 

- Depende.

 

- Já teve algum tipo de relação com o Kleman?

 

Seu rosto ficou sem expressão por um momento, jurei que a mesma iria desmaiar pela palidez de seu rosto naquele instante.

 

- Por quê? Por que você é tão importante para ele? – Questionei ainda muito intrigado com tudo aquilo.

 

- Por que esta me questionando sobre isso? – Me jogou contra a parede sem delicadeza alguma. – Não gosto de acusações. – Praticamente rosnou mostrando novamente seu lado sombrio.

 

- Não entendo você...

 

- Você não precisa saber de tudo, é melhor para nós dois. – Suspirou se afastando. – Você não tem idéia de como um segredo pode destruir alguém, até que esse alguém se torne você. – Disse saindo totalmente de perto de mim abandonando a caverna.

 

Point View Margoth

 

- Eu já disse! Você esta indo super bem. – Holf elogiou Lize.

 

- Ás vezes sinto que ela não gosta de mim.. – Comentou (provavelmente ela se referia á mim).

 

Eu ouvia tudo de olhos fechados, fingindo ainda estar inconsciente.

 

- É só o jeito dela. – Riu. – Só tem uma pessoa que faz esse coraçãozinho derreter.. – O interrompi abrindo meus olhos levantando meu tronco com tudo.

 

- PODE PARAR DE FOFOCAR SOBRE MINHA VIDA E IR CUMPRIR SEUS DEVERES! – Gritei autoritária. – Seus folgados. – Bufei sentindo uma insistente dor nas costas. – Não consigo levantar..

 

Holf sorriu acolhedor me empurrando novamente para a maca.

 

- Nananina não! Nem pense em se levantar daí mocinha. Já estamos quase chegando.

 

- Estamos voltando? – Perguntei tristonha.

 

- Sim. Ficamos preocupados com a sua saúde, vamos dar um jeito nisso e amanhã voltamos.

 

- Mas o Justin.. – Tentei me levantar novamente. O mesmo me impediu.

 

- Amanhã.

 

Bufei totalmente irritada com aquilo. Droga!

 

(...)

 

- Já me cansei dessas desculpas, são todos incompetentes. – Kleman se levantou de sua cadeira com brutalidade. –Estão fora do caso, minha equipe cuidará daqui para frente. Soltem os Drones. – Disse ao humano modificado á nossa direita.


Notas Finais


Digam o que estão achando <3


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