História Revolution of The Robots - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Gui-Kusanagi

Postado
Categorias Originais
Tags Pós-apocalipse, Revolução, Robôs, Sobrevivencia
Visualizações 5
Palavras 1.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Primeiros Dias


Primeiros dias

P.O.V Helena

Meu nome é Helena Kennihan, tenho 18 anos, sou uma das poucas pessoas da minha família que sobreviveram ao apocalipse robótico, junto de mim eu tenho a minha irmã mais nova de 7 anos, a Jennifer, ela ainda fica apavorada com tudo o que aconteceu, mas mesmo assim aconteça o que acontecer eu vou protege-la.

Eu estava procurando o que comer nessa manhã, os nossos suprimentos tinham acabado na noite passada, Jennifer continuava a dormir, mas ela dormia em minhas costa pois tivemos que ficar acordadas até a manhã chegar, pois a área em que estávamos estava cheio de sentinelas dos NS-5 e um único passo em falso, poderia acabar com as nossas vidas.

A cidade estava morta, o silencio era tanto que eu só conseguia ouvir o bater do meu coração e do coração de Jennifer, podia sentir sua respiração na minha costa, eu andava cautelosamente, tinha medo de que aparecesse um sentinela por aqui, havia vários prédios por ali, todos estavam absolutamente abandonados, isso pelas minhas suspeitas, imaginei estar no centro de Nova York, afinal eu morava bem no interior dela, andei mais um pouco, pude finalmente achar uma loja com o que estivesse válido, peguei uma mochila nova de viajem, algumas das poucas coisas que ainda estavam válidas por ali eram: podes de leite em pó, garrafas de água mineral claro, comidas enlatas, carnes que estavam em congeladores, etc., mas eu resolvi achar algo de bom para minha irmã, eu sei que estamos no meio do apocalipse, mas vale a pena comer algo doce ou de chocolate.

Ela continuava a dormir, sai daquele local o mais rápido que pude afinal tinha ouvido alguns barulhos, não sabia se era alguém ou se era algo, mas era melhor não arriscar, vi várias pessoas morrerem na minha frente eu não queria ser a próxima e não deixaria a minha irmã ser a próxima.

Eu estava começando a ficar cansada então resolvi acorda a Jennifer

“Está bem maninha é hora de acordar, estou começando a ficar cansada” Então ela acorda

“Quanto tempo eu dormi?” pergunta a mesma passando a mão no seus olhos

“A manhã toda” Eu respondo olhando para seus olhos

“E que horas são?” Ela perguntou estranhando o certo tempo nublado

“Bom, é quase meio dia” Eu olho para o relógio que estava no meu pulso

“Nossa que fome!” Ela disse com as mãos na barriga “Conseguiu achar alguma coisa?”

“Sim bastante, até uma bolsa nova”

“Então, eu acho que você merece uma pausa maninha, afinal passou uma manhã inteira caminhando e me carregando nas costas, tenho certeza que você está cansada e com fome” Ela diz com certa pena no olhar

“É verdade, eu estou cansada e com fome”

“Então onde vamos fazer a nossa pausa?” Ela diz olhando ao redor

“Vamos ficar em uma casa que eu passei ainda agora”

“Como ela é?”

“Bem destruída para não chamar a atenção”

“Que coisa hein”

“Ah não faz mal”

Fomos andando até a tal casa, eu sei que disse que ela estava destruída e tal, mas era só exagero mesmo, ela tinha dois andares, era azul e branca e tinha vários quartos, eu fui vasculhar primeiro, tive medo de que ela encontrasse algum corpo morto. É eu estava certa tinha o corpo de duas crianças ambas aparentemente mortas da mesma forma: Com um tiro de lazer no peito.

Coloquei elas dentro do armário e orei por elas, para mim ainda era difícil ver pessoas mortas, principalmente crianças, então ouço Jennifer me chamar.

“Helena! Cadê a comida!” Gritou ela da sala

“Sua gulosa!” Então comecei a rir

“Vem logo!” Sua voz parecia emburra

Sai do quarto e fui até a sala, andando em cada corredor tinha várias pinturas das mesmas meninas que eu vi morta, é elas pareciam felizes, mas percebi que em foto nenhuma eu via seus pais...somente em uma na qual elas estavam sérias e os pais estavam ao seu lado segurando algo no bolso, não me importei muito e fui até Jennifer.

“Então cadê a comida, estou com fome!”

“Ai que coisa hein, vem eu consegui bastante coisa, agora vai ver se tem gás no fogão” Eu falava enquanto pegava as carnes que eu tinha conseguido

“Ok” Ela disse sorrindo e foi até a cozinha

Eu estava tirando alguns temperos e verduras, então ouço um ruído, olhei por todos os lados e achei um espécie de inseto, percebi que bem no canto de sua asa ele possuía o símbolo dos NS-5, seus olhos era como câmeras, rapidamente peguei uma faca e o cortei ao meio, peguei ele e o coloquei sobre a mesa, ele era do tamanho de uma tampinha de Coca-Cola, peguei meu material de concerto eletrônico, para quem não sabe eu fazia curso de informática em todas as áreas e meio que sei bastante coisa sobre tecnologia meu pai era um dos cientistas que discordaram na construção do NS-5 ou seja eu não o culpo por nada.

“Sim, maninha tem gás no fogão” Jennifer aparece com algo atrás das costa

“Por que demorou tanto?” Perguntei com as minhas suspeitas

“Por causa disso” Então ela tira de trás de si um filhote de Pastor Alemão

“Onde você achou ele?” Eu perguntei acariciando o pequeno filhote

“Ele estava dormindo em um caixa com ração e biscoito, ambos fechados” Ela fala e traz a caixa

“Ele é muito fofo” Eu digo vendo o mesmo lamber minha mão

“Podemos ficar com ele, por favor, por favor, eu juro que não vou pedir mais nada, por favor” Dizia ela implorando para ficarmos com o cachorro.

“Ok, vamos ficar com ele” Então ela pula em cima de mim

“Muito obrigada Helena” Ela dizia enquanto se levantava

“Então que nome vamos dar para ele?” Eu perguntei enquanto pegava o nosso almoço para ser aprontado

“Que tal...Joe?” Ela me perguntava enquanto segurava ele

“Não, acho melhor...John, o que acho?” Já estava quase terminando o almoço

“É gostei, o que você acha pequeno?” Ela olhou para o cachorrinho, o mesmo respondeu com um latido feliz.

“É ele gostou” Eu falei terminando o macarrão e molho pronto.

“Então vai ser John, agora vamos comer que eu to com fome!”

“Vamos logo com isso” Eu disse a servindo

Ficamos ali conversando sobre coisas banais e de como o John ia ficar daqui a alguns dias ou meses, afinal cachorros crescem bem rápido.



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