História Rewind - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Jaebum, Markjin, Rewind, Sugar Baby, Sugar Daddy, Youngjae
Exibições 633
Palavras 1.945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá~
Aproveitando e passando pra atualizar Rewind pra vcs <3
Viram que eu mudei o nickname? xD Agora não sou mais Nyancchi, sou Nerthus u.u
Por que estou falando isso? Por nada, só estou sendo aleatória mesmo hahaha
Enfim, eu só vim rapidinho pra postar pra vocês, porque estou morrendo de sono e quero dormir ;-;
Não vou demorar, mas queria muito agradecer mais uma vez por tudo, amorecos :3 Ainda não respondi os comentários anteriores, mas vou fazer isso amanhã, se eu tiver tempo, prometo u.u
Me desculpem por qualquer erro!
Boa leitura!

Capítulo 8 - Capítulo 08


A mesa estava completamente cheia com tudo o que qualquer pessoa tinha o direito de desejar para uma refeição normal. Fazia dias que YoungJae não tinha o prazer de acordar e se deparar com aquela cena, que até mesmo fez seu estômago reclamar.

— Vai ficar aí parado até quando? — JaeBum arqueou uma sobrancelha, já sentado e se servindo na companhia de JinYoung.

Mesmo irritado, YoungJae ignorou isso e foi até eles, fazendo questão de se sentar ao lado de JinYoung, que lhe dirigiu um sorriso e desejou bom dia. Retribuiu da mesma forma, mas depois que caiu na real, franziu a testa.

— Hyung, você não deveria estar trabalhando? — Choi perguntou sem pensar, e JinYoung sorriu de canto.

— Por quê? Queria ficar sozinho com JaeBum hyung?

— Não! — “Caralho, JinYoung! Por quê?”. O mais novo sentiu seu rosto esquentar quando viu que JaeBum o olhou enquanto comia doenjang jjigae. YoungJae encarou Park, querendo o esfolar vivo. — N-não é nada disso! Só perguntei por curiosidade.

Naquele momento, desejou encolher naquela cadeira até sumir, porque era vergonhoso demais para uma pessoa que acabou de acordar e que nem conseguia raciocinar direito. O infeliz ao seu lado riu, provavelmente zombando da sua cara, mas YoungJae até mesmo se acostumou a ser tratado como o otário que acreditava que era; foram anos de experiência, mas naquela casa, eles estavam extrapolando já.

— JaeBum hyung não foi o único que recebeu o dia de folga — YoungJae soltou um “ah” como resposta e decidiu comer para calar a boca antes que perguntasse ou falasse mais alguma coisa que resultasse em respostas e questionamentos constrangedores. — Aliás, hyung, eu não vou poder fazer companhia a vocês. Mark vai comigo mais tarde comprar as roupas e me fez prometer que o esperaria.

— Está tudo bem — por rabo de olho, YoungJae viu JaeBum dar de ombros.

“Caramba, essa comida é boa demais. Foi Jinyoung quem preparou? Eu poderia me casar com ele só para comer isso todo dia”.

— E também prefiro não atrapalhar o casal. Seria desconfortável ficar entre vocês dois.

“YoungJae, respire fundo. Pense na comida. Não ceda à vontade de matar Park JinYoung com hashis, não faça isso”.

Se pudesse, YoungJae teria assassinado JinYoung apenas com um olhar, mas o infeliz fez uma cara cínica na sua direção, quase debochando do dongsaeng. JaeBum estava pouco ligando para o comentário e a pior das sensações invadiu Choi naquele instante. A sensação de que estava mesmo lascado, e tudo graças ao repuxar de lábios que o Im cedeu. Ele estava claramente concordando com o que JinYoung disse! Aquilo era… Um absurdo!

YoungJae preferiu ficar quieto, comendo — óbvio. Se dissesse alguma coisa, tinha certeza que daria em merda, porque era mestre nisso. Na verdade, se achava mestre em muita coisa.

 

. . .

 

A loja não se encontrava muito cheia àquela hora, mas havia alguns homens bem vestidos olhando as peças com uma atenção de dar inveja e acompanhado pelas mulheres vestidas em terninhos brancos, atendendo-os com um sorriso largo no rosto. Bem, JaeBum era um deles e YoungJae apenas o seguia, passeando os olhos pelo local com um pouco de curiosidade enquanto o chefão escolhia as roupas que mais gostava. Era uma variedade realmente grande de cores, modelos, tamanhos e detalhes. E tudo de marca renomada. YoungJae nunca tinha entrado em uma butique daquele nível, afinal, não passava de um pobretão, mas não era muito diferente do que tinha imaginado que seria. Anos assistindo doramas havia valido de alguma coisa.

JaeBum parou, verificando alguma peça e conversando com a vendedora, mas YoungJae não deu atenção. Sempre ouvira falar que em lojas assim, as roupas eram realmente caras e, por curiosidade, verificou o preço de um conjunto de calça e paletó. “Bela mãezinha que me pariu, isso custa ₩3.005.277,04?! Como assim? Quem é o maluco que gasta dinheiro com um negócio desses se pode comprar bem mais barato em outro lugar?”

— YoungJae, vamos — JaeBum e um monte de gente rica, claro.

Ainda chocado, foi atrás do mais velho, indo parar no trocador. A vendedora ficou do lado de fora, mas Choi foi arrastado para dentro do lugar de paredes brancas e chão bege, com os vestiários espaçosos separados por cortinas de cetim cinza. Havia um espelho grande ali dentro, com um tapete quadriculado macio e um tipo de divã vermelho, onde JB deixou as roupas. No automático, YoungJae fechou as cortinas e quando se virou, JaeBum já estava tirando a blusa.

— Experimente — disse, abandonando a camisa junto com o casaco no sofá, apontando para a roupa que tinha escolhido para YoungJae e sorrindo. — Ou prefere ficar me admirando? Eu não ligo.

— Aish, fala sério — o outro fez uma careta e Im quase riu.

Ignorando a presença do ser indesejado, YoungJae voltou a atenção ao conjunto totalmente negro. Por fim, suspirou e espiou para ver se JB estava o olhando, mas ele estava ocupado demais tirando a calça. Droga, ele estava bem de frente para o espelho e poderia o ver. “Ah, YoungJae, pare de frescura. Tu é um homem ou uma garotinha indefesa? Tudo o que ele tem, você tem também. Tudo bem que ele tem umas costas largas invejáveis e um abdômen incrível e, caramba, que coxas durinhas! E aquela bunda… O que diabos eu ‘tô fazendo?!”.

Arregalou as pálpebras e quase chorou ao desviar a atenção rapidamente quando JaeBum o encarou pelo reflexo após ter empinado o traseiro na sua direção ao colocar as calças; havia sido uma visão muito doida. Ele riu e YoungJae quis morrer. Sem a mínima coragem de fitar o maldito, começou a se despir com desgosto. Nunca sentiu seu corpo tão tenso para trocar de roupa como naquele instante. Pelo menos não havia pagado nenhum mico, tipo se enroscar na perna da calça e cair de cara no chão com a bunda para o ar. Seria lindamente vergonhoso.

Terminou de fechar os botões da camisa pólo, sentindo-se aliviado.

— O que acha? — encarou JaeBum, que já estava vestido numa calça negra, camisa pólo branca, gravata, colete e paletó longo, todos negros. Era realmente sério que Im precisava pedir opinião? O cara era um deus e se fazia de besta! YoungJae até mesmo achava que se ele vestisse um pano de chão, iria continuar bonito. Ah, como queria esfregar a cara de Im JaeBum naquele espelho para ver se ele ficava feio. O mundo era realmente injusto, dando dinheiro e beleza para uma pessoa só! — E então?

— Você está bonito, maravilhoso, um gostosão. Satisfeito? — JaeBum sorriu, claramente saciado, e YoungJae quase revirou os olhos.

YoungJae ignorou a presença do mais velho e pegou o paletó, mas JB se aproximou e o tomou de suas mãos.

— Você é muito lerdo — ele simplesmente ajudou Choi a vestir a peça, mesmo sem necessidade alguma. “Cara, tipo assim, não sou uma mocinha, ok? Não precisa bancar uma de cavalheiro sexy, porque é totalmente desnecessário”. Claro que aquilo ficou apenas no pensamento de YoungJae, que não retrucou nada contra e ficou caladinho. JaeBum ajeitou as mangas e a gola da roupa enquanto analisava Choi antes de simplesmente agarrar seu queixo e o beijar. “Seu…” — Você está lindo. — “Monstro!”.

Foi apenas um maldito selinho, mas YoungJae sentiu como se fosse ter um ataque cardíaco e cair duro aos seus pés. Ainda mais com ele o elogiando daquela forma, a boca próxima da sua e a voz sussurrada. JaeBum era definitivamente uma aberração, das piores e mais cruéis. E isso estava começando a assustar YoungJae mais do que quando tinha cinco anos e acreditava que havia monstros escondidos debaixo da cama, prestes a puxar seus pés, mas ao contrário deles, JB era real e queria comer seu coração no jantar, afinal, só isso explicava a forma como ele batia tão forte.

Graças a um bom pai no céu, JaeBum se afastou, pegando o pulso de YoungJae e o arrastando até o espelho, colocando-o à sua frente e segurando os seus ombros. O dongsaeng nem conseguia raciocinar direito por causa de tudo aquilo que estava sentindo.

— Gosta? — YoungJae analisou previamente a roupa que usava. Tudo negro, com o paletó indo até um pouco abaixo das nádegas. Umedeceu os lábios, incomodado com a sensação de formigamento que permaneceu após aquele selo. Droga, não havia sido a primeira vez, então por que isso estava o perturbando tanto? Concordou com um aceno e JaeBum o abraçou, apoiando o queixo em seu ombro. YoungJae ficou mais retesado que um pedaço de madeira, notando a forma como JB os analisava no espelho. — Somos realmente um casal incrível.

Quê?

— Como assim? — Choi viu o próprio reflexo franzir as sobrancelhas enquanto o de JaeBum sorria antes de o soltar.

— Vamos nos trocar.

 

 

. . .

 

Depois de ter vestido as roupas que estavam usando antes, saíram de vestiário e JaeBum não pensou duas vezes antes de comprar as que experimentaram, aproveitando para escolher os sapatos e meias. Depois que saíram, andaram por Gangnam com sacolas nas mãos, afinal, Im decidiu ir a pé. YoungJae precisava caminhar pela área para se acostumar, era o que pensava. Não andaram muito até JB se enfiar em uma joalheria e, como um bom cachorrinho, YoungJae teve que ir atrás sem reclamar.

Caminhando entre as vitrines e cumprimentado funcionários, JaeBum foi direto para a sessão de relógios, olhando as várias opções com interesse. Ele parecia realmente perfeccionista e atencioso aos detalhes.

— E quanto à universidade? — YoungJae o encarou, mas ele nem lhe ofereceu um olhar em troca. Como estavam só os dois, claramente estava falando com ele.

— Ah, eu não frequento.

— Isso eu percebi — desta vez, JB lhe direcionou as íris de relance, soando debochado. Em seguida, bastou sinalizar para uma funcionária que ela veio o atender. — Não pensa em fazer faculdade?

— Talvez. Na verdade, eu tinha conseguido uma vaga na Yonsei, mas depois do que aconteceu, não pude ir.

— Parabéns — ele o fitou por um instante, parecendo surpreso. — Qual curso?

— Medicina.

JaeBum apontou para o relógio que queria e a funcionária o pegou, entregando-o.

— Vai tentar de novo, certo? — JB indagou enquanto analisava o relógio dourado.

— Não sei.

— Deveria tentar — YoungJae acabou sorrindo e o outro retribuiu, pegando o pulso alheio e afastando a manga da blusa, colocando o relógio. Se Choi ficou surpreso? Claro que sim, afinal, ele estava pagando um relógio que deveria ser super caro, mais caro que seus rins e dos seus familiares juntos.

— Isso…

— É para você — maldita mania de cortar sua fala. JaeBum analisou, parecendo satisfeito por ter servido perfeitamente.

— Não deveria gastar comigo.

JaeBum cravou aquelas duas bolas negras, que todo munda chama de olhos, em YoungJae como se estivesse o julgando e o menor quis sair correndo para se esconder em algum lugar. Parecia seu pai quando queria comer seu fígado por ter dito uma besteira. Achou melhor ficar quieto.

— Você precisa estar bem vestido para ficar do meu lado e ser apresentado como meu parceiro.

— O que isso significa?

— Significa que você é o meu namorado, YoungJae. — tinha droga naquela comida que Park havia feito? Que merda era aquela que ele estava dizendo? — Os únicos que sabem do nosso acordo são Mark e JinYoung.

— Espera, e YuGyeom?

— Ele não sabe de nada — YoungJae ficou perplexo. Então, YuGyeom achava que ele estava com JaeBum por dinheiro? Por isso estava o tratando daquela forma, como se fosse vergonhoso para JB ter um namorado pobretão?

JaeBum retirou o relógio do seu pulso e algo se passou pela cabeça do Baby.

— Mas, por que você está fazendo isso? Mentindo sobre nosso relacionamento? — Vergonha de ser como o pai? Talvez.

Como era de se esperar, o serzinho das trevas não o respondeu, mas repuxou os lábios em um meio sorriso antes de estender o relógio à vendedora.

— Vou levar.


Notas Finais


Kissus :*


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