História Ride - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Francisco "Isco" Suárez, James Rodríguez
Personagens Francisco Román Alarcón Suárez, James Rodríguez
Tags Isco, James Rodriguez, Jamisco, Yaoi
Exibições 79
Palavras 1.738
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


LEIAM ESCUTANDO, AS MÚSICAS DAS NOTAS FINAIS, PLSSSSSSS
PS: meu primeiro yaoi

Capítulo 1 - Capítulo Único!


Fanfic / Fanfiction Ride - Capítulo 1 - Capítulo Único!

Eu nunca tinha visto o Isco com outros olhos, mas naquele momento quando ele segurou na minha coxa para tiramos a foto pós-jogo, eu senti coisas que não deveria sentir.

- Você está bem, amor? - Daniela perguntou me tirando dos devaneios que rodeavam a minha mente - Parece um pouco distante e perdido.

- Imaginação sua, amor. - forcei meu melhor sorriso - Só estou um pouco cansado do treino de hoje.

- Tem certeza? - ela insistiu e eu assenti. - Okay - ela saiu da varanda me deixando ali, perdido em pensamentos que até poucos dias eu julgava nojento. Que até poucos dias eu dizia ser errado.

Será que é muito errado desejar um homem?

Respirei fundo e soltei o ar logo em seguida. Levantei de onde estava sentado e fui tomar banho, bufei ao ver que não conseguia parar de pensar no Isco, eu ainda podia sentir o abraço que ele havia me dado no último jogo. Eu ainda sentia seus braços me envolvendo e me fazendo carinho.

Soquei a parede e meus pensamentos voaram. Logo eu estava pensando em como o Isco era sexy sem camisa, ou então como aquelas tatuagens o deixavam mais lindo ainda. E logo o meu amiguinho deu sinal de vida, e sabendo que aquilo não iria abaixar nem tão cedo, minhas mãos fizeram o trabalho que era pro Isco estar fazendo. Minha mão envolveu o meu pênis e eu comecei com movimentos leves, logo eu estava prendendo o gemido para que a Daniela não escutasse nada.

Mas aos poucos eu sussurrava o nome do Isco. Era automático, ultimamente eu só tinha pensamentos para ele. Minhas pernas bambearam e eu senti o meu líquido se misturar com a água que caia do chuveiro.

[....]

A caminho do treino eu coloquei uma música pra tocar e fiquei cantarolando e logo já estava no estacionamento. Sai do carro e peguei minha mochila com as minhas coisas e liguei o alarme do carro e entrei no estádio.

- Fala colombiano - Cristiano gritou e eu acenei pra ele. Cristiano era um ótimo amigo, me ajudava sempre que podia e era o único que sabia sobre o meu desejo pelo Isco. E ele me apoiava - Já resolveu aquele assunto? - disse ele quando chegou ao meu lado

- Qual dos dois? - me referi ao Isco e a Dani. - Mas enfim, eu não resolvi nenhum dos dois.

- Colombiano, colombiano - ele me repreendeu - Resolve esse seu problema logo. Aproveita que o Isco se separou da mulher - ele colocou a mão no meu ombro e me acompanhou até o vestiário - Se resolva, colombiano.

Ele me deu dois tapinhas no ombro e saiu andando em direção ao gramado. Continuei minha caminhada rumo ao vestiário e quando eu olhei para o chão esbarrei em algo que me fez ir ao chão, devido a força do impacto.

- Dios Mio - escutei aquela voz que tanto gostava, soar em desespero - Me perdoa, James - ele me ajudou a levantar - Estava a correr do Chicha - senti vontade de revirar os olhos ao ouvir o nome do mexicano - E ah, eu preciso conversar com você - coçou a nuca - Tem como ir ao meu apartamento depois do treino?

- Hum.... tudo bem - ele sorriu e depois saiu andando - Quem sabe essa seja minha chance - sussurrei.

[....]

Sai do carro e fui em direção a portaria.

- Francisco da cobertura - disse ao porteiro que apenas assentiu e ligou para lá.

- Pode subir, senhor Rodriguez.

- Obrigado

Entrei no elevador e apertei o botão da cobertura. Em poucos segundos estava lá. Coloquei as mãos no bolso logo após tocar a campainha. Escutei o barulho de chaves balançando e logo a porta abriu me dando a visão de um Isco sem camisa, apenas com uma toalha enrolada na cintura e eu não pude deixar de notar o volume que se formava por debaixo da toalha.

- Desculpa te receber assim. - ele bagunçou o cabelo - Mas pode entrar. - assenti e me coloquei dentro do apartamento. Ele sumiu da minha vista e eu sentei no sofá. Passei a mão pela calça, estava nervoso, eu não sabia o que iria fazer. Eu não sabia sobre o que ele queria conversar.

- Novamente me desculpe - ele disse e dava pra perceber que ele estava de fato constrangido - Eu não queria ter te recebido daquele jeito.

- Já disse que está tudo bem, Isco – dei um sorriso e ele retribuiu - Mas então, sobre o que queria conversar comigo? - perguntei curioso e eu vi as bochechas dele ficarem mais vermelhas que um tomate. - Fui direto demais? - disse ao perceber o desconforto dele.

- Er... Não. Eu só não tô com a maior coragem do mundo pra falar - eu ri. Mal sabia Isco o que eu andava pensando sobre ele. - Eu pedi o divórcio - suspirou e eu por um momento senti uma certa pena dele. Levantei e fui sentar ao seu lado e coloquei minha mão na coxa dele.

- Eu sinto muito - mentira, eu não sentia. Eu nunca gostei da Victoria, ela fazia o Isco de gato e sapato - Qual foi o motivo? Se você não quiser falar. Tudo bem.

- Eu estou me sentindo atraído por outra pessoa - suspirou pesadamente - Só que essa pessoa é casada.

- Já tentou conversar com ela? - disse com um pesar no coração. Ele estava apaixonado por outra pessoa.

- Estou fazendo isso agora - ele olhou bem no fundo dos meus olhos, parecia que ele conseguia ver a minha alma. E eu sentia meu coração bater tão rápido que parecia que ele ia sair pela boca.

- O que você quer dizer com isso? - discretamente eu me belisquei para saber se era um sonho mesmo e não era. - Isco... - disse baixo quando ele se aproximou.

- Eu nunca fiz isso - sussurrou próximo ao meu rosto - Por favor, seja meu professor. - ele mordeu o lábio inferior e eu não aguentei, era necessidade. Eu tive que o beijar, eu tive que beijar aqueles lábios que a tempos já estavam em meus sonhos e finalmente estava se tornando realidade. De início ele estranhou, óbvio parecia comigo a primeira vez que eu fiz isso. O puxei para sentar no meu colo, e entrelaçou as pernas na minha cintura e colou as mãos no meu cabelo. Enquanto as minhas mãos passeavam pelo corpo dele.

Era óbvio que eu já estava excitado e eu sentia a excitação dele também. Passei a beijar seu pescoço antes de jogar sua camisa longe.

- Vai doer? - ele perguntou quando eu tirei toda a roupa dele.

- No início, sim. - tirei minha camisa - Vai querer aqui mesmo? - ele riu e saiu correndo pelado pelo corredor e entrou no quarto, eu apenas me despi enquanto caminhava em direção ao seu quarto. Que era tão enorme quanto todos os outros cômodos da casa.

O deitei na cama e coloquei minha mão em seu membro e comecei a fazer os movimentos de vai e vem, bem devagar.

- James – ele sussurrou e selou nossos lábios.

- Hm – disse e aumentei a velocidade do movimento que as minhas mãos faziam em seu membro. Ele estava apertando as mãos no lençol que cobria sua cama, seus olhos estavam fechados, sua testa estava franzida, e sua boca estava um pouco aberta e ele gemia. Estava uma puta cena excitante.

Desci meus beijos de seu pescoço a seu membro, dei uma lambida na cabeça e apertei um pouco a minha mão que envolvia seu membro. Ele soltou um gemido mais alto quando eu envolvi toda a minha boca na glande de seu membro. Seus dedos puxavam o meu cabelo, enquanto minha língua lambia toda a extensão do membro e a minha mão o masturbava.

- James – ele berrou e logo em seguida se desfez em minhas mãos – Dios Mio – ele disse e ele estava ofegante – Comprei isso – disse tímido e tirou da gaveta do criado-mudo um lubrificante. Eu ri e o beijei – A algo que eu possa fazer por ti, senhor Rodriguez?

- Que tal dar uma cavalgada em mim, hein? – mordisquei sua orelha e ele encolheu os ombros – Fica tranquilo – desci minhas mãos pelas costas dele até chegar na bunda. O virei e o coloquei sentado em cima as minhas coxas. Ele juntos nossos lábios e demos inicio a um beijo cheio de malicia, era palpável o nosso desejo.

Minhas mãos apertavam sua bunda, e eu inseri um dedo em sua entrada e ele arqueou as costas. Eu sabia que aquilo incomodava, mas depois de um tempo aquilo iria passar.

Ouvi ele suspirar contra o meu ouvido, isso só fez aumentar a minha excitação. Ele começou a rebolar em cima do meu membro que ainda estava coberto pela bermuda.

- Puta que pariu – murmurei e ele riu no meu ouvido.

Tirei uma das minhas mãos da sua bunda, coloquei em seu membro e comecei a fazer os movimentos de vai e vem, pude ouvir o gemido rouco em meu ouvido, o que me deu mais tesão ainda.

- James – ele sussurrou meu nome no meu ouvido e mordeu meu ombro – Por favor.

- Por favor, o que? – disse em seu ouvido e ouvi um gemido, enfiei mais um dedo em sua entrada e ele suspirou alto.

- Me fode, logo – beijei meus lábios e o deitei na cama.

Abri suas pernas e com calma fui colocando meu pênis dentro de seu corpo, eu vi algumas lágrimas escorrerem de seus olhos e eu respirei fundo.

- Dói assim mesmo, amor – sussurrei contra seus lábios e o beijei. No meio do beijo eu o senti rebolar e eu soltei um gemido. Ele passou as pernas pela minha cintura e me jogou na cama e começou a cavalgar – CARALHO – Isco riu e eu sorri, ele é tão lindo.

- Goza dentro de mim, Jay – ouvir ele me chamar de Jay foi o fim. Cheguei ao meu ápice dentro dele, e pude ver o seu sorriso. Ele deitou no meu peito e eu acariciei seu cabelo. – Obrigado, Jay!

- De nada, Isco – beijei sua testa.

- Como vai ser agora? – ele perguntou me olhando.

- Vamos deixar a vida responder por nós! – selei seus lábios e respirei fundo. 


Notas Finais




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