História Right Place Wrong Time - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 99
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa a demora amores ;)

Capítulo 5 - A maldição


Fanfic / Fanfiction Right Place Wrong Time - Capítulo 5 - A maldição

Eles caminharam um tanto impacientes até finalmente avistarem o início de uma vila. Ali haviam diversas casas, a maioria eram enormes e um tanto descuidadas, e a antiga moradia de Cinderella parecia ainda mais macabra. Um dia fora linda, cheia de flores e de vida, mas depois da morte de sua mãe e com a chegada da madrasta e das duas irmãs insuportáveis, o serviço ficou todo nas mãos da morena que acabava ficando sobrecarregada e tendo pouco tempo para cuidar do jardim, se bem que Lady Tremaine odiava plantas e qualquer coisa que carregava um símbolo de vida. Seus vestidos tinham cores escuras e mortas, parecia até mesmo uma eterna viúva, apesar de nunca ter se importado com o falecido marido.

-Victoria mora ali. - Ella aponta para uma casa antiga no vilarejo. - Estávamos fugindo há tantos anos e ontem a noite eu apenas acordei e Henry não estava mais lá, pensei de tudo, até mesmo coisas terríveis baseadas em seu histórico... Com todo respeito, Emma Swan. - A loira engoliu em seco e deu um sorriso fraco.

-Está bem... Isso é passado e graças a Regina eu não fui embora, ela tinha um tipo de psicologia reversa. - gesticula bastante enquanto fala e oferece um sorriso tímido. - E além disso, ele é muito mais corajoso que eu. Ele nunca abandonaria as pessoas que ama, nunca abandonaria suas responsabilidades.

-Você mudou Emma. - A rainha se aproximou da amiga tentando reconfortá-la com um toque sutil em suas costas.

-O show está lindo crianças, mas temos coisas mais importantes para fazer, como resgatar Henry! - Rumple interrompeu com uma expressão nada amigável. Parecia extremamente ansioso e nem um pouco interessado na demonstração de carinho entre as duas.

-Ele tem razão. - Regina avançou em direção a casa assim como todos. Ao chegarem lá, a entrada parecia quieta e abandonada.

-Estamos com sorte, ela parece não estar em casa. - Emma se vangloriou. 

-É bom estar certa, Swan. - A morena falou com seriedade e cumplicidade.

-Descobriremos agora. - Rumple desbloqueou a fechadura e entrou na casa.

Estava tudo escuro lá dentro, fazendo com que Regina conjurasse uma bola de fogo para iluminar o caminho. Podia-se arriscar que ninguém mais morava ali, o que indicara a presença de uma alma viva durante algum período do dia era um prato sujo na pia com água, mas realmente parecia vazio naquele instante. Não foi difícil encontrar o sótão, a casa apesar de parecer grande, por dentro era mais compacta e Cinderella sabia exatamente o caminho. Ao subirem uma escada ingrime chegam até a porta do cômodo. Gold e Regina usam magia, mas nada acontece. Logo Emma nota e pega um grampo de seu cabelo pedindo licença. Todos olham com expectativa e ela finalmente parece destrancar.

-Por que a magia não funcionou? - A prefeita pergunta com curiosidade para o mais velho que comprime os lábios um tanto pensativo.

-Isso me parece um jogo. - Semicerrou os olhos.

Todos dão de ombro e quando abrem a porta dão de cara com um Henry amarrado e duas garotas o importunando enquanto Lady Tremaine estava com um sorriso no rosto sentada numa cadeira posicionada no centro do ambiente. Ela lembrava de Regina quando má, mas era muito mais discreta e fazia lembrar uma viúva negra com tal vestido rendado.

-Oh, você acertou, era um jogo. Pena que demoraram... - Sorriu maldosa e pode ver o ódio que causava no grupo. - Vamos dizer que eu ouvi esse pobre "príncipe" falando sozinho e imaginei que ele fosse louco... Até ver isso em sua mão. - Mostra o espelho e o derruba no chão virando apenas cacos. 

-Henry! - Regina correu até o filho querendo ajudá-lo a tirar a mordaça.

-Príncipe? - Emma perguntou curiosa.

-Claro, ele é o filho da princesa Emma. - Zombou. - Acha que não sei da história de vocês? Sou muito mais esperta que isso. - E bem, ele se apaixonou justo pela rata que vivia aqui. - Apontou para Cinderella. - Poderia ter sido por uma de minhas filhas, elas são tão lindas, mas não... Ele escolheu a pior! - Rosnou com raiva. - Eu tinha planos desde que ele chegou aqui. Ele casaria com uma de minhas filhas e iríamos para o reino moderno de vocês. Ficaríamos ricas e populares, porém ele teve que arruinar tudo. Então eu precisei achar uma alternativa... - Seu tom demonstrava falsa consideração e diversão com as reações que provocava.

-Qual alternativa? - O olhar de Regina parecia poder queimar qualquer ser naquele instante de tanto ódio que carregava.

-Criar meu próprio reino moderno. - Zomba. - Eu conheço sua fama pela maldição que lançou, na verdade, temos uma versão sua aqui... Sempre tive uma queda pelas más... - Seu tom era um tanto sujestivo, mas isso sumiu logo dando lugar a um olhar vingativo. -Lá serei a dona e tudo que quero se realizará, boa sorte.

-Iremos impedi-lá! - Killian gritou tentando passar confiança. Os heróis sempre venceram, talvez aqui não fosse diferente.

-Oh pirata, vai com calma... Não levante a voz para uma dama. - Ofereceu um sorriso lascivo. - E bem, não há nada que possa fazer, a maldição já está vindo. - Apontou para a janela para que pudessem ver uma fumaça cobrindo o reino. 

Emma olhou espantada e ao olhar para o lado não viu Lucy, alargou os olhos e logo confrontou Gold sobre isso.

-Onde ela está? - Tentou ser discreta, mas soava preocupada. De alguma forma tinha medo que algo ruim acontecesse com a neta.

-Ela quem? - Seu tom era divertido, como se não temesse em nada a maldição.

-Lucy!

-Oh, perdoe-me. Esqueci de mencionar a ela que havia uma zona segura no reino e que tinha outro feijão mágico... Bem, parece que eu sempre tenho uma válvula de escape. - Sorriu com seu feito, mas Tremaine não parecia abalada com esse fato.

-Isso não importa, aquela menina nunca nos encontrará. E quando fizer, quem acreditará em uma menininha irritante?

-Eu acreditarei! - Henry falou ao se livrar das cordas. - Eu acreditarei em minha filha! - Enfrentou-a com valentia.

-Não sem suas memórias, querido. - Prendeu um riso parecendo ainda mais irritante por sua falta de humildade.

-Eu fiz isso uma vez e sei que ele pode. - Emma falou com um sorriso acolhedor e abraçou o rapaz sentindo saudades, estava assustada com o quão crescido ele estava. 

Henry estava envolvido sobre o abraço das mães e de Cinderella que se aproximou mesmo estando sem graça. Queria pelo menos ficar com o marido antes de tudo se desmoronar. Fixava sua mente para se lembrar dele e de sua filha, mas sabia que aquilo era em vão, nada mais eles poderiam fazer, a escuridão cobria toda a extensão da cidade, dessa forma se agarraram mais forte um ao outro como se suas vidas dependessem daquele abraço.



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