História Rimani - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Lee Chan "Dino", Soonyoung "Hoshi"
Tags Depressão, Soonchan
Visualizações 62
Palavras 3.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


aviso:
cenas fortes

Capítulo 3 - Sobre ser usado, baixa autoestima e bebidas


Fanfic / Fanfiction Rimani - Capítulo 3 - Sobre ser usado, baixa autoestima e bebidas

Ah... Hah... Hn... Ahn... Humm... Hn... Hn...

Eram os únicos sons que ecoavam dentro do ambiente onde Lee Chan estava. E ele mesmo era o emissor daqueles sons. Aquela sensação de prazer depois de muito tempo era tão maravilhosa que ele nem ao menos tentava disfarçar o que estava fazendo.

Lee Chan possuía apenas um amigo – se é que ele poderia considerar aquela pessoa como sendo sua amiga. Eles se conheceram bem no meio do primeiro ano e então trocavam várias intimidades. Ele se chamava Lee Seokmin e era mais velho dois anos que Lee Chan. Só que o problema era que eles só podiam se ver de vez em quando por conta da distância.

Seokmin acabou o ensino médio antes de Chan, o que acarretou uma grande solidão para o Lee mais novo. Este que, na época em que estudavam juntos, ria à toa e agora ficava enfiado em cantos fumando escondido e fazendo algumas “safadezas” de vez em quando – como Seokmin costumava chamar.

Eles viam apenas duas vezes a cada semestre. Poderiam fazê-lo mais vezes se o trabalho e faculdade de Seokmin não enchesse tanto a paciência. E só pioraria quando Chan começasse a ter a mesma rotina. E, também, Chan estaria vivendo uma grande miséria se o mais velho não o ajudasse mensalmente.

E naquele dia de sábado, Chan não esperava ver o amigo novamente. Era a primeira vez em que se viam uma terceira vez num semestre.

Assistindo um programa qualquer em seu quarto – ou sua “casa” – acompanhado com apenas uma caixa de chocolate, Lee Chan ouviu a campainha tocar. Levantou-se do sofá e, ao contrário do que pensou, que seria o dono vir cobrando a quantia do mês, ele deu de cara com o ser dez centímetros de pele bronzeada que já não via faz tempo.

Mas o que ele estava fazendo ali? E num dia como aquele?

– Chan! – ele exclamou enquanto dava um abraço de urso no mais novo. – Como é bom te ver!

Chan, de olhos arregalados; e assustado com a surpresa, respondeu:

– Dokyeom! – usou o apelido do mais velho quando estavam no ensino médio. – O que você tá fazendo aqui?

– Vim te ver? – ele indagou como uma resposta, colocando Chan no chão. – Estava com saudades.

Chan bufou quando foi colocado no chão. Às vezes Seokmin se empolgava demais e usava muita força na hora de abraçar. Não que ele não gostasse disso, é claro.

– Entra logo – deu espaço. – E a faculdade? Fugiu?

– Mais ou menos – Seokmin disse pensativo enquanto iam pra “cozinha”. – Essa coisa é muito pequena, por que ainda quer viver aqui?

– Você vai pagar outro lugar pra mim? – riu. – E eu não quero acordar mais cedo pra ir pra escola, sinto muito.

Seokmin riu nasalmente enquanto Chan procurava algo na geladeira.

– Se bem que deve ser bem confortável pra alguém do seu tamanho...

Chan lhe lançou um olhar mortal.

Ele não era alto. Tinha cerca de 1,70cm de altura, mas infelizmente no país onde moravam os garotos mais altos começavam tinham a altura a partir de 1,73cm. E por conta de três cm Lee Chan ficava fora do grupo dos mais altos. E isso o revoltava muito. Só que ainda bem que tinha mais um ano para crescer mais um pouco – ainda que tivesse chance disso não acontecer.

– Como está indo a escola? – ele perguntou, mudando de assunto.

– A mesma merda de sempre – Chan respondeu voltado à mesa com nada em mãos. Passou a mão pelos cabelos azulados e ressecados e se sentou em cima da mesa em frente à Seokmin. – Não vejo a hora de sair de lá.

– Você vai sentir falta de lá – Seokmin se levantou, passando os braços pela cintura de Chan. – Eu sinto. Como você não vai sentir?

Seokmin aproximou o rosto.

– Não sentindo – Chan depositou um selinho nos lábios perfeitos de Seokmin. – Eu só sei que senti sua falta – sussurrou ainda olhando pra boca de Seokmin.

O Lee mais velho puxou Chan para mais perto, beijando-o com mais desejo. A boca de Chan com gosto de chocolate só ajudava no ato e não era tão cedo que Seokmin pretendia parar o carinho. Não iria perder a oportunidade de se entregar ali logo quando estava morrendo de vontade do amigo. Colou os quadris abraçando as pernas de Seokmin com suas próprias; e as mãos foram parar dentro de sua camisa.

Arranhou a carne bronzeada e macia levemente com as unhas curtas enquanto deixava-se ser tocado pelo mais velho. Não hesitava em gemer quando Seokmin lhe tocava em pontos sensíveis – pescoço, coxas, costela – ou esconder o quão gostava daquilo.

– Você parece mais atraente toda vez que venho aqui – o mais velho disse beijando o rosto bem formado de Chan. – Você é gostoso pra ‘caralho, Lee Chan.

Chan sorriu largo, prendendo o lábio inferior com os dentes frontais superiores.

– A gente nunca ‘fodeu aqui – sussurrou enquanto Seokmin beijava seu pescoço.

Seokmin levantou a blusa de Chan, atacando os mamilos deste com os dentes. Chan resmungou. Ele odiava ser tocado ali, mas só deixava porque Seokmin gostava. Não que fosse ruim, mas era uma sensação estranha e sentia que nunca se acostumaria.

Não demorou muito para que Seokmin tirasse as roupas de Chan e as suas próprias calças. Chan abriu os botões da camisa preta do Lee mais velho enquanto que voltavam a se beijar – mais calmamente. Chan nem viu quando Seokmin pousou a mão em sua ereção, causando um longo arrepio e um gemido interno.

– Seokmin... – gemeu enquanto era tocado na região e trocavam selinhos rápidos. – Ah...

– Geme mais alto, Lee Chan – Seokmin sussurrou com a voz arrastada enquanto ainda se deliciava com a boca macia do mais novo. Sorriu quando seu pedido foi atendido e vagarosamente deitou Chan na mesa.

Chan sentiu sua roupa íntima ser retirada lentamente, deixando-o nu completamente sobre a mesa redonda de madeira. Aos poucos os lábios de Seokmin passearam por suas coxas e quadril, deixando-os ainda mais ansiosos.

Àquela altura Chan já estava uma bagunça: cabelos bagunçados, respiração pesada, lábios machucados... Mas era uma bagunça um tanto ótima para o Lee mais velho que ainda se divertia com os músculos de Chan se contraindo quando eram atacadas com mordidas leves e chupões.

– Chan... – Seokmin gemeu, levantando as coxas de Chan e criando atrito entre seu pênis e a bunda farta do mais novo. – Eu não posso...

E Chan sabia muito bem a razão.

– Só... Acaba com isso – Chan resmungou gemendo ao sentir o pênis ereto do mais velho em contato consigo.

Seokmin virou Chan de costas pra si. Seria incômodo demais ficar naquela posição se eles não estivessem fazendo o que estavam naquele momento. Ouviu uma cadeira ser puxada e lançou um olhar de dúvida pra o ar. Entretanto, assim que as nádegas foram separadas, Chan já sabia o que iria acontecer.

Gemeu alto e arranhou a mesa quando sentiu a língua de Seokmin brincar com sua entrada anal. Mordeu e lábio inferior pra impedir que suas sensações de prazer fossem expostas aos colegas de quarto vizinhos. A mão grande do mais velho em seu membro só piorou a situação, não deixando Chan se segurar direito.

E naquele instante, quando chegou ao orgasmo, ele sabia que ainda viria mais. Continuou gemendo baixinho enquanto que Seokmin ainda o masturbava e depositava selares em suas costas, mas não demorou muito para que fosse posto sentado na cadeira dessa vez.

O polegar do Lee mais velho foi parar em seus lábios, acariciando-os com desejo. Chan olhava para o lado, um pouco envergonhado pela cena – ele estava acostumado quando faziam durante a noite e Seokmin não o via daquela forma – e esperando para que tudo acabasse de uma vez por todas.

Quando o pênis ereto pousou em seus lábios, Lee Chan já sabia o que fazer.

 

❝Rimani❞

 

Depois de um longo tempo fazendo sexo oral em Seokmin, os dois se postaram ainda nus no sofá médio da “sala”, cansados demais para terem continuado mais alguma coisa. Seokmin já dormia profundamente enquanto Chan permanecia acordado. Estava deitado em cima do amigo; sua cabeça no peito suado e o braço enroscado na cintura larga. Seria um tanto romântico se eles sentissem algo assim um pelo outro.

Já estava de noite e não ouvira sequer algum barulho dos colegas vizinhos chegando aos seus quartos. Talvez eles estivessem se divertindo em vez de ficar transando uns com os outros em seus postos.

O mais velho se mexeu de repente, dando sinal de que estava acordando. Chan riu nasalmente, achando graça da situação. Era cômico o modo em que aquele ser mudava de humor e estado tão rapidamente.

– Boa noite – Chan disse debochado. – Dormiu bem?

Seokmin levantou os braços para coçar os olhos.

– Que horas são?

Chan levantou a cabeça pra olhar no relógio de parede.

– Sete horas. Você dormiu muito – riu, saindo de cima dele pra que levantasse. Assim que o fez, Chan voltou a se deitar.

– Saco, vou chegar bem tarde – Seokmin resmungou, esticando o corpo e seguindo para o banheiro.

Chan permaneceu ali, imerso em seu cansaço. Naquelas horas ele desejava ter cochilado também para não estar naquele estado. Sua cabeça girava e seu corpo estava dormente. Ele odiava quando isso acontecia. E sabia o porquê de Seokmin não ficar por muito tempo, ainda mais quando chegava lá durante a tarde. Sentia saudade de quando faziam aquilo sem pressa.

– Te deixei tão cansado assim? – Seokmin brincou, aparecendo já vestido.

– Você sempre deixa – Chan jogou uma almofada no amigo, querendo esconder o corpo.

– Eu tenho que ir – Seokmin resmungou manhoso, deitando sobre o corpo nu de Lee Chan sem fazer peso. – Eu vou sentir sua falta.

Chan selou os lábios.

– Eu também vou sentir a sua – mais um selinho. – Seria bem mais fácil se você me levasse até a sua casa em vez de ficar se arrastando até aqui.

– Meu colega de quarto não iria gostar – e vários beijos belo rosto bem feito de Chan.

Beijaram-se mais uma vez. Chan sentiu que Seokmin ainda tinha mais desejos, mas infelizmente não tinha tempo para fazerem mais alguma coisa. Além da falta de preservativos, Chan estava destruído pelo ocorrido de mais cedo.

– Sonho de acordar de manhã e ficar te beijando assim – Seokmin disse pegando Chan no colo. Encostou as costas do mais novo na parede pra não usar tanta força e beijou o queixo dele. – Eu não quero ir.

Chan riu tímido.

– Você vai perder o metrô, Dokyeom.

O Lee mais velho voltou a beijá-lo e Chan aproveitou pra gemer durante o ato, provocando-o. E funcionou.

– Quer saber? Dane-se – ele disse, colocando Chan de quatro no sofá.

– O quê? – Chan se assustou, mas não pelo ato e sim pelo fato de que Dokyeom queria fazer aquilo naquele momento e ainda mais sem preservativo. – Mas...

– Abre essas pernas – Seokmin ditou e Chan o fez. – Assim mesmo.

O único trabalho que o mai velho teve foi de abaixar as calças e preparar Chan. Não demorou muito para que o mais novo sentisse o pênis de Seokmin lhe ‘fodendo devagar e aumentando a velocidade e aos poucos ficando excitado com aquilo.

– Lee Chan... – gemeu baixinho. – Delicioso...

Seokmin aumentou a velocidade e força das estocadas, gozando alguns minutos depois, parecendo aliviado.

– Desculpa – ele sussurrou no ouvido de Chan.

Chan ainda se preocupava.

– Ah... Tudo bem – disse.

– Estou indo – beijou o rosto de Chan rapidamente e se dirigiu à porta. – Qualquer coisa me avisa.

– Sim... – acenou quando o mais velho passou pela porta.

Suspirou pesado, sentindo-se incomodado com o sêmen escorrendo de dentro de si e lambuzando suas coxas.

Andou até o banheiro, onde ligou a torneira de água quente para que a banheira enchesse. Até onde sabia, Chan nunca mais havia usado suas bombas de banho¹ e aquele era um ótimo momento para tal. Escolhei a mais bonita delas e entrou na banheira assim que essa ficou cheia razoavelmente.

Fechou os olhos ao tempo em que a água começara a ficar colorida, relaxando os músculos pela água quentinha. Sua dor de cabeça ia se despedindo ao longo dos segundos e seu ânus começava a arder por conta do ato sexual minutos antes. Era horrível, mas ele já estava acostumado.

Abriu os olhos, encarando a parede de azulejos cor de gelo mal iluminada pelos postes da rua ao lado de fora. Lágrimas surgiram em seus olhos ao tempo em que se recordava das vezes em que saía pra se divertir com os amigos. Há quanto tempo ele não o fazia? Há quanto tempo ele soltava risadas em uníssono quando uma piada era contada?

E então chorou.

Chan e Seokmin não eram amigos.

Ele sempre se lembrada disso, mas depois a ficha se tornava invisível. Era como se não quisesse acreditar que estava sendo usado cruelmente para que tivesse onde morar e comida em seu prato todos os dias. Era horrível saber que se discordasse de alguma coisa ele seria despachado e teria que viver o resto dos anos de sua vida nas ruas.

Um grande sacrifício só por conta de seu passado. E não que Chan tivesse se tornado gay por ter sido abusado brutalmente por longos anos de sua vida, e sim porque já era assim desde o princípio, desde que se entendia por gente. Ele nunca soubera a causa de ser sido violentado e muito menos queria saber. A única coisa que tinha em mente era se formar e finalmente ter sua vida longe de tudo e de todos.

A cor da água – vinho – tornava tudo mais claro. Ela representava a pele de Chan. Sangue derramado. Era como a situação ficaria se o tempo não corresse mais rápido. Ele não queria ter que fazer sabe-se lá mais o que para agradar alguém egoísta só pra ter onde cair morto – ou não – em alguma hora de sua vida.

Passou a mão pelos cabelos azulados e respirou pesado. Viu o reflexo distorcido de seu rosto na água e constatou que a coloração da bath bomb já estava acabando. Só que o pior não era isso – estava longe de ser. Aquele rosto e corpo bonito era resultado de suas “aventuras” antes e durante sua adolescência. Tanto que, repetindo, ele já começara a ter o corpo formado logo cedo, causando implicância de alguns colegas na escola.

Claro, qual menino não iria achar estranho um garoto com o bumbum grande, pernas tornadas – mas ainda sim masculinas – e rosto maduro? As coisas aconteciam tão rápido que ele nem tinha tempo de se defender as mãos invasivas sobre si quando se trocavam no vestiário da escola após a aula de educação física.

E isso acarretou sua baixa autoestima por todos os anos restantes de sua vida até aquele momento típico em que ficava na banheira pensando sobre o que estava fazendo consigo mesmo. Chan achava que era ele quem estava errado por ser daquele jeito. E nas vezes em que ficava nu em frente ao espelho, o Lee gostaria de cortar várias partes de seu corpo só para que parassem de lhe encher com coisas maldosas.

Mas é claro que isso não valia para os que tentavam algo consigo quando estava lá fumando seu cigarro. Eles lhe davam elogios – mesmo que sujos – e isso por parte fazia Chan se sentir melhor. Só que é claro que ele tinha ideia de que aquilo só valia para o momento, porque antes ou depois as coisas eram bem diferentes.

Quando não era aquilo, os colegas tendiam a sexualizar seu corpo e até tentavam passar a mão em si. Ou seja, a parte boa era menos que 1% da situação. E por isso ele descartava completamente a ideia de que um dia alguém se apaixonaria por si ou vice versa.

Saiu da banheira assim que a coloração vinho da bath bomb já não se fazia mais presente na água. Secou-se ali mesmo e foi sem roupa até seu armário para pegar seu pijama de costume. Suspirou, colocando a roupa quentinha e confortável no corpo.  Assim que terminou de fazê-lo, dirigiu-se à geladeira e de lá pegou suas garrafinhas de cerveja. Não havia feito antes de se entregar mais uma vez naquele semestre porque sabia que teria que fazê-lo sozinho.

Era sempre desse jeito quando Seokmin ia lá. Visita, sexo, banheira e bebida. E a previsão para isso acabar seria quando Chan terminasse o ensino médio e tivesse seu emprego. Porém, como siso estava longe de acontecer, ele teria de suportar isso.

Se houvesse como ter algum poder, Chan escolheria controlar o tempo. Pois era horrível não poder consertar erros do passado, ter que aturar a lentidão do presente e não poder ver o que aconteceria no futuro. Pelo menos era desse jeito que pensava e que enxergava as coisas.

O gosto amargo atingiu sua língua aos poucos que ia tomando rapidamente o líquido amarelado. Cerveja era péssimo e preferia coisas mais fortes para horas como aquela. Bufou ao sentir seu estômago doer por conta do impacto e por conta da força usada no último gole da garrafa.

Sua mãe provavelmente tiraria as garrafas de sua mão e as quebraria em sua cabeça. Mas ela não estava ali pra isso e muito menos sonhava em estar. Àquela hora ela deveria estar em alguma festa de seu irmão mais velho ou numa viagem com as amigas de trabalho. Chan riu de desgosto. Se ele tivesse trancado a porta aquilo tudo estaria acontecendo consigo? Sua mãe estaria descobrindo sua sexualidade muito tempo depois? Era claro que sim. Quando queria, Chan conseguia muito bem esconder as coisas, mesmo que estas fossem difíceis.

Bebeu a segunda garrafa algum tempinho depois. Queria fazer mais lentamente, mas estava grogue demais para esperar. Ainda em situações como aquela ele costumava a dormir de madrugada e chegar atrasado à aula, mas algo dentro de si lhe dizia para ir à cama mais cedo – sabe-se lá por quê.

 Assim que se deitou na cama, Chan se preparou para mais um dia escolar resumido em cigarros, matar aula e sabe-se lá mais o quê.

 

O que não te mata te faz querer estar morto

Tenho um buraco na minha alma crescendo mais e mais e eu não consigo aguentar

Mais um momento deste silêncio, a solidão está me assombrando

E o peso do mundo está ficando mais difícil de suportar


Notas Finais


fortes cenas, não?
e eu não preciso repetir o que eu disse nas notas do capítulo anterior, né? plz :D

gostaria de esclarecer umas coisas muito sérias aqui que não foram ditas nas notas do capítulo anterior:
Eu DETESTO escrever Lemons assim. Detesto. Não gosto. Porém, não faria nenhum sentido se eu fizesse algo romântico até porque os sentimentos do Dino dizem completamente o contrário.
Volto a dizer que essa história aqui é mais uma crítica e que serve pra chamar a atenção de um jeito como quem diz "porra meu, presta atenção nisso aqui, você não tá vendo que mata?!" E isso não quer dizer que com Soonchan, que logo vai aparecer, será a mesma coisa com SeokChan. Eu pensei com calma sobre tudo o que vai acontecer aqui e peço para que confiem em mim. Eu sei o que estou fazendo.
E eu NÃO estou eu momento algum sexualizando idols e muito menos pretendo fazê-lo, sequer penso em fazer isso. Eu poderia dar minha opinião sobre isso aqui, mas não é o foco. E eu acho que todos aqui têm ideia de sobre o quê eu falaria, certo? Não preciso nem dar dicas.

Mas ok... voltando ao meu estado normal :D
eu fiz a playlist da fic: https://www.youtube.com/playlist?list=PLo1xtvu0bkHyS07pHLSt2DCcrorj5Wf4r

bom, o soonchan mesmo só deve aparecer no 4o capítulo, mas não desistam de mim por favor <3 ;--;
se eu colocar mais de três coisas os capítulos vão ficar grandes demais

eu revisei bem rápido, então se houver algum erro por favor me avisem
see you SOONyoung!


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