História Ritmo do Amor - Capítulo 18


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Categorias David Luiz, Edinson Cavani, Thiago Silva
Personagens David Luiz, Edinson Cavani, Thiago Silva
Tags Cavani, Dança, David Luiz, Edinson Cavani, Jade Chynoweth, Jogadores, Paris Saint-germain, Psg, Thiago Silva
Exibições 108
Palavras 1.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


QUERIDOOOS CHEGUEEEEI!
Não vou ficar enrolando não, e também, permito que vcs me xinguem à vontade nos coments!
Espero que gostem, flww!

Capítulo 18 - A Classic


Fanfic / Fanfiction Ritmo do Amor - Capítulo 18 - A Classic

 

Edinson's P.O.V. 

Uma semana já havia se passado desde que eu "terminei" com Alexsandra. E mentiria se dissesse que estou bem. A falta que a dançarina me faz é evidente. Está difícil deitar e não notar o espaço vazio que sobra na cama; está difícil não lembrar dos nossos maravilhosos momentos juntos toda vez que fecho meus olhos; está difícil ficar longe de Alexsandra. 

Nunca me esquecerei de quando voltei para casa naquele dia; Louise me dera uma bronca enorme, dizendo o quão decepcionada estava comigo. Mas eu não pude lhe contar a verdade, tampouco, pude ir atrás de Alex. Então apenas esperei ficar sozinho, e desabei. 

Alexsandra é a minha droga, e eu estou em abstinência; ficando cada vez mais fraco e desmotivado sem ela por perto. Mas só de pensar, que para saciar esse meu desejo e amor inacabáveis por ela, a mesma teria de desistir de seus sonhos, eu me sinto o cara mais egoísta do mundo. 

Meu rendimento no time havia caído, e tanto James quanto nosso técnico, estavam me pressionando ao máximo; mas eles não entendiam que, eu poderia ser ruim com ela, mas pior ainda, eu sou sem ela. 

Hoje teremos jogo. Um clássico, contra o Olympic de Marseille. Tanto a torcida quanto os patrocinadores estão exercendo grande pressão sobre o time, e, principalmente, sobre mim. Ouvi uma conversa no CT, de que Clarisse, amiga de Alexsandra, viria assistir o jogo, convidada por David. E que talvez, a dançarina também venha. Cogitar a ideia de vê-la novamente, faz meu coração quase sair pela boca. Mas ao lembrar que não poderei fazer nada de mais, o mesmo se parte dentro do meu peito. 

Cômico

Eu sempre dizia não entender o porque de associarem o coração à essas coisas do amor. Defendia sua única e verdadeira função: bombear sangue. E agora, sinto o mesmo se apertar dentro de mim, toda vez que imagino, o quanto magoei a mulher da minha vida. 


Alexandra's P.O.V. 

    ⁃    Cler, já falei que não vou! Que coisa; eu não quero ver aquele uruguaio maldito nem pintado de ouro. Por favor, respeite a minha decisão. - aquela era a vigésima vez que eu negava o convite de Clarisse para ir ao clássico de Paris Saint- Germain contra o Marseille. 

Ela continuava a insistir, mas se eu visse Edinson na minha frente, novamente, ou eu iria me desidratar de tanto chorar, ou esmurraria a cara do jogador. 

Eu ainda não havia me recuperado; isso é evidente. Desejava todas as noites antes de dormir, que aquela manhã chuvosa de sábado não tivera passado de um grande e assombroso pesadelo; mas infelizmente, toda vez que acordava, me deparava com a minha triste realidade. 

Minhas aulas na Complex se iniciaram no começo da semana. Eu simplesmente estou amando passar seis horas dos meus dias lá. Estou fazendo aulas de ballet extras, e felizmente, fui muito bem recebida pelos alunos que já eram inscritos. A academia está sendo o meu refúgio para fugir da tristeza e monotonia que minha vida havia se tornado; eu esquecia de tudo quando entrava numa sala de aula e colocava minhas sapatilhas, é como se a dançar fosse a única coisa que realmente importava em minha vida. 

    ⁃    Mas Alex, eu não aguento mais ver você enfurnada nessa casa. Sinto falta daquela garota animada, festeira e companheira que morava aqui comigo. Poxa, você tem que esquecer esse cara. E só vai conseguir fazer isso, quando sair dessa bad e dar a volta por cima. - mais protestos. 

    ⁃    E eu tenho que fazer isso, indo justo a um jogo do time dele?! - questionei alterada. 

    ⁃    Sim! Porque vai estar mostrando pra ele, o quão superior a ele você é. Vai mostrar que o que aconteceu não te feriu ou atrapalhou em nada. 

    ⁃    Cler, tanto eu quanto você, e inclusive ele, sabemos que isso não é verdade. - suspirei a olhando. 

    ⁃    E enquanto você não  reconhecer que é bem mais do que um brinquedinho, não deixará de ser verdade. - Clarisse completou minha fala. - E então, vai me acompanhar? - ela juntara as mãos em forma de súplica e me olhava com cara de gato. 

    ⁃    Tudo bem. - respirei fundo e me levantei do sofá. - Eu vou. 


••• 

Se arrependimento matasse, eu já teria reencarnado em outro corpo, e esse, de preferência, se encontraria bem longe de qualquer resquício de algum jogador de futebol. 

O estádio Parc Des Princes estava lotado. Parisienses com camisas de ambos os times gritavam por jogadores jogadores conhecidos; e Cavani era um deles. Só de ouvir seu nome, meu coração batia freneticamente, a ponto de quase sair pela boca; e a raiva e saudade me invadiam acompanhadas de uma mistura confusa de mais sentimentos. Eu me odiava infinitamente pelo fato de ainda expressar efeito sob Edinson, mas isso era algo que eu não conseguia controlar. 

Os jogadores já haviam entrado em campo, e realizavam o aquecimento. Contragosto, assumo, o atacante uruguaio estava maravilhoso com aquele agasalho azul marinho do time da casa, e a minha vontade, apesar de tudo, era a de agarra-lo ali mesmo. 

Já Clarisse, ao meu lado, não parava de soltar suspiros apaixonados pelo camisa trinta e dois, mais conhecido como David Luiz. Desde o dia em que jantamos todos juntos, e os dois trocaram números de telefones, eles se aproximaram intimamente, e desde então, não passavam um dia sem conversarem. Cler me disse que a relação não passa de amizade, mas ainda sim, tenho minhas dúvidas; pois é evidente o brilho nos olhos da loira toda vez que ela fala sobre David, ou vê alguma propaganda dele. 

Torço para que alguma coisa a mais role entre eles; afinal, Luiz parece ser bem diferente de Edinson, e também, a química entre os dois é demasiada notável. 

Meia hora depois, o juiz dera início à partida. Cavani era o atacante principal, e a torcida gritava seu nome. Eu poderia estar fazendo o mesmo, mas meu orgulho era maior, e me impedia. Então me contentei em apenas rezar mentalmente para um bom resultado. 

Ao fim do primeiro tempo, o jogo ainda se encontrava zero à zero. Os jogadores estavam esgotados, e Olympic exercia grande pressão sobre o Paris; mas ainda sim, a torcida não desistia e continuava a gritar. Minhas unhas das mãos se encontravam todas roídas, eu sabia do quão importante aquela partida era pra Edinson, e apesar de tudo o quê ele me fizera, minhas preces eram para um gol do uruguaio. 

Aos exatos noventa e um minutos de jogo, Cavani recebe a bola de Matuidi, e marca o gol da vitória. Cada parisiense torcedor do PSG gritava em plenos pulmões como forma de comemoração. Edinson se jogou no gramado, e fez sua famosa pose de tiro. Eu estava orgulhosa, não vou mentir; e tudo o quê eu mais queria fazer, era sair da arquibancada e abraça-lo. Mas como se eu tivesse levado um choque, tudo o quê acontecera há uma semana se voltou em minha mente, e eu senti minhas pernas fracassarem. 

Cai no banco e senti meu sorriso murchar, e em seguida, minha visão se embaçou. Eu não queria chorar, eu não podia chorar. Respirei fundo, sequei uma lágrima solitária que insistira em cair, e me levantei. Sorri forçado, e abracei Clarisse em comemoração. 

•••

    ⁃    Ah não, Cler. Você pediu para eu vir ao jogo, eu vim. Agora, não me peça para ir à uma mesma festa que Edinson, porque aí você já está forçando. 

    ⁃    Qual é, Alex?! Você não mostrar pra ele que esse "pé na bunda" não te significou nada? - a loira me questionou e eu apenas abaixei o olhar em resposta. - Então, tem mais que ir sim. Vai indo pro carro, enquanto eu espero David pra ele nos levar até lá. 

 

Quando o jogo se deu por encerrado, Clarisse foi até o vestiário cumprimentar os meninos, em especial David, que nos convidou para uma "after game" que aconteceria em seu apartamento. Eu neguei, afinal, tinha certeza de que Edinson também estaria lá, e eu não me sentia preparada psicologicamente para encara-lo novamente. Mas como podem ver, a chantagem emocional de Cler funcionou perfeitamente, e agora, eu me encontro roendo os restos de unhas que se encontram em meu dedo, ansiosa para o quê pode vir a acontecer. 

 


Notas Finais


COMENTEEEM! Espero que tenham gostado! 💙


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