História Rivals - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Changki, Changkyun, Hyungmin, Hyungwon, Jooheon, Minhyuk, Minwon, Monsta X, Shownu, Wonho
Exibições 160
Palavras 3.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoinhas ♡

Antes de tudo, quero agradecer aos 107 favoritos, MUITO OBRIGADA DE VERDADE, EU AMO VOCES ♡♡♡♡ VOCES NÃO TEM IDEIA DO QUANTO EU ESTOU FELIZ COM ISSO. E para comemorar os mais de 100 fav eu decidi escrever um mega capitulo (por isso demorei um pouco para escrever) acho que esse foi o capitulo que mais me dediquei para escrever, e espero muito que vocês gostem, por que isso é um presente ♡ Talvez essa seja a ultima vez que irei escrever, por que muito de vocês iram me matar depois dessa. Enfim é isso ( NÃO ME MATEM PELO AMOR DE DEUS '^' )

Ps: Prestem atenção nas notas finais, pois la vai ter algumas explicações sobre o capitulo.

Boa leitura ♡

Beijinhos >^.^<

Capítulo 7 - Confession


Fanfic / Fanfiction Rivals - Capítulo 7 - Confession

  - Eu tinha 13 anos, nós vivíamos juntos como dois irmãos. Naquela época era tudo tão fácil e divertido, éramos apenas nós três, eu, ele e Kihyun. Sempre saiamos para jogar e brincar, essas coisas de garotos sabe? Estava claro que éramos bons amigos e que era bem provável que nunca passaríamos disso. Eu queria ter forças para desistir dos sentimentos que possuía, mas era mais forte que eu. Pode parecer coisa de criança e tudo mais, mas eu sabia que era real – Suspirou sem tirar os olhos do lago congelado, parecia estar inseguro com as coisas que dizia. Era doloroso lembrar-se de seu passado, principalmente quando se tratava de seu primeiro amor. Hyungwon ouvia tudo atentamente sem interrompê-lo. – Um dia eu estava em sua casa, chovia muito e não tinha como ir embora e seus pais haviam saído. Era somente eu e ele. Era pra ser só mais uma noite normal como todas as outras que passei lá, mas do nada ele me beijou. Achei estranho, pensei que ele havia feito aquilo por impulso. Mas não foi. Percebi que meu palpite estava errado logo depois de irmos pra cama e bem, você já deve imaginar – Riu sem graça.

- Vocês dois fizeram aquilo? – Perguntou o jovem Chae com olhar inocente.

- Sim, nós fizemos.

- E como foi?

- Foi um desastre – Riu- Ei, não faça perguntas assim... – Sentiu suas bochechas ficarem vermelhas pela pergunta – Me deixe terminar a história.

- Certo.

- Continuando. Sim, nós transamos. Se não tivesse sentido tudo o que senti naquela noite, poderia jurar que foi um sonho.

- E por que foi um desastre?

- Dois garotos que nunca haviam feito aquilo na vida. Imagine como foi – Riu soprado.

- Se foi como estou imaginando, então desastre é pouco para descrever – Disse timidamente, arrancando risadas do platinado.

- Foi mais ou menos isso. Você tem uma imaginação fértil em. – Olhou rapidamente para o moreno, logo em seguida direcionando novamente o olhar para o lago – Mas foi ótimo. Depois disso ele se declarou. Disse tudo àquilo que eu queria dizer, parecia até que estava lendo minha mente enquanto falava. Passou uma semana e começamos a namorar, escondido é claro. Somente Kihyun sabia. Vivemos felizes juntos até completarmos um ano.

- O que aconteceu depois?

- Eu não sei bem, ele simplesmente se transformou. Começou a sair com outras pessoas, fazer novos amigos e se afastar de mim. Brigamos diversas vezes por conta disso. Uma vez estávamos brigando, a pior briga que já tivemos, ele disse coisas horríveis e por fim terminou tudo. Quebrou meu coração em milhares de pedaços e jurei nunca mais me apaixonar. Eu já sai com varias pessoas e tive relacionamentos não duradouros, mas nunca cheguei a me apaixonar novamente. Quase aconteceu uma vez, mas não deu certo.

- Por que não deu certo?

- Você é bem curioso, não é mesmo?

- Não tenho culpa se você começa a falar e não termina – Respondeu manhoso, arrancando um leve riso de Minhyuk.

- Pois bem. Eu estava saindo com uma garota – Riu ao ver a expressão de desentendimento do moreno.

- Uma garota?

- Sim, uma garota. Eu nunca tinha saído com uma então achei que poderia se interessante tentar. Nós estávamos saindo e um dia encontramos ele na rua. Fazia meses que não nos encontrávamos, ele estava acabado, cheio de olheiras e muito magro. Aquilo acabou comigo. Ele veio até mim e me abraçou dizendo que sentia muito e que ainda me amava. Entrei em choque, fiquei muito confuso e me senti horrível por tudo isso ter acontecido na frente da garota. Eu não consegui corresponder seus sentimentos, mas era uma boa pessoa, não merecia sofrer. Ela saiu correndo e me deixou lá. Eu e ele conversamos. Não sei de onde tirei forças, mas disse tudo o que estava me perturbando.

- Então vocês não voltaram?

- Não, eu não fui idiota a esse ponto. Mas depois que aquilo aconteceu, todas as vezes que eu tento me aproximar de alguém, ele aparece e estraga tudo. Sempre com a mesma história de ainda ter sentimentos por mim. Parece uma obsessão.

- Por que decidiu me contar tudo isso?

- Senti que deveria abrir o jogo com você. Quero que saiba tudo sobre mim antes de nos envolvermos mais. Ele foi meu primeiro amor assim como foi a primeira pessoa a patinar comigo e o primeiro que eu trouxe aqui neste lugar. Embora não eu não sinta mais nada por ele, tenho medo de acontecer tudo de novo e isso acabar te machucando. Não quero que você seja mais um a se afastar de mim – As voz saiu tremula ao dizer a ultima frase.

-Posso te fazer uma ultima pergunta?

- Claro.

- Qual o nome dele? – Notou que Minhyuk parecia meio frustrado – Se não quiser falar, não tem problema...

- Kim Jooheon.

 

♡ 

 

As estrelas brilhavam no manto noturno enquanto a lua tirava a atenção dos dois garotos em silencio.

- Acho melhor irmos embora, já esta tarde – O garoto de cabelos claros colocou-se a andar.

- Espera por mim – Apressou-se para alcança-lo.

O silencio se fazia presente novamente. Hyungwon estava começando a se incomodar com aquilo.

- Olha aqui – Segurou o platinado pelo pulso, impedindo- de continuar a andar. – Por que me contou aquilo tudo se iria ficar chateado?

- Não estou chateado – Respondeu seco.

- Então por que esta com agindo assim? Eu disse algo que não deveria?

- Você não fez nada – Suspirou de cabeça baixa enquanto buscava coragem para olhar nos olhos escuros do moreno – Eu me sinto meio mal quando paro para lembrar de tudo aquilo.

Ainda com as mãos em volta do pulso direito do mais baixo, Hyungwon o puxou lentamente para si, envolvendo-o com os braços em um caloroso abraço. Minhyuk surpreso deixou-se levar, retribuindo a troca de calores de seus corpos juntos.

- Você ainda o ama? – A voz de Hyungwon saiu mais baixa e rouca que o normal, quase como um sussurro, que invadiu lentamente os ouvidos de Minhyuk fazendo-o arrepiar-se devido à proximidade dos lábios carnudos do moreno de seu pescoço.

- Não.

- Então por que ainda fica assim quando fala dele?

O outro nada respondeu.

- Minhyuk – O mais alto chamara sua atenção.

- Além de me machucar e quebrar meu coração, ele fez algo muito pior – Sua voz saiu tremula e triste.

- O que ele fez?

- Me fez desacreditar no amor – Suspirou profundo – Por muito tempo eu achei que o amor era algo banal e doloroso, mas eu sei que não é assim. Eu sei que é bom e caloroso. O amor é uma coisa pura, mas graças a Jooheon, para mim se tornou algo obscuro. Eu jurei que não iria me apaixonar, pois não queria mais sentir aquela dor. Ridículo esse pensamento, não - Riu ironicamente.

-Eu entendo, no seu lugar eu também pensaria assim – Apertou o abraço para confortar aquele que estava em seus braços. Naquele momento, sentiu que deveria proteger Minhyuk. Por mais que parecesse forte, por dentro ele era um ser extremamente frágil que merecia ser protegido de se machucar novamente. Hyungwon queria ser aquele que iria protegê-lo – Você acha mesmo que não será capaz de se apaixonar novamente? Mesmo depois de tanto tempo.

- Não. Aquilo não passou de um pensamento idiota que tive em minha primeira desilusão amorosa. Não posso impedir e nem esconder meus sentimentos por causa daquilo que já passou. – Soltou-se lentamente dos braços do mais alto.

- Então não esconda – Olhou em seus olhos e notou um brilho diferente.

- Eu estou apaixonado por você, Chae Hyungwon.

- Repita – Aproximou-se lentamente dos ser de cabelos brancos.

- Eu estou apaixonado por você, Chae Hyungwon.

- Mais uma vez – Passou delicadamente os dedos pelos lábios do mais baixo, deslizando-os suavemente até a bochecha, enquanto a outra mão posicionava-se em sua nuca, fazendo Minhyuk fechar os olhos lentamente entre arrepios.

- Eu estou apaixonado por você, Chae Hyungwon – Sua voz saiu fraca e antes mesmo de terminar a frase, sentiu os lábios carnudos e macios do moreno contra os seus. Sentiu-os abrindo lentamente pedindo-lhe o inicio de um beijo apaixonante. Sua língua percorria cada canto de sua boca, enquanto as mãos puxavam cada vez mais os corpos.

Separaram por falta de oxigênio e, assim que o recuperaram, iniciaram novamente um beijo, esse mais intenso que o anterior. As mãos de Minhyuk desceram até a cintura de Hyungwon, apertando-a conforme a intensidade das mordidas e sucções que recebia em seu lábio inferior. Separaram-se sem tirar os olhos um do outros. Encaravam-se ofegantes enquanto se afastavam.

- V-vamos? – O platinado voltou a caminhar até o carro, sendo seguido por Hyungwon, que possuía um sorriso bobo em seus lábios avermelhados.

 

 

 

Nenhuma palavra foi trocada durante todo o percurso até a residência dos Chae, onde agora o carro estava parado.

- Eu já vou indo.

- Certo.

- Obrigada pela noite e por me trazer de volta – Agradeceu com um leve sorriso.

- Não precisa agradecer – Evitava olhar diretamente para o jovem Chae.

- Então, até mais – Abriu a porta do veiculo para que pudesse sair, mas antes de descer, sentiu sua mão ser puxada para dentro novamente, fazendo-o cair sentado próximo ao banco do motorista. Seu rosto estava próximo ao de Minhyuk, sentira a respiração quente do outro colidindo com a sua. Depositou um selar demorado nos lábios alheios saindo apressado logo em seguida. Fechou a porta e correu até a entrada, onde um dos seguranças da residência abrira o enorme portão.

Ouviu um “boa noite” vindo do carro, olhou para o mesmo e sorriu gentilmente voltando a andar em direção a enorme porta de sua casa. Ao chegar em frente á mesma, tateou os bolsos a procura da chave e assim que a achou, encaixou-a na fechadura rodando o mais devagar possível para evitar barulhos desnecessários.

Já passava das 2:00h da manhã, todos ali já estava dormindo e o que menos queria no momento era fazer barulho para acorda-los. Principalmente sua mãe, que lhe encheria de perguntas ao ver a hora que estava chegando. Tirou cuidadosamente os sapatos para subir as escadas. Caminhou até o corredor que dava ao seu quarto, passando o mais devagar e silencioso que podia em frente ao de seus pais. Tal silencio fora quebrado no momento em que recebera uma mensagem em seu celular. O som de notificação ecoou pelo corredor. “Desgraçado” xingou mentalmente aquele que enviara a mensagem para si, que provavelmente teria sido aquele com quem passara a noite.

- Hyungwon? – Ouvira voz sonolenta de sua mãe. Ela havia acordado. Correu até seu quarto jogando os sapatos em um canto qualquer e se escondendo debaixo dos cobertores em sua cama. Fechou os olhos com a esperança de que a Sr. Chae acreditasse que estava dormindo.

- Hyungwon? – Novamente a voz feminina chamara por seu nome, dessa vez em seu quarto – Filho?

Mexeu-se como quem estava acordando e sentou-se na cama coçando levemente os olhos, fazendo a melhor expressão de sono que podia.

- Mãe? O que foi?

- Te acordei? Desculpe-me, ouvi um barulho no corredor e achei que era você.

- Entendo – Deitou-se novamente cobrindo a cabeça enquanto esperava a mulher sair do cômodo.

- Boa noite, querido – Fechou a porta lentamente.

Ao se certificar que sua mãe não estava mais em seu quarto, Hyungwon se levantou despindo-se das roupas que usava, procurando algo mais confortável para vestir. Foi naquele instante que notou que ainda estava com a jaqueta de Minhyuk. Lembrou-se da mensagem que recebera e procurou o celular para ver se realmente era o platinado que havia lhe enviado.

 

(02:37) Numero Desconhecido:  A princesa chegou bem?

(2:50) Hyungwon: Lee Minhyuk?”

“(2:54) Numero Desconhecido: Quem mais seria?”

(2:55) Hyungwon: Eu não tinha seu numero, como iria saber que era você? Idiota [Emoticon bravo]

(2:57) Lee Minhyuk: Então trate de salvar agora mesmo !!!! ”

(3:00) Hyungwon: Acabei de salvar... A propósito, esqueci de devolver sua jaqueta. Desculpe”

(03:01) Lee Minhyuk: Sem problemas, me leve na escola Segunda-feira”

(03:01) Hyungwon: Certo”

(03:03) Lee Minhyuk: São horas iguais, você esta pensando em mim?”

(03:03)Hyungwon: Não acredito nessas coisas”

(03:04) Lee Minhyuk: Ahh você é tão chato. Eu estava pensando em você... [ Emoticon triste]

(03:04) Hyungwon: ...”

(03:06) Lee Minhyuk: Boa noite Wonnie [Emoticon de coração]

 

O coração de Hyungwon palpitou em seu peito ao ler “Wonnie”. Como havia descoberto aquele nome? Somente Wonho lhe chamava assim, era um apelido que havia recebido quando era criança.

(03:10) Hyungwon: Wonnie?”

(03:11) Lee Minhyuk:  Achei fofo, combina com você. Não gostou?”

(03:13) Hyungwon: Entendi, gostei. Bom noite”

Deixou o aparelho em cima da cômoda ao lado de sua cama. Ajeitou o travesseiro e arrumou os cobertores para enfim entregar-se ao mundo dos sonhos.

 

♡ 

 

Ouvira a porta de seu quarto ser aberta bruscamente e as cortinas arrastadas, permitindo a entrada de luz no cômodo. Logo em seguidas fortes e pesados passos indo em direção a sua cama e puxando as cobertas que lhe cobriam.

- Trate de levantar agora mesmo – A voz masculina soou forte em seus ouvidos.

- Pai? Pra que isso tudo? – Cobriu o rosto com o travesseiro, pois a luz do local incomodava seus olhos.

- Você acha que a vida é só farra Minhyuk? O acordo vale somente para negócios de empresa e não familiares. Trate de levantar agora mesmo, se lavar, se trocar e descer para tomar café junto de sua mãe. Ela esta te esperando. Espero não precisar voltar aqui. – Saiu batendo a porta com força.

Seguiu as ordens de seu pai. Com certo esforço e preguiça, saiu da cama partindo em direção ao banheiro que ficava em seu quarto. Abriu a torneira e jogou a agua fria em seu rosto, lavando qualquer indicio de sono. Escovou os dentes e saiu à procura de uma roupa para trocar-se.

Já pronto, desceu as escadas passando pela sala de estar, onde vira seu pai lendo alguns papeis em um dos grandes sofás que ali havia.

- Não acha melhor ir para o escritório?

- Sua mãe esta te esperando – Respondeu o Sr. Lee sem desviar a atenção de seus papeis. O platinado suspirou profundamente e foi para onde lhe esperavam.

Sua mãe conversava com uma das empregadas e, quando vira o filho se aproximando, sorriu e a dispensou.

- Bom dia meu querido – Sorriu a mulher.

- Bom dia – Beijou-lhe a bochecha.

- Seu pai lhe acordou? Eu pedi para que ele não acordasse.

- Você o conhece e sabe como ele é.

- Eu sei, mas esqueça disso. Mandei preparar o seu favorito – A mulher sorriu gentilmente.

- Panqueca – Retribuiu o sorriso animado ao ver uma panqueca douradinha em seu prato. – Obrigado.

- Não precisa agradecer, só como antes que esfrie – a Sra.Lee apontou para o prato de seu filho, sem tirar o sorriso do rosto.

- A senhora esta mais animada que o normal. Aconteceu algo?

A mulher hesitou alguns segundo antes de começar a falar.

- Não diga ao seu pai que eu lhe contei – Sussurrou aproximando-se de seu filho – O contrato da nova filial foi um sucesso. Seu pai já lhe indicou como seu representante, já estamos a procura de um apartamento bem localizado para você. Iremos deixar tudo pronto e assim que se formar já poderá se mudar para Tokyo. Você deve escolher logo uma faculdade, assim poderá estudar pela manhã e trabalhar na parte da tarde. Não é ótimo?

O platinado soltou os talheres que segurava e levantou arrastando a cadeira brutalmente. Havia ficado furioso pelo fato de terem lhe escondido tudo aquilo. Caminhou apressado até a sala, onde seu pai ainda se encontrava. Sua mãe lhe seguiu desesperada.

- Como pode esconder tudo isso de mim? Trata-se da minha vida e não da sua. Não decida as coisas por si só – Enfrentou o mais velho.

- Acordos são acordos. Não havia necessidade do seu consentimento, já que fizemos um acordo. Espero que se lembre disso. Você escolhe, ou trabalha para mim agora sob a minha supervisão, ou se forme e vá viver sua vida em outro país.

- Viver minha vida? Eu vou ser obrigado a trabalhar a minha vida toda atrás de uma mesa de escritório, você chama isso de viver? – Esbravejou.

- Cada um vive como pode. Espero que faça uma escolha sábia.

- Você já sabe a minha resposta.

- Então nossa conversa acaba aqui – Apanhou sua maleta e partiu até a grande porta da residência – Estou de saída, até mais.

O homem saiu batendo com força a porta, deixando para trás um Minhyuk nervoso.

- Querido... – A Sra. Lee tentou aproximar-se, mas o outro desviara andando até as escadas para subir para seu quarto.

 

 

Segunda feira. Começo da semana letiva. Mais um começo clichê de semana para todos aqueles que tinham de acordar cedo e passar horas em uma sala de aula. Todos menos Hyungwon. Naquele dia o moreno alto estava animado para ir ao colégio. O motivo dessa animação tinha nome: Lee Minhyuk.

Tal animação surgira ao lembrar-se dos bons momentos que havia passado com o mais baixo na noite de sexta feira. Ao lembrar que ainda possuía a jaqueta com o odor adocicado do perfume de Minhyuk, que por sinal, estava em suas mãos enquanto caminhava pelos corredores a sua procura.

De longe, avistou uma figura com os cabelos brancos parado na porta da sala. Desaminou-se ao ver a quantidade de garotas que o cercava, daria meia volta e retornaria depois se não tivesse ouvido seu nome ser chamado. Era ele o chamando enquanto acenava com um sorriso estampado nos lábios. As garotas afastaram-se lentamente, conforme Hyungwon ia se aproximando, o que o deixou mais confortável.

- Bom dia – Sorriu gentilmente o platinado.

- Bom dia – Retribuiu o sorriso – Sua jaqueta, muito obrigado por me emprestar.

- Não precisa agradecer – Pegou a peça, levando-a próxima ao seu rosto, um gesto que deixou o moreno confuso.

- O que esta fazendo? Por que esta cheirando? – Semicerrou os olhos.

- Seu cheiro, é realmente bom. Acho que nunca mais vou lavar – Sorriu.

- Não diga besteiras, me da isso aqui – Tomou-lhe a jaqueta, envergonhado com a ação do outro. – Eu vou levar isso e por para lavar, amanha eu trago.

Adentrou a sala observando que só restava dois ligares vazios, que era o seu e o de Minhyuk. O platinado tentou protestar, mas ficou em silencio ao ver o bravo olhar do professor.

- Poderiam se sentar, por favor? Tenho algo importante para dizer – O professor esbravejou.

- Claro – O platinado respondeu indo para seu lugar, sendo seguido por Hyungwon.

- Estão todos aqui, certo? – Perguntou para sala, recebendo um “sim” como resposta – Ótimo. Quero anunciar que teremos um novo aluno em nossa sala. Seu nome é .....

 


Notas Finais


♡ Coloquei Kim Jooheon por que já temos um Lee (um não, uma família né disjiodsaj) e acho que ficaria muito confuso usar esse nome para o Jooheon também.
♡ Esse acordo entre Minhyuk e seu pai sera muito importante para os acontecimentos futuros, então lembrem-se dele.

Espero que tenham gostado ♡ Agora se me dão licença, eu fugir antes de ser assassinada.

Beijinhos >^.^<

~> https://twitter.com/minwonx


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