História River - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Hopekook
Exibições 249
Palavras 1.300
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Lírica, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


é pra ler ouvindo bishop briggs - river senao nao vai fazer sentido nenhum ta bjs
[obrigada miga @oldalaska por compartilhar a musica comigo eu nunca teria bolado isso sem ela varios coraçao]

Capítulo 1 - Capítulo Único - Run me like a river


                Jeongguk balança os quadris, tenta fazer o corpo conversar com a melodia. Os braços ondulam lentamente dos lados do corpo, como que dobrando as vibrações da música no ar, os olhos fechados enquanto absorve as ondas a correrem por seu corpo. A voz potente se propaga pelo cômodo e comanda o corpo a se mover com mais avidez, algo quente atravessando seus sentidos, como excitação pela harmonia.

                Abre os olhos apenas para notar Hoseok a lhe encarar, a face meio entorpecida como sempre parece nas primeiras horas da manhã, mas os olhos a lhe cortarem, afiados e cálidos, incitando movimentos mais lânguidos. Uma excitação suave o arrepia a tez e o esquenta o baixo ventre, um aperto suave no coração e a respiração a escapar pelos lábios entreabertos. Os braços se esticam na direção do Jung, um pedido meio suplicante para que não o prive de sua companhia.

                Hoseok ergue uma sobrancelha, inquisitivo, mas se levanta mesmo assim, jogando o cabelo pra trás uma última vez antes de alcançar o mais novo. Entrelaça os dedos, erguendo os braços do Jeon acima da cabeça, os olhos então a cravarem na provocação dos amendoados, no sorriso de dentes à mostra, nos quadris a lhe chamarem para a harmonia. Morde o lábio, as mãos escorregando pelos braços fortes do outro quando larga a resistência dos quadris e reflete os movimentos erráticos do outro, encontrando a linha que o alinha ao Jeon.

                Agarra a cintura, que balança ao mesmo passo que si, os olhos conectados em ligações de titânio. As mãos do Jeon lhe acariciam a face, lentamente, como que a devorar cada detalhe com os dedos. O mais novo gira, as costas de repente pressionadas em seu peito, a cabeça a pender para o lado e a lhe dar visão do pescoço, a pequena marca roxa de um chupão a lhe fazer de repente um punhado de deslumbre a lhe abraçar. Apoia a cabeça na curva do pescoço do Jeon e beija a pele com cuidado.

                Lhe pega de surpresa porém, quando o arfar escapa dos lábios carnudos de Jeongguk. Hoseok deveria saber que Jeongguk é novo demais para aguentar seus próprios jogos sem se render como sempre faz. Mas sempre lhe surpreende o entregar.

                A música parece tocar há uma eternidade quando as mãos de Hoseok enveredam por sob a camiseta branca, os músculos de Jeongguk retesando quando arrepios florescem na pele alva. Os quadris continuam a dançar, imersos no ritmo como se possuíssem própria consciência e não quisessem parar por agora. A camiseta aterrissa com certa graça no chão, a pele há muito nua do Jung finalmente a roçar na cálida do Jeon.

                Quem cede é Jeongguk, os lábios ávidos pelos de coração do Jung. Os braços arranjam abrigo nos ombros do mais velho, as mãos de Hoseok em sua cintura mais libertárias que possessivas. Os pés descalços se põem a andar então, desajeitados, em direção à poltrona no canto do quarto, guiando o Jung sem saber por si mesmo se o caminho é o correto até tropeçar no móvel, e então girar hábil, sentando ali o mais velho antes de se sentar sobre suas pernas cobertas pelo moletom.

                Como que em recusa a abandonar a música, os quadris do mais novo voltam a se mover, cheios de cadência, sobre o colo de um Jung a duvidar de sua capacidade de achar aquele Jeon menos que excepcional. As mãos apertam seus ombros, os olhos presos nos seus, o corpo pedindo por mais contato e agraciando o Jung com um arfar ou dois quando lhe agarra a cintura. É suave, porém, porque toda soma com Jeongguk resulta no lascivo delicado, e Hoseok aprecia muito o fato.

                As mãos lhe abandonam os ombros, e o mais velho quase estende os braços e agarra a figura seminua quando Jeongguk se levanta. Quase. A visão do outro a se despir o segura bem sentado onde está.

Hyung, você gosta assim? —A vozinha pergunta quando puxa a calça do Jung joelho abaixo. Hoseok sabe o que quer dizer, mas realmente não se importa quando o Jeon se deixa levar por seu lado independente até nessas situações. É um bocado a mais pra se pensar que o normal quando a questão é feita por um garoto nu entre suas pernas, mas Hoseok o faz mesmo assim.

—Eu gosto. —Diz somente, as palmas batendo levemente nas próprias coxas a chamar o outro de volta para si. Um sorriso travesso e logo beija a boquinha despontada para cima em um sorrisinho impossível de conter. Hoseok nem quer que o outro se contenha.

                Abraça o corpo nu sobre seu colo, os lábios encaixados e as mãos do Jeon em seu rosto a lhe dizer que a devoção é recíproca. E é naquele espírito cálido de carinho que Jeongguk volta a se mover, agora deveras mais tímido, dor aqui e ali o impedindo de ser por completo uma nota musical a dançar na partitura de Hoseok. O mais velho nota, e se resolve por fazer algo pelo outro, mesmo ao receber aquele olharzinho meio prepotente de Jeongguk que diz claramente que pode se virar sozinho. Alcança a gaveta do criado mudo e agarra o tubo num movimento mais rápido que qualquer protesto do outro.

Beija-lhe a ponta do nariz, os olhos a assistirem as reações do mais novo a seu cuidado deveras provocativo, e ri quando o Jeon morde o lábio com força e fecha os olhos sob o contato de seus dedos. —Você é… lindo, uau.

                O comentário agarra a atenção do mais novo, que arregala os olhos e então encara algum ponto em seu peito, as bochechas a esquentarem e enrubescerem. Hoseok às vezes desconfia que Jeongguk mente sua idade, descaradamente.

                Jeongguk corta a linha de pensamento do mais velho ao começar a mover os quadris novamente, o fogo da juventude a de repente lhe acender os olhos negros, os gemidos a saírem como parte da música alta. Agarra-se ao corpo mais jovem como taboa de salvação para as ondas de tesão a serpentearem quentes por seu corpo e intentarem o engolfar na dormência aguda do prazer. Mas não o agarra para se salvar, e sim para puxá-lo para o fundo consigo.

                Agarra a cabeleira negra entre os dedos, puxando a cabeça do Jeon, que engasga num gemido quando lhe chupa o pescoço, a outra mão lhe agarrando o membro entre os corpos e movendo os dedos por ele num ritmo sem qualquer tipo de harmonia, como que para lembrar o outro de que não é a perfeição que o leva à borda do êxtase.

                Os gemidos são grosseiros, mas o emissor é doce e vocaliza a brutalidade com uma graça que Hoseok não sabe se já vira antes. Perde a pose, perde a cabeça, mas não perde o ritmo dos quadris. As mãos do Jeon agarram os braços da poltrona, as unhas arrancando ruídos do tecido, e Hoseok acerta o ângulo em si uma, duas, três vezes consecutivas para ouvi-lo cobrir o som do estofado como se nunca houvesse existido.

                Hoseok entra na dança quando vê os olhos se apertarem, os lábios comprimirem, a pequena ruga de concentração em sua testa; mexe os quadris e atiça ainda mais o outro com os dentes. Jeongguk vem, a boca escancarada para um grito que não sai, e Hoseok sabe que o melhor prazer é aquele que vem no silêncio. Poucas pulsações depois se permite derramar entre as pernas grossas do Jeon, os lábios em uma linha fina e a respiração pesada. Jeongguk larga a cabeça em seu pescoço, exausto, letárgico, e abandona a pose de independente quando é carregado para a cama, para ser limpo e então abraçado até adormecer naquela manhã de sábado.

                E o Hoseok ri-se, porque sabe, melhor que ninguém, que Jeon Jeongguk é fora do sério.


Notas Finais


era pra ter só 200 palavra e 0 smut gente como isso aconteceu i'm s h ook


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