História Road to the world - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Aomine Daiki, Kagami Taiga, Momoi Satsuki
Tags Aokaga, Aomine, Kagami, Momoi, Road To The World
Exibições 96
Palavras 1.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiolaa, gente bonita :u
Iria atualizar isso daqui na sexta, mas aí percebi que ficarei o dia todo fora, pois então postaria sábado, e pronto, sábado tb vou estar ocupadássa' :v
Atualizar essas coisas na quinta é tão estranho kkkkkkkkkk

Bom, está aí u.u

Capítulo 5 - Super protetor


–Isso foi divertido. –Disse Kagami andando ao lado de Aomine pelo parque de diversões. 

         –Uhum. 

         Os dois estavam sem dinheiro para irem em mais brinquedos, e Kagami queria poupar a grana para que pudessem comer pelo menos um café da manhã no dia seguinte. Os dois estavam saindo do parque a procura de um lugar para passar a noite, talvez um hotel, quem sabe, vai que o atendente entenda a situação dos dois e tenham um bom coração á ponto de deixá-los dormirem de graça por lá.

         Mesmo sendo quase meia-noite, a rua estava movimentada com várias pessoas passeando, conversando na porta dos bares, andando de carro, enfim, era sexta-feira e não precisariam dormir cedo. 

         Kagami segurava o elefante rosa em seus braços e o olhava com uma certa ternura que era logo percebida por Aomine. Ultimamente o moreno percebia que estava reparando demais em Taiga, o que diabos estava acontecendo!? Mas não podia negar que na roda gigante, o ruivo estava realmente lindo. 

         –Pode ficar pra você. –Disse Aomine coçando a nuca. 

         –Uh?

         –Eu disse... P-pode ficar pra você... –Repetiu meio nervoso, encolhendo os ombros e fazendo um leve biquinho com a boca, graças ao seu tom de pele escura não deu para perceber o leve rubor em suas bochechas que estava se formando. 

         –O elefante? Mas não é pra Momoi? –Perguntou Kagami levantando as sobrancelhas, meio surpreso, talvez um pouco alegre em ouvir aquilo. 

         –S-sim... Encare isso como um presente. –Disse cruzando os braços e fechando os olhos, fingindo uma falsa irritação. 

         –V-verdade? Ahaha, obrigado, Aomine! –O ruivo sorri divertido, aquele sorriso que Daiki conhecia desde muitos anos. O moreno estava de certa forma orgulhoso, havia dado um presente para Kagami; e vê-lo sorrir daquele maneira por sua causa lhe dava um certo alivio. De certa forma aquilo incentivava Aomine á fazer mais coisas agradáveis para o  ruivo sorrir daquela maneira... O moreno queria-o fazer se sentir bem. 

         Taiga por outro lado estava se sentindo feliz. Acha que foi a primeira vez que Aomine foi gentil com ele, ou que deu alguma coisa para ele. Estava se sentindo feliz. E com certeza cuidaria daquele elefante rosa, para que durasse pra sempre, como se fosse uma lembrança de Daiki. 

         –Bom, vamos? Precisamos achar um lugar para dormir. –Aomine disse, tomando a dianteira. 

         –Sim. Vamos tentar naquele hotel. –Kagami aponta. 

         –Certo. 

         Os dois começam a caminhar, andando em cima de uma calçada e acabam passando em frente a um bar. O local estava movimentado como todos os outros, pessoas estavam dançando, falando alto e algumas mostravam-se bêbadas, mas isso não chamava a atenção dos dois garotos que passavam por ali. Até que em um momento, um certo homem com as bochechas vermelhas tal era a sua embriagues, agarrou o braço de Kagami não importando se o conhecia ou não, apenas o agarrou. 

         –Uooooww, c-como voucê é bonitchinho, garoto! –Disse o homem estranho puxando Kagami para mais perto de seu corpo, ele tinha um forte cheiro de bebida e cigarro. 

         –E-ei, me solta! –Kagami tentava tirar seu braço das mãos daquele cara, mas era difícil, ele era mais forte que o ruivo. 

         –Oe, o que está fazendo!? –Disse Aomine se aproximando.- Solta ele! 

         As outras pessoas que estavam no bar começam a dar risada da situação. Todas estavam tão bêbadas que nem tinham consciência de seus atos e tudo o que faziam era motivo de gargalhada. 

         –Vamos a um lugarzinho, ohh ruivinho~ -Falou de maneira arrastada, puxando Kagami e ignorando Aomine. 

         –E-ei, me solta, me solta! –Kagami tentava o impedir, tentando não ser levado. –A-aomine! –Taiga chama o nome do moreno. 

         Daiki estava de saco cheio daquele cara nojento e começa a sentir um certo sentimento que só era desencadeado quando mexiam com a Momoi... 

         –SOLTA ELE, SEU DESGRAÇADO! –Daiki corre em direção ao homem e o empurra com força. 

         Mesmo que Aomine estivesse batendo bem abaixo do ombro do rapaz, que parecia e era mais alto e mais forte que o mesmo, Aomine o empurra, e por causa da bebida, o homem se desequilibra e acaba caindo no chão, levando Kagami junto. Os dois derrubam uma mesa onde tinha algumas garrafas de vidro. O moreno logo corre e pega Kagami o tirando dos braços daquele idiota. 

         –Aomine! –Kagami diz se levantando e indo para perto do moreno. 

         –Não chegue mais perto do Kagami! –Aomine agarra o braço de Kagami e o leva para trás de seu corpo, como se estivesse o protegendo de alguma coisa, que de fato estava. –Eu não vou deixar! –Disse em alto e bom som.

         Todos dali ficaram meio tensos com o que o garoto havia dito, mas acabaram voltando ao que estavam fazendo, gritar, rir e dançar... Enquanto isso o cara continuava desacordado de baixo das mesas de madeira. 

         –Não saia mais perto de mim, Bakagami! Não se deve confiar nessa gente. –Disse o moreno meio irritado. 

         –A-aomine... –Gaguejou Kagami, estava surpreso com a reação de Aomine.

         –Não deixarei que ninguém te faça mal... –Disse o moreno dando uma pausa e continuando a andar rápido, ainda agarrando o braço do ruivo, praticamente o arrastando. 

         Taiga quase não tinha reação, ver Aomine daquele jeito era realmente surpreso. O ruivo se lembrava claramente que Aomine só fazia isso quando se tratava da Momoi. 

[Flash back On]

         –Daaaaaaaii-chaaaaan!!! –A rosada corria atravessando o pátio do orfanato indo ao encontro de Aomine, onde ele estava sentado em um canto qualquer com Kagami. Os dois pareciam distraídos falando de alguma coisa. 

         Momoi corria rápido, tanto que seu vestidinho rosa, que mais parecia um pijama, balançava com o pouco de vento que havia ali. Seus cabelos estavam bagunçados e sua face avermelhada mostrava que estava chorando. 

         –Ei, Satsuki, o que foi? –Aomine que até então estava á toa ao lado do ruivo, dando risadas, conversando sobre coisas idiotas, se transforma em uma aura séria, meio que de preocupação. Ele se levanta, abaixando-se para ficar no tamanho da garotinha, ele passava as mãos nos cabelos cumpridos e bagunçados da rosada. 

         –D-daí-chaaaannn, Huaaaa~ -Ela não parava de chorar. 

         –Momoi, o que foi? –Kagami chega perto, também preocupado, mas não tanto quanto Aomine. 

         –O-os meninos... Os meninos... Snif’. Eles m-me bateram. –E começa a chorar de novo. 

         –EU VOU MATAR ELES! –Disse Daiki se levantando, mas foi impedido por Kagami que puxou sua blusa, o fazendo se sentar.

         –ESPERAÓ’, AHO! –Kagami fita novamente Momoi com um olhar calmo, tentando passar tranquilidade para a menininha. –Calma, Momoi, pare de chorar e explica pra gente o que aconteceu. 

         Realmente, Taiga sabia como resolver as situações, ele sempre era o cabeça do trio, sabendo como lidar com as coisas, ao contrário de Daiki, que não podia ver Momoi chorando uma vez e já queria partir pra briga, batendo em qualquer um, mesmo não sabendo o motivo por ela estar chorando. Kagami bem que dizia que Aomine, apesar de não demonstrar, a protegia e a mimava demais. 

         –A-aqueles meninos ficavam enchendo meu saco, snif’ e aí eles disseram que meus olhos eram horríveis igual ao meu cabelo –Ela soluçava a cada frase completada. –E-eu mandei eles calarem a boca mas aí e-eles pegaram o meu... o-o meu ursinho e jogaram no chão...

         Não demorou muito e logo começou a chorar. 

         –Não se preocupe, Momoi. –O ruivo abraça a menina e começa a ajeitar os cumpridos cabelos rosa dela. –Você não é nada disso do que aqueles babacas disseram, não é Aomine? –O ruivo vira o rosto. -... Aomine?

         –EEEEEU VOOO’ MATÁ’ VOCÊEESSS!!!! 

         –AOMINEEE!!!! 

         Antes que o ruivo percebesse, Daiki já estava no meio do pátio batendo em todos os meninos que judiaram da rosada.

         –VEM AQUI SEU CORVARDE, NÃO FUJA!!! EI, VOCÊ, O DE ÓCULOS! SEU MERDA! GRRR~ NÃO MEXAM COM A SAAAAAAATSUKI! –Era cômico ver Aomine virando num demônio, batendo em todos. 

         –ISSO DAÍ-CHAN! BATA NELES! 

         –Não incentiva, Momoi. Não incentiva... 

         No final do dia, Satsuki estava sentada em um banco, e Kagami estava atrás dela, arrumando o cabelo da mesma que havia sido puxado e estava todo bagunçado por causa dos garotos. Eles estavam no banheiro onde tinha em seu quarto, onde os três dormiam com mais duas pessoas. Taiga passava uma escova com cuidado na cabeça da menina. 

         –Pronto, está bonita assim. –Disse com um sorrisinho.

         –Kagamin... Você acha que eu sou feia? –Ela disse meio cabisbaixa, fazendo um biquinho quase imperceptível. 

         –Lógico que não, eu acho você uma menina muito bonita. E acredito que quando crescer vai ficar mais bonita ainda. 

         –Todo mundo diz que sou esquisita por causa da cor de meus cabelos e a cor dos meus olhos. 

         –Não ligue pra eles, Momoi. 

         –O Daí-chan ás vezes também fala isso... Ele diz que sou uma feiosa... 

         –Você sabe que o Aomine é um babaca, né, Momoi? Nunca se deve levar nada á sério o que ele diz. Sem contar que é só brincadeira, ele gosta muito de você. 

         –Eu sei... –A garota sorri docemente -Kagamin... 

         –Hum? 

         –Eu não me lembro dos meus pais, já que eu fui deixada aqui quando eu era bebê, mas... Eu vejo você como a minha mãe... –Kagami se surpreende com o que a menina diz. –Kagamin seria a minha mamãe, que é doce comigo... 

         –Hunf. –Kagami sorri, e entra na brincadeira. –E quem seria o pai? –Pergunta meio divertido. 

         –O Dai-chan. –Disse num sorriso. –Um pai que sempre me protege, e como você diz: que me mima. –Ela começa a rir divertido um pouco acanhada, e Kagami, encarava-se no espelho a sua frente vendo um leve rubor na face... 

         “Eu seria a mãe e Aomine seria o pai... Heh, Seria divertido...” –Pensava Kagami perdido nos pensamentos. 

         De repente eles escutam a porta do banheiro ser aberta com certa violência, fazendo barulho.

         –AQUI ESTÁ O SEU URSINHO, IDIOTA! –Aomine joga o ursinho em cima da Momoi. –Ele tá sujo por que os babacas pisaram, é melhor dá ele para as tias o lavar.

         Aomine estava com os cabelos bagunçados e tinha alguns arranhões no rosto e nos braços, parecendo que ele havia apanhado também, mas como sempre, Momoi sabia que ele saia vitorioso, em qualquer briga. 

         –Obrigada, Daí-chan. –Disse a menina abraçando o pequeno ursinho todo sujo. 

         –... Hunf... –O garoto bufa e sai do banheiro. 

         Kagami o observava divertido. Aomine Daiki realmente era um protetor possessivo... 

         [Flash back Off]

         Lembrando dessas coisas, percebendo que Aomine agiu da mesma forma com ele, aquecia seu coração. Isso significava que Kagami era importante para o moreno. 

         –Ei, Kagami, suas bochechas estão vermelhas. –Disse Aomine olhando para o ruivo com as sobrancelhas arqueadas. 

         –N-NÃO TÔ NÃO! 

         –Tá, tá... Chegamos... 

         Os dois estavam em frente ao hotel, e quem cuidava da recepção era uma moça. 

         –Vamos. 

         –Vamos... 

         Tomara que ela deixe os dois dormirem aí, por que ninguém merece dormir na rua.


Notas Finais


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Me ajuda demais da conta -D


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