História Robbers - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Exibições 94
Palavras 2.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey ey ey ey!
Olha só quem chegou haha Mas dessa vez com uma proposta diferente!
Quem está no grupo do facebook/whatsapp deve estar por dentro da proposta que lancei ontem a noite, mas para quem ainda não está sabendo, vou fazer uma explicação rápida: Decidi postar >TODOS< os meus projetos de fics que estão aqui guardadinhos, e ir atualizando-os conforme for me dando inspiração, então já vou avisando que as atualizações não virão regularmente HAHA claro que não irei postar todos de uma vez, vou ir dando uma pausa, maaaas... RB é a que vai abrir essa "temporada" de fics, então vamos lá haha
Bom, não tenho nenhum grande aviso para Robbers, então espero que gostem haha
Boa leitura o/

Capítulo 1 - Pacify Her


Fanfic / Fanfiction Robbers - Capítulo 1 - Pacify Her

Nunca entendi direito como essa história de amor funciona. Vejo meus pais, juntos há quase 30 anos em meio aqueles beijos e carícias, e não consigo entender como alguém pode acordar ao lado de outra pessoa, olhá-la e pensar que é pra ela que quer voltar no fim do dia. Ela é o alvo do seu amor, do seu desejo, da sua fidelidade… É quase impossível de entender.

Mas então eu olho para ele, e de uma maneira estranha, passo a compreender todos esses sentimentos.

Acendo as luzes do apartamento ao passar pela porta, sem sequer desgrudar meus lábios do rapaz a minha frente. Minhas mãos correm do interruptor até o casaco dele num tempo recorde, e empurro a peça para trás até vê-la cair no chão, seguida do baque da porta. Ele me empurra contra a parede, mas não demoro a trazê-lo de volta para mim, sentindo a agonia de ainda ter aquelas camadas de roupas nos separando. Emaranho as mãos naqueles cabelos macios, sentindo suas mãos agarrarem minha bunda e me empurrarem contra ele. Posso sentir sua ereção, e sorrio ao notar que os saltos me deixam do mesmo tamanho.

Suas mãos puxam meu cabelo para trás, e pendo a cabeça como uma boa menina. Então, Shawn abre um sorriso e sinto sua boca sugar a pele do meu pescoço, desde o meu queixo até o início da minha clavícula. Um arrepio corre minha espinha, e aperto as pernas ao notar que só o ato já é o suficiente para encharcar a minha calcinha.

Minhas mãos correm até a barra da camiseta, erguendo-a até ele finalmente concordar em se afastar, erguendo os braços para que eu possa removê-la. Minha respiração falha só de olhar para aquele cara, e me pergunto por que diabos Carlie Porter precisa estar no meio de nós. Ele me encara com os lábios entreabertos, e então noto que apesar dela ser a namorada perfeita, é pra mim que ele volta no fim da noite.

Ataco a boca do cara a minha frente, tomada pela vontade de me assegurar de que ele é mais meu do que dela. Não lhe dou a chance de me dominar novamente, apenas continuo empurrando-o até finalmente chegarmos no sofá. Ele se deita sobre o couro preto, e arranco as minhas roupas e os sapatos, deixando apenas a calcinha. No espelho ao fundo da sala, posso ter plena noção de minha aparência angelical, exceto pelos lábios avermelhados e o que restou da maquiagem carregada. Talvez um anjo que dera um breve passeio pelo inferno.

Passo as pernas sobre o quadril dele, sentando ali enquanto me inclino para beijá-lo. Sinto suas mãos correrem cada centímetro do meu corpo e solto um gemido quando o mesmo reage com espasmos, mostrando o quão pronta já estou. Sinto a ereção abaixo de mim e movo meu quadril sobre ela, rebolando vagarosamente enquanto um toque irritante de celular invade a cena.

Nossas mãos brigam no caminho até o bolso de seu jeans, e sou mais rápida ao apanhar o aparelho e sair de seu colo.

— Eva… — Shawn senta no mesmo instante, me encarando como se repreendesse uma criança.

Leio “Carlie” no visor e rio alto.

— Jura que colocou um emoji de coração ao lado do nome dela? — brinco, dando dois passos para trás quando ele se levanta.

Alto, forte, com jeans baixo e uma enorme ereção no meio das pernas. A aparente ameaça apenas me excita ainda mais.

— Eva, me devolve o telefone. — sua voz é firme, e fecho os olhos por uns instantes. E pensar que iria ouvi-la em forma de gemido dali a uns instantes…

— O seu amorzinho pode esperar. — faço um beicinho, ainda recuando conforme ele se aproxima. — Acho que você está muito ocupado, sabe?

Shawn parece irritado, e me encara com a expressão fechada. Arqueio a sobrancelha, desafiando-o a me rebater, mas ele não diz nada. Sei como Carlie é, e sei o quanto ela se preocupa até mesmo se o namorado demorar meio minuto pra responder um sms. Não me surpreendo quando a ligação acaba e recomeça logo após, e o torpor do álcool de horas atrás faz com que eu me irrite.

Porra, ela não pode deixá-lo nem nas poucas horas em que ele é meu?

Bom, na verdade, ele é sempre meu, ela só não sabe.

— Quer seu amado telefone? — digo, balançando o iPhone no ar. É o suficiente para que seu olhar sério recaía sobre mim novamente. — Vem buscar.

Disparo escada acima numa velocidade de bêbada impressionante. Ouço seus passos atrás de mim e gargalho conforme corro pelo curto corredor do meu apartamento, seguindo até a última porta sem sequer alcançar a maçaneta. Seus braços envolvem meu corpo como correntes, e arfo assim que sinto-o se pressionar contra mim. Sinto-o duro na minha bunda, e trato logo de roça-la ali.

— Você é terrível. — murmura ele no meu ouvido.

Sinto seus dedos deslizarem pelo meu braço até finalmente apanharem o celular, o que me faz resmungar baixo. Ele ri e me empurra na parede, me fazendo espalmar as mãos na mesma. Seu nariz fuça o meu pescoço e minha intimidade se retrai, com ele baixando a mão até a minha calcinha.

— Oi amor. — ouço-o dizer no telefone, e fecho os olhos pra conter o enjoo. Seus dedos deslizam na minha entrada e solto um gemido baixo. — Não, não fui para a festa do Tyler. Fiquei em casa para estudar, eu te disse. — dois dedos seguem o caminho para dentro de mim e apoio a testa contra a parede, fazendo de tudo para que Carlie não ouça. Minha bunda se empina. — Não sei, Carlie. Você sabe que eu não gosto de decidir essas coisas, sequer sei se vou poder ir com você. — ouço Carlie gritar algo no telefone e rio baixo. Quando olho para trás, ele está me olhando feio. Mordo o lábio e rebolo devagar sobre o dedo dele, fazendo-o arquear a sobrancelha. — Amor, eu realmente tenho que estudar, você… — parece que ela volta a falar, e aproveito a distração para me livrar de seu toque.

Shawn parece curioso quando me viro para ele, mas apenas jogo meus cabelos para o lado e abro um sorriso presunçoso. Dou um passo em sua direção, o suficiente para que nossos corpos fiquem incrivelmente colados, e lhe dou um selinho, descendo pelo queixo, o pescoço, peito e barriga. Me ponho de joelhos, deslizando a língua pelo pé de sua barriga enquanto abro a calça com agilidade, puxando-a para baixo junto da cueca.

— Carlie… — ele resmunga no telefone, mas tenho certeza de que consegui toda a sua atenção.

Ele salta pra fora, ereto, duro e pronto pra mim. A mão livre de Shawn corre o meu cabelo, se enroscando nos fios e me empurrando contra ele assim que minha língua desliza por toda a extensão. Ouço sua respiração sair entrecortada e ergo o olhar, piscando inocentemente enquanto o sugo com força, movendo minha cabeça para frente e para trás.

— Carlie, eu realmente tenho… Tenho que ir. — ele parece se esforçar, e é impossível não sorrir quando sua expressão vacila, se contorcendo numa careta de prazer.

Chupo-o com força, sentindo a ponta chegar a minha garganta quando o coloco inteiro na boca e o tiro logo após. Deixo minhas mãos fazerem o trabalho por uns instantes, movendo-se ao redor dele enquanto sua voz denuncia o quanto ele está se segurando.

— Eva, porra… — ele afasta o celular, soltando um gemido baixo. Volto a minha expressão inocente, deslizando a língua pela glande. Ele morde o lábio e me surpreendo ao notar que posso ficar ainda mais molhada. — Cars, a gente se fala depois… É, eu também te amo, tchau.

“Eu também te amo.”

A frase me faz vacilar, mas antes que eu possa voltar a mim mesma, ele segura levemente meus cabelos e os puxa para trás, me obrigando a encará-lo.

— Agora nós vamos ter que conversar.

Mas eu sei que a última coisa que nós vamos fazer é falar.

Me coloco de pé e ele junta a sua boca a minha. Voltamos ao nosso trajeto para dentro do quarto e sinto suas mãos agarrarem as laterais da minha calcinha, e me livro da peça no caminho. Meu corpo inteiro parece inundado por uma estranha onda de eletricidade, e choques brotam em cada centímetro de pele que é tocado por ele.

Agarro seus ombros, serpenteando sua cintura com as minhas pernas enquanto suas mãos agarram minha bunda, me dando sustentação. Em minutos ele me joga na cama, se ajoelhando no meio das minhas pernas, mas apenas o empurro contra o colchão, voltando a montar sobre ele.

— Controladora. — diz ele contra os meus lábios.

— Sempre. — pisco, abrindo um sorriso malicioso.

Me apoio em seu peito e ergo meu quadril, movendo-o para baixo. Seguro-o pela base e então o sinto na minha entrada, o que me faz sentar devagar. Posso senti-lo me preencher, e a sensação que toma conta de mim faz com que a minha cabeça penda para trás. Escuto ele gemer e volto a encará-lo, vendo a expressão que tanto gosto surgir em seu rosto. Suas mãos agarram meus quadris e começo a me mover com o auxílio dele, mesmo que eu não precise. Cada parte inflama, cada parte implora pelo seu toque, cada maldita parte… Deixo os meus gemidos escaparem, sentindo que meu corpo demoraria a saciar aquela sede dele.

Suas mãos sobem pelas laterais da minha silhueta até chegarem aos meus seios e coloco as minhas sobre as dele, mesmo que ele saiba muito bem o que fazer sozinho. Sou obrigada a jogar os cabelos para o lado mais uma vez, sentindo o calor crescer cada vez mais conforme me movo. Uma fina camada de suor passa a cobrir meu corpo, mas ainda sinto como se pudesse fazer aquilo a noite inteira.

Não reluto quando ele troca de posição. Me deixo ser deitada na cama e ele para em meio as minhas pernas, puxando meu quadril para si e penetrando novamente. Seu corpo paira sobre o meu e apoio as mãos sobre seus ombros, com cuidado para que minhas unhas não o arranhem. Não será muito bom se Carlie notar marcas no namorado, então ainda preciso ser discreta.

Meu corpo desliza sobre a colcha conforme ele entra cada vez mais forte, cada vez mais rápido. Nossas testas se grudam e sinto-o me apertar mais forte, e minha resposta aos estímulos é tremer da cabeça aos pés e gemer ainda mais alto quando o orgasmo toma conta. Logo após, relaxo sobre a cama e deixo que ele continue, o que não dura por muito tempo. Posso ouvi-lo gemer e então ele para, saindo de dentro de mim e caindo na cama.

Quando minha respiração finalmente volta ao normal, me permito olhar para o lado. Shawn está caído há alguns centímetros, estirado e suado. Viro de lado, apoiando um cotovelo no colchão e a cabeça nas mãos.

— O que ela queria? — indago após alguns minutos, atraindo sua atenção.

— Falar sobre os feriados de fim de ano. — responde, e arregalo brevemente os olhos.

— De madrugada? — ambos rimos baixo, e começo a engatinhar até ele.

— Você conhece a Carlie, sabe como é quando ela surta.

Metade do meu corpo desaba sobre o dele, e me ponho a encará-lo de perto por uns minutos. Como seria se Carlie não existisse? As coisas teriam dado certo?

Ele poderia ter se apaixonado por mim?

— O que foi? — pergunta, e me obrigo a me despertar daqueles pensamentos.

— Estava pensando em “nós”. — digo, e ele se esquiva levemente.

— Eva, não existe um “nós”. — a resposta não sai ríspida, mas me faz sentir mal da mesma maneira. — Você sempre soube disso.

Tento camuflar isso. Tento vestir a mesma armadura inabalável de sempre e me obrigo a sorrir despreocupada, acenando com a cabeça como se aceitasse tranquilamente. Encontro aqueles olhos castanhos tão próximos dos meus e é praticamente um desafio mentir para eles, mas eu sou uma boa jogadora. Faço-o sem qualquer problema, e me inclino para selar os lábios aos dele rapidamente.

— Boa noite, Mendes. — digo, pronta para me afastar. Seus braços me impedem.

— Boa noite, Benoit. — ele diz, a voz já sonolenta.

Me encaixo naquele corpo como se nossas ultimas frases jamais tivessem existido. Ele me aperta forte e eu me permito fechar os olhos, fantasiando um mundo onde Carlie não existe e onde não tenho que dividi-lo com ninguém. E então, a inconsciência me arrasta pra longe daquele amor e toda a confusão que ele me causa.


Notas Finais


E a fanfic já começa no rala e rola HAHAHAHAHA

Grupo do face: https://www.facebook.com/groups/546395568895604/
Grupo do WhatsApp: Nome e DDD+Número por MP!
E onde mais me achar haha: http://ask.fm/AtriaGrey ou https://twitter.com/sickeningmendes

Nos vemos em breve, amores!
Xx


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