História Rock bottom - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Jack & Jack, Nate Maloley, Sam "Wilk" Wilkinson
Personagens Jack Gilinsky, Jack Johnson, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson
Tags Jack Gilinsky, Jack Johnson, Nate Maloley, Omaha Squad, Sammy Wilk
Exibições 63
Palavras 3.341
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey babies!!! Boa leitura

Capítulo 13 - Fantasy


As meninas se encontravam pensando na sala de estar enquanto os meninos assistiam algum jogo no quarto, elas pensavam se deveriam ou não encontrar a gangue e eles assistiam um jogo de futebol preocupado com as devidas garotas.

Na opinião de Amanda, ela queria ir porque protegeria Samuel a todo custo. Ela prometeu a si mesma que protegeria ele ate o ultimo dia de sua vida, e assim iria ser feito. Ela daria tudo pra ver o garoto de cabelos platinados sorrindo, feliz e sem ter que fugir.

Skyllar ficou apreensiva no começo mas logo cedeu, ela não queria morrer e sim ter uma longa vida com seu namorado, mas ela queria a proteção dele. O que adianta namorar e ficar fugindo?

Summer foi a primeira a dizer que iria encontrar com o Nash, elas querendo ou não. Sum se apegou de um jeito do Jack que ninguém sabia explicar, o mesmo acontecia com ele que se apegou com a morena.

Lydia pensou muito e muito até concordar com as amigas, ela não queria viver sabendo que Nate havia morrido. Ela queria salvar quem ela se importava, sendo assim concordou com as amigas.

Todas estavam decididas que iam encontrar o Nash assim que chegassem lá, todas queriam saber o que o garoto tinha a falar com elas, e o porque quererem falar com elas e não com os meninos.

As meninas aproveitaram a distração dos meninos e ligaram para Ian, conectando a televisão junto com o Ipad da Lydia. Depois de muita enrolação sobre o que fazerem, Paul tinha dito que alguns seguranças estariam lá disfarçados e que ajudariam elas se precisassem.

No andar de cima, os meninos receberam uma proposta pra entrar em turne e queria encontrar com os meninos em um dia. Eles aceitaram de primeira mas depois viram no que aquilo iria dar, uma briga com as meninas e possivelmente uma morte. Eles não queriam se afastar das fãs, então fizeram as malas e por sorte do destino, encontraram as meninas com as malas no andar debaixo.

Eles ficaram se encarando sem saber o que dizer e Summer saiu cabisbaixa até a van que havia chegado, as meninas pensaram que aquilo poderia ser um adeus, aliás ninguém sabe o que passa na cabeça do Nash.

Na van, os meninos perceberam a tensão das meninas e decidiram deixar pra de última hora. Elas ficaram abraçadas em silencio com os devidos garotos e quando Sum ia adormecer, tinham chegado no aeroporto.

Fizeram tudo certo, check-in e logo adentraram no avião porque estavam atrasados. Foram em casais como sempre, Summer soltou um riso junto a Amanda e Sammy quando se lembraram da última vez no avião.

Todos estavam cansados de viajar de avião, cansados de viajar de lugar pra lugar apenas pra fugir mas não poderia fugir pra sempre. Elas precisavam de um lugar pra relaxar, enquanto eles precisavam subir no palco de novo.

No avião, todos dormiam e estavam exaustos. Eles estavam esgotados e nos pensamentos de Summer se passou algo em que ela pensou em fazer. Se render pra salvar a vida dos amigos e amigas, ela estava cansada de Nash e suas ladainhas.


Summer point of view

Nem percebi quando o avião havia pousado, a aeromoça nos chamava e todos caminhamos lentamente para pegar as malas. Demoraram uma eternidade e enquanto caminhávamos para o táxi, me lembrei do que houve no aeroporto em Omaha.

Um frio se instalou em minha barriga quando percebi que iriamos encontrar um dos maiores gangster do mundo, eu estou arriscando minha vida e a vida das minhas amigas por quatro garotos. Nunca iria imaginar que teria sentimentos pelo Gilinsky.

O táxi parou em frente a uma casa não tão grande e luxuosa, mas ótima para os casais. O motivo de ser sempre casa e nunca apertamento é simples, sempre alguém de outra gangue invade e acaba destruindo tudo.

Todos caminhavam sem dar uma palavra e aquilo estava me irritando, pareciam que éramos desconhecidos um para o outro, ou como se estivessem escondendo algo.

— vamos nos arrumar, daqui a pouco temos que ir. — Lydia falou me fazendo sair dos meus pensamentos e assentimos

Antes de conseguir subimos as escadas, Jack nos chamou e todas nós viramos encarando os meninos tensos na nossa frente. Tem alguma coisa errada, com certeza tem.

— temos algo a dizer. — Sammy começou — é que tipo...nós...é...

— falem logo, odeio enrolações! — falei um pouco grossa e encarei o moreno na minha frente

— nós assinamos um contrato e vamos entrar em turnê amanhã. — Johnson falou e Sky pareceu sugar todo ar que havia naquele local

Eu encarei Jack na minha frente e ele me olhava com lágrimas nos olhos, todos sabemos que nós não poderíamos correr o mundo atrás deles, e que eles estavam em perigo.

Apenas me virei e subi as escadas correndo, entrei no banheiro de um quarto qualquer e demorei demais já que minhas mãos estavam estranhas. Peguei um roupão que tinha pendurado e fui pro quarto, encontrando as meninas se arrumando e todas caladas.

— nós estamos arriscando nossas vidas mais rápido, tem que ter outro jeito. — Sky falou se sentando na cama — eu não quero desistir mas...eu não quero que o Johnson perca outra pessoa.

— eu também não queria que o Sam sofresse mas temos que fazer isso, Sky — Amanda ditou se sentando junto com ela

Em poucos minutos todas estávamos prontas, roupas pretas, não tinha nenhuma cor pra variar. A única cor diferente era nosso batom super vermelho.

Encontramos os meninos na sala, vestido de preto assim como todas nós. Eles não tinham nenhuma outra cor, era apenas preto em tudo.

— O que vocês estão fazendo? — perguntei me sentando em um dos sofás

— nós vamos com vocês, não parece óbvio? — Gilinsky respondeu e se sentou ao meu lado — nós vamos ajudar vocês, nem que seja só pra olhar.

— não queremos que fiquem com raivas de nós mas precisamos voltar para os palcos — Assentiu Johnson — vocês podem ir com a gente, falamos com nosso empresário e...

— não podemos ir, Johnson — Sky falou e abaixou o olhar pro chão — temos que proteger mais pessoas quando sairmos daqui, quando vocês estiverem seguros.

Nenhum de nós ousou em dizer mais nada, todos estávamos na sala esperando com que Ian se comunicasse, ele iria nos dizer onde estavam as armas necessárias e onde tínhamos que ir.

Acho que ficamos no mínimo meia hora esperando a cara do Ian aparecer junto com a do Paul naquela televisão enorme que tinha na sala.

— vocês vão encontrar as armas em um galpão a três quadras da casa de vocês. — Paul começou a falar e todos ficamos de pé — precisam encontrar o Nash em outro galpão, ele falou que mandou um dos caras pegarem vocês na Long Beach.

Foi um carro para cada um e todos eles eram blindados, nunca se sabe o que pode vir do Nash. O clima estava totalmente tenso, Jack não trocava nenhuma palavra comigo e eu acho melhor, posso falar alguma besteira e complicar tudo.

O caminho foi mais rápido que o esperado, eu queria que tivesse demorado mais, eu to nervosa mas consigo esconder isso. Uma das primeiras regras era nunca demonstrar nervosismo, isso só faz com que o inimigo se aproveite mais de você.

Estacionamos o carro um atrás do outro e tinha um carro preto nos esperando, logo saiu um garoto meio loiro do carro e caminhando em direção a nós.

— fica aqui.  — falei pro Jack e logo saindo do carro

Gilinsky fez o contrário do que eu mandei e acabou saindo do carro, olhei para as minhas amigas e a cara delas não estavam muito boa, aposto que elas pediram o mesmo que eu.

— ora, ora... — o garoto falou se aproximando  — Nash pede para virem as quatro meninas e vocês trazem os bichinhos de estimação?

— vamos acabar logo com isso. — falei ignorando a fala do garoto na minha frente

Ele apenas assentiu e encontrou no seu carro preto, sua roupa combinava totalmente com o carro. Ele era bem bonito mas nada comparado ao moreno no meu lado.

Demorou uns vinte minutos até chegarmos ao galpão que encontriamos Nash, eu apertava o volante e meus dedos começaram a ficar mais brancos que o normal, acho que Jack percebeu isso porque pôs a mão na minha coxa para me acalmar.

O garoto estacionou um carro em um galpão velho e eu verifiquei se minha arma ainda estava na parte de dentro da minha blusa, Jack fez o mesmo e então saímos do carro. Ainda havia armas na parte de trás do carro mas pegaríamos se algo desse errado.

Andamos calmamente pelo caminho coberto de pedrinhas e apenas o nosso sapato fazia barulho e nossas respirações descompensadas. O loiro abriu o balcão na nossa frente e tinha apenas uma luz no meio do galpão juntamente a uma mesa, tinha outro garoto lá só que moreno.

— Nash vai gostar disso. — o moreno falou e me fez revirar os olhos — eu vou chama-lo.

O menino sumiu no breu daquele galpão e o loiro se sentou em cima da mesa, o mesmo ficou brincando com alguma coisa pontuda que havia ali e eu fiquei na frente do Jack. Ele estranhou no começo mas depois percebeu, senti suas mãos na minha cintura e eu relaxei.

— vocês estavam fugindo de mim? — ouvi uma voz grossa em alguma parte do galpão — quando Cameron me disse que vocês tinham trago os garotos, eu fiquei surpreso e muito.

Logo Nash apareceu com uma blusa preta e uma calça colada, ele tinha um casaco enorme com pele de algum animal e eu senti calafrios. Não tinha medo dele, tiha repulsa.

— nós não vamos fazer nada com vocês, podem achar que estamos em desvantagem mas estão errados — Nash disse se sentando na mesa — eu poderia acabar com vocês aqui agora mas não vou.

Não senti mais as mãos do Jack na minha cintura e me virei pra trás, tinham homens segurando eles com uma arma na cabeça de cada um e quando ia avançar, Skyllar me segurou.

— eu não sou burro, sei que sentem mais que obrigação de salvar eles. — Nash dizia com um sorriso cínico no rosto — eu quero propor um convite e sei que vocês vão.

— por que tem tanta certeza que nós iríamos? — perguntei chegando mais perto e ele se levantou, ficando duas vezes maior que eu mas não me intimidei nenhum segundo

— vocês querem proteger os garotos, simples — ele deu os ombros e voltou a se sentar — eu quero convida-los para um baile de máscaras amanhã, meia noite, no pier de Santa Mônica.

Todo ano tinha uma festa de Halloween em Los Angeles, normalmente é algum baile de máscaras, esse ano não seria diferente. No caso, seria amanhã, uma oportunidade perfeita pro Nash atacar.

— nós aceitamos! — Amanda falou antes de alguma de nós pensar em alguma coisa e Nash deu um sorriso vitorioso

— mas qual o objetivo disso? — Lydia questionou

— nada, apenas quero me divertir com meus inimigos, não posso? — ele perguntou rindo e os garotos acompanharam ele na risada — estou louco para ver as fantasias de vocês...— ele saiu acompanhado dos dois que estavam com eles

Me virei para Jack e ele estava solto, os caras não estavam mais lá. Andei em sua direção e me agarrei no seu pescoço, seu coração batia bem forte e eu senti um nó se formar na minha garganta.

Andamos em direção ao carro novamente e voltamos pelo mesmo caminho que traçamos quando estávamos indo. Demorou um pouco mais porque acabamos nos perdendo mas no fim deu tudo certo.

Abri a porta de casa e fui direto pra cozinha, eu cheirava a galpão velho mas precisava tomar uma água antes. Enchi o copo três vezes e tomei tudo rapidamente, eu ainda estava tensa e preciso me acalmar. Eu sempre vou pra piscina quando estou nervosa, isso me acalma.

Flashback on

 

— querida, o que está acontecendo? — minha mãe perguntou fazendo cafuné em minha cabeça

— nada. — respondi seca

— você não saiu do quarto, nem quis assistir filmes com seu pai. — minha mãe ainda fazia carinhos em minha cabeça

— eu só estou triste, queria ter mais amigos — admiti — eu amo a Honey, mas eu queria ter mais amigos, mamãe.

— sabe o que pode te deixar contente? — ela perguntou se levantando e eu neguei com a cabeça — um banho na piscina, a água está quente.

Um sorriso enorme surgiu em meu rosto e eu logo corri pro meu armário, peguei minha cauda de sereia que minha mãe havia me dado e meu biquíni na parte de cima. A estampa era colorida e quando ia pra debaixo d’água ficava fluorescente

Minha mãe me ajudou a descer e quando chegou na área da piscina, eu saltei do seu colo pra dentro da água. Eu me sentia uma verdadeira sereia, eu era uma sereia.

Minha mãe e meu pai tiravam fotos e riram que nem doidos no lado de fora e eu ficava rodopiando dentro da piscina, a água estava quente então eu fiquei ali até de noite, adorava ver minha cauda brilhante.

Flashback of

Nem percebi quando umas lágrimas saiam de meu rosto, logo tratei de seca-las e percebi que havia bebido toda água que estava no meu copo. Deixei o mesmo em cima da pia e fui em direção ao quarto, sem sinal do Jack.

Tomei um banho demorado enquanto memórias minhas dentro d’água vinham em minha mente. Eu não chorava mais, eu tinha saudades mas minha mãe sempre dizia não chore porque acabou e sim porque aconteceu.

Botei um pijama confortável, estava calor em Los Angeles e eu estava dando graças a Deus. Não que eu odiasse o frio mas eu costumo ter medo de trovões então se fizer sol todo mundo sai ganhando.

Saí do quarto a procura de alguém mas estava tudo um silêncio, eu estranhei e continuei andando. Fui até a área de trás e todos estavam sentados lá, apenas Gilinsky estava afastado.

Todos encaravam a piscina em silêncio, apenas o barulho do vento batendo na árvore era ouvido no momento, o silêncio é bom mas tem horas que incomoda.

— vocês podem falar alguma coisa? — perguntei me ajeitando na cadeira — eu sei que todos estamos numa situação complicada mas não significa que temos que ficar calados.

— eu estou morrendo de dor de cabeça — Amanda falou se deitando na perna do Sammy

— a imagem do Johnson com uma arma na cabeça ainda está na minha mente — Sky falou se deitando ao lado do mesmo — ele podia ter feito algo lá.

— é, eu sei. — falei suspirando — ainda estou atordoada com isso.

— precisamos de fantasia, qual vão usar? — Lydia perguntou — eu acho que vou de cisne negro junto com o Nate

— eu vou de Julieta e Sammy vai ser meu Romeu — Amanda disse suspirando e Sam deu um riso fraco

— eu vou de Elsa, Johnson vai ser meu Jake Forster — Sky disse rindo e todos a acompanhamos — mas eu vou ser uma Elsa moderna.

— vou ser a Arlequina e o Jack meu coringa — falei

Ficamos a noite toda conversando sobre como ia ser as fantasias e no dia seguinte iríamos comprá-las. Estamos indo encontrar o inimigo mas precisa ser com estilo, as fantasias esconderam nosso rosto então seria mais fácil de ninguém saber quem somos.

[...]

Acordei com a claridade da luz solar em meu rosto e percebi que estava no quarto, apenas me lembro de ter apagado lá fora e alguém me trazer aqui, provavelmente foi o Gilinsky.

Me levantei e fui ao banheiro, encarei minha cara horrível naquele espelho enorme, eu estou com olheiras, preciso dormir bem. Faz dias que não tenho uma ótima noite de sono, eu tenho dormido pouco por conta dos meninos.

Fiz tudo que tinha que fazer e botei uma roupa simples, tínhamos que ir comprar as roupas hoje. O baile de máscaras é em algumas horas.

Desci as escadas cambaleando ainda com sono e encontrei os meninos na sala tomando café e vendo algum filme na televisão, andei até a cozinha e encontrei a típica cena, as garotas fazendo bagunça na cozinha.

— bom dia — falei e elas notaram minha presença — o que estão fazendo?

— tentando fazer um bolo. — Lydia disse rindo — de chocolate mas não está dando muito certo, Sky adora jogar farinha pro alto, olha pro teto

Realmente, o teto estava cheio de farinha.

— vamos tomar banho e iremos para o shopping comprar as roupas. — Amanda falou e saiu correndo da cozinha junto com as outras meninas

Andei em direção a sala e peguei o controle da televisão, ninguém percebeu pois estavam distraídos com o filme de terror mas eu troquei e passava American pie.

— eu adoro esse filme — ditei me jogando no sofá e todos me encararam indignados — que foi? não gostam de American pie?

— estávamos vendo um filme — Johnson falou apontando pra TV e eu dei os ombros — Gilinsky, que garota você foi arrumar em.

— eu sou legal, só queria ver....

— vamos! — Sky chegou na ponta da escada e eu nem pude terminar a frase

Fomos em dois carros e em dez minutos chegamos no shopping. Foi tempo dos garotos dizerem ‘’se divirtam’’ que saímos correndo para a loja de fantasias.

Tinha alguns seguranças do Ian atrás dos meninos em outra loja e então se acontecesse algo, eles se comunicavam e todas iríamos ao encontro deles.

Amanda foi a primeira a achar a fantasia dela, era toda cheia de detalhes brancos e uma cor clara, era todo reto e tinha um detalhe escandaloso no peito. Vinha com um sapato baixo e bege. Ela experimentou, tirou várias fotos e depois guardou na bolsa.

Lydia foi a segunda a achar, ela achou um vestido preto, rodado e curto. Ele tinha detalhes de uma penas na parte da frente mas nada muito escandaloso — a não ser o decote no peito assim como o de Amanda — o sapato dela era um salto da mesma cor que o vestido. A mesma pagou tudo e se sentou juntamente a ruiva.

Eu achei minha fantasia, era um vestido rodado, de um lado preto e outro lado vermelho. Tinham dois desenhos mas eram pequenos, o decote parecia ser maior que os das minhas amigas mas não dei importância. Vinha com uma meia até o meio da coxa e um salto preto todo fechado.

Skyllar achou um vestido da Elsa mas só que moderno, não era que nem as crianças usavam em festas. Ele era um azul bebê e bem curto, o decote nos seios também eram de chamar atenção, tinha uns detalhes brancos e era caído nos ombros. Não tinha capa mas o salto alto azul chamava bem atenção.

Saímos todas da loja e demos de cara com os garotos cheio de sacolas na mão. Tentei puxar a bolsa da mão do Jack para ver se escolheu a fantasia certa mas o mesmo não deixou.

— surpresa, só na hora da festa. — ele disse e eu bati os pés — não seja um menina má

— eu também quero ver. — Skyllar falou fazendo biquinho e Johnson negou rindo

— e se estiverem escolhido errado? — Amanda perguntou nervosa — eu falei Romeu e você pode ter pego o Pateta.

— a moça da loja ajudou, falamos as roupas que nossas garotas usariam e elas nos deu dicas — Nate falou e eu encarei Jack que estava rindo

Nós compramos alguns lanches no Mc donald’s e comemos pelo shopping mesmo. Tentamos a todo custo ver a roupa dos garotos mas nunca dava certo, eles levaram as roupas até no banheiro.

Depois de horas no shopping, decidimos voltar para casa. A festa começava às onze, Nash queria nos ver lá as meia noite e eram oito e meia ainda.

— eu vou dormir, quando der a hora me acordem. — falei e logo Jack me acompanhou até o quarto

Me joguei na cama e taquei a bolsa em algum canto do quarto, depois me repreendi mentalmente por ter feito tal alto, vai que estraga alguma coisa. Eu sempre gostei de festas.

Acabei pegando no sono mas antes pude perceber Jack envolvendo seus braços em minha cintura e murmurar um ‘’eu te amo’’, mas estava tão cansada que acabei ignorando o moreno ao meu lado.

 

 


Notas Finais




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