História Roller Band - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde Brasil, Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Ricardo, Sharon, Tino, Yam
Tags Adaptação, Banda, Colegial, Gastina, Lutteo, Musica, Novela, Roller Band, Romance, Simbar, Sou Luna
Visualizações 375
Palavras 7.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeira tentativa então peguem leve,haha.
Boa leitura <3

Capítulo 1 - Capitulo 1


Oque antes era uma linda sinfonia odiada pelos jovens agora dá espaço para algo que só exaltava a luxuria, horrenda aos olhos dos mais velhos, tomava o ouvido de quem quer que esteja por perto(talvez até longe). Enquanto Âmbar dançava de forma com que todos virassem a atenção para ela, se despindo lentamente ao som da música, deixando todos mais chocados que pudessem. A festa de abertura do Blake de fato não perdia por esperar, enquanto a diretora e sua fiel escudeira se embaraçavam divididas entre acalmar os pais que ali se faziam presentes, acalmar os hormônios de todos os adolescentes que babavam(mesmo que por inveja) na beirada do palco e gritavam como animais que estavam vendo uma comida, além de brigar com o pessoal do técnico por deixar algo tao vulgar acontecer em uma festa de um colégio tao renomado.

A atenção agora é tomada por um barulho agudo que invadia os tímpanos e saia rasgando tudo pela frente, e então o barulho que antes era de uma fonte desconhecida, e que agora se tornava conhecida como um motoqueiro totalmente coberto de preto (sua roupa) que dirigia de forma desgovernada até o palco, todos agora faziam um exato “o” com a boca. De fato aquela festa não perdia por esperar.

Mas se acalme por que essa história não começa assim vamos voltar só um pouquinho

Argentina

Simon andava pelas ruas da argentina, a verdade era que adorava pilotar isso lembrava seu pai e não existia sensação melhor do que poder dirigir, liberdade era a palavra que ecoava na mente dele todas as vezes que subia nela para andar por ai, para onde fosse. Estacionou na garagem de sua casa, que era simples, a família de Simon estava de mudança e como filho mais velho era seu dever ajudar a mãe. Entrou rapidamente pela pequena sala para recolher as últimas peças que enfeitavam a casa e para sua surpresa, ainda estava sobre a mesa a foto de seu pai, a pegou com todo o carinho que tinha pelo pai e o admirou, um sorriso surgiu em sua face, ele sentia falta dele. Um grito desnecessário que vinha de seu irmão adentrando a sala o tirou dos pensamentos profundos sobre a foto que carregava nas mãos

Léo-O Simon, aquela moto tá fazendo um barulho estranho!- não conseguindo uma resposta dessa vez falou mais alto-O Simon!!-finalmente recebendo a atenção necessária deu uma leve risada

Simon-Fala moleque-retrucou Simon como quem não queria saber do assunto

Léo-Ta vendo a foto do papai de novo, né?- ele sabia o quanto o irmão sofria

Simon-Qual o problema? É crime?- perguntou alterando o tom de voz-

Léo-Ta mais pra ideia fixa né Simon, tá achando oque? Que ele vai sair da foto?

Simon-Eu quero justiça Léo, justiça

Léo-Papai se matou Simon

Simon-Ele foi enganado, é diferente

Léo-É claro Simon … imagina se todo mundo que for enganado se matar, vai ser uma beleza né!-elevando o tom de voz na última frase-

Simon- Ou respeito, papai só se matou por que aquele safado fez a gente perder tudo que nós tínhamos, ok?

Leo-Faz 2 anos Simon, esquece isso

Simon- Não vou esquecer, eu quero justiça!

Leo-Pelo menos sabe quem é o cara?

Simon-Sei

Enquanto o clima esquentava na casa de Simon, em outro canto da cidade, um bairro rico, Âmbar mostrava a “nova amiga” sua casa.

Delfi-Ai amiga, você acha que ele vai?- perguntou enquanto descia a escada-

Âmbar-Claro que sim – com certeza no tom de voz-

Delfi-É que você sempre acha que ele vai … de repente acontece alguma coisa … -antes de terminar a amiga interrompe a frase-

Ambar-Ele vai! Ele garantiu que ia.

Delfi-Então … tá, vamos?

Âmbar- Você tá louca para conhecer o colégio né?

Delfi- Imagina eu, naquele colégio, cheio de meninos ricos … -novamente interrompida pela amiga-

Âmbar- Muita gente chata também!- acrescentou-

Delfi- Fala isso por que já esta lá faz tempo … e também é a mais popular do colégio

Um sorriso vitorioso salta no rosto de Âmbar, ela já sabia, mas, mesmo assim, gostava de escutar, não a cansava e nunca iria se tornar repetitivo

Âmbar-Sou mesmo- Olhou para os lados para assegurar que já tinha mostrado a casa inteira a amiga e se não estava esquecendo nada antes de chamar o motorista para irem conhecer o colégio- Vou chamar o motorista- diz se retirando seguida de Delfi

Enquanto a casa de âmbar se esvaziava a de luna esquentava os nervos.

Luna-Ei! Isso é meu!-diz erguendo o tom de voz-

Amanda- Isso- diz apontando para o vestido preto que estava recolhendo do sofá- é da sua mãe

Luna- Ela que pensa- diz em deboche- Ela tá na idade de cobrir o corpo- dessa vez pega o vestido das mãos da empresária da mãe

Amanda- Luna!- diz em tom de repreensão deixando escapar uma risada-

Mônica- Eu to saindo para a sessão de fotos … e depois eu tenho massagem- diz apressada descendo as escadas da sala, ajeitando a camiseta cinza que utilizava-

Amanda- Já está tudo agendado Mônica… - além de empresária era uma amiga, sabia como a cantora ficava quando tinha muitos compromissos em dia, e tentava acalmá-la

Luna- Oi mãe!!- exclamava a pequena, para chamar a atenção da mãe-

Mônica- Oi filha!!- ela era ocupada, mas se importava demais com a filha- Essa camisola é minha!- aponta percebendo que a filha estava usando suas roupas-

Luna- Não mais … Fica melhor em mim também- diz fazendo posses mostrando como a pequena camisola caia bem no corpo dela- não é Amanda?

Mônica- Fica melhor no meu armário- não dando tempo para a amiga responder a filha- Vamos? Estamos atrasadas- diz indo em direção a porta-

Luna- Aonde é?- ela era curiosa-

Amanda- estúdio do César- diz acompanhando mônica que já estava abrindo a porta-

Mônica- E ele não gosta de atraso… -diz abrindo a grande porta que dava acesso à bela e ampla sala de estar- Preciso conversar com você!- diz apontando para a filha apoiada no batente da porta-

Luna- Tá….- diz rolando os olhos em descaso, era mais um drama-

Amanda- Beijo! Tchau!- ela saiu pela porta passando por mônica-

Mônica- Beijo filha- desaparecendo pela grande porta também, o barulho dela se fechando ecoa pela casa mas Luna estava longe demais para perceber

Enquanto Luna ficava sozinha em casa, Matteo estava ocupado demais apreciando a revista que tinha acabado de comprar com seu amigo, Pedro.

Matteo- Essa é demais- diz apontando para o canto da revista, as mulheres tinham os corpos extremamente definidos e ele tinha que mostrar para o amigo o bom gosto-

Pedro- Haha! Vai me dizer que tu pega uma mulher assim?- exclama debochando do amigo-

Matteo- Eu pego quem eu quiser!- Matteo deixa o tom de voz mais sério antes de começar a rir da cara do amigo-

Pedro- Mas a gente é moleque demais … - antes de terminar é interrompido pela risada do amigo-

Matteo- Relaxa- diz em meio a risadas, mas antes de terminar a frase o barulho de seu pai entrando na sala deixa o clima extremamente pesado e sério e ele rapidamente esconde a revista indecente que a minutos atrás exibia com orgulho embaixo da coxa direita-

Henri- Relaxa oque Matteo?- era um tom de voz constante e ameaçador, não mudava-

Matteo- Não, não pai é que o Pedro estava falando das meninas do colégio, só isso- se esforçava para não gaguejar-

Henri- Você está no colégio para estudar, não para babar em qualquer rabo de saia que veja pela frente- era duro, e frio-

Matteo- Claro pai, e foi exatamente oque eu respondi, que as meninas gostam de estudar la no colégio- o esforço para a voz não sair tremida era perceptível, talvez ate demais-

Henri- Aqueles homens ali- diz apontando para a sala de jantar que ficava de frente com a que eles se encontravam, ela estava cheia de homens vestidos de ternos conversando e apontando para pilhas de papéis que encontravam-se em cima da mesa- Eles cuidam da minha carreira, e vão cuidar da sua.

Matteo- To ligado pai- ele passava a segurança que não tinha-

Henri- Matteo!- o nome do filho saiu em tom de repreensão- Ta ligado? Você é uma lâmpada?- dizia em deboche, o menino precisava cuidar do vocabulário e de canto de olho ainda vê o amigo do filho se controlando para não rir. Ele então sai murmurando coisas baixo o suficiente para ninguem escutar balançando sua cabeça de um lado para o outro como quem diz não e ruma a sala jantar para tentar acalmar os ânimos, que se encontravam fervendo por la-

Pedro- Caraca teu pai pega pesado hein- o amigo se controlava para não rir-

Matteo- Por isso que eu to sempre com a minha amiguinha- retira do bolso da jaqueta preta que utilizava um cantil e aponta para ele, o amigo fecha a cara assim que percebe a que o amigo se referia. Pedro sabia oque tinha ali dentro- Vamos la pra cima, meu quarto é mais de boa- diz guardando o cantil no bolso novamente, dando um leve sorriso para o pai que olhava para ele para ter certeza que não aprontava, olhou para escada e seguiu rumando a ela- Não vai vir?- ele se referia a pedro que ainda estava sentado no sofá da sala de TV olhando para o amigo como quem não quer, mas acaba cedendo e subindo a longa escada que levava para o andar dos quartos-

Enquanto o clima era de preparação na casa dos alunos, o colégio estava a todo vapor para que a festa saísse perfeita, assim como a diretora desejava.

Ana- Senhorita Nina Simonetti, tenho certeza que vai gostar do nosso colégio- A diretora falava com um esplendor, já estava acostumada, elas se encontravam na frente do colégio, finalizando mais um tour pelo colégio com um aluno novo-

Nina- Tenho certeza que sim, já estou mega feliz por ter me aceito no colégio senhorita Ana- ela tentava retribuir o sorriso e a simpatia, tentando deixar de lado sua timidez-

Ana- Você passou na prova com êxito senhorita Nina, merece esta vaga- Uma parcela das vagas do colégio eram determinadas a bolsas para os alunos que tirassem as melhores notas na prova E.A.B.S.C.(exame de aplicação Blake South College)-

Nina- Será que eu posso ver os dormitórios?- não era uma menina curiosa mas queria saber como era seu quarto e principalmente o lugar que dormiria em 5 de seus 7 dias da semana-

Ana- Tudo no seu tempo senhorita Nina- o tom não era amigável mas o sorriso era-

Nina- Há sim … - ela tinha ficado triste, mas tentou não demonstrar-

Ana- Sabe senhorita, nosso colégio é muito rigido, eu particularmente cobro que as regras sejam seguidas firmemente, estamos criando alunos para o futuro- ela falava com orgulho, tudo que o colégio era e havia se tornado era fruto de seu árduo trabalho-

Nina- Sim … - e antes que pudesse terminar a frase, a atenção das duas é voltada para um belíssimo carro preto que adentrava o redondo que dava acesso as portas de entrada do colégio, de la saindo uma senhora já de idade e menino um tanto quanto … bonito. Ana logo chama um dos funcionários para ajudar a senhora sair, que não faz nada mais do que olhar, o motorista do carro já a ajudava, ela então manda ele sair rapidamente, abre um sorriso e se prepara para atender a mulher-

Ana- Senhorita Périda, ou melhor Sharon- ela estende a mão para cumprimentar a mulher amigavelmente-

Sharon- Ana- ela assente com a cabeça e estende a mão para cumprimentá-la de volta- Este é meu neto, Gaston- ela aponta para o menino que agora estava do lado dela, o tirando do transe em que se encontrava-

Gaston- Opa! Eai Ana, tudo beleza?- Diz ao ser despertado pela vó, parando de trocar olhares com a menina que estava do lado da diretora, ela era bonita, ela era muito bonita-

Sharon-Bom… Agora já sabe o por que o matriculei nesse colégio- Ela olha em repreensão para o menino, ele sabia que a irritava falar daquele jeito e talvez parte do por que falava fosse essa irritação-

Ana- Pode ficar sossegada Sharon, daqui ele sairá um homem- Elas eram antigas conhecidas, e Ana não fez mais do que um favor em encaixar Gaston, as vagas já haviam se esgotado-

Sharon- Ótimo, não quero essa vulgaridade em minha família- um riso baixo de Gaston é perceptível oque faz Nina sorrir- Posso ver os dormitórios?

Ana- Claro, por aqui- Ela estica o braço dando espaço para Sharon passar a seguindo, passando pela grande porta da entrada do colégio desaparecendo entre o grande corredor que Nina não conhecia-

Gaston- Para uma mulher sem vulgaridade ela esqueceu de nos apresentar- o menino se aproxima dela a tirando da concentração em ver o corredor que antes tanto queria conhecer, fazendo escapar dela um sorriso-

Nina- Para uma mulher sem vulgaridade, ela esqueceu de dizer que aqui rico pode e pobre … - ela exita em terminar a frase, mas continua- não pode

Gaston- Como assim?- não entendeu o por que da garota falar isso-

Nina- É que antes eu pedi para ver os dormitórios, e ela me disse que não. E bom sua avó não teve que pedir nem duas vezes- o tom de voz da menina era arrastado, era injusto e ela não podia fazer nada-

Gaston- Mas a minha avó é uma Périda, ela pode- Diz em tom de deboche, ajeitando o colarinho da jaqueta que usava-Prazer, Gaston- Ele estende a mão com um sorriso de canto de boca, malicioso o suficiente para que Nina entendesse-

Nina- Eu sou Nina, prazer- Ela estende a mão cumprimentando o menino, não sem antes perceber o sorriso que se encontrava nos seus lábios e os olhares nada discretos que ele expressava-

Voltando a casa de Simon, que agora se encontrava mais calma

Léo- Certeza que não vai nessa festa?- Ele questionava enquanto passava uma chave inglesa para o irmão que estava dando uma geral na sua moto-Mamãe ralou muito pra você ter vaga nesse colégio- Sabia do esforço da mãe para dar uma boa educação para Simon-

Simon- Que festa oque Léo, cê tá louco- levantando-se um pouco para alcançar a chave que o irmão estendia na mão direita-

Léo- Certeza?- Dessa vez o menino estendia uma folha de jornal para o irmão que levanta rapidamente para entender do que o irmão falava-

Simon- Que isso?- Diz secando as mãos sujas de graxa em um pano que estava mais sujo ainda-

Léo- O empresário Miguel Smith confirmou presença na festa de abertura do colégio Blake South College- Lê a manchete do jornal-

Simon- Dá isso aqui- Diz ele pegando jornal e relendo mentalmente- Ta… eu vou, avisa a mamãe- Ele sabia oque Miguel tinha feito ao seu pai e não ia deixar sair barato-

De volta ao colégio, aonde Tino e Cato perdiam os neurônios para que tudo corresse bem

Cato- Os canapés estão prontos?- Ele corria de um lado para o outro, Ana havia lhe confiado a comida da festa pela primeira vez, não podia decepcioná-la, tudo teria que correr bem-

Tino- Não sei- Diz segurando um sanduíche prestes a mordê-lo-

Cato- Não sabe? Isso la é resposta?- Diz repreendendo o amigo, ele também era desligado, mas no momento não podia ser-

Tino- Quando não se sabe… sim- Ele se retira do jardim que fica atrás do colégio aonde a tão esperada festa aconteceria, deixando Cato com uma cara nada agradável-

Cato- Olá Âmbar!- Assim que se virou para perguntar para alguém sobre os canapês torcendo por uma resposta melhor que “Não sei” deu de cara com a loira-

Âmbar- Cato … essa é Delfi- Delfi estica as mãos para cumprimentar o rapaz que trajava um avental branco- Ele cozinha para nós- Essa frase esclarece o por que do avental branco-

Cato- Eu tento!- Ele fala se controlando para não rir-

Âmbar- Tenta muito bem se me permite dizer- Ela dá um leve tapa no ombro de cato em meio aos risos- Como a Delfi é nova no colégio, vou mostrar a piscina para ela, beijos- Ela diz puxando a amiga saindo pelo mesmo caminho que Tino desapareceu-

Delfi- Tchau- Ela fala rapidamente, pois Âmbar a puxava pelo extenso jardim que estava cheio de pessoas decorando-o-

Cato- Tchau- Ele acena com a mão, era simpático e tentava esconder o nervosismo … Ainda não sabia dos canapés-

Agora vamos para a Vila 31, um bairro calmo da argentina, era simples e pequeno o suficiente para que todos se conhecessem. Mora ajeitava o lindo terno vermelho que utilizaria naquela noite, era assistente de Ana e precisava estar elegante, quando vê Nico passar por ela (eles dividem apartamento)

Mora- Nico! Nico! Nico! Oque acha da roupa que escolhi para hoje a noite?- A preocupação com a roupa era obvia até demais, e talvez um conselho do seu companheiro de apartamento ajudasse-

Nico- Legal … eu acho- Ele segurava as chaves do carro em uma mão e uma jaqueta na outra e a impaciência era expressada pela maneira que balançava as chaves- Só isso? Então tchau- Ele se vira estando a um passo de abrir a porta de saída do pequeno loft que dividia com Mora, mas ela lhe chama a atenção mais uma vez-

Mora- Vai sair? Por que vai sair? Não vai ir na festa ? Ana não vai gostar que o professor de português não compareça- Ela vai falando as perguntas uma atrás da outra tirando uma leve risada do rapaz que estava prestes a sair da casa-

Nico- Nossa...- Segura o riso, respira fundo e começa a responder a amiga- Sim eu vou sair, é aqui perto e eu não vou demorar, ou seja, eu chegarei a tempo de ir a festa e Ana não tera que se preocupar com a “ausência do professor de português”- E antes que Mora pudesse lhe perguntar mais coisas ele sai pela porta exclamando do corredor antes da porta fechar um “tchau” alto o suficiente para que ela escutasse, a porta então se fecha a deixando sozinha no apartamento, a fazendo voltar a atenção para a roupa que havia escolhido, ela estava esticada no sofá.

Enquanto isso na piscina do colégio

Âmbar- Então essa é a piscina, uma pena que quase nunca Ana nos deixa usá-la, tão bonita- Ela expressava desejo no olhar, o dia estava quente e a piscina que tinha no Blake era um pleno desperdício na cabeça dela-

Delfi- Que chato hein… - Ela olhou para a amiga de relance- Ta calor hoje, né?- Então viu um sorriso se formar no rosto de Âmbar-

Âmbar- Oque acha de darmos um pulo?- O sorriso abriu mais um pouco-

Delfi- Não uso roupa de banho normalmente Âmbar- Ela riu do que disse-

Âmbar- Quem disse que precisa?- A loira então começa a tirar peça por peça, tudo oque cobria seu corpo até chegar a última camada, ela estava com uma lingerie preta. A cara de assustada de Delfi, ficou pior quando Âmbar a olhou pela ultima vez e pulou na piscina, não podia acreditar que ela de fato estava nadando de calcinha e sutiã-

Âmbar- Não vai vir?- Ela pergunta passando a mão pelo cabelo tirando o excesso de água que ali se encontrava- A água tá tão boa- Ela então relaxa um pouco boiando na piscina olhando para a menina incrédula na beira da piscina. Quando em um movimento só, ela tira as roupas assim como Âmbar havia feito, ficando só de calcinha e sutiã, um conjunto azul, pulando na tentação que tinha na frente-

Não muito longe dali Mônica se encontrava em um dos estúdios mais badalados da Argentina, tirando as fotos para o novo CD de fotografias, a roupa que usava não nada decente, e ela esbanjava confiança que talvez nem tivesse, estava ali para provocar, Mônica e Amanda sabiam disso.

Monica- Luna oque esta fazendo aqui … vestida assim ainda?- A mãe sai do fundo branco em que estava tirando as fotos para chegar mais perto da filha-

Luna- Oi Celso- Luna ignora sua mãe e a fiel escudeira dela para olhar o rapaz que segurava a câmera, ele era bonito. Ela acena pra ele com a mão direita e quando percebe que o olhar do rapaz sobre ela não é nada infantil, abaixa o olhar rindo do que já sabia que conseguia fazer-

Amanda- Oque está fazendo aqui Luna?- Diz tirando a menina da troca de olhares nada singelos com o fotografo-

Luna- Estava em casa pensando … e então tive uma ideia muito boa- Ela então levanta as mãos para formar um brilho- Capa do CD de Mônica Valente com a sua linda filha- As mãos dela balançavam e um sorriso de satisfação escapava de seus lábios

Mônica- Ai meu deus!- Ela queria repreender mas a vontade de começar a rir foi maior-

Celso- A ideia é muito boa- O fotografo então puxa Luna pelo braço que novamente o olha como deveria olhar para fazer as pernas de qualquer homem bambas, e claro que recebe uma tentativa de volta, ele então se toca que ela era de menor e a posiciona na frente da tela branca que servia de fundo para as fotos. Ao puxar Mônica diz em seu ouvido “os planos de hoje ainda estão de pé, né?” ela assente com a cabeça e esboça um sorriso enquanto Luna ao ver isso não fica nada feliz. Eles tinham um caso, isso era obvio.

Amanda- Ai meu deus!- Ela repetia a frase da amiga ao ver uma novela mexicana em sua frente e se segura para não rir, a sessão contínua normalmente. Celso poderia ser oque fosse mas tinha um dom, as fotos ficaram incríveis e isso era esboçado pelo sorriso de mãe e filha ao verem o produto da tarde de trabalho no computador do fotografo. Celular de Mônica começa a tocar e ela sai para atender, voltando com uma cara nada boa, e não era pela foto com a posse supervulgar de Luna na tela do computador de Celso.

Mônica- Celso- Ela acaricia o peito dele- Teremos que desmarcar, tenho que conversar com a minha filha hoje- Ela dá um beijo no canto da boca o deixando mais confuso ainda, ele estava no meio de uma batalha da qual ele ia sair perdendo-

Luna- Comigo? Não é outro drama né mãe- Ela revira os olhos -

Mônica- Não….- Antes que pudesse terminar Amanda interrompe-

Amanda- Vamos Mônica, temos muita coisa para fazer, você também Luna, o motorista te deixa em casa no caminho- Ela já juntava as coisas que restavam da cantora e se dirigia a porta. Luna e Mônica saem também acenando em sinal de tchau para o fotografo, que ao ver que as duas fazendo a mesma coisa esboçou um sorriso nada apropriado, abaixando a cabeça em negação, não podia acreditar no que havia acabado de acontecer-

(Quarto de matteo...)

Pedro- Eu não gosto disso, não gosto de beber- O tom de voz era sério, oque deixou o clima pesado, não que Matteo fosse perceber tinha bebido demais para ter consciência de tal atitude do amigo-

Matteo- Eu também não- O tom de voz também ficou sério mas logo foi substituído por risadas extremamente altas e uma voz arrastada- Se quiser andar comigo, vai ser assim- Ele debochava do amigo que o olhava incrédulo-

Pedro- Eu vou indo … tenho que me arrumar para a festa- Ele sai sem escutar a resposta do amigo, tinha problemas com álcool na família e odiava ver um cara tão gente boa e novo como o Matteo bebendo, nessa quantidade e nesse horário do dia-

Matteo- Uii!- Levanta as mãos em sinal de rendição para ele mesmo, já que só tinha ele no quarto- Ele ficou nervosinho- Ele começa a rir sozinho, a cara então se fecha, caminha até o espelho que ficava na porta de seu guarda-roupa, ajeita seu cabelo e faz umas posses, um sorriso safado que sabia usar, abre a porta e pega mais cantil, dá uma golada grande o enche de novo com o a vodka que guardava no mesmo lugar e então se dirige ao paletó que seu pai havia deixado mais cedo na cadeira da sua escrivaninha, deposita o cantil no bolso, começa a rir sozinho novamente e então se dirige a cama e deita, sem mais, nem menos-

Vila 31 era um bairro calmo de Buenos Aires, e era la que Nina e sua irmã Yim dividiriam o apartamento, já que um para elas seria totalmente inacessível.

Nina- Certeza que é aqui Yim?- Insegura-

Yim-Bom… não tem 2 vilas 31 então sim, deve ser- Ela não passava segurança e a resposta que deu antes de abrir a porta do táxi foi apenas um sorriso, ela conhecia bem sua irmã. Elas saem do táxi pegando suas malas e entrando por uma porta ao lado de um restaurante italiano, que tinha o número 321 ao lado, elas se olharam e continuaram o trajeto a porta dava em um estreito corredor que guiava a um elevador subiram no quinto andar e interfonaram na única porta vermelha que tinha no andar-

Nico- Pode entrar!- Ele não sabia quem era, mas não esperava “visitas” hoje então deveria ser alguém conhecido-

Yim- Nossa que liberdade, isso não é muito seguro- Ela dizia adentrando o apartamento sem mais nem menos enquanto Nina ria atrás da ruiva. Nico assim que não reconheceu a voz levantou assustado do sofá dando de cara com duas meninas lindas na sua sala de jantar que estava dentro da sua sala de TV que, por fim, estava dentro da sua cozinha-

Nina- Você deve ser o Nico- Ela dizia mas não sem antes perceber os olhares pelo corpo da irmã- Somos Nina e Yim, estamos aqui pelo quarto com duas camas-

Nico- Sim, sou o Nico- Ele dizia mas não parava de apreciar a vista que tinha, ela era linda- Me sigam- Era ate engraçado de ver por que o rapaz parecia quase babar, balançou a cabeça fazendo as irmãs que perceberam os olhares darem risada, e então dando costas as duas em direção ao corredor dos quartos mostraria para elas, e se concentraria-

(Piscina do colégio...)

Âmbar- Falei que água tava boa- Ela dizia jogando água na amiga que só ria do que estavam fazendo quando uma voz masculina chama a atenção das duas-

Gaston- As aulas de natação já começaram?- Ele ria do que estava dizendo, e naquele momento concretizou que adoraria estudar naquele colégio-

Âmbar- Na verdade “a aula” ainda não acabou, então ainda dá tempo de entrar- A frase espantou a todos, tinha cara de santinha, mas aparentemente não era-

Gaston- Não trouxe roupa loirinha- O olhar dele continuo fixo no dela, se ela queria provocar, ele não iria exitar-

Âmbar- E precisa?- Os sorrisos aumentaram e ele viu que ela apontava para o próprio corpo que estava coberto apenas pelas roupas de baixo. Ele não viu por que não, retirou suas roupas ficando apenas com a cueca, preta, e em um só pulo entrou na piscina indo de encontro as duas meninas seminuas-

Ana- Sharon a nossa educação é a melhor do país, sabe disso- Antes que pudesse continuar a elogiar o próprio colégio a diretora vê pelo computador na câmera, uma cena nada agradável e se dirige a piscina, pedindo licença a Sharon que não gosta nenhum pouco da saída momentânea da diretora-

Delfi- Tá, valeu a pena- Eles foram para a borda da piscina mas antes que pudessem falar algo a diretora fala em um tom sério-

Ana- Oque pensam que estão fazendo?- Isso não poderia estar acontecendo- Saiam já de dentro da piscina, isso lá é coisa para se fazer em um colégio como o meu. Oque seu pai pensaria disso Âmbar?- Pergunta olhando a menina- Sua irmã Delfi?- Se referia a Mora, sua fiel escudeira- E você Gaston? Oque acha que sua avó ira dizer?- Antes que pudesse escutar qualquer resposta dá as costas para os três adolescentes e em sentido de negação abaixa a cabeça, para levantá-la logo em seguida falando alto o suficiente para que a escutassem- 15 minutos, na minha sala- Ela então sai a passos largos, afinal tinha deixado uma Périda esperando em sua sala, sendo que é uma das famílias que mais contribuí com o colégio-

Delfi- Não devia ter feito isso, sou bolsista e minha irmã não vai gostar nenhum pouco disso- A menina colocou a mão na cabeça e começou a pensar nas consequências-

Âmbar- Calma! Eu digo que a culpa foi minha, eu dobro a Ana, não se preocupe- Ela dá um abraço rápido na amiga e então se vira ao menino que até o momento não tinha lhe falado o próprio nome- Gaston?- ela sorrio-

Gaston- Acho que ela- Fez referência a diretora que agora pouco estava ali- Já nos apresentou… prazer- Ele dá um beijo na bochecha das duas, pega suas roupas que estavam em cima de uma cadeira de sol- Vão vir hoje a noite?- A resposta é as duas pegando suas roupas, revirando os olhos ao passar por ele e indo em direção aos chuveiros, o deixando sem nada- Bonitinhas- Ele dá um sorriso vitorioso, sua estadia no colégio já tinha começado bem, sai com aquele sorriso para dentro do colégio, achar um banheiro-

(Casa Simon...)

Simon- Mãe calma, eu vou nessa festa, ver oque me espera no novo colégio, e encontro com vocês na vila 31- Ele tentava dobrar a mãe a todo custo-

Marta- Simon … Não está pensando em se vingar de novo né? Eu vi a capa do jornal!- Sua mãe era esperta mas tinha medo do temperamento explosivo de Simon-

Simon- Mãe, não seja boba. Vou ir, aproveitar a chance que você me proporcionou trabalhando muito, prometo te encontrar amanhã de manhã para colocar as coisas para dentro da nova casa. Ok?- Ele sabia como dobrar ela, e por pior que se sentisse fazendo isso, parecia ser o certo-

Marta- Ok- Ela se rendia, não sabia dizer não a ele, principalmente depois da morte do pai, ele o lembrava tanto o pai, o pior era que ele sabia e utilizava dessa fragilidade contra ela. Se conformando com a situação apenas abraçou o filho forte-

(Sala diretora...)

Sharon- Perdoe-me pelo meu neto, como já disse é por isso que insisti tanto na vaga dele aqui- Ela segurava o braço de Gaston forte e o olhava com desgosto, mas ele ficava com a cabeça abaixada-

Ana- Tenho certeza que não irá se repetir- Ela diz olhando para o garoto-Op

Sharon- Nos vemos hoje a noite?- Ana assente com a cabeça e estica o braço para se despedir da senhora, Sharon faz o mesmo e assim que se terminam os cumprimentos Ana os dirige para a porta, dando um último aceno de tchau, fecha a porta e se senta na cadeira atrás de sua mesa. Ada entra pela sala como um furacão-

Ada- A velha já foi?- Ela exalava maldade-

Ana- Não fale assim dela, mas sim já foi- Ri um pouco com o temperamento da filha-

Ada- Diz isso por que ela contribuí com boa parte da renda desse colégio- Ana confirma com a cabeça tirando um sorriso da filha- E os canapês ? Resolveu me escutar e contratar a mesma de sempre?- O sorriso de Ana desaparece-

Ana- Cato é um bom cozinheiro, não se preocupe- Ela afirma com a cabeça como quem acredita no que diz-

Ada- Deveria verificar- Mais cedo havia apimentado os pratos que iriam ser servidos e ligou para Roberta, a mulher de quem seu pai sempre encomendou a comida da festa, e pediu pelos canapês-

Ana- Estou indo lá- Ela sai da sala em direção a cantina do colégio que não ficava longe, deixando a filha com um sorriso largo, seu plano estava dando certo, estava manipulando sua mãe- Cato- Ela diz entrando na cantina-

Cato- Dona Ana, algo errado?- A preocupação era óbvia-

Ana- Não, vim ver como estão as coisas, só isso- Ela então estica a mão para comer um dos canapês que estava em cima da mesa, ela o coloca na boca mas as pimentas em excesso que a Ada havia colocado logo surtiram efeito, pois a diretora berrava por água, Cato entra em prantos alcançando rapidamente um copo para a diretora, que o toma em um só gole, então puxa o pano de dentro do terninho que usava e seca a boca e o rosto que ainda se encontrava vermelho pela ardência em que se encontrava a comida que seria servido no evento em algumas horas- Você está louco? Quer matar meus convidados?- Ela falava em um tom sério e alto, Cato negava com a cabeça pensando em como isso poderia ter acontecido, Ada entra na cantina para finalmente finalizar com chave de ouro a manipulação-

Ada- Sabia que ele estragaria tudo, então não se preocupe mãe, Roberta já está trazendo os canapés … bons- Ela então pega uma bandeja de canapês e taca no lixo olhando para Cato-

Ana- Não sei oque faria sem você meu amor- Ela abraça a filha- Cato, depois conversamos- Elas saem da cantina deixando ele com uma cara péssima-

Tino- Foi ela, sabe disso né? Ela é do mal, só a mãe não percebe como é manipulada pela filha- Tino entrava pela porta que dava acesso aos fundos da cozinha- Não fique assim, eles estavam ótimos- Ele então da um tapinha no ombro do amigo- Vamos sair daqui que ganhamos mais- Cato nada disse, apenas seguiu o amigo, acabará de perder uma grande chance-

(Sala da diretora...)

Ana- Agora você mocinha- Diz entrando em sua sala e percebendo a presença de Âmbar, mas antes que pudesse falar-

Âmbar- Todas as meninas querem ser igual a mim, tem noção de como isso é pesado Ana, eu estou em um posto elevado na classe social desse colégio, fiz uma besteira e concordo que não foi certo, não pensei que estaria fazendo com que dois alunos se juntassem a mim apenas por querer “andar” comigo. Peço perdão, não vai se repetir- Ela sabia como dobrar a diretora, ainda mais com a quantia que seu pai doava para o colégio-

Ana- Fico feliz que reconheça seus erros Âmbar, essa é a parte mais importante- Ana sabia o quanto o pai dela dava para o colégio mensalmente e não podia deixar que aquela quantia diminuísse- Pode se retirar, foi convincente, mas que não se repita-

Âmbar- Obrigada diretora- Ela afirma com a cabeça e sai da sala com a mesma abaixada, Ana não poderia ver o sorriso vitorioso que esboçava. Ao sair sorri para amiga que se encontrava aflita na sala de espera e a mesma compreende o por que daquele sorriso todo. Elas vão para casa para começar a se arrumar para a festa-

Delfi- Não sei oque usar- Ela passava a mão pelo guarda-roupa de Âmbar-

Âmbar- Use esse- Apontava para um vestido branco que estava pendurado à direita do cabideiro-

(Casa Luna...)

Amanda- O dia foi cansativo- Ela entrava sentando-se no sofá ao lado de luna que retira os fones para escutar as reclamações sobre o dia que a empresária casualmente fazia-

Monica- De fato foi- Ela abaixa a cabeça e retira o salto que utilizara o dia todo- Você- Aponta para luna- Temos que conversar, assim que escuta isso tenta se levantar rapidamente mas Amanda segura seu braço e fala baixo para somente ela escutar “é sobre seu pai, fique” ela não gostava da situação mas tornou a se sentar, então olhou para a mãe-

Monica- Sabe que seu pai anda implicando, e quer sua guarda, não sabe?- Luna faz que sim com a cabeça- Ele propôs uma condição, tera que estudar no Blake, ou ele irá te tirar de mim- Luna começou a negar com a cabeça olhando com seriedade para a mãe-

Luna- Não vou!- O tom de voz era alto-

Monica- Ou mora com ele ou vai para o colégio, você que sabe- Ela falava um tom sério, não erguia a voz como a filha, estava sofrendo odiava correntes assim como Luna-

Luna- Ok, eu vou … - o sorriso que aparece em seu rosto é cheio de maldade, ela se dirige as escadas as subindo com pressa, é seguida por sua mãe e sua empresária que já sabiam que ela aprontaria mas ainda se perguntavam oque. Ao chegar no quarto da menina a encontraram pacífica arrumando as malas-

Amanda- Oque está aprontando?- Ela contia o sorriso-

Luna- Ele quer que eu vá para o tal colégio, eu vou, pegas minhas lentes- Ela pede para a mãe com um tom de voz manso-

Monica- Você usa lente?- A mãe sabia que a filha iria aprontar e por mais errado que fosse queria ajudá-la-

Luna- Agora eu uso, primeira gaveta, pote branco- A mãe pegou o potinho e entregou na mão dela-Obrigada!

Amanda- Cuidado- Ela se aproximou e pegou as mãos da morena- Isso é sério- E era, e como era, mas sabia que não ia mudar nada, Luna traçou um plano e não contaria a elas, iriam descobrir com a ligação do diretor, provavelmente. Amanda olhou Monica que entendeu rapidamente o olhar, ela não contaria mesmo, então as duas se retiraram deixando ela arrumar suas malas sozinha-

A hora finalmente havia chego, a festa que era tão esperada por todo finalmente estava por começar

Matteo- Pai espera- Ele não estava bem, sabia tapear o pai, mas tinha que se concentrar, não poderia cambalear-

Henri- Está nervoso- Ele tenta acalmar o filho dando leves tapas em seu ombro-

Matteo- Só se for por que você está indo- Ele diz em um sussurro audível apenas para ele mesmo, teria que beber mais se tivesse que aguentar seu pai por mais tempo. O pai então puxa ele para dentro da festa já que se encontravam na entrada, sem nem esperar um sinal verde do filho-

Sharon- Modos, me escutou- Eles estavam entrando na festa e queria um bom comportamento do neto, como se não bastasse o showzinho que havia feito na piscina mais cedo-

Gaston- Sim senhora- Ele abaixa a cabeça para conter o riso ao lembrar da cena. Ele então entra na festa seguido da avó-

Delfi- A festa está muito bonita- Ela rodava a cabeça pelo jardim todo iluminado-

Âmbar- Sim … Ana se superou dessa vez- A decoração era bem mais elaborada que a das festas anteriores-

Ada- Novo fantoche Âmbar?- Ela adentrou a conversa das amigas-

Delfi- Fantoche?- Ela não havia entendido a utilização do termo-

Ada- Aluna nova, pobre que a Âmbar acolhe todo ano, como dizem? … Caridade- O sorriso que ela esboçava passava maldade, deboche, queria humilhar a menina-

Âmbar- Não a escute- Se refere a Delfi- Ada tem ciúmes, só isso- A loira estava cansada das implicâncias da filha da diretora, além de estar de um ótimo humor, seu pai iria vela se apresentar hoje-

Ada- Bom se você- Aponta para Âmbar- está feliz é por que seu pai ainda não deu a péssima noticia- Delfi olhou a amiga que metralhou Ada com o olhar-

Âmbar- Meu pai não vai vir?- A braveza perdeu o lugar para a tristeza e antes de qualquer resposta ela sai em direção ao camarim das bailarinas-

Delfi- Viu oque você fez?-Estava brava com Ada, e antes de escutar qualquer péssima reposta que a cobra pudesse dar sai a passos largos tentando encontrar a amiga,tentando não dar ouvidos ao que Ada havia comentado sobre a amizade das duas, Ada apenas observava rindo-

Matteo se encontrava nervoso e o pai não parava de fazer críticas sobre ele, faça isso … faça aquilo… Ele então se vira quando o pai vai conversar com um amigo e retira o cantil de dentro do bolso, despejando o álcool sobre o suco de laranja que havia acabado de pegar, então guarda o cantil e volta a olhar a conversa do pai, ele nem havia percebido.

Henri- Dê me um gole de seu suco Matteo- Ele estava com a garganta seca-

Matteo- O que?- O pedido o surpreendeu, o pai não podia nem sonhar com oque tinha naquele suco- Não – Ele diz arrastando o suco para longe-

Henri- Matteo!- Ele fala o nome do filho em tom de repreensão- Dê me um gole do seu suco agora, e enquanto tomo ele vê se escuta e aprende que isso que estamos ouvindo isso sim é musica, não aquela porcaria que escuta o tempo todo- O moreno começou a tremer não sabia oque fazer, o pai não iria aceitar um não-

Matteo- Claro pai, isso sim é musica- Ele coloca o suco mais longe ainda-

Henri-O suco- Ele disse sério, o fato do Matteo não lhe dar só o irritava mais-

Matteo- Ta bom, eu te ajudo – Ele então se estica para pegar o suco que havia colocado o mais longe possível do pai, e em um movimento brusco derruba o copo na grama fazendo com que do suco batizado não sobrasse nada-

Henri- Matteo!- O filho não estava colaborando-

Matteo- Eu to nervoso!- Ele ergueu o tom de voz e se repreendeu mentalmente, não deveria ter enfrentado o pai-

Henri- Ok, está tudo bem- Ele dá dois tapas no ombro de Matteo e se levanta da mesa para ir conversar com outras pessoas, Matteo então respira fundo “essa foi por pouco”-

(Camarim das bailarinas...)

Âmbar- Entenderam? Eu irei entrar e vocês esperam o meu sinal para entrar, assim vai ficar melhor, confiem em mim, sou Âmbar Smith-Ela passava segurança, e querendo ou não de fato exercia um poder sobre os alunos daquele colégio-

Delfi negava com a cabeça, a amiga iria se arrepender, tinha certeza. A musica clássica que tocava na festa para, comprovando a Delfi que a loira de fato ia fazer aquilo.

Oque antes era uma linda sinfonia odiada pelos jovens agora dá espaço para algo que só exaltava a luxuria, horrenda aos olhos dos mais velhos, tomava o ouvido de quem quer que esteja por perto( talvez até longe). Enquanto Âmbar dançava de forma com que todos virassem a atenção para ela, se despindo lentamente ao som da musica, deixando todos mais chocados que pudessem. A festa de abertura do Blake de fato não perdia por esperar, enquanto a diretora e sua fiel escudeira se embaraçavam divididas entre acalmar os pais que ali se faziam presentes, acalmar os hormônios de todos os adolescentes que babavam( mesmo que por inveja) na beirada do palco e gritavam como animais que estavam vendo uma comida, além de brigar com o pessoal do técnico por deixar algo tão vulgar acontecer em uma festa de um colégio tão renomado.

A atenção agora é tomada por um barulho agudo que invadia os tímpanos e saia rasgando tudo pela frente, e então o barulho que antes era de uma fonte desconhecida, e que agora se tornava conhecida como um motoqueiro totalmente coberto de preto (sua roupa) que dirigia de forma desgovernada até o palco, todos agora faziam um exato “o” com a boca.

Simon vinha com toda a pressa do mundo, a ponto de perder o controle da moto e entrar no meio da festa que ele deveria participar normalmente. Apesar de estar entrando de moto em uma festa causando espanto e medo a loira seminua em cima do palco o deixou curioso, isso era comum por aqui?

Quando estava perto do palco freia bruscamente, sendo arremessado até ficar aos pés da loira seminua que tinha visto antes.

Âmbar- Você tá louco moleque?- Faz uma careta-

Simon- Posso até tá louco … mas eu estou vestido- Ele riu, não podia, não tinha tempo, mas riu-

Âmbar- Gaston!- Chamava o amigo que tinha feito naquele mesmo dia, ele como qualquer outro aluno estava na beira do palco e assim que escutou seu nome foi ajudar Âmbar- Tira esse … “troço” daqui- A voz de Âmbar era brava-

Simon- Troço? Eu estudo aqui- Simon estava se levantando e acabou esquecendo que tinha acabado de estragar a festa deixando um rastro de borracha no meio dela-

Gaston- Quer continuar estudando?- Ele aponta para Ana e Mora que estavam vindo em direção ao palco furiosas- Vem me segue- Ele tira Simon de lá o mais rápido que consegue-

Ana- Seguranças, vão atrás daquele rapaz e tirem essa moto daqui. Mora faça com que a festa volte a acontecer por favor- Ana ordenava muito bem, sabia ser uma líder- Quanto a você senhorita Âmbar, oque estava passando em sua cabeça, nada só pode ser. Não quer orgulho do seu pai ?- Ana não podia acreditar que aquilo estava acontecendo-

Âmbar- Ele não vai vir mesmo- Ela estava magoada, era perceptível no tom de voz dela-

Miguel- Quem disse? - Ele havia acabado de aterrissar em Buenos Aires, mas ainda conseguiria assistir a apresentação da filha se não tivesse se deparado com ela só de calcinha e sutiã recebendo uma bronca de Ana-

Âmbar- Pai?- O tom era de surpresa e mentalmente se reprendia por ter caído novamente nos joguinhos de Ada que deveria estar com aquele sorriso cínico rindo agora-

Miguel- Âmbar- Ele exalava decepção, não acreditava que a filha havia de fato feito aquilo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Obrigada por ler!
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Até a próxima


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