História Romance Contraditório - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Exibições 58
Palavras 1.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Bishoujo, Colegial, Escolar, Famí­lia, Lírica, Luta, Magia, Poesias, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- MAMÃE É VOC?
- Não. Eu sou o Jô Soares sua piranha.
CHEGUEEEEEEEIIIIIIIIII
OMG EU FIQUEI MT TEMPO MESMO SEM POSTAR CAP, SÉRIO, ME DESCULPEM :2 Deixa eu explicar a situation:
Mamãe fugiu di ksa. Mamãe é punk loka e rebelde. #YOSOYREBELDE Pq eu n tava feliz in my home, aconteceram coisas... COISAS... (não fui estuprada nem apanhei de fio elétrico, genti, num denunciem pelamor do poder cósmico que gerou o Big Bang)
Okay, eu espero que aproveitem e degustem bastante desse cap e fiquem ligados no Kitton x Marikitty que vem por aí :3333

Capítulo 15 - Monótono e Dourado


Fanfic / Fanfiction Romance Contraditório - Capítulo 15 - Monótono e Dourado

Sons ásperos de correntes e polias, como os ruídos de uma velha usina de aço em funcionamento, ecoaram pelo compartimento, abalando as paredes com um lamento vazio e distante. 

-Você não acha que está um pouco atrasado, Lordebug? – perguntou uma voz maníaca, que ele deduziu ser Cleópatra.

- Um herói não tem hora para chegar. Ele chega na festa a hora que ele quer – ele respondeu, enquanto girava o iô-iô diversas vezes por cima da cabeça.

- Não ligo se você é um herói ou não, inseto. Vou esmagar você e pegar a sua Miraculous.

- Eu mereço. – resmungou Lordebug. Que clichê essa ladaínha dos vilões de dizerem sempre a mesma coisa o tempo inteiro. Se por acaso o problema real era a falta de criatividade de Hawka Moth, que ao menos não fingisse, certo? De repente, algo passou rápido entre Lordebug e Cleópatra. Algo grande e grosso, feito um cassetete, porém menor que o de Kitty noir. Lordebug não deu importância e aproveitou a distração de Cleópatra para partir para cima. Eles lutaram por um longo período de tempo, ele até sentiu falta da ajuda que as garras de Kitty noir, que sempre resolviam o problema. Sua agressividade o impressionava a cada dia, e ele mal podia esperar para vê-la novamente, pois agora tinha certeza de sua escolha. Após mais uns minutos de luta entre os dois e algumas acrobacias complicadas, Lordebug acabara sendo arremessado com tudo, indo de encontro ao chão. Lordebug semicerrou seus olhos para diminuir a luz que lhe cegava das lâmpadas florescentes refletindo nas joias de Cleópatra, principalmente nas que ela carregava no pescoço – ambas com rubis, safiras, esmeraldas, entre outras -. Cleópatra sorriu maliciosamente como se estivesse dizendo eu-só-estou-brincando-com-você mesmo sem mover os lábios e se agachou ao lado de Lordebug. Quando o mesmo recuperou a visão normal, Cleópatra o segurou firmemente nos fios azulados de seus cabelos e o virou de costas, batendo com a testa dele no chão inúmeras vezes, até que se avermelhasse por completo e então arrebentasse uma parte dela, cortando-a de cima a baixo em determinada parte do rosto de Lordebug. Como uma criança conseguia aderir tanta psicopatia e consumir tanto ódio dentro de si? Ele não conseguia pensar, apenas sentia. “As miraculous! Agora!” – uma voz ordena dentro da mente de Cleópatra, que arregala seus olhos e se aproxima mais do rosto de Lordebug para remover seus alargadores. Seu ato fora interrompido pelo mesmo objeto cinzento semelhante a um cassetete, que passou subitamente e surpreendentemente rápido bem diante de seu nariz. E, como um boomerang, retornou. Cleópatra virou seu pescoço lentamente, com um olhar ameaçador, na intenção de intimidar seja lá quem fosse o dono daquele boomerang.  Lordebug, com a visão turva e embasada, pôde ver uma gotinha de sangue escorrendo em sua máscara e indo até sua boca, como uma colher cheia de xarope que sua mãe estava lhe oferecendo e tudo porque ele estava adoecido e de cama. Sorriu ao sentir o gosto metálico e fervente daquela mísera gotinha de sangue, e principalmente ao ver a sombra de Kitty noir. Kitty levou o rosto em direção á luz, e foi ao encontro do olhar de Cleópatra engatinhando, para parecer um gato de verdade ligeiramente irritado, mas Lordebug só soube lembrar-se de um bebê fofinho de bochechas salientes. Lordebug corou. Ele sorria feito um idiota de novo, como quase sempre fazia na presença dela ou de Adriene – anteriormente, individualmente falando -. Lordebug reparou na cascata loira de seus cabelos caída delicadamente nas costas escuras devido ao couro da roupa de Kitty noir, as imensas órbitas esverdeadas e brilhantes agora assustadoramente pequenas, de tamanha raiva que ela permitia demonstrar, as presas branquinhas para fora, enquanto a língua dançava entre os outros dentes, ela estava pronta para atacar. Com um salto, Kitty noir se levantou e agarrou aquela espécie de boomerang, para então, deixar que caísse no chão normalmente feito um pedaço de lixo para ser descartado. Suas garras estavam á mostra, o que de certo modo, excitou ainda mais Lordebug. Deus, essas garras ainda vão me matar um dia! – ele pensou. Cleópatra tinha os cílios longos e bastos, mas o excesso de rímel dificultava a sua visão, e ela não reparou no discreto sorrisinho torto de Kitty noir. Quando Kitty noir fitou o olhar de Lordebug sobre ela, estremeceu por debaixo da roupa preta. Seu traje de couro instantaneamente fez sua pele arder, feito metal frio de uma armadura de cavaleiro. Ela podia ver sua própria respiração naquele lugar abafado, mas não deu importância. Kitty noir colocou um pé para frente, e Cleópatra se levantou sobressalta para se distanciar.

Kitty noir achou graça.

- Você não precisa temer a mim, madame – ela disse, com um leve sarcasmo no tom de voz – Estou aqui para ajudar.

- Eu sugiro que entregue suas miraculous antes que eu lhe faça em pedaços, gatinha. – zombou Cleópatra, estendendo a mão. Kitty noir pressionou o dedo indicador contra o lábio de baixo e estalou a língua no céu da boca três vezes, enquanto sacudia a cabeça.

- Eu não posso aceitar sua oferta.

- E por que não? É esse seu rostinho lindo inteiro em troca de suas miraculous! – Kitty desceu de onde ela estava e caminhou até Cleópatra.

- Porque quem vai rasgar seu rostinho lindo sou eu. – afirmou com calma. 

(...)
    ​Um tremor súbito abalou o piso sob os seus pés, metal rangendo contra seu iô-iô. Kitty noir procura imergir-se nos olhos de Cleópatra enquanto Lordebug prepara o Lucky Charm, completamente esgotado e com hematomas dos quais nem sua magia poderia concertar, aparentemente. Da forte e chamativa luz, surge algo em suas mãos; Uma moeda. 

- Mas... 

O movimento inesperado o derruba, e ele recua engatinhando. Ele enxuga o suor que brotara em gotas na testa e usa seu poder da sorte, deixando pistas claras do que ele tem de fazer somente em colorir com bolinhas pretas alguns objetos que ali estavam. Feito impulsos de tinta vermelha, Lordebug se arremessou até um canto do telhado e mirou a moedinha dentro de uma máquina que continha balinhas diversificadas. 

- Que diabos está fazendo? - pergunta Kitty noir, caída de bruços no chão e com as mãos de Cleópatra próximas ao seu anel. 

- Que garotinha não gosta de... Doces? - hesitante, ele repudia o iô-iô até a máquina e apanha um saco de balas de goma. Cleópatra, já sem dar importância para o anel de Kitty, sobrevoa a mestiça e vai em direção ao saco bruscamente, porém instantaneamente Lordebug se atira de lá. No ato, ele explode uma máquina inteira de pipoca com melado, que gruda os pés de Cleópatra. Enquanto ela está distraída, Lordebug consegue olhar através do enorme rubi que está próximo ao peito da menina, e aí percebe que há uma bolsinha em miniatura no lugar de outra pedra.

- Perfeito... - murmura, olhando para trás e vendo que outra criança está tentando capturar Kitty noir por trás, como um ataque surpresa. Kitty detecta traços de fedor vindos de trás de si, e imediatamente acerta o cassetete na cabeça de um menino com armadura de ouro. Lordebug corre, corre muito, e por fim consegue acabar com a intenção de Kitty noir - que era, talvez, espancar a criança até sua raiva passar - . 

- Eu estava...

- Eu sei. Não tem problema. - Lordebug sorri, aliviado por ter em mãos o objeto akumatizado de Cleópatra. Tudo está terminado. De novo. 


Notas Finais


TÔ tristi. Num tô feliz. Vô chora, já chorei bastanti já...
- Olá, Mamãe! É verdade que você já tem o próximo capítulo pronto e só falta postar?
- Não...
*corre*
- Mas Mamãe_Star, se voc num tem o próximo cap por que quer nos deixar sem comida?
- Eu nunca faria isso...
- Então por que tá correndo? Mamãe?
*evaporou*

Hawka Moth, apenas melhore, querida.

ENFIM, quando eu voltei da minha fuga - Mamãe 007 missão failed - fiquei de castigo, tipo, sem usar o PC, mas eu tinha um cap prontinho já, juro! E sabe oq a VAKA da minha mainha fez? Apagou tudo.
Ela
SImplesmente
APAGOU
A
CARALHA
TODA
MANOO
MANOOOOOOOOOO
TIPO
MANOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Bye e até o próximo :3


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