História Romance proibido - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Homossexualidade, Principes, Romance, Romance Gay, Yaoi
Visualizações 7
Palavras 1.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A primeira tentativa não deu tão certo assim, então venho aqui com a segunda.

Capítulo 1 - Amor e ilusão


Vitor sorria de uma maneira que o contagiava, fazendo ele gargalhar junto, só com ele Carlos conseguia sorrir dessa forma, de uma forma tão real e gostosa.

Vagando pelos corredores daquele enorme castelo, fugindo de Erick e de sua ira contra Vitor por sua última brincadeira com um de seus espelhos prediletos.

Carlos para de correr, quando se toca de que seus dedos estavam entrelaçados, era tão normal para eles esses toques desnecessários, que, de um tempo para cá, nem se dava conta deles, pela forma tão natural que eles vinham, tanto dele quanto de Vitor.

O príncipe de cabelos loiros e olhos da mesma cor olhou para trás, vendo seu guarda o olhar intensamente, com os olhos verdes profundor nos seus, sua boca seca, ele não sabe como reagir, Carlos tenta soltar a mão do príncipe, mas o mesmo não permite, o olhando de forma interrogativa.

O que foi? Aconteceu alguma coisa? — estava preocupado, logo agora que pensava que eles estavam bem, que não haveria mais brigas, coisa que ele odiava quando acontecia.

Sim, aconteceu. — suspira soltando a mão de Vitor, mesmo este estando muito relutante. — Por quanto tempo mais você vai precisar para ver o que está fazendo comigo? — pergunta em um tom alto e irritado. Estava cansado de reprimir seus desejos e vontades, cansado de tocar o corpo dele e não poder ir mais afundo, não poder beijar seus lábios, e sua pele, não poder tocar, nem afundar as mãos na carne de suas curvas enlouquecedoras, estava cansado de ter que se lembrar, a todo momento, que não poderia ter o amor daquele que amava.

Do... Do que está falando? — pergunta, seu coração acelerando, e tudo o que ele queria era poder sentir a pele morena na sua, e não se preocupar com mais nada, mas ele estava longe, e Vitor sentia que as palavras que sairiam da boca de seu amado não seriam as que ele queria. Estava enganado.

Como você pode ainda não perceber que eu estou apaixonado por você? Como você pode não perceber... Que eu te amo? — pergunta mais irritado e alterado que antes.

As lágrimas que se formaram nos olhos dourados e cheios de vida de Vitor foram de completa emoção, realmente estava ouvindo aquelas palavras, da pessoa que ama de verdade, era tão emocionante, mas Carlos não entendeu aquelas lágrimas como deveria, ele pensou que eram de tristeza, talvez, na parte mais obscura de sua mente, a mais insegura, talvez fossem lágrimas de raiva, não querendo aceitar seu amor, e isso o fez temer como nunca antes, temeu se aproximar, temeu falar, sua garganta fechou, e aquela raiva se tornou profundo tristeza de não ter seu amor compreendido, aceito e retribuído.

De-descul... Pa — essa simples palavra do guarda se embolou em seus sentimentos e quase não saia. Carlos, após isso, olhou para trás, para ver se alguém vinha, mas como essa era uma parte do palácio que raramente se via alguém, não corria o risco de ser pego, abraçou o príncipe com força, temendo ser afastando daquele corpo pequeno.

Depois de toma-lo em seus braços, teve a certeza de que não gostaria de soltar nunca mais, se pudesse, ficaria assim, abraçado, para sempre, mas precisava dizer o que queria.

— Eu... Eu realmente não queria me apaixonar, mas é quase impossível... Eu... Eu vou entender se você não me quiser mais por per — não pode completar a frase, suas palavras ficaram presas em sua boca quando sentiu os braços finos o envolver, apertando seu corpo grande e forte ao pequeno, que tinha o rosto afundado em seu peitoral, sentindo o aroma de seu amado, e arrepios com a voz rouca perceptivelmente emocionado.

Eu... Estou tão feliz — levantou o rosto para poder encarar aquele belo e másculo rosto, do qual era tão apaixonado.

Lágrimas, e mais lágrimas, um momento de emoções, Carlos o abraçou com força, erguendo seu corpo e o rodopiando, o jovem príncipe encosta a testa na do seu amado sorri em meio às lágrimas, um sorriso verdadeiro e que irradiava amor em seu brilho próprio.

Aos poucos, eles pararam de rodar, e se encaram, desejando os lábios alheios nos seus, jovens corações batendo com um só em um ritmo apaixonado, e nesse momento, não importava que o príncipe estava prometido a outro, não importava as regras do guarda, nem a fúria dos reinos, somente o amor importava.

Selaram os lábios com um desejo perceptível, as bocas se moviam como se já se conhecem de tempos atrás, e matavam a saudade de muito tempo, era uma conversa de corpos que faziam loucuras. Vitor passa as pernas ao redor do corpo forte e musculoso, querendo mais contado do que nunca, mas, Carlos o coloca no chão, o príncipe o olha manhoso, com os lábios estavam ainda mais vermelhos pela violência e desejo do beijo.

O que foi? — pergunta com um biquinho, querendo mais beijos, mais contanto, mais apertos, quem sabe, mais algumas outras coisas também.

Carlos o olha, aquele rostinho inocente, aquela boquinha gostosa, porque ele tinha que ser tão atraente?! Era o que o homem se perguntava sempre que colocava os olhos naquele rosto e corpo exuberantes, de uma harmonia espantosa, como ele queria tirar a inocência daquele corpo. Se arrepia só com esse pensamento, mas não vai passar de um pensamento. Era isso o que ele se repetia.

De qualquer forma, nos dois não podemos fazer nada, você está prometido a outra pessoa, não podemos ficar juntos, assim... — tenta explicar de uma forma calma, tocando os ombros do loiro, que o olha espantado e tenta se soltar das mãos que o seguravam, foi como um soco de realidade, que o deixou arfando.

Pensei que me amava! — grita irritado desviando dos olhos verdes penetrantes e balançando os ombros para se soltar.

Bufando, Carlos cola suas bocas novamente, de uma forma mil vezes mais bruta e sensual do que a última, encostando com força o corpo pequeno e frágil na parede, o prendendo ali. A princípio sua intenção era calar a boca dele, e o fazer escutar seu lado, mas depois de um bom tempo, quando o príncipe finalmente cedeu, e puxou seu cabelo com força, ele se esqueceu completamente de seus propósitos e motivos, dando importância apenas para aquela boca, as mãos na sua nuca o puxando para mais perto, e um belo volume no meio de suas pernas que o fez soltar um grunhido rouco e  excitado.

Arfando eles soltam a boca um do outro, apenas para respirar um pouco, olhando nos olhos alheios, desejo era tudo o que os cercava, e os engolia na sua própria bolha. Mas em um milésimo de segundo, sua consciência o puxou para fora da bolha, o lembrando que a pessoa em seus braços não poderia pertencer a se, jamais.

Carlos se afasta, minimamente, beija a testa de Vitor, e o olha com um sorriso escasso e sem aquela emoção de segundos atrás, suspirando tristemente, mas não se atrevia a separar-se dele, pois tinha medo de o soltar e ele ir embora. Volta a encostar suas testa e diz de forma calma e baixa, para só que ele escute.

Eu te amo, já lhe disse, mas não posso te ter, vivemos em mundos diferentes, e você veio para cá com um propósito, lembra-se? — pergunta e o jovem acena com a cabeça, suspirando. — Você não pode largar tudo por minha culpa, se você não se casar, aquelas pessoas que você conheceu vão sofrer, eu sei, isso é uma droga, mas pensa neles... — pede de forma triste, quase chorando. — Eu também estou sofrendo.

O príncipe passa os braços em voltar do pescoço de seu amor, olhando nos olhos dele, novamente tomado por lágrimas e pede num sussurro:

Me ame, só por esta noite, me ame como nunca, e não me deixe ir, nem vá, só por hoje, vamos fingir que nada disso tem importância, e vamos nos amar como queremos. — pede com emoção, enchendo aquele corredor de amor. — E amanhã, eu me casarei. — os pobres corações quebram com essa frase, mas era o certo a se fazer.

Concordando com pesar, Carlos beija as bochechas molhadas, enxugando as lágrimas de seu amado, e tomando os lábios para se, possivelmente será a última vez deles juntos, mas não era hora de pensar nisso, a tristeza pertence ao amanhã, hoje, só haverá amor e ilusão.


Notas Finais


Tá aí! Boa sorte pra catar os pedacinhos dos corações, eu ainda estou procurando os meus. Eu me fodo com minha próprias histórias


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