História Romanogers: We are both of us out of time - Capítulo 11


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Categorias Agent Carter, Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Daniel Sousa, Edwin Jarvis, Howard Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Peggy Carter, Steve Rogers, Thor
Tags Agent Carter, Black Widow, Bucky Barnes, Capitão América, Romanogers, Steggy, Winterwidow
Visualizações 414
Palavras 2.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O último capítulo teve tantos comentários! Mind Blowing!

AMO

VOCÊS

BOA

LEITURA!

AVNGERX

Capítulo 11 - The Cat


Fanfic / Fanfiction Romanogers: We are both of us out of time - Capítulo 11 - The Cat

No último capítulo...

— Precisamos conversar sobre o paradeiro de Rogers e Romanoff.

—  Eles ainda estão desaparecidos, sem sinal nos radares...

— Os Vingadores tem acesso a toda tecnologia que existe no mundo, vocês já teriam encontrado eles por agora. Quer que eu acredite nisso?

—  Eu posso ajudar, só me diga se há alguma possibilidade deles não estarem mais em 2015.

— Eles estão em 1946.

 

Algumas Horas Antes...

— Bom dia! Como passou de ontem? — Sharon abriu as cortinas da janela.

— Eu estou bem querida, falei que não precisava vir. — Peggy se ajeitou na cama.

Sharon pegou alguns remédios e levou até ela. — Você é meu assunto mais importante, tia... O resto pode esperar. — Ela pegou um copo d’água. — Agora toma os remédios, você tem dado muito trabalho para os cuidadores ultimamente.

— Eles ficam me entupindo de remédio! Eu quero ficar acordada. — Ela tomou o remédio sobre protesto. — Não quero ficar falando de remédios... Vamos me conte, o que está acontecendo de bom na SHIELD?

— Tia... Eu saí da SHIELD, lembra? Ela não existe mais. Você viu na TV, Washington D.C., o Capitão e a Viúva Negra... A HYDRA tomou conta da SHIELD, acabou.

— Viúva Negra? Uau, faz tempo que não ouço esse nome. — Ela suspirou. — Muito, muito tempo... — Ela olhou de canto de olho pra Sharon, e Sharon entendeu que ela queria que ela perguntasse sobre o assunto.

— Viúva Negra? Por que faria tanto tempo, Tia?

— Bom, é uma longa história mas já que perguntou... — Ela encarou Sharon. — Você tem tempo para ouvir?

— Todo tempo do mundo. — Sharon sorriu.

— Era 1946. Um ano depois deu deixar o exército. A SHIELD ainda não havia sido criada, eu trabalhava para a SSR e eu estava atrás de uma mulher chamada Dottie Underwood. Ela era uma assassina russa, e já por duas vezes eu havia tentado vencer Dottie mas cada vez que ela voltava, ela voltava mais forte. Dottie havia sido criada desde criança para participar de um  seleto exército soviético... E logo após a morte do Dr. Erskine, houve uma corrida entre a União Soviética, Alemanha, e Estados Unidos... E ganharia aquele que conseguisse recriar a fórmula do super soro mais rápido.

— O Soro do Capitão América? E quem conseguiu?

— Nenhum deles na verdade. Steve era e sempre foi único, não era apenas o soro, era a pessoa... Mas... A união soviética acabou conseguindo algo bem parecido. Não tão forte, mas bom o bastante para criar um exército poderoso... E eles acabaram aplicando a fórmula naquelas garotinhas que estavam sendo treinadas. O nome era Projeto Viúva Negra. E Dottie era uma delas. Totalmente invencível. Até que... A Natasha apareceu.

— Natasha? Que Natasha? Você nunca falou de nenhuma Natasha... — Sharon estranhou, porque ela já havia ouvido aquela história umas 15 vezes no mínimo.

— Sharon. Eu já mencionei Natasha pra você milhões de vezes, acho que quem está ficando com Alzheimer é você. — Ela riu.

Sharon riu. — Acho que sim tia, eu devo ter esquecido... — Ela não tinha, ela realmente nunca tinha ouvido essa parte da história. — Me conte novamente.

— Natasha também era uma Viúva Negra, mas ela era a melhor, porque ela era do futuro. A amiga do futuro do seu Tio Steve... Ela trouxe ele de volta pra mim... Eles se perderam no tempo... E Natasha não conseguiu salvá-lo a tempo... Como eu era a única que entendia o que ela estava passando, acabamos nos tornando amigas por um tempo... —

 

Nesse momento um mini filme voltou na mente de Sharon, uns dias atrás, Sam havia avisado a ela que Steve e Natasha haviam sumido em uma missão que envolvia viajem no tempo. Onde mais o Capitão América gostaria de voltar, a não ser para ficar com Peggy novamente? Peggy acabou se perdendo no meio da história e esqueceu o que estava contando e acabou não se lembrando de mais nada, Sharon logo deu por encerrada a visita e ligou para Barton...

 

Centro de Nova York

 

— Seria mais fácil se você tivesse me convidado para ir visitar a sede dos Novos Vingadores. — Sharon disse quando avistou Barton. — Os dois estavam em uma praça movimentada.

— Pois é. Você é da CIA. Sabe como é, né?

Ela colocou as mãos no bolso. — Na verdade não.

— Vocês são um pé no saco. Só vocês estão certos, e blá, blá, blá. Não suporto a CIA.

— Nós não estamos sempre certos, só somos cuidadosos, ninguém quer uma divisão terrorista usando seu nome por 70 anos, não é?

— Touché. — Ele chegou mais perto dela. — Vamos direto ao ponto, Loira. Como sabe de Romanoff e Rogers?

— Sam me disse. — Ela o encarou.

— Droga, Sam. — ele praguejou. — Então a história de 1946 é mentira né?

— Não. Hoje minha Tia teve um estranho lapso de memória, ela recontou uma história que eu já ouvi várias e várias vezes, só que hoje os personagens principais da história eram Natasha e Steve Rogers. Aparentemente Natasha “levou” de volta Steve para minha Tia.

Ele deu risada. — Peggy Carter está com o pé na cov... — Ele parou e pensou no que estava falando.  “Droga Clint Barton, não devia falar isso, muda a frase, fale com jeito”. — Sharon, convenhamos, todos sabem que a chefona tá com Alzheimer. Faz um bom tempo que ela não tá batendo bem das idéias. — “Bem melhor”.

— Eu sei, mas ela disse coisas muito específicas. Ela não saberia de tanto... Bom, eu já fiz minha parte do trato, agora você me conta como eles sumiram.

— Eles estavam atrás de uma pedra asgardiana que permite viajem no tempo. Então sua teoria...

— ...Não está tão maluca assim... Eu quero participar da busca, eu sei que vocês já devem estar arrumando algum jeito de trazer eles de volta, eu quero estar junto.

— Não, mesmo. A Maria iria arrancar meu coração com as garras que ela chama de unha.

— Maria foi minha Supervisora, tenho certeza que ela não se importaria.

Complexo dos Vingadores

— O que. Sharon. Carter. Está. Fazendo. Aqui. — Maria disse pausadamente para Coulson que estava ao seu lado, os dois estavam se encaminhando para a entrada do complexo quando viram Barton e a Agent 13 juntos.

— Sharon. Carter. Está. Aqui. — Coulson olhou pra Hill. — Quão legal é estarmos na mesma sala onde a sobrinha prodígio da Peggy Carter está? Isso é demais.

— Oh, Coulson. Sem ataque fanboy. — Maria continuou andando. — Sharon, que surpresa. — Ela fingiu um sorriso. — Eu achei que estava com a CIA agora, não? — ela continuou sendo falsa. O negócio que pra Maria ter sido supervisora da Sharon foi algo importante pra ela, mas Maria não queria que ninguém mais soubesse sobre Natasha e Rogers, e agora uma AGENTE DA CIA ESTAVA NO MEIO DELES e a única coisa que Maria queria fazer era chutar Barton... Ou arranjar o coração dele com as unhas, é claro.

— Eu achei que ainda estava trabalhando pro Stark... Vocês realmente tem algo contra a CIA, não?

— Agent 13, é um prazer vê-la novamente. — Coulson estendeu a mão para Sharon.  — E sim, nós não gostamos muito da CIA, não quer voltar pra SHIELD?

— Então a SHIELD ainda está operação. — Ela disse sem muita surpresa. É claro que estava, era a SHIELD.

— Nas sombras, mas ainda sim. Eu sou o novo diretor, por acaso. Não quer mesmo voltar? — Coulson estava louco pra ela aceitar, ela era sobrinha da Peggy!

— Eu amo a SHIELD, Coulson. Você sabe que está no meu sangue, mas eu não sou minha tia, você sabe disso.

— Você é uma Carter, já é o suficiente. — Ele respondeu. Maria ficou observando Coulson puxando o saco da Sharon.

— Eu vou alimentar meu gato. — Ela deu de costas e saiu andando. Barton olhou pra Maria e decidiu ir atrás dela, Coulson levou Sharon pra sala onde estavam Wanda, Bobbi, FitzSimmons, Jane, Darcy e Erik.

 

— Maria! — Barton correu atrás dela. — Desculpa tá? — Ele acompanhava ela.

— Eu gosto da Sharon, Clint... Gosto mesmo... Ela foi minha primeira aluna, não tem como ela ser mais especial pra mim, mas no momento a Natasha é minha prioridade, e eu não queria ninguém mais aqui. — ela continuou andando.

— Eu sei, eu sei, mas Sam já tinha contado pra ela.

— Maldito. — Maria se referia a Wilson.

— E agora que nós sabemos onde Nat e o Cap estão fica mais fácil, então, ainda bem que ela tá aqui.

Eles pegaram o elevador e Maria e Clint foram para o quarto dela, ela entrou e viu o gato na janela, ela pegou ele no colo. — Ok, Nick, vem cá. — Ela se sentou no sofá e acariciava o gato. Ah, sim... O gato... O nome dele era Nick, e Natasha e ela haviam adotado o gato depois de terem achado ele na rua ainda filhotinho. E o seu nome Nick, era porque só havia um homem que Natasha e Maria eram leais, e ele era Nick Fury.

Clint encarava o gato ele era preto dos olhos verdes. — Esse gato me assusta.

Maria fazia carinho no gato. — Não fala assim na frente dele.

— Eu sei que... Natasha era a pessoa em que você se apoiava, mas eu tô aqui também, ok? Eu também sirvo pra conversar, não só de saco de pancada.

Maria soltou o ar. — Eu sei... — Ela pensou um pouco, ela precisava conversar, mas ela não era daquele tipo que se abre pra qualquer um, aliás era somente Natasha, ela só conversava sobre assuntos pessoais com Natasha. — A questão é que... — Ela olhou pra gato. — ... Eu não sei se consigo criar esse gato sozinha.

Clint sabia que era difícil pra ela. — Eu acho que você tá se saindo bem, até... Não deve ser fácil pra um gato viver na base dos Vingadores. Mas ele é imprescindível por aqui... Que dizer, o que a gente ia fazer sem ele por aqui? Ainda mais agora...

— A Natasha é muito importante pra ele... Eu não sei o que fazer se a Natasha não voltar... Ele precisa dela.

Clint olhou pra Maria, e ela estava com os olhos cheios de lágrima. — Eu estou comprometida, Barton. Eu não posso tomar mais decisões sobre essa viajem no tempo, eu sou muito ligada a Natasha.... E se eu tomar uma decisão errada? Eu... Eu não posso mais. É muito pra minha cabeça.

— Maria ninguém aqui é melhor do que você pra estar a frente disso, você não acha que se a Nat estivesse aqui, ela não iria querer que a melhor amiga dela estivesse encarregada da missão que envolve a vida dela?  Ter sentimentos não compromete suas decisões, melhora elas. Então é melhor você botar a Comandante Hill pra funcionar porque a volta da Natasha depende de você, nós não vamos desistir dela.

Maria enxugou as lágrimas. — Obrigado, Clint. Mas eu ainda vou te usar de saco de pancadas, ok?— Ela o abraçou. — Nós vamos trazer ela de volta, afinal ela tem que voltar pra tomar conta do gato.

— Espera. Eu achei que quando estávamos falando do gato, estávamos na verdade falando de você. — Ele brincou.

Ela riu, mas logo uma mensagem apitou no whatsapp dos dois, era Wanda.

 

Ei, onde vcs estão?

Erik e Jane acham que podem ativar a pedra...

Mas o relógio tá correndo

Eles disseram que temos 2 Hrs no máximo. D:

Corram pra cá.

 

1946 – Sala de Estar da Mansão de Howard Stark.

— Aqui está. — Howard estendeu uma pasta para Natasha. — Tem tudo que precisa, dinheiro, algumas armas caso entre em confusão... E! Essa mala tem um telefone embutido, top de linha, nova tecnologia, ninguém tem ainda.

 Natasha revirou os olhos, uau que tecnologia, meu deus. Ela pegou a pasta e abriu sobre a mesa conferindo o dinheiro.

— E o negócio é que quando eu precisar de você, você volta pra me dar reforço em futuros problemas.

— Vamos fazer assim, você me procura quando precisar de reforço. — Disse ela.

Howard deu de ombros. — Ok, tanto faz. Eu não pretendo entrar em nenhuma confusão pelo resto do ano.

— Obrigada Howard. — Natasha o olhou e sorriu de canto.

Howard chegou mais perto dela a olhando fundo nos olhos. — Hmm... Isso é um sorriso? Pensei que você não tinha disso. 

— Eu sei o que está fazendo. E eu não sou aquelas garotas que desmaiam quando você passa. Não abusa garotão. — Natasha deu duas batidinhas no ombro dele.

— Valeu a tentativa... — Howard deu risada. — Pera... Como sabia que as garotas desmaiam quando eu passo?

— Todas as garotas desmaiam quando Tony passa, ele é só uma versão melhorada de você. Quando o navio parte?

— Daqui 2 horas, se eu fosse você aproveitava a companhia de Steve enquanto isso... — Ele ficou quieto. — Desculpa, não pude deixar de ouvir a conversa de vocês dois.


Notas Finais


Como tudo que é bom dura pouco, estamos entrando na reta final da We are both of us out of time...

Próximo Capítulo! Steve vai esquecer Natasha? Natasha vai mesmo embora? Vão conseguir usar a pedra no futuro? Como o time do futuro vai conseguir ajudar Nat e Steve? O que você faria se tivesse apenas 2 horas?

Ps.: Gato da Natasha e da Maria é the best.


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