História Romeo and Juliet – A New Era - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Magcon, Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes
Exibições 92
Palavras 1.657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi tudo bom com vocês? Feliz dia das crianças e esse é o meu presente para vocês.
Espero que gostem do cap e me desculpem qualquer erro.

Capítulo 10 - Hi Aaliyah!


Fanfic / Fanfiction Romeo and Juliet – A New Era - Capítulo 10 - Hi Aaliyah!

Alice O'brien

  Andava pela escola com meus livros debaixo do braço em direção ao meu armário para justamente guardá-los. Por estar em semana de prova, andei levando algumas apostilas para casa afim de fazer as minha anotações e estudar por tais. Essa semana era exaustante, não vi ou falei com nenhum menino, além de Matthew, essa semana e nem com Lizzie, havia falado com ela algumas vezes depois da festa.

  A festa. Eu soube que meu primo e Shawn haviam brigado por mim e por motivos do passado, os quais não se prontificaram a me explicar; e também que eu estava bem dopada e fazendo coisas de gente bêbada e estava sob os cuidados de… Shawn. Ah, ele era outro que havia sumido, e acredito eu que não era só pela semana de prova. Após passar a madrugada de sábado para domingo juntos, eu pude perceber que ele não é tão idiota assim, ele apenas tem uma armadura que o protege de tudo.

  - Preciso da sua ajuda. – Matthew chegou em mim com a respiração descompassada. – É vida ou morte.

  - O que aconteceu, Matthew? – perguntei lançando-o um olhar preocupado e depois voltando a arrumar meus cadernos no armário.

  - Eu briguei com a Lizzie. – ele passou a mão pelos cabelos nervoso e eu soltei uma risada fraca. Eles só brigavam! – É sério, não tem graça!

  - O que quer que eu faça, Matt? – peguei o caderno de literatura e fechei o armário.

  - Não é óbvio? – neguei e ele bufou. – Vá falar com ela e faça ela me perdoar.

  - Olha só, quase não falo com ela direito e não vou chegar e dizer “poxa, aí né Lizzie, perdoa o meu amigo por algo que ele fez e eu não sei o que foi”. E além do mais eu não sou solução para ficar resolvendo o problema dos outros. – falei e ele me olhou incrédulo. – Amorzinho, se você botou sua cara a tapa na hora de fazer a merda, ponha a cara a tapa de novo para consertar.

  - Você podia dizer só um “não”, sabia? – perguntou e eu assenti.

  - Mas você precisa enxergar a real. – falei e ele fez um bico. – O que você fez?

  - Falei para ela que queria tentar ficar sério, mas velho ontem à noite me chamaram para ir em uma balada e ela deu ataque. E aí eu disse que não éramos nada e tal tal tal. Estamos brigados. – falou e eu dei um tapa.

  - Idiota. Mereceu. – falei e ele revirou os olhos. – Vocês daqui a pouco se resolvem.

  - Não vai mesmo me ajudar?

  - Não. Tenho que almoçar, beijos!

  Saí correndo e entrei na BMW prata que me esperava na porta da escola, era Luiza. Tínhamos combinado de almoçar com a minha mãe para resolver alguns detalhes da grande festa que minha mãe queria fazer nos meus 16 anos, que por sinal faltavam apenas dois meses. Entrei no carro da mesma e algum rap tocava e o cheiro de maconha ali era forte.

  - Fumou, Luiza? – franzi meu cenho. Ela só fumava quando estava com problemas.

  - Sim. – abaixou a música para não precisar gritar. – Meus pais me ligaram, eles falaram mais bosta. Eu juro que tento, mas com pais que nem eles é impossível ser feliz.

  - Ah eles falaram o de sempre? – perguntei e ela assentiu.

  Os pais de Lu alegam que ela tinha que casar com um homem que era filho do sócio de seu pai, para que ajudasse nos negócios e não aceitavam a bissexualidade dela, diziam que ela apenas não havia encontrado o homem certo. De certa forma, ela ainda não havia encontrado a pessoa que realmente a fazia feliz, mas não era isso que a fazia bi. Os pais ameaçavam parar de mandar a mesada gorda que Luiza recebia todo mês se ela insistisse com tal “palhaçada” e não voltasse para Londres e se casasse.

  - Calma Lu, tudo vai dar certo. – falei e ela deu um sorriso amarelo.

  - Eu só queria que eles entendessem que eu não quero casar agora e aceitassem o fato d’eu ser bi. – bufou e voltou a prestar atenção no trânsito.

[...]

  - Queridas! Vocês demoraram demais! – mamãe falou assim que chegamos ao restaurante. – Já estou na terceira taça de vinho!

  - O vinho não é culpa nossa não, tia K. – Lu falou e minha mãe revirou os olhos.

  - Nós passamos na farmácia, mamãe.

  - Eu estava com dor de cabeça tia.

  - Está melhor, querida? – Kath perguntou à Luiza e a mesma assentiu. – Vão comer o que?

  - Uma lasanha à bolonhesa. – falei e as outras duas pegaram o cardápio para decidir o que seria melhor.

  Mamãe chamou o garçom e pediu três lasanhas e mais uma taça de vinho, um detalhe sobre Katherine O’brien: ela ama vinho. Eu mexi no celular enquanto Lu e minha mãe conversavam sobre alguma coisa a ver com roupas até nossa comida chegar. Logo após acabarmos de comer mamãe deu início ao assunto do meu aniversário.

  - O que você quer filha?

  - Eu quero uma coisa sim, mas isso está fora de questão. – ela concordou. – O que você sugere?

  - Eu sugiro fazermos a festa no Golden Space, que é ao lado no meu ateliê. Vai ser praticamente a festa do ano dada pela família O’brien, você pode chamar quantos amigos quiser, mas fique ciente que sua família também estará lá e que os amigos da empresa do seu pai também. – avisou e eu assenti. – Qual tema você quer?

  - É obrigado ter tema? – queria uma festa normal e se não fosse possível ia perguntar qual era o tema de uma festa de debutante.

  - Olha, não é, mas…

  - UM BAILE DE MÁSCARAS! – Luiza grita, interrompendo minha mãe e chamando a atenção de todos à nossa mesa. – Desculpa por gritar…

  - Baile de máscaras, pode ser. – falei e minha mãe aumentou seu sorriso.

  - Bem crianças, tenho que ir ao trabalho. Alguma quer ir ao ateliê comigo? – nós duas negamos e ela sorriu. – Okay, não precisam de caronas, né?

  - Não. – responde e ela foi pagar a conta enquanto eu e Luiza ficamos sobre coisas sem muito significado, sobre: pessoas, lugares, sonhos, viagens.

  - Quer ir para algum lugar especial ou vai para casa mesmo? – Luiza perguntou.

  - Podemos passar em uma sorveteria antes?

  - Tudo bem.

[...]

… Uma semana depois

  Joguei-me no chão da academia, bem ao lado da minha bolsa, e pus-me a tirar a sapatilha e a saia rodada preta. Eu estava morta, não podia negar. Dizem que ballet é como andar de bicicleta, você nunca esquece, mas vamos ser honestos uns com outros: voltar a fazer ballet depois de anos sem praticar é pedir para levar uma surra. Calcei meus tênis e pus o um casaco grande por cima do colã que cobria até o meu short.

  Peguei meu celular e vi que ainda faltavam alguns minutos para que a aula de música começasse. Na academia onde eu estava, tinha aula para todo e qualquer tipo de arte que você gosta, desde a pintura ao canto. Deixei minhas coisas na sala de música e saí da academia com o objetivo de ir até uma lanchonete aqui perto.

  - Ei! Alice! – ouvi uma voz feminina gritar meu nome e ao me virar, vi que era Aaliyah, uma menina que fazia ballet na mesma classe que eu.

  - Oi Aaliyah! Tudo bom? – falei e vi que ela estava acompanhada de uma mulher alta e bem vestida atrás dela.

  - Karen Mendes. – estendeu a mão e eu apertei.

  - Alice O’brien. – percebi a mulher ficar mais branca do que já era e entortar a boca.

  - Você cresceu, querida. – senti que ela forçou a si mesma a dizer isso.

  - Podemos sentar com você, Alice? – Aaliyah pediu animada.

  - Filha, acho melhor sentarmos em outro  lugar, não queremos incomodar a menina.

  - Não será incômodo algum, senhora Mendes. – falei a Aali se apressou a se apossar de um assento e sua mãe logo a acompanhou.

  - Me chame apenas de Karen, não sou tão velha assim. – pediu e eu assenti. – Espero que não se incomode, mas meu marido e meu filho estão vindo para cá.

  - Sem problemas. – falei. Claro que tinha problemas, com qual cara eu ia ficar? Era óbvio que aquele era um programa em família e que eu estaria ali apenas para atrapalhar.

  Olhei a hora no meu celular e vi que eu ainda tinha quarenta minutos. Fiz sinal para o garçom.

  - Sim. O que a senhorita deseja?

  - Um cappuccino e uma panqueca de chocolate. – pedi e ele olhou para Aaliyah e Karen.

  - A mesma coisa que ela para minha filha, eu não quero nada.

  - Será que pode pedir para fazerem rápido? Eu tenho hora. – pedi e ele assentiu se retirando.

  - Vai para aonde depois daqui? – Aalyian perguntou e sua mãe a repreendeu com o olhar.

  - Tenho aula de música daqui a trinta minutos. – falei e as duas assentiram.

[...]

  O meu pedido tinha acabado de chegar e junto com isso, o sininho acima da porta fez um barulho fazendo eu virar meu olhar. Shawn Mendes e um homem muito parecido com ele entraram no local. Olhei para as duas na minha frente e Aali mexia as mãos no ar fazendo com que eles olhassem para cá.

  Meu sangue parou assim que eu liguei os pontos. Karen Mendes era mãe do Shawn Mendes, Aaliyah era irmã e o engravatado era o pai. Eu não estava em um programa familiar de qualquer família, estava no programa familiar da família Mendes.


Notas Finais


HEY BROTHER.
Podemos ver o quão lerdinha a Alice é, só não é mais lerda que eu.
Comentem o que acharam pufavo e comentem o que acha que está reservado para o próximo capítulo. Haha amo vcs.
Deixem algo de vocês (fav e/ou comentário) que eu deixo o meu amor por vocês e por Shawn Mendes.
Lots of Love
Nina


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