História Romeo and Juliet – A New Era - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon, Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes
Exibições 150
Palavras 1.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi meus amores, tô aqui com mais um capítulo, consegui terminar o capítulo agora e, por isso, me perdoem se tiver algum erro de português.
E outra coisa, quero agradecer vocês pelos favoritos. Muito obrigada, muito mesmo! Pode parecer que são poucos, mas são muito especiais para mim!!

Espero que gostem do capítulo, não teve Shawn :(, mas no próximo tem hehe

Capítulo 13 - Tired of everything


Alice O'brien

  Eu observava meus pais e o Nicholas conversando, estava tão irritada e fora de mim que os sons nem chegavam aos meus ouvidos. Meu pai tinha a feição irritada e meu irmão tentava contê-lo, o que sabíamos que acabaria em briga, enquanto minha mãe respirava fundo e mandava alguns olhares raivosos para mim.

  – Não. Vocês não vão fazer com a minha irmã a mesma coisa que fizeram comigo, não vão privá-la de fazer o que querem fazer! – Nicholas, gritou e as veias do seu pescoço já saltavam.

  – MAS ELA NÃO PODE DESTRUIR TUDO O QUE CONQUISTAMOS! – a voz estridente da minha mãe ecoou no escritório.

  Eram quase uma da manhã e eu só queria tirar a roupa que tanto me apertava e depois ir dormir e ficar dormindo por um longo tempo. Mas não, eles queriam brigar.

  – Olha só meninos, enquanto morarem sob meu teto vão seguir o meu pensamento. – meu pai, declarou. – E você, Nicholas, se continuar me desafiando com gem fazendo, trate de procurar um trabalho e um lugar para morar, pois não aceito desaforo de meu próprio filho.

  – Eu que não aguento mais desaforo de meu próprio pai. – Nick, falou. – Aliás, será que eu posso realmente te chamar de pai? Você deixou de ser um pai quando começou a botar sua empresa, seus negócios e seu dinheiros acima da sua família. E não, você não aguentaria me ver conseguindo seguir em frente sem depender de ti e tu sabe que eu conseguiria e, por isso, você só me expulsa daqui da boca para fora.

  – Mas o quê? – meu pai passou um olhar perdido no cômodo, parou um momento em mim e em outro na minha mãe, que estava sentada numa poltrona se abanando. – Quando que o foco virou o pai ruim que eu sou, já que antes era o fato de a Alice estar estragando nossa família?

  E mais uma vez: o foco era eu. O foco era me julgar. O foco era impor seu negócio sobre mim.

  – Me diz pai, o que eu estava fazendo? – disse eu, levantei-me de onde estava sentada ficando de frente ao meu pai.

  – Ainda há perguntas? Ainda há mais coragem para desafios, Alice? – olhou-me de cima à baixo antes de tornar a falar. – Eu sempre te tratei como uma princesa, te deu tudo e no primeiro momento que tem, você vai e tem um caso com o filho do meu concorrente?

  – Não tenho caso nenhum com o Shawn, apenas estávamos dançando. – falei, calma.

  – Apenas dançando? Jura que foi isso mesmo que eu vi? – meu pai ia ficando cada vez mais vermelho.

  – Você está é com ciúmes de mim ou com medo que eu me envolva com o Shawn e isso afete de alguma forma seus negócios?

  E pela primeira vez na vida eu ia ficar feliz se meu pai assumisse seus ciúmes por mim, mas no fundo do meu coração tinha uma pingo de medo dele responder que preferia seus a mim. Eu tinha medo de ser rejeitada pelo meu pai.

  – Eu tenho medo de que suas ações imprudentes estrague tudo que nossa família conseguiu. – falou, simples, sem remorso algum ou cuidado com a palavras para não machucar ninguém.

  – Você não é mais o pai que eu conheço.

  – E você não é mais Alice que eu conheço. – falou.

  – Eu só não aguento mais ser sua subordinada. Já pensou que era eu tô crescendo?

  – Olha só, já deu por hoje. – Luiza entrou no escritório com duas canecas de chá: uma para mim e outra para minha mãe. – Por que vocês não vão descansar e amanhã, quando vocês estiverem mais calmos, conversam?

  – Concordo com a Luiza. – disse Nick.

  Peguei a caneca da mão da Luiza e pus-me a beber o líquido quente e calmante que era o chá. Caminhei até a porta ansiosa para sair daquele ambiente, onde o clima pesava.

  – Não se esqueça do castigo, quero seu celular aqui em cima da minha mesa amanhã de manhã. – ouvi antes de me retirar e bufei.

  Estava cansada daquilo tudo.

[...]


Uma semana depois


  – Bom dia, Ally. – Luiza entrou no meu quarto para me dar o aviso matinal, o que já tinha virado rotina. – O professor chegou e está no escritório.

  Eu agradeci e ela se retirou do quarto. Minha relação com as pessoas dentro de casa passou a ser totalmente profissional e de interesse – no meu almoço e na minha janta, por isso eu quase não falava com mais ninguém aqui, a não ser com Nicholas e Lucy, a governanta.

  Vi o reflexo de uma menina desanimada vestida com um conjunto de moletom rosa antes de ir até a “sala de aula”, ou o escritório. Fui até a terceira porta do corredor, encontrando o Mr. Sanchez lendo seu rotineiro livro de ficção científica.

  – Bom dia, querida. – me olhou por cima do livro. – Sente-se, só deixe eu terminar esse capítulo.

  Botei meus cadernos na mesa e vi meu caderno vermelho. O abri pela primeira vez em semanas, vendo ali várias confissões e letras. Aquilo nunca havia sido visto por ninguém… a não ser… Ele havia visto.

  – Ally! Allyzinha! – Jean Sanchez me chamou, guardei o caderno embaixo dos outros e foquei meu olhar nele. – O que tinha de tão interessante no diário vermelho que você nem prestou a atenção em mim?

  – Nada demais. – falei, mandando um sorriso desconfortável.

  A aula prosseguiu como sempre, ele me explicando tópicos, passando exercícios e, de vez em quando, contava-me sobre sua vida e como seu parceiro era complicado. Até que Mr. Sanchez era uma pessoa boa e legal, que tentava ser o mais amigável possível comigo, mas as circunstâncias me fazem ser grosseira com ele.

  – Olha só menina, eu tenho que ir embora agora. É uma emergência. – falou tenso, olhando para o telefone.

  – Pode ir. Não se preocupe, irei terminar essa tarefa e peço ao Nicholas para avisar meu pai que houve um imprevisto com o senhor. – falei e ele tentou sorrir.

  – Obrigado Alice. Você é um anjinho. – falou e sorriu. – Amanhã a gente conversa, ok? Tchau.

  Esperei o professor sair do quarto e fechei meu caderno, não estava afim de fazer tarefa alguma agora. Queria mesmo era sair de casa, fugir e ir algum lugar com menos tensão do que aqui. E eu só tinha uma opção: falar com Nick ou Luiza.


  – Nick, eu quer… – minha boca se abriu e meus olhos se arregalaram ao ver a cena que estava a minha frente. Surpresa e vergonha tomaram conta de mim ao ver meu irmão beijando outro menino, e os dois quase sem roupa. Eu sentia vergonha, mas não do meu irmão e sim de ter visto.

  – Alice… eu posso explicar, só… só não diga nada ao papai. – vi os olhos do meu irmão se encherem de lágrimas e ele começar a tremer.

  – Não tem nada para me explicar aqui, nada de errado. Eu devia ter batido antes. Só isso. Nick, se vista que eu quero falar com você. – falei, mas antes de sair dali me virei ao outro menino, que havia ficado roxo, e sorri. – Prazer te conhecer, eu me chamo Alice.

  – Me chamo Phillipe.


  No fundo, eu estava um pouco chateada por ter descoberto tudo por causa de um acidente. Mas o sentimento que me consumia era o medo, medo do que aconteceria com a nossa família se o meu pai e minha mãe descobrisse. 


Notas Finais


Comentem o que acharam, os leitores novos deixem seu fav e sejam muito bem vindos!
Obrigada, novamente, pelos +50 fav!! Amo vocês!
Meu twitter @johnlinskymd

Até o próximo, BEIJOOOOOS


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