História Room 407 - Interativa - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassino, Fichas, Grupo, Interativa, Investigação, Morte, Oni
Visualizações 92
Palavras 1.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


RELOOOUU
Eu sou a Natasha/Queijo/Cheese (como preferirem) e essa é a minha fic interativa! YEY \\o//
Essa não é a minha primeira, já tenho uma pouco de... 'Experiencia', por assim dizer.
Bem, eu não quero me estender muito, então lá vai!
Espero que gostem e mandem fichas!

Capítulo 1 - Gravação


Fanfic / Fanfiction Room 407 - Interativa - Capítulo 1 - Gravação

O pequeno grupo de amigos andou, em meio a risadas baixas, pelo corredor escuro, guiando-se somente através da fraca luz proporcionada pela lanterna do celular. Alisha apertou a mão do namorado, ansiosa pelo o que iriam fazer logo mais, não demorando em ser puxada para um abraço apertado. Jhonny, quem guiava o grupo naquela escuridão, parou por um momento, alertando os outros.

— O que foi? – uma garota que estava trás de si perguntou, puxando a barra de sua camiseta preta dele.

Sinalizou para que ficassem em silêncio, seguindo em frente a passos lentos, evitando ao máximo fazer barulho. Jhonny havia visto algo parecido com um facho de luz na curva do corredor em que estavam andando, porém, tinha sido rápido demais, fazendo com que somente ele percebesse. Não devia haver mais alguém ali, principalmente quando aquele andar estava fechado – eles mesmos haviam sofrido para entrarem sem serem percebidos.

E ali estava mais uma vez. Aquele facho de luz fraca, cada vez mais próximo. Escutou alguns sussurros vindos de Alisha, que pedia para que fossem embora, afinal, não queria ter que escutar outro longo discurso de seu pai se acabasse sendo pega. Ela quase podia escutar a música de suspense de fundo conforme andavam mais para frente, com aquela tecla de piano aumentando cada vez mais o som.

— Puta merda! – Jhonny praticamente gritou ao ver alguém surgir de repente no facho de luz da lanterna de seu celular, acabando por gerar um conjunto de pulos e gritos assustados. – Que porra! Quem é você?

— Eu que pergunto! – o estranho rebateu, retirando a franja que insistia tapar seus olhos. – Não sei se vocês sabem, mas este andar está fechado!

— Ah, não me diga. – Alisha se intrometeu no meio da conversa, utilizando todo o tom de sarcasmo que possuía.

— De qualquer forma, tenho autoridade o suficiente para expulsa-los daqui. – disse com um sorriso debochado surgindo em seus lábios. – Vocês são hospedes?

Todos os olhares voltaram-se para o que liderava o grupo, Jhonny, mais conhecido como o “especialista em mentiras”, sendo esta uma das várias outras razões de ser escolhido como o guia naquela empreitada. Pigarreou, não demorando muito para conseguir pensar em uma mentira, fazendo jus ao seu apelido.

— Nos perdemos. – começou, acabando por receber um olhar descrente vindo do outro. – O elevador não estava funcionando e vimos às escadas, logo resolvemos subir por ela e terminamos aqui. De qualquer forma, somos sim hospedes. – mentiu facilmente, adquirindo uma seriedade.

— Acabei de vir pelo elevador, deve ter sido um probleminha de nada. – disse, fazendo com que o grupo pudesse respirar aliviados. – Siga em frente e vire no primeiro corredor, vão ver o elevador no final do corredor. – e então acendeu a pequena lanterna que carregava consigo, deixando-os sozinhos.

Gargalharam alto depois de vê-lo sumir na curva do escuro corredor e esperarem alguns minutos para terem a certeza de que o mesmo já havia ido embora. O pequeno grupo continuou indo em direção a razão de estarem ali. Um enorme sorriso surgiu nos lábios de Jhonny ao ver os números dourados que estavam pendurados na porta de madeira. 407. Finalmente haviam chegado!

Observou o namorado de Alisha – cujo nome era Lance – preparar habilmente a filmadora, sinalizando, um tempo depois, para que continuasse. De inicio, a porta do quarto de hotel não quis abrir, mas depois de alguns empurrões e chutes permitiu surgir uma brecha, grande o suficiente para que conseguissem entrar.

O lugar todo estava entupido de poeira, até mesmo o ar. Não havia muita coisa ali para se ver, fora um ou outro móvel coberto por um plástico, o lugar encontrava-se vazio. Lance gravou tudo o que podia antes de voltar à câmera para o líder daquele pequeno grupo, contando baixinho até três.

— Que? Eu tenho que começar? – fez uma careta ao vê-los assentindo. – Mas eu nem sei o que dizer!

— Comece contando a história daqui. – guiou Sun, a garota que anteriormente teria segurado a barra de sua camiseta. – Você é bom em contar esse tipo de coisa.

— Certo. Então... – esperou para que o cameraman contasse até três. – Bom, aqui estamos nós, no quarto 407, ou melhor, no quarto onde ‘nasceu’ o serial killer em que muitos dizem ter existido em nossa cidade! Sim, estou falando de Aiden Withcraft. – pausou para que pudessem gravar a salva de palmas que as garotas haviam feito. – Mas o que levou o nosso querido Aiden a se tornar um assassino?

Sun apontou para um guarda-roupa que havia ali, mostrando a prova concreta de que a família Withcraft esteve ali, no lugar que teria transformado o filho único em um assassino. Lance que aproximou do armário, gravando uma pequena assinatura feita em letras de formas. AIDEN.

Jhonny sorriu vitorioso ao conferir com seus próprios olhos, estava certo, afinal. Ele havia sido o único do grupo a acreditar, mesmo que cegamente, que a família teria vivido ali. Sua grande insistência para que fossem dar uma olhada no quarto 407 havia causado irritação e, consequentemente, algumas discussões. Mas no final estava certo! O pigarreio vindo de Lance o tirou de seus devaneios, lembrando-o que deveriam continuar a gravação.

— Aiden vivia somente com pai, já que a mãe havia morrido em um acidente de carro. Donovan Withcraft não era o melhor pai do mundo. Batia em seu filho e estava, praticamente, o tempo todo bêbado. Aiden apanhava sem ter uma razão, e era de costume ter queimaduras de cigarros, roxos e, até mesmo, cortes pelo corpo.

— Não fico surpresa pelo o que ele se tornou. – Sun comentou, sentando-se numa das camas cobertas pelo plástico transparente. – Mas, é claro, o que ele fez foi errado. Conheço muita gente que já passou por coisas assim e não se tornou um assassino sanguinário que mata gente inocente.

— De qualquer forma, a primeira vitima de nosso querido serial killer foi seu próprio pai. Cansado dos abusos familiares, Aiden seguiu seu pai até um dos bares em que ele bebia até cair, disfarçado com uma daquelas máscaras japonesas assustadoras. Quando Donovan finalmente saiu do bar, meio confuso pela bebida, foi morto e esquartejado naquele beco, onde Aiden o guardou uma mala que havia levado consigo. – Jhonny parou por um momento, achando que havia ouvido algo.

— E foi bem nesse quarto, o 407, que queimou a vitima, lançando o pó pela janela. – continuou Sun ao perceber que o líder estava alerta. – Lance, pare de gravar por alguns instantes.

— O que aconteceu? – o cameraman perguntou, derrubando a câmera ao escutar um som alto vindo do banheiro.

Jhonny se direcionou lentamente ao lugar em que o som teria vindo, sinalizando para que os outros ficassem ali. Abriu calmamente a porta do banheiro, suspirando aliviado ao ver que o barulho teria se originado por conta de um ninho de pombos que havia no banheiro.

Virou-se para o grupo para anunciar que não era nada, foi quando aquela dor terrível atravessou toda a sua cabeça. Jhonny ficou acordado por alguns segundos, tempo o suficiente para acreditar que havia ido parar no inferno. Retirou, lentamente, a espada que havia usado para atravessar a cabeça do garoto. Estalou o pescoço, olhando de cima o resto do grupo que tinha sobrado – visto que era bem alto.

Escutou-os gritar, mas não se preocupou, afinal, ninguém viria para ajudá-los.


Notas Finais


É só isso mesmo ;)
• Regras, fichas e outros – https://goo.gl/ypibJb
faloooouu o//


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