História Roommate - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jin, Jinsuga, Protectseokjin, Seokjin, Sugajin, Yoongi, Yoonjin
Exibições 953
Palavras 2.990
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Já aviso para vocês prepararem seus corações, o capítulo tá um pouco pesado.

Boa leitura!

Capítulo 17 - Palavra de honra


Fanfic / Fanfiction Roommate - Capítulo 17 - Palavra de honra

Jin POV

Abri meus olhos tentando situar onde estava. Tudo o que me lembrava é que havia ido para a parte externa do hospital após Yoongi dormir, pois precisava de ar puro. Minha mente estava a mil. Até que eu senti uma forte pancada em minha cabeça e apaguei completamente.

Eu sentia dores nos pés, pernas e braços. Tentei abrir a boca, mas estava amordaçado. Só havia um pensamento na minha mente: Dongwan. Ele estava me punindo por não estar no dormitório como deveria. Quando minha visão focou direito, vi ele caminhando em minha direção, seus colegas que sempre participavam das torturas que faziam a mim e Yoongi estavam lá também. Ele tirou o pano de minha boca.

- Você claramente gosta de mexer com fogo, não é Seokjin? – Me olhou bravo.

- Eu tinha que ficar com o Yoongi. – Falei. – Vá em frente e me bata no estômago e nas pernas, me deixe preso como sempre faz. Você não pode passar muito disso para não levantar suspeitas. Então, eu não tenho medo de você.

Dongwan ergueu uma sobrancelha, lançando um sorriso irônico na minha direção.

- Você é patético! – Deu um tapa em meu rosto. – Estamos aqui, afastados do resto. Acho que podemos fazer as coisas de um modo diferente hoje. E aí? – Questionou os outros. – Você é viado. Sei do que você gosta.

O medo percorreu meu corpo assim que vi o que ele estava fazendo. Dongwan me amordaçou novamente, abaixou suas calças junto com sua cueca, segurando seu pênis e vindo na minha direção. Dois outros caras repetiram seu gesto. Comecei a me mexer com urgência, mesmo sabendo que não seria capaz de sair daquela árvore a qual estava amarrado.

Dongwan começou a passar seu pênis em meu rosto, eu tentava desviar, mas era impossível. Eu estava me sentido humilhado da pior maneira. Os outros dois caras também vieram e fizeram o mesmo comigo. Eu estava sentindo nojo e com vontade de vomitar. Fechei meus olhos. Será que aquilo poderia piorar?

As lágrimas começaram a sair de meus olhos enquanto eu tentava pedir, mesmo que inutilmente devido a mordaça, que não fizessem nada comigo. Dongwan começou a rir do meu desespero.

- Fica tranquilo. Eu não vou foder você, embora, eu saiba que é o que você quer. Eu sinto nojo de pessoas como você. Se eu pudesse, eu mataria você e seu namoradinho idiota. – Ele voltou a passar seu membro em meu rosto e começou a estimulá-lo com a mão.

Um dos caras se aproximou e tirou a mordaça de minha boca, eles queriam que eu os chupasse, porém, quando um se aproximou eu ameacei mordê-lo, como consequência, recebi um chute no estômago e outro bem forte em meu pênis que me fez soltar um grito de dor agudo e alto. Rapidamente, eles me amordaçaram de novo e começaram a se masturbar perto de meu rosto. Eu voltei a chorar. Concentrei meus pensamentos em Yoongi, em como eu queria que esse inferno acabasse, em como eu queria estar em um lugar seguro com ele, junto de seus braços e longe de todo esse mal. Eu estava com os olhos fechados, não queria ver aquilo, porém, os tapas que levava de Dongwan e as mãos dos outros caras segurando meu rosto me obrigavam a ver aquilo. Eu queria gritar por socorro, eu queria me livrar de tudo isso. Dongwan se aproximou ainda mais e eu sabia o que estava por vir. Fechei os olhos e senti uma gosma quente em meu rosto, ele havia gozado. O cheiro era ruim e eu me sentia violentado. Meu choro se intensificou e quando um dos outros caras iria se aproximar para fazer o mesmo uma voz grossa e alta fez com que todos congelassem no lugar.

- O QUE PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO?

Abri meus olhos e pude ver o Capitão Seonhun indignado com a cena, ao seu lado estava Tan, que me encarava assustado com tudo.

- ENTÃO, VOCÊS GOSTAM DE MOLESTAR AS PESSOAS? VOCÊS SÃO UNS COVARDES! – Seonhun ordenou que Tan fosse me desamarrar e pegou seu rádio chamando reforços do seu quartel. – NÃO! NÃO É PRA POR A CALÇA, FIQUEM ASSIM!

Ele tirou seu celular do bolso e fotografou a cena.

- Agora sim vocês podem se vestir, quero todos deitado no chão com a boca virada para a terra. Já chamei membros do meu quartel, já chamei a polícia. Vocês todos estão ferrados! – Seonhun os encarou e em seguida veio até onde eu estava me dando um pano que havia em seu uniforme para que eu pudesse limpar o rosto. – Tan, leve o Seokjin para tomar um banho e depois o leve para a sala do departamento geral. Vou reunir todos os oficiais lá.

- Yoon... eu preciso ver o Yoongi, por favor. – Supliquei em um fio de voz.

- Você irá vê-lo, Jin. Vamos primeiro cuidar de você, certo? – Tan sorriu me ajudando a levantar.

- Foi você, não foi? Foi você quem viu e me salvou? – O questionei andando com dificuldade e apoiado nos ombros dele.

- Sim. Eu ouvi um grito estridente e corri na direção do som. Quando cheguei, eu vi a cena e então me lembrei que o Capitão Seonhun tinha vindo para cá agora a noite para conversar com o diretor. Eu corri até o dormitório oficial e o arrastei para cá. – Explicou ele.

As lágrimas voltaram a se acumular nos meus olhos. Eu soltei todo o ar que estava preso dentro de mim.

- Muito obrigado. Você me salvou. Você salvou o Yoongi e eu. Serei sempre grato. Obrigado. – Agradecia sem parar, ainda em choque e tentando assimilar tudo.

- Não precisa agradecer. Você e o Yoongi são os únicos que sempre me trataram com respeito. Eu sempre quis ajudar vocês, mas sabia que só falar não adiantava. Precisava de uma evidência. – Ele abriu a porta do vestiário e me indicou o chuveiro enquanto pegava alguma roupa de treino do exército para eu usar.

- Obrigado, Tan. – Agradeci mais uma vez e fui para o banho. Eu não conseguia parar de chorar, flashes daqueles acontecimentos me assombravam. Respirei fundo.

Após o banho e eu me trocar, fui guiado até o departamento geral, onde havia uma pequena aglomeração. Meus agressores estavam alinhados num banco no lado de fora, já com a polícia os interrogando. Passei por eles e entrei na sala, vendo o Capitão Seonhun em plena fúria enquanto empunhava diversos papéis no ar.

- Isso aqui são tudo denúncias feitas pelo Yoongi e o Jin ao longo desses 16 meses. Além disso, há algumas denúncias de Tan sobre a situação dele e também de Jin e Yoongi. Há denúncias de outras pessoas de outros pelotões e todas elas foram ignoradas, porque vocês são preguiçosos e preconceituosos. – Falava ele.

Haviam diversas autoridades, inclusive, o marechal geral do exército foi chamado, era ele quem comandava todos os quartéis, todos respondiam a ele.

- Não importa se vocês gostam de gays ou não, concordam com isso ou não. Eu sinceramente não concordo. – Admitiu Seonhun. – Mas é a vida deles e antes de qualquer coisa, Jin e Yoongi são seres humanos e merecem respeito. O que eles fazem da vida pessoal deles não interessa a nós. Quando entramos no exército, nós fazemos um juramento, juramos proteger as pessoas, defender nosso país e não tratar nossos semelhantes com tamanha atrocidade. Eu exijo que todo esse quartel seja alterado, que os membros chefes sejam mudados. Não podemos tolerar mais isso!

Eu estava sentado, ouvindo tudo calado e concordando com o que ele dizia, me admirava ver que mesmo com ele não compreendendo porque eu era homossexual, Seonhun me tratava com respeito. A reunião prosseguiu por alguns minutos até eu ouvir uma agitação do lado de fora.

- SAIAM DA FRENTE! EU QUERO VER O JIN! – Identifiquei a voz de Yoongi e me levantei aflito, pedindo autorização para sair. Todos concordaram.

Abri a porta no exato minuto em que Yoongi iria ameaçar arromba-la e corri para seus braços. O choro voltou.

- É tão bom te ver! – Falei no abraço.

Yoongi se separou de mim e começou a me fitar, passando a mão em meu rosto em gestos desesperados.

- QUE RAIVA QUE EU ESTOU SENTINDO! ELES SÃO UNS COVARDES! – Questionou, começando a chorar também.

- Vamos conversar para lá. Vem. – Puxei ele pela mão e seguimos para uma varanda que havia em uma das salas. – Como conseguiu sair do hospital?

- Não interessa eu, Seokjin, quem interessa aqui é você. Eu acordei, ouvi os médicos falando sobre você ter sido molestado e fugi de lá. O que eles fizeram?

- Yoongi, não... – Comecei a chorar.

- Eu preciso saber. Eles te tocaram, eles transaram com você?

- Não houve penetração, mas... mas... – Senti um nó em minha garganta, as lembranças me bombardeavam. – Ah, Yoongi!

Me agarrei nele e chorei em seus braços, um choro dolorido, que retratava bem o que eu sentia após toda aquela humilhação. Quando consegui me acalmar, expliquei para Yoongi o que houve e o mesmo ficou enlouquecido de raiva, mas eu o acalmei. Os policiais vieram nos informar que os homens estavam presos e iriam responder por todos os seus atos cometidos ao longo daqueles 16 meses.

Já havia amanhecido, tanto eu, quanto Yoongi estávamos descansando num dos quartos oficiais, em camas separadas, mas estávamos longe de todas as pessoas. Seonhun achou melhor que ficássemos por lá para que ninguém nos enchesse de perguntas. Ele era uma pessoa rara, alguém que realmente cumpria com suas palavras.

Eu não consegui dormir direito, tive pesadelos com o ocorrido, mas Yoongi prontamente se levantava e vinha se sentar ao meu lado na cama, onde ele segurava minha mão e dizia palavras doces. Até que batidas na porta puderam ser ouvidas e vi Seonhun e Tan pedindo licença para entrar no quarto.

- Eu gostaria de pedir desculpas a vocês, não só aos dois, mas também ao Tan pelas coisas que aconteceram. Providências já foram tomadas. Além deles estarem presos, toda a equipe que comanda esse quartel será trocada e vamos acompanhar de perto todo o trabalho para que isso não volte a se repetir. Também conversei com meus superiores e chegamos à conclusão de que vocês não precisam mais prestar o exército, esses 16 meses já foram o bastante, então, estão dispensados do serviço. Nós nos oferecemos para dar todo o suporte necessário em tratamento psicológico e no que mais precisar. – Seonhun explicou tudo de uma vez e nos encarava com atenção.

- Não será necessário, eu vou cuidar dessa parte. – Falei, apertando a mão de Yoongi contra a minha. – Obrigado por toda a ajuda. Obrigado por ouvir meu grito e não ignorar, Tan. Você foi um verdadeiro herói, foi um anjo que me salvou. Obrigado Seonhun por não virar as costas para nós, mesmo que você não considere certo o que nós temos.

- Jin, Yoongi, antes de qualquer coisa que eu pense, vocês dois merecem respeito. Eu posso achar estranho, mas não posso julgar vocês por isso. Jamais viraria as costas para alguém que precisa de ajuda, independente, da orientação sexual dela. Eu fiz um juramento e eu cumpro com a minha palavra. Espero que vocês sejam felizes. – Seonhun sorriu e colocou uma mão em meu ombro e outra no ombro de Yoongi. Se levantou da cama e apoiou a mão rapidamente no ombro de Tan, como se despedisse, antes de sair pela porta.

- Obrigado. – Yoongi agradeceu Tan. – Eu... Eu sinto muito por não estar lá pra te proteger Jinnie. – Me olhou.

- Yoongi...

- É sério. Eu devia te proteger de todos, mas eu sou um completo inútil. Se não fosse o Tan, você...

- PARE! – Tan disse firme, o que nos assustou e fez com que arregalássemos os olhos. Ele nunca tinha agido assim. – Vocês dois se amam. Yoongi, eu sei que faria de tudo pelo Jin e sei que ele faria o mesmo por você. Mas, você estava doente, estava apagado. Como poderia ajudá-lo? Não se culpe por isso. Se você estivesse acordado, não o protegeria, mas sim, estaria na mesma situação que ele, vendo Jin agonizar e passando pelas mesmas coisas. Seria muito mais terrível. Eu estava no local certo e na hora certa. Apenas isso! Não se culpe, ok? Agora vocês estão livres. Vão viver a vida de vocês da maneira que sempre sonharam. – Tan falou firme e de coração.

Me emocionei com suas palavras e me afastei de Yoongi que me abraçava, me levantando e chamando Tan para um abraço.

- Será que eu posso? – Abri os braços e ele sorriu.

- Com certeza. – Ele veio até mim e retribuiu meu gesto de carinho. Yoongi fez o mesmo e eu já estava me sentindo melhor.

- Obrigado por tudo. – O agradeci mais uma vez antes de encarar Yoongi que sorria para mim.

Ao passar da porta do quarto, nós dois sabíamos que faríamos as nossas malas e iríamos voltar para casa.

*****

 

O ocorrido foi parar no jornal, o que chocou as pessoas e mudou um pouco da visão delas sobre nós. Começou-se a falar sobre homossexualidade - mesmo que nas entrelinhas - na TV. Nas ruas, as pessoas debatiam entre si sobre o assunto. Não traria grandes resultados e nem mudaria a mentalidade da Coreia do Sul, entretanto, já era um começo. Não se planta uma árvore hoje e ela cresce amanhã, qualquer mudança leva tempo e eu sonhava com o dia em que meu país seria mais aberto em relação as diferenças.

Eu tinha diversos pesadelos com o que havia ocorrido comigo, acordava chorando e gritando, Yoongi sempre estava lá para me acalmar, embora, eu soubesse que me ver assim o fragilizava também. Eu tinha medo de sair sem ele do meu lado e não gostava de falar com estranhos, conhecer pessoas novas. Estava fazendo tratamento e Yoongi estava me ajudando, me dando confiança e coragem para superar aquilo da melhor forma possível.

- Hyung! – Tae entrou na minha cozinha feito um furacão. Yoongi havia acabado de abrir a porta para ele e o mesmo veio direto falar comigo. – Eu e o Jimin... a gente... a gente...

- Transaram? – Yoongi chegou do nada na cozinha.

- Amor! – Joguei um pano de prato nele que ria se divertindo com aquilo.

Taehyung ficou vermelho e por um momento se esqueceu do que ia falar, pois sua boca abria e fechava sem emitir nenhum som.

- Olha o que você fez Min Yoongi. Traumatizou o menino! – Eu ri e passei as mãos em frente aos olhos do mais novo, que piscou algumas vezes voltando a si.

- A gente se beijou! – Deu pulinhos de alegria.

- Como isso aconteceu? – Questionei curioso colocando as cenouras que havia cortado dentro de uma panela.

- Eu segui seus conselhos e nós começamos a conversar bastante sobre coisas mais profundas, passamos a sair juntos, até que anteontem ele ficou no meu apartamento vendo filme comigo, rolou um clima e a gente acabou se beijando. – Taehyung suspirou, sonhador.

- Temos um novo casal na área? – Yoongi se aproximou de mim e tentou roubar um pedaço de batata, mas eu dei um tapa em sua mão. – Ai! Que bruto!

- Que dramático! – Apertei suas bochechas e voltei a olhar para Taehyung que estava com os olhos brilhando.

- Vá com calma nas emoções, certo? É tudo muito novo para você e para o Jimin. – Orientei.

- Fala isso para ele, mas quando a gente se beijou, não demorou um mês para que a gente estivesse transando. – Yoongi falou baixo, porém, isso não evitou que Taehyung ouvisse, porque o mesmo tossiu e ficou mais vermelho que os tomates que estavam diante de mim.

Dei uns belos tapas nos braços de Yoongi e o mandei calar a boca. Ele protestava contra as minhas investidas. Eu estava morrendo de vergonha do que ele havia falado.

- Ignore o Yoongi, ele não entende de romance. – Expliquei.

- Você sempre fala isso para as pessoas, mas sou eu quem te faz feliz. – Fez bico. – Lembro que anos atrás quando o Jungkook pediu dicas amorosas você falou isso, mas não resiste as minhas provocações.

- Porque você é cara de pau, é diferente, não é romântico. – Zombei.

- Não sou romântico? Então, pode devolver esse anel agora! – Yoongi me abraçou pela cintura e deu um beijinho em minhas costas, em seguida, começou a todo custo tentar pegar minha mão para retirar o anel de noivado que me deu.

- Quer parar? O assunto não somos nós, mas sim, o Taehyung. – Relembrei que o mais novo ainda estava lá e Yoongi se separou de mim rapidamente, pedindo desculpas. Parecia uma criança quando fazia isso. Taehyung parecia não se importar e se divertia com o nosso momento.

- Vocês fazem um casal tão bonito. Ficarei triste quando forem embora. – Taehyung lamentou.

- Sempre seremos amigos e nós sempre vamos vir para a Coreia ver vocês, eu prometo! – Me aproximei dele e baguncei seus cabelos.

- E se esse seu romance com o Jimin for para frente, tome cuidado, ok? Não queremos que o Bangtan acabe novamente. – Yoongi comentou. O grupo com apenas 5 membros havia voltado fazia alguns meses. – Mas, assim, sem pressão tá?     

- Yoongi! – Peguei o pano de prato e bati nele mais uma vez.

- Ai! Eu to mentindo? – Reclamou passando a mão no braço.

- Aish! É para ajudar o Taehyung, não pra desesperar o Taehyung. – Dei um tapa em minha própria testa e suspirei pesadamente. - Você realmente não sabe aconselhar as pessoas, Yoongi.


Notas Finais


Como eu mexi com algo delicado, quis fazer de modo coerente, porque não consigo escrever algo mais pesado do que isso referente ao assunto que abordei. E também não queria fazer o Jin passar por algo pior.

Mas e aí? Como vocês estão após esse capítulo e tudo que ocorreu nele?
Deeem suas opiniões sinceras, agradeceria muito.

Deixei mais tranquilo no final, porque Yoonjin merece momentos felizes!

3 CAPÍTULOS PARA ACABAR ROOMMATE!!!!!!
~todos choram~
Sim, infelizmente está acabando de vez! =/

Obrigada ♥
Me encontre no Twitter: @protectseokjin


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