História Roommate - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigo, Amor, Drama, Love, Romance
Visualizações 8
Palavras 1.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Colega de quarto


Fanfic / Fanfiction Roommate - Capítulo 2 - Colega de quarto

O lugar era bem confortável, descobri que havia uma pequena sala com uma mesa de trabalho, materiais de escrivaninha e janelas que davam para um grande terraço. Então voltei para a sala e sentei no bar que separava a sala de estar da cozinha, onde Sebastian parecia estar fazendo um suco.

- Eu estava pensando... – disse ele – Você herdou o apartamento, certo?

- Sim, exatamente.

- Você veio com o objetivo de vendê-lo?

- Não, não se preocupe! – dei um gole no suco.

- Eu só mencionei no caso de eu ter que procurar um novo teto nos próximos dias. – ele se sentou em um banquinho à minha frente, do outro lado do bar.

- Eu não sei o que eu vou fazer com este apartamento, é tudo tão de repente. Nunca fui proprietária de um imóvel, imagine em Paris.

- Você também veio da Inglaterra? – sorriu ele.

- Sim, nascida e criada na velha Inglaterra. – sorri – E você, como veio parar aqui?

- Foi por acaso, eu tenho um amigo que fazia estágio por aqui, então eu resolvi vir visitá-lo. Não esperava me apaixonar tanto assim pela cidade a ponto de criar raízes. Eu tenho um pub, chamado Bistrô’s Club.

- Bonito e bem-sucedido. Você tem tudo! – não acredito que isso tinha saído da minha boca.

O telefone toca.

- Olá Yan! – atende Sebastian – Sim, sim eu cheguei em casa com segurança, e você? Sim, eu vou passar no pub esta noite. Com licença um instante, Anne. – ele se levanta e vai para o seu quarto, enquanto isso, ando pela casa a fim de conhecer um pouco mais sobre o imóvel. O apartamento é realmente muito bonito. Eu amei o piso escuro, as prateleiras de madeira... – Desculpe, era um empregado do pub. O que estávamos dizendo?

- Eu estava dizendo que não sei quanto tempo vou ficar.

- Sim, é isso.

- Bem Sebastian, na verdade eu acho que sei. Sei o que eu quero desde que o advogado anunciou que eu herdaria este apartamento. Gostaria de ficar, não sei quanto tempo, mas... Você entende que eu quero ficar, certo?

- Ok, é claro, eu entendo, é o seu apartamento, isso é normal. Quanto tempo eu tenho antes de ter que mudar?

- Por que você se mudaria? – perguntei.

- Eh... Você quer ficar aqui, não? – ele tinha um sorriso muito lindo.

- Sim, quero, mas têm três quartos, duas camas... – dei um leve empurrão no seu ombro.

- Ah... Então você quer que vivamos juntos?

- Isso te incomoda? – droga.

- Não, não, não, não mesmo. Na verdade acho muito legal! Eu estou indo para o trabalho em algumas horas, se você quiser ir visitar eu vou deixar a chave reserva no bar.

- Está bem, eu vou ver se sou capaz de achar o lugar aqui em Paris na minha primeira noite, mas... – revirei os olhos em tom de sarcasmo.

- Não se preocupe, é ao virar a esquina. – não tinha como ele ser mais encantador.

- Então te vejo mais tarde, estou exausta.

No entanto, acabei desmaiando em sua cama, nem tive tempo de trocar a roupa. No outro dia...

- AAAAAAH! – gritei desesperada.

- Desculpe, eu não queria te acordar. Sou eu! – Sebastian havia dormido no cantinho da cama – Eu até ia dormir no sofá, mas é tão desconfortável, juro que não tirei nenhum proveito da situação.

Eu sorri para ele e joguei uma camiseta em sua cabeça. Com a quantidade de roupas no chão, tinha muita escolha de munição. Sebastian começou a rir.

- Por que sempre que uma mulher está na minha cama acaba em violência? Que azar!

- Você teve sorte que eu não joguei uma de suas meias! – comecei a rir e jogar qualquer coisa que eu pude encontrar nele.

- Ah, pare, pare. Ajudem-me, eu estou sendo atacado! – ele acaba desaparecendo sob a pilha de roupas que se acumularam em seu rosto.

- Olá? Existe alguém ai? Sebastian? Você desapareceu? – brinquei.

Ele desaba em risadas novamente e remove as coisas de si.

- Oh merda, não me faça rir, acabei de engolir uma meia. Vamos tomar o café da manhã? – ele tirou o lençol que lhe cobria e revelou um corpo maravilhoso.

Depois do café, ele me apresentou os dois quartos disponíveis para minha escolha: o dele e o escritório. Resolvi ficar com o escritório que, apesar de ser menor, tinha toda a disponibilidade do terraço.

- Existe alguma loja aqui em Paris onde os móveis são baratos? – perguntei com as mãos na testa.

- Existem várias lojas de antiguidades na rua, podemos ir lá dar uma olhada depois, se você quiser, claro! – ele sorriu enquanto colocava a mão na nuca.

- Sim, eu adoraria!

- Espere só eu ligar para o meu amigo Yan, ele vai retirar essas coisas do escritório, assim ele vai parecer mais com um quarto.

- Yan, era com ele que você falava ontem não era? Ele é um amigo próximo? – sempre fui muito curiosa, confesso.

- Na verdade ele é meu melhor amigo, meu barman, DJ, é tudo pra mim, menos um namorado. – ele gargalhou – Vou dizer a ele que é um empréstimo. A mesa era de seu pai, tenho certeza que você vai querer ela de volta quando eu sair do apartamento.

- Ou quando eu te despejar! – completei.

Sebastian sorri e coloca o telefone no ouvido.

- Ele aceitou, vem aqui em duas horas para pegar a mesa, o que nos dá um bom tempo para mover as coisas do quarto e ir para a loja de antiguidades.

Na mesma hora, uma rajada de vento veio da janela e fez minha camisa voar para o meu rosto. Mais que depressa, tento arrumar a camisa, mas logo fico ruborizada.

- Era só ter concordado, não precisava me mostrar seus seios. – ele brinca.

- Você está certo, vamos esperar alguns dias para isso... – brinquei de volta.

- Na verdade, eu estava pensando em propor um nudismo partilhado, e aí? Topa? – disse ele puxando um pouco minha camisa.

Comecei a rir. Nós terminamos de ajeitar os móveis do escritório e saímos para a loja de antiguidades, uma hora depois retornamos, com os braços cheios de sacolas.



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