História Roommates - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Josh Devine, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Larry, Niall Horan, Zayn Malik, Ziall
Exibições 320
Palavras 3.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Notas finais ~

Capítulo 33 - What Happened?


Fanfic / Fanfiction Roommates - Capítulo 33 - What Happened?

            Quatro meses atrás

          

  - Zayn?_ Doniya o gritou assim que estacionou o carro na universidade.

            - Doniya? O que aconteceu?_ perguntou preocupado quando a irmã o abraçou.

            - Precisamos ir para casa, agora.

            - Por quê? Aconteceu alguma coisa? É a mamãe? As meninas?

            - Eu não sei._ disse agitada, passando a mãos nos cabelos._ Liguei para mamãe pela manhã, e a voz dela me pareceu aflita, preocupada, perguntei o que era e ela não quis me dizer, mas respondeu com voz de choro.

            - Eram sete da manhã, ela podia ter acabado de acordar.    

            - Eu conheço nossa mãe, Zayn. Ela não está nada bem nesses últimos dias, mas vem disfarçando, mas nem isso consegue mais, chegou no limite.

            - Será que ela e o papai querem se separar?_ perguntou preocupado, e só de pensar nisso, sentiu a garganta se fechar. Seu pai não podia ser o pai mais carinhoso e atencioso, mas vivia bem com sua mãe. E era sua família, não a queria separada.

            - Eu não sei, mas quero estar perto dela, e ela precisa de você também, vocês são muito apegados.

            - Eu sei. Mas Don, estamos no último mês de aula, em um mês teremos nossas férias de dois meses, podemos ficar com ela, com eles.

            - Zayn, você me conhece, eu levo meu curso muito a sério, e minha semana de provas é na próxima semana, assim como a sua, e eu vou ao invés de me matar de estudar, ficar com a mamãe, isso porque sei que algo ruim está acontecendo, ou vai acontecer, e eu não quero estar longe.

            - Ok._ disse cansado._ Mas não posso ir agora, tenho trabalho na terceira aula para apresentar e minha última aula de Cálculo I antes da prova, que será na quarta aula. Podemos ir depois disso?

            - Faremos assim: vou de metrô que é mais rápido e você mais tarde de carro, que domingo voltamos juntos no seu carro.

            - Tudo bem. Boa viagem. E não se preocupe tanto, se tivesse acontecido alguma coisa realmente ruim, nós já saberíamos.

            - Obrigada. E te espero lá, venha, por favor.

            - Eu irei, não se preocupe.

            - Tome._ disse estendo um papel para o irmão.

            - Atestado médico?

            - Sim, pedi para o tio da Lizzy, são de dois dias, quinta e sexta-feira.

            - Valeu.

            - Te espero em Bradford.

            - Tchau.

 

            -x-

            - Z? Cadê você?_ sua irmã do meio chorava compulsivamente, o desesperando, precisou encostar o carro para poder atender direito o celular.

            - Waliyha? Por que está chorando?

            - Z-z-ayn?_ a menor chorava e soluçava ao telefone._ Foi horrível. Onde está?

            - Estou indo. Ponha a mãe no telefone, ou a Don.

            - Elas estão lá fora gritando com eles. Por favor, venha._ chorou desesperada.

            - Eles? Eles quem?

            - Eu preciso desligar, ele voltou.

            - Wali?_ Zayn perguntou chorando, nem viu o momento em que as lágrimas desceram. Ligou o carro e acelerou, precisava chegar em casa, e logo.

 

            -x-

            - Mãe!_ entrou na casa desesperado, a porta de entrada estava destrancada.

            Não viu ninguém na sala, então correu escada acima, em direção aos quartos.

            A porta da suíte dos pais estava encostada, e mesmo não estando tão perto, escutou o choro das quatro mulheres que mais amava no mundo, e correu esbaforido em sua direção.

             E ao passar desesperado pela porta, sentiu um corpo se jogando contra o seu, o abraçando apertado.

            Doniya.

            - Don? O que houve?_ perguntou fechando os olhos, a envolvendo em seu abraço, e então a mais velha desabou, chorando em seus braços enquanto seus ombros sacudiam, devido a crise de choro.

            - Eu o odeio, Zayn. Ele é um monstro.

            - Quem? Quem fez isso com você?_ perguntou carinhoso, abrindo os olhos, e finalmente vendo sua mão, cercada das duas irmãs menores, todas com lágrimas nos olhos.

            - Yaser! Aquele vagabundo. Desgraçado._ murmurou raivosa._ Como ele pode? Em nossa casa, Zayn! Na casa da nossa família. Ele ousou, aquele filho da puta sem coração.

            - Doniya, por favor. Olhe as crianças._ a mãe implorou, abraçando as menores.

            - Elas sabem, elas viram! Do que mais quer protegê-las?

            - Desse linguajar. Por favor, se contenha.

            - Como pode estar tão calma?_ a maior a desafiou, se afastando do irmão._ Como está tão tranquila depois de tudo que ele te fez? Hum?

            - Eu não estou._ respondeu travando o maxilar, evitando chorar na frente das menores._ Se acalme e leve suas irmãs para tomar um sorvete, um bem grande, que dure umas três horas.

            - Eu quero estar aqui, quero ouvir. Quero saber de tudo que está nos escondendo.

            - Agora não Doniya, mas tarde Zayn te conta.

            - Eu sou a mais velha.

            - Eu sei, por isso, cuide de suas irmãs, por favor.

            - Tudo bem._ disse chateada, mas vencida._ Se é como quer.

            - É como tem que ser._ disse séria, dando um beijo na bochecha das filhas mais novas._ Vão com sua irmã, mais tarde jantamos todos juntos.

            - Sem o papai?_ Safaa perguntou.

            - Sim, sem o traste._ Doniya respondeu, as pegando pela mão, rumo à porta.

 

 

            - Zayn?

            - Sim?_ perguntou se aproximando da mãe, que olhava o seu carro, com as filhas, se afastar.

            - Vá à adega e pegue um vinho francês.

            - Que safra?_ perguntou ainda olhando as costas da mulher que até o último minuto se recusava a desmoronar.

            - Safra de 1940, bordô. Meu sogro que me deu de aniversário, e só tomo ele em grandes mudanças.

            - O que está mudando?_ perguntou inseguro.

            - Toda a nossa vida._ Respondeu finalmente olhando para o filho, com lágrimas e um sorriso triste._ Agora busque o vinho para sua mãe, e traga também duas taças. Vou te esperar na piscina.

 

            Zayn, já com o vinho e as taças nas mãos, andou pelas trepadeiras e plantas, todas floridas, em direção à piscina, onde a mãe o esperava, sentada na beirada, com os pés na água, os balançando, enquanto assistia as pequenas ondas que causava.

            E só então percebeu o quanto ela parecia exausta, esgotada, e como bem disse sua irmã, no limite.

            Sua mãe o recebeu com um sorriso, segurando a garrafa e as taças, e quando os serviu, saboreou o vinho e sorriu.

            - Tão bom quando me lembrava.

            - O que aconteceu?_ perguntou após provar do vinho também, que desceu suave por sua garganta seca._ O que as meninas viram? Por que Waliyha me ligou chorando desesperada?

            A mãe tocou em sua bochecha, enquanto uma lágrima solitária desceu em seu olho direito. Deitou a cabeça em ombro e fechou os olhos, deixando que o restante das lágrimas descesse em abundância.

 

            - Sempre fomos muito ricos, meu pai, minha mãe, consequentemente, eu. E casei, com um jovem Yaser, cuja família Malik, era sinônimo de riqueza e crescimento econômico.

            - Por que está me contando isso?

            - Seis meses atrás, seu pai veio desesperado até mim. Queria que eu te chamasse, você e a Doniya, para venderam as propriedades que estão em seus nome, já que as das menores só podem ser vendidas após a maioridade delas.

            - Por que ele queria isso? Nunca precisou mexer nessas propriedades que eram dos seus pais.

            - Exato. Por quê? As únicas propriedades que usufruímos foram essa casa e o apartamento em Paris. E as quatro maiores, passamos para vocês, para o caso de acontecer algo conosco.

            - Por que ele queria?

            - Ele e os sócios tomaram muitas decisões erradas, gastaram demais, investiram de menos, apostaram alto em ações erradas. E no ano passado, entraram em uma dívida que não conseguiram mais pagar.

            “Os sócios majoritários venderam terras, ações, joias de família e dispensaram 80% dos funcionários e pagaram todos os direitos, afinal, ainda tinham esperança de reerguer a empresa, então não podiam ser denunciados por falta de pagamento. Sem contar que queriam esconder a todo custo a situação crítica da empresa.”

            “Porém a situação só piorou, os sócios caíram fora e seu pai ficou com todo o pepino para resolver. Vendeu as poucas propriedades que seu pai lhe deu, mas o dinheiro não foi suficiente, pois a família de seu pai nunca investiu em imóveis, e sim em ações e nas próprias empresas.”

            - Estamos falidos...

            - Estamos.

            - Só temos propriedades?

            - E minhas jóias que a vovó me deixou, como o casamento era de divisão parcial de bens, as casas e joias são minhas, e não dele.

            - Por isso quis vender minha casa e a da Doniya?

            - Na verdade, seis meses atrás quando resolveu me contar, ele queria vender essa casa, sua casa. A casa que foi dos meus avós, dos meus pais, nossa, e por fim, será sua.

            - Você disse que não.

            - Na época, me senti uma péssima esposa, que não ajudou o marido no momento em que ele mais precisou, afinal, eu nunca trabalhei, nunca gastei do meu próprio dinheiro, afinal, ele pagava tudo para mim e para vocês, do melhor.

            “Então vendi algumas propriedades que estavam em meu nome, mas não seria suficiente. Ele queria essa casa, que é sua, ou o apartamento de Paris, da Doniya, afinal, tem a vista privilegiada do Sena e da Torre, ou seja, vale muito. E eu recusei, por isso Yaser quis chamá-los, mas o proibi e vendi meus carros, os três, ficando apenas com um.”

            “Vendi um chalé, todos os apartamentos e as cinco casa, fora meus carros, e ele queria mais, então as brigas começaram. As ofensas... E as traições ao longo desses anos de casamento, foram reveladas.”

            “Nunca me senti tão humilhada. Ele queria me ferir com palavras, já que não era louco de me bater. Ele me olhava com uma frieza que me enchia de medo e dizia coisas horríveis, coisas que jamais esquecerei.”

            - Por que não nos contou? Por que não se separou?

            - E o meu nome? E o nosso nome? Nossa família iria para a lama. Todos os esforços que os pais dos meus pais fizeram, iria por água a baixo, e isso, ele não iria tirar de mim, nem vai.

            - Mãe. É só um nome. E que importa se não somos ricos? E o que importa se o seu casamento acabou?

            - Eu perdi meu orgulho, filho. Mas ninguém precisa saber disso.

            - Você está louca? Proteger as meninas é o que importa. Vamos vender essa mansão, o apartamento em Paris. Compre uma casa em outra cidade, seja feliz longe daqui, longe dos seus falsos amigos, longe dele.

            - Eu não vou deixar minha história para trás, não por causa do Yaser. Ele irá para Londres, reerguer pelo menos uma das filiais, com o dinheiro que dei a ele. Vamos nos divorciar lá também, em segredo, e eu e as meninas ficaremos aqui, podemos viver com o dinheiro das minhas joias.

            - Vou vender essa casa e nos sustentar até eu terminar a faculdade e conseguir um bom trabalho.

            - Essa casa é seu futuro e eu o proíbo de vender. Vamos dar um jeito, vou alugar a casa das meninas, e viveremos aqui, mostrando para todos que somos felizes.

            - Todos vão reparar que o papai não está aqui.

            - Vou dizer que ele está fora abrindo novas empresas, e quando for te visitar em Londres, digo que fui vê-lo.

            - Mãe... Não faça isso com você. Se dê um pouco de paz. De sossego.

            - Eu não consigo deixar minha história, minha família para trás. Isso é quem eu sou.

            - Você ainda é importante, seu nome também é, e não precisa estar aqui para isso. Logo descobrirão que somos uns falidos, e você será excluída de todos os grupinhos dessas madames milionárias, você não faz mais parte desse grupo, assim como eu também não farei.

            - Você está exagerando.

            - Por favor, vamos focar agora, em como conseguir dinheiro para nos mudarmos daqui, todos nós. Vamos ir para um país subdesenvolvido, lá não seremos reconhecidos, podemos viver como classe média, sem chamar atenção!

            - Nunca! Prefiro a morte.

            - Mãe, seja razoável.

            - Eu não saio de Bradford, está me entendendo? Te escolhi para ficar, e não a Doniya, pois você é o mais sensato de todos nós. Por isso, me ajude a pensar em um jeito de todos vivermos bem e de fachada.

            - Vai me contar o que aconteceu hoje mais cedo?

            - A Don te conta depois, vamos aos planos primeiro.

            - Sim senhora.

            Zayn ficou não apenas à tarde, mas a noite toda, em seu quarto, trancado, calculando, e depois de várias horas e várias garrafas de café, chegou a uma conclusão.

 

            - Eu tenho algumas exigências._ Trisha disse ao entrar no quarto pela manhã, com o desjejum para o filho.

            - Mas eu já calculei tudo._ retrucou, atacando a bandeja.

            - Calcule outra vez. Por que a minha cherokee, seu Audi r8 e o Porshe da Don, não serão mexidos, permanecerão conosco!

            - Mas mãe, se os vendermos, poderemos comprar carros populares. E ainda sobrará para pagarmos o seguro, o imposto e ainda gasolina para um ano. Contudo, se ficarmos com esses carros, não teremos nem dinheiro para colocar a gasolina.

            - Ande a pé, de carona com alguém, mas esses carros serão nossos e ponto.

            - Que seja._ disse rasgando o papel, onde já tinha programado tudo, baseado na venda desses carros de luxo.

            - Nós temos que manter a aparência, é o que nos resta.

            - Vamos morrer de fome por causa da sua preciosa aparência._ exclamou, se jogando cansado na cama.

            - Não seja tão dramático, estamos falidos, mas não miseráveis.

            - Mas ficaremos se continuarmos com os gastos de antes. Mãe, entenda, não podem ficar nessa mansão, pois ela precisa de mais de três empregadas domésticas, isso tirando a cozinheira, porque a senhora que terá que cozinhar para as meninas. Terá que mudar de manicure e salão, pois onde frequenta, os preços são um absurdo de caros, justamente pela senhor. Terá que sair do golfe, tênis. Não irá mais aos seus spas. Não poderá frequentar às lojas de antes, pois o valor que pagava lá todo mês, irá para a gasolina do seu preciso carro, na conta absurda de água e energia que essa casa imensa gasta. E ainda por cima, as meninas teriam que frequentar a escola pública, ou a senhora terá que se rebaixar e tentar bolsa de estudo.

            - Meu Deus..._ disse assombrada.

            - A lista é enorme. Nossa vida irá mudar radicalmente, e se a senhora quiser viver de aparência, ótimo, a decisão é sua, mas fique ciente de que sobreviveríamos no máximo, uns 10 meses. Não dá para viver em Bradford e manter a aparência, pois a senhora não conseguiria. Não irá resistir ver suas amigas indo a salões caros, festas beneficentes, casamentos luxuosos_ vestidas em roupas que é 10 vezes mais que um salário mínimo_ a senhora não vai resistir apenas assistir a isso, ela irão te descobrir, ou você nos afundará em dívidas, assim como o papai.

            A mãe deitou ao seu lado, na imensa cama e chorou. A realidade estava batendo à porta, e ela não queria atender, mesmo sabendo que era preciso.

            - Me deixa pensar sobre isso.

            - Pense bem, mas já venda algum quadro, ou joia, dispense os empregados, pague as contas do mês e se prepare para o ano letivo das meninas. Pense sobre o que fará a respeito delas, não temos dinheiro para pagar a escola mais cara da cidade para as duas, e ainda me sustentar em Londres, e a Doniya também.

            - Ela começa a estagiar esse ano.

            - Mãe._ disse rindo da mais velha._ A senhora sabe quanto é o salário de um estagiário?_ ela apenas negou coma cabeça._ Muito pouco.

            - O que faremos?

            - A Don continuará a morar no apartamento da Lizzy, apenas dividindo as despesas, mesmo sendo um bairro muito caro, mas não vamos tirar isso dela, afinal não precisa mesmo pagar aluguel. Ela só terá que andar o menos possível de carro.

            - Ela pode ir com a Lizzy, ou de bicicleta, já que é perto. E pode dar a desculpa que é uma pessoa com consciência social, está ajudando o planeta.

            - Essa é a minha mãe._ brincou a abraçando.

            - E você? Seu pai não vai mais pagar aquela cobertura duplex que morava.

            - Eu sei que não.

            - Pode ir dividir com o Liam, ou o Josh.

            - Não posso mãe.

            - Por que não?

            - Morar com eles está fora de cogitação porque eles só tomam café nas melhores cafeterias, todos os dias, pela manhã e a tarde, almoçam e jantam em lugares finos e caros, malham nas melhores academias, com os melhores personal trainers, vão às melhores festas, com as melhores roupas e sapatos. Ou seja, levam um padrão de vida que não posso acompanhar mais.

            - Estamos tão fodidos!

            - Mãe!_ exclamou assustado e divertido.

            - Estamos, de verdade.

            - Eu sei, e estou tentando te avisar.

            - Desculpa, é que é novo demais para mim.

            - Pra mim também, mas vamos consertar isso. Eu prometo._ disse a abraçando.

            - Obrigada por cuidar e de mim e me ajudar com isso._ Trisha o beijou demorado na testa, chorando em agradecimento pelo bom filho que criou.

            - Agora sou o homem da casa, e vou administrar muito melhor do que ele, e com muito mais amor._ falou melancólico.

            - Você já é um homem melhor. E merecia muito mais amor da parte dele, muito mais carinho. Você é admirável Zayn e eu te amo demais. E burro foi ele de não ter percebido isso._ declarou, voltando a chorar.

            - Eu te amo mãe, e seu amor, seu carinho e sua admiração me bastam.

            Zayn adormeceu, após passar a noite em claro, nos braços da mãe, que se levantou devagar, para não acordá-lo.

            Trisha já chegava à porta, quando pisou nos papeis rasgados pelo filho. Os pegou e os organizou sobre a mesa.

            Em uma das folhas, viu alguns cálculos, com os gastos a serem cortados, as futuras e necessárias despesas. Os valore aproximados dos alugueis, e os gastos com o carro, alimentação e contas mensais. Já em uma outra folha, que conseguiu remendar, leu:

            Eu, mamãe e Don: vender os carros e substituir por carros de segunda mão e populares.

Alugar as casas das meninas e usar o aluguel para gasolina dos três carros na: ajuda de custo para mim e Doniya. Salário de uma empregada fixa para arrumar a casa (Mamãe terá que cozinhar.)

            Dinheiro do aluguel também irá para as despesas como contas de: água, energia, telefone, internet.

            Wali e Sa, escola pública ou ganhar bolsa parcial em alguma escola particular.

            Mamãe, eu e Don: trocar de salão, trocar lojas que fazíamos compras.

            Don: continuar morando com Lizzy, apenas pagando as contas.

            Maura lia com um sorriso triste as novas mudanças que o filho tinha traçado, porém ao ler o último item, sentiu seu estomago revirar e aceitou de uma vez que estava falida:

            Eu, Zayn Malik, terei que mudar para o dormitório da universidade.

            E seja lá o que Deus quiser, ou Alá quiser.

 


Notas Finais


Hello

Finalmente o mistério com o Zayn, ou parte dele, foi revelado.

O capitulo ficou grande, porém muito explicativo/cansativo. Obrigada quem teve paciência e disposição para ler.

Era um capitulo necessário, no próximo terão apenas alguns flash backs, mas nada tão grande como esse.

E se preparem tbm pata o retorno de Niall e Nath.

Comentem*--*

Bye <3


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