História RoomMates - Capítulo 13


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Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Naruto, Roommates, Sasuke
Visualizações 28
Palavras 2.067
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - I want you, Sasuke! Love you.


As coisas foram fluindo calmamente, a rotina ocupou o lugar dos pensamentos mais confusos das suas mentes, a química atingiu níveis sobrenaturais. Tornara-se difícil esconde-la dos mais próximos, que, por sua vez, assistiam a cada agitação, a cada olhar menos discreto, como se fossem espectadores. Podiam sentir-se constrangidos, mas já não se importavam com nada, a não ser em saciar o sedento desejo de se tocarem.

Naruto achava tudo aquilo insano, deliciosamente insano, não havia melhor coisa que aquela. Sentia sempre um formigueiro a percorrer-lhe o corpo, que o deixava inquieto, louco por uma próxima vez. Se continuassem assim, iria enlouquecer. O que o deixava mais perplexo era o facto de Sasuke ter concordado com aquela ideia louca de terem uma relação física. Sempre pensou que ele não quisesse ter mais nada, que ia julgá-lo e até mesmo acabar com a amizade que tinham, mas não. Ele quis. Fazia questão de o dizer. Dizer que o queria.

Loucura! Era a palavra que definia a sua situação com o outro. Nunca lhe tinha passado pela cabeça querer um homem. Aquele homem. Quase um estranho. Ino tinha razão. Ele estava louco por ele. Já não conseguia parar de pensar nele, no seu corpo, nos seus lábios, no seu sorriso e no seu olhar intenso. Naruto conseguia ser intrigante, quando queria e como queria, ele já não sabia o que pensar. Seria ainda uma amizade banal com benefícios ou algo mais? Talvez houvesse mais sentimentos à mistura, só não conseguia decifrá-los por completo ou não os queria decifrar tão facilmente. Ainda havia uma amizade e uma confiança mútua no meio.

Havia tanta coisa ainda por pensar e o tempo estava a escassear-se, tinha que resolver tudo antes de partir. Recebera um telefonema da sua mãe a pedir-lhe para voltar para casa, já não aguentava não ter o seu querido menino longe de si. Como bom filho que era, prometera que voltava assim que concluísse os estudos e a formação de paramédico. Confessava que também sentia falta da sua família, dos mimos da mãe, das brigas com o irmão mais velho e das piadas do primo. E agora que tinha cumprido todos os objectivos a que se tinha proposto, estava pronto para voltar a casa.

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Uma vez, o curso e a formação de barman concluídos, estava na hora de decidir o que fazer dali em diante. Ficar em Chicago era uma hipótese, tinha trabalho, uma casa e vida feita, mas não sabia. Afinal, tinha idealizado, maior parte daquilo que se tinha concretizado, mesmo faltava qualquer coisa. Faltava-lhe uma parte que se ia embora em breve e que ele nem queria acreditar quando soube.

Estavam todos sentados, numa espécie de roda, envolta da mesa, a comemorarem o fim dos estudos e o inicio de uma nova etapa nas suas vidas. Quando ele resolveu dar-lhes uma notícia muito importante acerca do seu próximo passo.

Pessoal, já que estamos aqui todos, quero aproveitar para vos dizer que vou voltar para casa, para o Japão. Tenho saudades da minha família até do inútil do meu irmão mais velho. E agora que acabei o meu curso e a minha formação, estou pronto para voltar.

Todos, os que estavam naquela mesa, ficaram de boca aberta com a inesperada notícia dele. Não esperavam por aquela, não Naruto, que estava tão perplexo como eles. Como ficaram as coisas depois da sua partida? Continuariam amigos? Ou deixariam de querer saber um do outro? Muitas perguntas que precisavam urgentemente de serem respondidas. Mas não ali.

Ninguém se pronunciou, continuaram simplesmente a festejar como se não tivessem ouvido nada do que tinha sido proferido. Foi assim que continuaram pela noite dentro.

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Não sabia o que fazer... Quando se levantou, Sasuke já não tinha saído para o aeroporto. Ficou por alguns momentos ali, parado, no meio da cozinha, a pensar no que faria. Tinha tantos pensamentos a martelarem-lhe na cabeça, que não sabia se havia de ir para a esquerda ou para a direita. Olhou para o relógio, ainda dava tempo. Correu para o quarto, vestiu-se rapidamente, colocou algumas roupas dentro de uma mochila e comprou um bilhete para o Japão. Passou pela casa de banho, lavou os dentes de qualquer forma e saiu disparado de casa.

Correu o mais depressa que conseguia, teve sorte em ter apanhado o autocarro que estava na paragem, que por sinal, ia para o aeroporto. Assim que o viu a parar, saiu às pressas do mesmo, correndo que nem um louco em direcção ao edifício. Procurou por todos os lados, um sinal dele, mas nada. Será que já tinha embarcado? Não, não podia ser.

Não ia desistir, continuou a procurá-lo até que avistou uma cabeleira morena ao pé de uma das janelas que a vista dava para a pista dos aviões. Correu mais um pouco.

— Sasuke! — Chamou-o quase sem fôlego.

Viu-o a virar-se assim que ouvira o nome, tinha chegado a tempo. Sasuke ficou surpreso com o aparecimento do outro, sentia-se muito feliz ao vê-lo ali diante de si. Naruto chegou ao pé dele, quase a morrer, de tanto que tinha corrido, tentou recuperar o fôlego antes de dizer o que tinha para dizer.

— O que é que estás aqui a fazer? — Perguntou-lhe Sasuke ainda surpreso.

— Vim... Espera um pouco, que estou quase... a morrer. — Pediu Naruto conseguindo aos poucos recuperar. — Vim dizer-te que isto que nós temos é insano, que, provavelmente, devíamos ter acabado com isto enquanto tivemos hipótese. Mas agora não há volta a dar. — Fez uma pausa antes de continuar. — Estou estupidamente apaixonado por ti, Sasuke. Sei que isto não devia ter acontecido, mas aconteceu e agora tens que arcar com as consequências. Tu és o culpado! Tu e esse teu jeito de intrigares qualquer um que tenha dois olhos na cara para ver o quão sexy és. Apaixonei-me por ti e isso está a dar cabo de mim. Já não sei o que fazer, porque nunca me senti assim. Por isso, estou aqui para te dizer que tens que responsabilizar-te pelo que fizeste.

Sasuke tentou assimilar tudo o que tinha acabado de ouvir. Naruto estava apaixonado por si e queria que ele o ajudasse a compreender isso. Deu um passo em frente, colocou as mãos nos ombros do outro e sorriu-lhe. Naruto não percebia nada do que estava acontecer.

— Ainda bem que vieste, porque eu precisava de ouvir da tua boca que gostas de mim tal como eu gosto de ti. Eu também estou estupidamente apaixonado por ti, Naruto. — Confessou-lhe sorrindo.

Naruto nem queria acreditar no que tinha ouvido, então, sem perder muito mais tempo, beijou-o de uma forma que só eles conheciam. Sasuke correspondeu à altura. Depois daquele beijo, ouviram o voo de Sasuke a ser anunciado, entreolharam-se por instantes, Sasuke pegou na mochila e no trólei que tinha consigo e deu alguns passos e parou.

— Vens comigo? — Perguntou-lhe sorrindo.

— Claro que sim, não perderia a oportunidade de conhecer os meus futuros sogros. — Respondeu Naruto rindo-se.

Pegou também na sua mochila feita à pressa, deu as mãos ao seu amado e foram os dois para a zona de embarque. Agora sim, não havia volta a dar.

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A viagem foi longa, chegaram ao Japão muito tarde, para dizer a verdade, já era de noite. Tinha sido tranquila, apesar dos muitos olhares curiosos e repulsivos de alguns passageiros, mas não se importaram nem um pouco. Estavam felizes e juntos, era o que mais queriam. O resto era só um detalhe.

Saíram do aeroporto rumo à casa da mãe de Sasuke, pegaram nas poucas malas que tinham e meteram-se num dos táxis que estavam à saída do edifício. Durante o percurso, permaneceram em silêncio, trocaram alguns olhares, mas nada demais.

Não demoraram muito a chegar a casa, pagaram ao taxista, colocaram as malas às costas e entraram dentro de casa. Não estava ninguém em casa, tinham a casa só para eles, tinham aguentado todo aquele tempo sem uma rapidinha no avião. Precisavam de aliviar a tensão que havia. Largaram tudo no chão, Sasuke fechou a porta enquanto agarrava Naruto pela cintura. Iniciaram um beijo intenso e necessitado e foram caminhando pela casa assim até encontrarem o quarto do outro.

No cimo das escadas, Naruto afastou-se de Sasuke, sem querer fazê-lo e perguntou-lhe:

— Onde é o teu quarto?

— Ao fundo à direita. — Respondeu Sasuke pegando-lhe na mão e indicando-lhe o caminho.

Ao chegarem ao quarto, trataram não só de fecharem a porta como de também se despirem o mais rápido que conseguiram. Estavam sedentos, não podiam esperar mais. Naruto puxou-o para perto de si para que os seus corpos se unissem. Não havia nada a impedir o contacto, as erecções eram evidentes e tocavam-se provocando gemidos e arrepios em ambos. Sasuke beijou-o abruptamente e tentou entrelaçar as suas pernas na cintura do amado. Naruto percebeu a intenção e levantou-o com facilidade.

— Quem te visse agora, não diria que gostasses que te pegassem ao colo e te tocassem obscenamente... — Disse Naruto vendo o companheiro embriagado de desejo. — Vais deixar-te de merdas e vais deixar-me mostrar-te como é bom sentires a pessoa que amas dentro de ti? — Perguntou-lhe mexendo-lhe na entrada.

— Vais ter que fazer tudo bem para me convenceres. — Respondeu-lhe sorrindo perversamente.

Naruto levou-o até à cama e atirou-o para cima da mesma, queria mostrar-lhe que seria ele quem mandaria. Sasuke desafiava-o com olhar, sabia que o outro estava a tentar ser o mais gentil possível. Viu-o a ajoelhar-se entre as suas pernas, sempre a olhar para ele.

— Sabes, babe, gostava tanto que tu me fizesse um “bom trabalho” aqui no meu pau, porque se eu entrar assim como estou, vai doer para chuchu. — Pediu pegando no seu membro.

— És sempre tão atencioso e querido a falar até pareces uma menina indefesa. — Troçou Sasuke. — Mas eu vou fazê-lo, porque a tua cara de quem está a receber uma boa chupada, é fodidamente boa.

Deixaram-se de provocações, Sasuke começou fazer o seu “ trabalho”, chupando-o enquanto mexia nos testículos e se deliciava com a expressão excitada do companheiro. Naruto guiava-o e gemia cada vez mais. Tinha que parar rapidamente antes que viesse. Colocou-o deitado novamente virado para si, começou a chupá-lo e brincar com a entrada. Os seus dedos entraram devagar por causa da expressão de desconforto do outro, mas logo aumentaram a velocidade. Sasuke sentia-se extasiado ao sentir tudo aquilo, não quis ficar para atrás e começou mexer no membro do outro.

Antes que os dois ficassem por ali, Naruto colocou o preservativo e penetrou-o aos poucos para que Sasuke se acostumasse. A partir do momento em que Sasuke o puxou para si, as respirações aumentaram tanto como os movimentos. Estavam os dois alucinar com aquilo. Não demoraram muito cair um ao lado do outro, exaustos.

— Então, como foi? — Perguntou Naruto ainda ofegante.

— Foi bom, mas ainda prefiro ser eu a controlar a coisa. — Respondeu Sasuke.

Depois de mais uma ronda, os dois adormeceram agarrados um ao outro, felizes por terem concluído que aquilo era só o começo de um belo namoro.

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A manhã chegou rápido, os dois ainda dormiam profundamente, só com o lençol a tapar as suas intimidades. Queriam descansar mais um pouco.

— Oh Itachi, o Sasuke saiu do armário! Vem cá ver isto! Traz a máquina! — Gritou um dos membros da família Uchiha.

— Já vou, Shisui! Vou chamar a minha mãe! — Respondeu Itachi também aos berros.

Sasuke e Naruto despertaram com aquela algazarra toda, ambos ficaram envergonhados para chuchu quando viram o irmão, a mãe e o primo de Sasuke a olharem para eles. Naruto tratou de se tapar enquanto Sasuke vestia os boxers.

— Não podiam esperar! — Resmungou Sasuke.

— Oh filho, estás tão crescido! Eu sabia que tu gostavas de loiros de olhos azuis. Nunca me enganaste! Lembram-se dele andar com os meus saltos pela casa fora? — Envergonhou Mikoto, mãe de Sasuke e Itachi.

— Então não me lembro, tia. O Sasuke sempre foi assim. Doidinho! — Respondeu Shisui fazendo os outros integrantes gargalharem.

Sasuke não comentou sequer, não valia a pena, quando o assunto era aqueles três, olhou para Naruto que estava à nora dos acontecimentos.

— Naruto, esta é a minha família. Família, este é o Naruto, o meu namorado. — Apresentou-os um pouco desajeitado.

— Prazer em conhecer-vos. — Respondeu Naruto também envergonhado.

— Bem-vindo à família, cunhado. — Respondeu Itachi.

E desta forma, Naruto conheceu a sogra e os seus cunhados, totalmente nu e envergonhado. Isto era um sinal dos deuses a dizer que ele estava no meio de uma família de malucos.

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Notas Finais


O que acharam desta atitude de Naruto? Gostaram do Lemon?
Os próximos dois capítulos serão os dois últimos!

Beijinhos, Sashi chan


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