História Rosa é a cor mais quente. - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Colegial, Fairy Tail, Hentai, Nalu, Romance
Exibições 952
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - A dor de esconder o que sinto.


Lucy On

Todos os dias que vejo ele na escola são como uma facada no meu peito, eu não posso ficar com ele, não posso beija-lo sempre, não posso sentir o abraço dele, o cheiro... Eu não devia estar gostando dele assim, mas eu estou, não sei se é por causa do sexo que fizemos, mas meu sentimento por ele cresce cada dia mais e mais, eu queria poder controlar isso, queria não gostar dele, mas só de ver ele passando por mim meu coração acelera, minha barriga fica fria, minhas mãos suam frio e tremo.  Estou meu arrumando para a aula de Educação Física, está apenas eu no vestiário, escutei meu celular apitar e era uma mensagem dele.

Natsu- Quanto tempo mais vai ficar sem me ver?

Respirei fundo e apaguei a mensagem, eu gosto dele, mas tem muita coisa entre nós nos impedindo de ficar juntos e mais, eu não sei o que Natsu sente por mim, as vezes ele só quer pegar a garota que namora, fazer sexo com ela e mais nada. Fui pra aula, fiz muito exercício pra ver se me distraia um pouco, no fim da aula eu fiquei encarregada de arrumar tudo, pegar as bolas, colocar nos sacos, guardar tudo e limpar. Peguei uma bola de basquete e comecei a jogar a cesta, mas eu nunca acerto, como foi a ultima aula eu posso ficar aqui até o zelador mandar eu ir embora, e é o que eu pretendo.

-Desse jeito você não vai acertar mesmo – disse a voz dele e fechei os olhos – Por que está me ignorando agora?

-Eu só decidi me afastar de você, é o certo a se fazer – eu disse jogando a bola.

-Achei que depois daquela noite você e eu estaríamos de bem – ele disse, eu peguei a bola e a quiquei a bola no chão.

-Natsu eu não posso ficar de bem com você, eu não sou uma menina solteira pra ficar de bem com você, eu não posso ter nada com você – eu disse com voz de choro.

-E isso te machuca? – ele perguntou e eu neguei – Então por que vai começar a chorar?  

-Eu estou na TPM – eu disse limpando as lágrimas – Olha... – eu ia dizer até olhar para ele, estava com o rosto todo machucado, ele até tirou o piercing do lábio por que machucou.

-Por que essa cara? – perguntou e eu o olhando perplexa.

-O que aconteceu com você? – perguntei e ele sorriu de canto e veio até mim, pegou a bola da minha mão e tirou a blusa de manga comprida ficando apenas com a cinza regata.

-As vezes eu e meu pai brigamos sério... – disse Natsu – Ontem eu fui na casa deles e ele começou a falar que eu não vou ter futuro nenhum se ficar aqui, se não ir para uma faculdade e que eu queria mesmo é ser um vagabundo, começamos a discutir e eu disse que pelo menos não matei um filho meu...

-Natsu... – eu disse e ele jogou a bola na cesta.

-Foi por impulso, mas ele ficou muito, mas muito bravo e começou a me bater, eu comecei a bater nele e minha mãe estava na oficina dela, fazendo os artesanatos... – disse Natsu pegando a bola de novo – Ela tentou vir até nós e acabou caindo da cadeira de rodas e quebrou o braço... A culpa foi minha...

-Não, não foi sua – disse e ele me olhou e deu uma risada.

-Foi, por que eu disse o que não devia – ele disse e jogou a bola de novo – Mas ela está bem, não foi nada grave e ela fez eu e meu pai nos desculparmos, estamos de bem agora...

-Que bom... – eu disse – Você precisa dar um jeito na sua vida...

-Eu vou dar, quando você se casar comigo... – ele disse me olhando e sorrindo de canto, dei um tapinha no ombro dele.

-Eu não vou me casar com você – eu disse rindo.

-Eu preciso de alguém do meu lado Lucy, alguém feito você... – ele disse vindo até mim e colocou as mãos no meu rosto – Eu sinto que você pode me mudar...

-Não pode ser outra? – perguntei e ele negou juntando a testa a minha.

-Eu não quero outra... – ele disse e peguei nos pulsos dele e fechei os olhos. Depois ele foi embora e eu fui me arrumar para ir também, está bem de tardezinha, o sol já está abaixando e eu fui andando para casa calmamente, a brisa estava fresca, os pássaros cantando, tudo muito calmo, como sempre. Até que passei na frente de uma casa amarela bem clara, com cercas brancas e um jardim bem bonitinho, onde uma mulher de cadeira de roda, cabelos rosados e o braço engessado, estava cuidando de seu jardim, ela usava um chapéu de palha e seus olhos eram num verde esmeralda muito bonito. Ela me olhou e acenou, acenei de volta, ela era linda, com toda certeza e na caixa do correio estava escrito Dragneel, era a mãe do Natsu, a Veronica.

-Você é filha da Layla não é? – ela perguntou e eu assenti – Pode vir aqui um segundo?

-Sim... – eu disse e fui, entrei no quintal e ela sorriu largo para mim.

-Você é a cara da sua mãe, olha só! – disse animada – Pode me empurrar para dentro, é que sua mãe pediu um vaso para mim e eu acabei e no momento meu marido não está para levar lá para mim então, você pode fazer essa caridade?

-Com toda certeza – eu disse começando a empurra-la e fomos para a oficina dela, peguei o vaso, era branco com vários detalhes, era lindo mesmo.

-Diz pra sua mãe que pode vir me pagar quando quiser, ou se não quiser é presente – ela disse e eu assenti – Não quer um chá, alguma coisa?

-Não quero incomodar... – eu disse.

-Ah você não vai, é bom ter uma companhia nesse fim de tarde – ela disse e eu assenti, me sentei no sofá e olhei as fotos, eram da família, ou seja, tinha Natsu para tudo quanto é lado.

-Aqui querida – ela disse e eu peguei a xícara.

-Muito obrigada – eu disse tomando um gole daquele chá delicioso.

-Sabe, eu fui te visitar no hospital quando nasceu – ela disse e eu corei – Meu filho Natsu queria por que queria te abraçar – deu uma risada corada e eu corei mais ainda.

-O Natsu foi me ver quando eu nasci?

-Sim, você tem uns três anos de diferença – ela disse – Mas meu filho reprovou quando eu estava me recuperando, ele ficava ajudando a cuidar de mim e não estudava...

-Eu não sabia disso – eu disse olhando o chá – Senhora Dragneel...

-Sim querida? – ela disse.

-Você já se sentiu divida? – perguntei e ela pensou um pouco.

-Problemas com garotos? – perguntou e eu assenti – Bom, quando comecei a namorar eu fiquei divida entre o que meu pai pensava e no que sentia pelo Nate... Mas eu fui pelo o que me deixava feliz, você está numa situação parecida?

-Sim... Mas eu estou dividida entre o meu namorado e outro menino... –eu disse – Mas eu acho que gosto mais do outro menino...

-Então você tem que fazer o que vai te deixar feliz – ela disse sorrindo para mim.

-Mas se eu fizer isso, a promessa do meu pai com o pai do meu namorado de eu casar com ele vai ser quebrada e meu pai não vai gostar – eu disse.

-A vida é sua ou do seu pai Lucy? – ela perguntou e eu pensei um pouco – É a sua vida e você comanda ela, não deixe as escolha burras do seu pai tirarem a sua felicidade... 

-Parece ser tão fácil quando você fala... – eu disse dando o ultimo gole no chá – Mas eu não tenho essa coragem...

-Mas um dia vai ter, eu tenho certeza – ela disse e assenti, me levantei, peguei o vaso e a abracei.

-Muito obrigada Senhora Dragneel – eu disse.

-De nada, e vá com cuidado para casa – ela disse e assenti. Sai da casa deles e peguei o caminho para a minha, agora pensando no que ela disse, senhora Veronica tem toda razão, mas eu não tenho coragem nenhuma de peitar o meu pai, terminar com o Ethan e ficar com o Natsu, por que eu não tenho essa coragem? Será que vou ficar sentindo essa dor de esconde o que sinto para sempre? 



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