História Rosa negra - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Amizade, Aventura, Bruxo, Demônio, Fluffy, Gravidez Masculina, Intersexualidade, Lemon, Luta, Magia, Misticismo, Romance Gay, Romance Lésbico, Sexo, Sobrenatural, Superação, Vampiro, Yaoi, Yuri
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Palavras 2.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


olá pessoas, demorei? desculpem se sim. mas, espero que gostem do capitulo. beijos e até o próximo.

Capítulo 13 - Capitulo 12: mamãe?


=======(autora)=======

17/setembro/2017-Sábado

Era uma típica da manhã de outono, o clima estava ameno e chovia fracamente na cidade. Denis dormia calmamente em seu quarto estava sozinho em casa, seu pai tinha saído para trabalho junto de Pietro e Ellen já tinha terminado seu serviço e estava em sua casa.

O alarme apitou, marcando dez horas da manhã. O albino abriu os olhos, mesmo que contra gosto, e desligou o despertador. Cobriu-se mais, sentindo o frio invadir seu quarto pela janela aberta.

Ficou deitado por mais algum tempo e enfim se levantou. Foi até a janela e a fechou, percebendo que chovia no processo.

Sentou-se no chão e observou as gotas de chuvas, caírem na terra molhada e o vento balança as folhas das árvores.

O clima estava perfeito para dormir até mais tarde, pensou Denis ainda apreciando a vista. Porém, levantou-se e caminhou até o banheiro.

Retirou suas roupas e assustou-se ao ver sua pele com algumas queimaduras. Procurou a pomada, mas, ela tinha acabado.

Suspirou, irritado, não se lembrava e ter ficado tão exposto ao sol.

Abriu novamente o armário, mas, desta vez procurando seu protetor solar. Porém, ele também tinha acabado. Como sofria de albinismo ou acromatose, tinha quer ter um cuidado excessivo com o sol.

E por isso usava roupas grandes, que cobriam todo seu corpo, e Lucas o deixava e buscava na escola. Mesmo que nesses dias tinha voltado sozinho da escola.

Saio da frente do espelho e ligou o chuveiro. Tomou um banho demorado e bastante quente. Para desperta e saio do banheiro.

Voltou para o quarto e vestiu-se rapidamente. Descendo para a cozinha em seguida. Toda a casa estava trancada e escura.

Denis caminhou até as janelas da cozinha e sala de jantar e abriu as cortinas, já que ainda chovia. Feito isso pegou seu desjejum, ovos, bacon e torradas, e colocou no micro-ondas. Pegou também o suco de laranja que estava na geladeira e comeu tudo rapidamente. Voltando para o quarto em seguida e ligando para seu trabalho para avisar que não poderia ir trabalhar hoje.

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(13:30)

O albino tinha acabado de revisar suas anotações de física e pegou as de história para reescreva-las e adicionar algumas coisas. Estava tão concentrado que nem percebeu quando a janela fora aberta e um ser adentrou o cômodo.

Matthew caminhou até o meio do quarto e parou. Observou por longos minutos seu amado. O jeito como ele franzia o cenho ou fazia um bico em seus lábios quando não entendia alguma coisa ou como seus óculos pendiam no seu nariz, escorregando vez ou outra.

Encantavam o vampiro e apenas saio de seu transe quando Denis virou-se para si. Sorrindo e segurando o riso. O loiro automaticamente ruborizou, tinha sido pego e isso era constrangedor.

Matthew: o-oi, D-Denis - cumprimentou-o, sorrindo envergonhado.

Denis: oi, Matthew. Sou tão bonito assim? - perguntou zombeteiro e Matthew que ainda estava meio confuso, curvou o pescoço o encarando sem entender - quer dizer, você provavelmente ficou me encarando por muito tempo, sim? Estava gostando da vista não é? - explicando segurando o riso, fazendo o vampiro avermelhar-se ainda mais e Denis não conteve o riso.

Matthew: desculpe, você agora deve estar achando que sou algum tipo de louco obsessivo - respondeu, muito baixo, envergonhado demais para encara-lo.

Denis sorriu comovido pelo desespero do outro e caminhou até ele. Segurou suas palmas e as entrelaçou. As levantando.

Denis: eu nunca pensaria algo assim de você - falou convicto, apertando firmemente as mãos do outro - você me visitou durante dois, dois anos e nunca tentou fazer nada - completou sua fala, calmamente.

Agora ambos se encaravam e sorriam um para o outro. Era possível perceber o quanto se amavam. Eram feitos um para o outro, como Almas gêmeas uma complementando a outra e lutando por toda a eternidade para ficaram unidas.

Um ser sobrenatural se apaixona apenas por uma vez e para toda a eternidade. Reencarnando diversas vezes para que um dia poderem ficaram juntas para a eternidade.

Quando esse dia chega, elas param de reencarna, e vão em paz para o outro mundo. O mundo dos mortos, sem céu e inferno, sem corpos, sem etnias, sem gêneros ou preconceitos. Apenas Almas, que enfim conseguiram sua paz interior.

Matthew: posso te beijar? - perguntou, a centímetros do rosto de seu amado.

Denis: sim - assente, sorrindo.

O loiro sorriu também e acabou o espaço entre eles. Iniciando um beijo calmo, porém, muito intenso. Apenas lábios se tocando e sentindo a textura um do outro.

Matthew enlaçou a cintura de Denis e o puxou para mais perto. O albino entrelaçou o pescoço alheio, ainda de olhos fechados.

Porém, o vampiro tentava a todo custo segura-se para não adentra a cavidade bucal do outro. Sabia que se caso fizesse não poderia se segurar.

Os humanos tinham perdido seus mais antigos instintos, porém, os vampiros ainda os tinham. Quase como um instinto animal. Que implora por sexo. Mesmo que isso não aconteça em todos os momentos.

Em geral eles conseguiam controlar esses instintos. Mas, pediam o controle com sentimentos muito fortes, como; amor, ódio, desejo.

Os amantes se separaram e Denis se afastou dos braços do outro. Porém, segurou as mãos alheias e as beijou.

Denis: vou fecha a janela - avisou, sorrindo.

O albino caminhou até a janela de vidro e a trancou, porém, deixando as cortinas abertas. Voltou até o loiro e olhando-o seriamente, pediu para ele sentar-se.

Matthew atendeu o pedido e seguiam-no. Sentando-se a sua frente. Denis ficou encarando-o por alguns minutos, abrindo e fechando a boca várias vezes pensando como poderia perguntar tal coisa. O vampiro já tinha ideia do que poderia ser. Mas, resolveu não apressa-lo.

Denis: M-Matthew - chamou-o, baixo quase sem voz. Tremia um pouco, seus olhos estavam cheios d'água e seu rosto estava um pouco vermelho - p-por que meu pai t-tentou m-me...m-me vender?

O loiro olhava-o com compaixão, nunca poderia imaginar a situação que ele vivia em casa. Nos poucos anos que viveu com seus pais, eles eram maravilhosos. Tratavam-no com amor e carinho. Principalmente seu pai.

Matthew: quando anunciei a principal atração, Marie Curie, seus pais juntamente com os conservadores da cidade ficaram irritados. Eles queriam a todo custo me fazer desistir do Museu ou pelo menos de Curie, mas, eu neguei todas as vezes e então seu pai... - falava calmamente, olhando-o nos olhos para mostra que estava falando a verdade - descobriu, de algum modo, que sou gay. Então não sei, talvez, bem eu não entendo. Ele me ligou e disse "eu tenho uma proposta para você" eu já conhecia o número dele, tive que salvar. No outro dia, ele foi até minha casa, conversamos e quando soube da proposta eu neguei. Ele queria te vender para mim, disse "faça o que quiser com ele, você gosta disso não é? Uma boa sodomia" fiquei horrorizado com a atitude dele, pensei até em denuncia-lo, mas, não tinha provas e nem sabia se ele fazia algo com você. Três dias depois ele voltou e trouxe você. Não entende muito bem, mas, ele falou "meu filho, Denis, ele é como você" e percebe que James ainda teimava com essa história - terminou de explicar e Denis já chorava e soluçava, tampando o rosto com as mãos.

Matthew abraçou-o fortemente e o albino pôs-se a chora em seu ombro.

Denis: o-obrigado - falou, baixo e entrecortado pelos soluços.

Matthew: pelo que?

Denis: por ser tão bom - respondeu, encarando-o firmemente - muitas outras pessoas não recusariam essa oferta.

Ficaram em silêncio por alguns minutos, ainda abraçados. Sentindo o calor um do outro enquanto Denis tentava se acalma.

Denis: e-ele, j-James, já tentou isso outras vezes? - perguntou em um fio de voz, apertando fortemente o ombro alheio.

Matthew queria mentir e dizer que não, mas, sentia que teria que falar a verdade. Poderia fazê-lo acreditar que James poderia ser alguém melhor, porque pelo pior que ele seja ainda era pai de Denis.

Matthew: sim...

Denis: ele não mudou nada não é? Ele apenas está sendo bonzinho porque James pensa que sou hetero.

Matthew: sim...

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(19:30)

Após a conversa de Denis e Matthew. O vampiro ficou quase a tarde toda na casa do outro, tentando distraí-lo e alegra-lo um pouco e tinha funcionado.

Porém, o loiro já tinha ido embora e Denis estava outra vez estudando, já que perderá uma tarde toda.

Porém, novamente seus estudos são interrompidos por James, que estava o chamando.

Mesmo contra gosto o albino desceu até a sala e viu James, sendo acompanhado por três homens – dos quais Dois deles eram alemães e o outro era francês – e Pellegrino. Todos de terno preto e muito caros. Possuíam um semblante sério, beirando o lúgubre. James: boa noite, Denis - cumprimentou-o em inglês, mostrando qual a língua para se falar.

Denis: oi, papai - respondeu, muito baixo. Estranhando todos aqueles homens.

James e seus acompanhantes tiraram seus casacos e cachecóis e colocaram no cabideiro. Limpando seus sapatos antes de adentrarem por completo a casa.

James: Ellen, veio hoje?

Denis: sim, mas, ela saio de manhã.

James: certo, vou pedir algo para jantamos e por favor, Denis, não vá para a biblioteca.

Denis: sim, papai.

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Subindo na pequena colina, Denis, avistou a mesma mulher de seus sonhos correu até ela e se jogou em seus braços. Sendo amparado pela mesma e tendo o topo de sua cabeça beijado. Sorria verdadeiramente, fazia tanto tempo que não sonhava com ela, que sentia um vazio em seu peito, mas, que tinha ido embora assim que a viu.

Mulher: olá, meu pequenino – ela falava calmamente, ainda abraçada ao albino.

Denis: olá, mamãe. Sentir saudades, a senhora nunca mais apareceu – respondeu, olhando-a nos olhos.

A albina sumiu e apareceu novamente, sentada agora na arvore. Denis encarou-a confuso e ela começou a rir. Abrindo os braços em sua direção.

Mulher: venha cá, pequeno – chamou-o.

Denis prontamente foi até ela e se aninhou em suas pernas, com a cabeça encostada em seu colo.

Mulher: era perigoso, Hian não pode saber a verdade – explicou, calmamente. Porém, Denis não estava entendendo, quem era Hian.

Denis: quem é Hian?

Mulher: oh deuses – exclamou, baixinho na intenção de Denis não ouvir, porém, ele tinha escutado. Deixando-o ainda mais confuso – Hian, atende pelo nome de Pietro Pellegrino.

O albino levantou rapidamente e sentou-se na grama fofa. Olhando seriamente para ela, ele estava cansado de mentiras, as odiava.

Denis: que verdade, mamãe, e por que ele usa esse nome falso? – perguntou, não entendendo nada.

Mulher: filho, ainda não está na hora – tentou convence-lo, mas, Denis parecia irredutível.

Denis: mamãe, por favor chega de mentiras. Se é sobre mim, eu quero saber – pediu, cansado demais para discutir.

Mulher: o.k. eu irei te conta, mas, você apenas se lembrava quando for a hora.

Denis: e quando será a hora?

Mulher: no próximo mês.

Denis: mas, falta muito tempo e se ele descobre alguma coisa – tentou argumenta.

Mulher: ele já sabe.

Denis: então por que não posso me lembra?

Mulher: filho deixe-me explicar tudo, estou ficando sem tempo – pediu, suspirando pesadamente. O tempo estava acabando e sua magia também. Estava usando quase tudo para esconder sua presença de Pietro – aqueles homens que estão aqui são bruxos e Hian também. Hian está tentando provar que você também é um, porém, seus poderes são muito fracos.

Denis: isso não pode ser, quer dizer se existisse bruxos mesmo saberíamos.

Mulher: não. Existe um véu que nos protege – falou convicta e segurou nos ombros do albino – não apenas bruxos, vampiros, demônios, anjos, fadas, centauros e tudo que você possa imaginar.

Denis: e por que eles estão atrás de mim?

Mulher: por que nós descendemos de Morgana, a primeira bruxa. Eu, Evellyn, Magda e Janet nascemos na idade média, na época da inquisição, nossa mãe foi caçada e nossa casa incendiada. Eu, minhas irmãs e meu pai vivemos tranquilos por muito tempo até que eles apareceram, bruxos, eles queriam a nós. Porém, lutamos com todas as forças meu pai e Janet foram mortos. Apenas nos três sobrevivemos, eles queriam que nós lutássemos na guerra contra os humanos e que tivéssemos filhos com eles para aumenta a população bruxa. Já que na época quase todas as bruxas tinham sido mortas junto com os bruxos compatíveis – explicava firme. A raiva transportava por cada palavra que dizia – porém, nosso poder não poderia ser controlado por eles. Fugimos e matamos muito deles. Saímos da Alemanha e viemos para o novo mundo. Sem história, deixamos nosso passado na Europa. Com o tempo eu fui me distanciando de minhas irmãs, até seguir para Salem, na época, capital das bruxas nos estados unidos. Porém, a inquisição chegou no novo mundo também, novamente fomos caçadas e novamente pedir tudo. Cansada voltei para a floresta onde minhas irmãs tinham ficado. Porém, elas já não estavam a casa tinha sido abandonada com tudo dentro e eu decide ficar nela. Até que...  – parou de falar e ponderou um pouco e decidiu não falar sobre o seu relacionamento com James – filho, dia 6 de outubro vá até a floresta e naquela clareira que você brincava com Lucas, a cantar a nossa canção – entregou um pequeno mapa que sumia assim que Denis o tocou.

Denis: sete chaves? Mas, eu não sei aquela língua.

Mulher: você irá saber na hora. Quando termina de cantar, ainda nessa mesma língua, diga “A sua Arte, Senhora, veio à luz. Quem poderá escapar de seu poder? Sua forma é um eterno mistério; Sua presença paira Sobre as terras quentes. Os mares te obedecem, As tempestades de acalmam. A sua vontade detém o dilúvio. E Eu, tua pequena criatura, Faço a saudação: Minha Grande Rainha, Minha Grande Mãe!” a floresta mostrara o caminho para onde você desejar.

Denis: e para onde eu devo ir?

Mulher: para a casa de Evellyn, a terceira bruxa mais poderosa de todas as gerações e minha irmã.

Denis: mamãe, eu estou com medo – falou baixinho abraçando-a – é tudo tão novo e assustador. Por favor, mamãe, me guie, me ajude. Eu não sei em quem confiar.

Mulher: calma, meu floco de neve – respondeu angustiada, temia que Denis reagisse assim. Não queria que você assim. Desejava está viva e ensina-lo tudo que fosse preciso e também pudesse protege-lo – confie em Chloe, em liliam, em matthew, em Evellyn e Magda e até em Lucas, mas, não confie em James e em Hian. Seu pai é muito mente fechada para te ajudar e hian é um louco.

Denis: o que H-Hian quer comigo? Eu não tenho poder algum.

Mulher: ele quer reviver a quase extinta raça bruxa.

Denis: mas, eu não posso engravidar – afirmou baixinho, não tendo muita certeza de suas palavras.

Mulher: na verdade pode. Quando os homens começaram a adorar a deusa, ela os privilegiou com o milagre da vida. Mas, poucos homens têm essa capacidade.

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Johann: já faz dois anos que tentamos descobre se ele é bruxo e nada – afirmou irritado, sentado junto de seus amigos na biblioteca.

Hian: calma, não estão sentindo Eveline está aqui, isso só pode significar que Denis é seu filho – explicou calmamente irritando ainda mais o alemão.

Ryan: então por que os poderes dele ainda não se manifestaram? Já se passou do tempo.

Hian: então me digam por que Eveline estaria aqui?

Marlon: a presença dela não prova nada.

Hian: nem as expulsas aqui e o vampiro?

Marlon: o vampiro está atrás de sua alma gêmea e elas estão apenas o acompanhando.

Hian: olhem, eu ainda não tenho como provar, mas, eu ouvir evellyn conversa com elas e afirma que ele tinha útero. Eu vou com vocês, porém, no dia oito de outubro eu voltarei e provarei a vocês.

Os três bruxos ficaram surpresos por suas afirmações e decidiram se reunir para discutir. [...] depois de trinta minutos eles voltaram e mesmo desacreditados nas palavras de Hian. Decidiram confia nele. Ele sempre foi muito fiel ao clã.

Marlon: certo, estamos de acordo.

Continua...

 



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