História Rosas Brancas - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain
Exibições 161
Palavras 946
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Falando a novidade part 1


                               POV ADRIEN

_mas... por quê? _confesso que nem sei de onde tirei forças para perguntar, a reposta que ela tinha me dado foi como se fosse um desabar o mundo para mim.

_não... acredito em como eu ui tão tola... em pensar... que você iria me pedir para abortar... _falou entre soluços e choros.

 Mas como assim. Eu nunca pediria isso para ela, mas também o jeito que eu falei com ela, acho que misturando essa cabecinha que pensa um milhão de coisas ao mesmo tempo junto com os hormônios de grávida é acho que dá para interpretar assim.

 Já com ela ajoelhada no chão abracei-a, como se o mundo fosse acabar gora ou como se a vida fosse tira-la de mim. Eu a amo mais do já amei qualquer coisa na vida, não vou simplesmente deixa-la ir embora, para longe dos meus braços.

_me... desculpa Adrien... eu estou tão sem graça agora.

_eu te perdoo. Sei que os hormônios de grávida devem mexer muito com a sua cabeça, que cá entre nós, já é uma tremenda bagunça. _ela deu um leve sorriso e tomou a palavra.

_sim... _disse.

_sim, o quê? _perguntei confuso _você está admitindo que sua cabeça é uma bagunça sem fim com uma estranha capacidade de conseguir se distrair facilmente enquanto pensa em coisas infinitamente sem sentido? _perguntei brincalhão.

_não. Estou dizendo sim ao seu pedido. Eu aceito me casar com você.

 Não aguentei, peguei-a no colo e girei-a no ar e quando acabei, coloquei-a no chão e beijei-a com todo o amor que eu sentia por ela. Não isso seria impossível, porque meu amor por ela é infinito e nunca terá fim.

 Quando terminamos de nos beijar ela encostou sua testa na minha e sorriu.

_agora, nós só temos um problema... _disse.

_e qual seria? _indaguei, me perguntando em como acabar com um problema que estragou um dos momentos mais felizes da minha vida.

_contar aos nossos pais que eles serão avós.

_bem... isso sim vai ser um grande desafio _admiti _mas se eu estiver ao seu lado o tempo inteiro pode ter certeza de uma coisa Mari. Não haverá um desafio que não possamos resolver. _disse abraçando-a ainda mais, percebendo que ela voltou a chorar.

_sim. Iremos derrotar todos os nossos desafios e seremos felizes para o resto de nossas vidas. Eu te amo.

_não é recíproco _respondi e ela se separou do abraço me olhando com dúvida. _afinal eu te amo muito mais.

 E então ficamos horas assim na briga de “eu te amo mais”, “não eu te amo muito mais”. Até que ela se lembrou de ter que pegar a Regina que deveria estar até agora no ar.   

                                         POV GABRIEL

 É tão bom poder senti-la novamente em meus braços. Mesmo sem poder dizer quem eu sou ou quem eu fui.

 A minha maior vontade é de gritar agora nesse instante que ela é a mulher da minha vida. Minha esposa, meu amor.

_eu prometo, eu sempre vou te proteger, nem que isso custe a minha vida. _disse apertando o abraço.

_como pode dizer isso, se nem me conhece direito. Ou conhece? _é tão bom poder escutar essa voz de dúvida e desconfiança dela novamente.

_bem... apenas olhar para você desse jeito, me dá vontade de nunca mais e deixar ir. Quero dizer, nunca mais deixar você em uma situação perigosa como essa. É isso. _disse nervoso e todo atrapalhado, o que arrancou algumas risadas dela.

_então... muito obrigada... _ela não sabe como me chamar, então nesse caso...

_pode me chamar de Billy.

_isso não parece um nome de herói. E por falar em nomes pode me chamar de Amor se preferir. _disse sorrindo maliciosa. Será que o Adrien também tem um lado assim, mas será que ele puxou a quem. Eu nunca tive uma conversa de verdade com ele, então como posso saber se ele puxou a mãe ou ao pai?

_ah-ah b-bem –e-eu po-pode me chamar –a-assim, m-mas eu não s-sei s-se a-amor seria... _droga. Sempre que fico muito nervoso começo a gaguejar como... tá, nem sei se existe alguém no mundo que gagueje mais do que eu.

 Ela começou a dar uma risadinha do meu nervosismo e se separou do abraço.

_me desculpe, mas eu tenho que ir. _disse se levantando.

_espere, você não quer uma carona? _perguntei na intenção de ficar mais um pouco com ela.

_eu adoraria. _respondeu,  enquanto eu a olhei como se tivesse ganhado a melhor notícia da minha vida.

 _certo. Para onde você quer ir? _perguntei.

_na padaria dos Cheng. _o que ela iria fazer lá?

_certo. Então, vamos.

 Assim que chegamos e no despedimos eu fui para trás da padaria me transformar de volta no Gabriel Agreste. Entrei na padaria e não vi ninguém, então decidi subir as escadas. Quando cheguei no topo vi uma sala, no sofá estavam Adrien e Marinette, um segurando a mão do outro, enquanto Amélie estava no outro lado do sofá.

_o que está acontecendo aqui. O que vocês estão fazendo aqui? _perguntei, chamando a atenção de todos para mim.

_bem pai... nós...

 Ele foi interrompido por batidas na porta.

_Marinette. Chegamos mais cedo, mas esquecemos as chaves. Pode abrir aqui, por favor _gritou a voz que supus ser da mãe dela.

_já vou! _ ela desceu as escadas. Depois de alguns minutos ela voltou com uma mulher que era a cara dela mais velha.

_er... filha por que não me disse que tínhamos visitas? _perguntou_ aliás  que relação eles tem com o que você tem para me dizer?

_bem... primeiramente acho melhor vocês se sentarem. _assim fizemos. Enquanto ela voltava a apertar a mão do meu filho.

_o que nós temos para dizer...

 

 

                                     CONTINUA...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...