História Rosas brancas (Hiato) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Exibições 8
Palavras 1.916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpa a demora, 😢😢😢
Espero que gostem 😍🌈😍
Não se esqueçam de comentar!!!

Capítulo 6 - So que você insiste em não adimitir


POV's Castielly

Entramos na água e ficamos conversando até que um tal de Castiel me jogou água e eu disse:

- Tu não fez isso?- perguntei lhe dando meu melhor olhar mortal.

- fiz, porque?- perguntou indiferente

Dei uma risadinha sarcástica e andei em sua direção passei por ele, senti seu olhar poucos segundos por mim depois, virou para onde estava, esperei ele ficar destraido e pulei em suas costas o fazendo se assustar.

Me derrubou e depois começou a fazer cócegas em mim.

-P-p-ara…. C-cas-tiel- falei já sem ar.

- Só se você falar que eu sou gostoso e perfeito- falou me fazendo coceguinha.

Não estava conseguindo respirar direito, mas tomei fôlego e gritei.

- NUNCA!!!!!-gritei, rindo e buscando oxigênio.

- só quando você falar- falou continuado a fazer cócegas.

-ta bom, tá bom, você é gostoso e perfeito- falei e ele parou me olhando com um sorriso vitorioso.

Dei-lhe um dedo do meio, e nós dois fomos quando a Rosa gritou que era preciso ir pra casa.

Nós já havíamos almoçado quando o Castiel me chamou para andar a cavalo, eu perguntei que horas e ele respondeu as tre da tarde. Eu aceitei e subi para conversar com as meninas já que eram a recém uma hora, ficamos lá conversando até que deu duas e meia e eu fui trocar de roupa quando terminei fui me olhar no espelho eu estava com um calção preto junto com uma camiseta da mesma cor e por cima um casaco xadrez vermelho onde nas costas estava escrito " Ride or die", depois disso eu desci para encontrá-lo, chegando lá ele estava me esperando, e estava até que bem arrumado.

Estava distraído na janela(que estava aberta) seu cabelo estava voando e seus olhos tinham um brilho diferente, estavam mais claros. Ri comigo, por ter tido esses pensamentos logo com o Castiel.

Balancei minha cabeça para espantar esses pensamentos. Porém, não ajudou em nada, pois so piorou quando seu olhar se encontrou com o meu é involuntariamente soltei um sorrisinho tímido.

E ao mesmo tempo que estava me repreendendo internamente, falei:

- Vamos?- perguntei e ele se levantou assentindo.

Fomos até o celeiro em total silêncio, que estava começando a me incomodar pois parecíamos dois desconhecidos.

Até que ele falou:

- Bom vamos ir até a cacheira, tá bom? - perguntou sorrindo, o que eu estranhei pois não havia sarcasmo,, mas dei de ombros, e assenti lhe retribuindo o sorriso.

Pegamos um cavalo branco que tinhas manchas pretas e em suas patas haviam botas de pelo que pareciam cabelos(1), mas eu fiquei hesitante pois nunca havia montado.

Pelo visto ele percebeu e perguntou:

- eu fiz algo errado?- perguntou preocupado.

- é que eu nunca andei a cavalo- falei com muita vergonha disso, ele percebeu e riu

- Não acredito que está com vergonha disso, não precisa ter medo vamos em um só cavalo e eu guio, você fica na garupa, tudo bem?? - perguntou me olhando diretamente nos olhos.

Subiu no cavalo e me estendeu a mão para eu subir, pensei um pouco e hesitei também mas ignorei e subi.

Abracei a cintura do Castiel e encostei minha cabeça em suas costas, pudo ouvir o mesmo soltando uma risadinha.

Ele deu a ordem ao cavalo e o vento se fez presente levando meus cabelos consigo.

A sensação estava maravilhosa e única. Era tão bom que eu me larguei e abri os braços dando-me a sensação de estar livre. Quando chegamos e eu vi um tolha, onde havia um tolha e uma mesa, desci rapidamente e fiquei pasma pois estava lindo.

Olhei para o Castiel que me deu um sorriso muito lindo que me deixou ali parecendo aquelas meninas que descobrem a primeira paixão, ri com esse pensamento e lhe retribui novamente o sorriso.

Fomos até a toalha e estava mais lindo de perto. Mas daí eu perguntei, saciando a minha curiosidade:

-Castiel, pra que tudo isso?- perguntei desconfiada

- Eu achei que precisava disso para nos conversarmos- falou se sentando e eu o acompanhei.

- ficou lindo- falei olhando a vista.

- que bom que gostou- falou e também olhando para nossa visão a frente.

- mas sobre o que quer conversar?- perguntei olhando para ele

- e que…- falou começando a se enrolar, mas daí respirou fundo e continuou- desde que eu te vi eu senti algo diferente, e percebi que nos podemos ser mais do que somos, entendi??

-mais ou menos-falei receosa

Ele não me respondeu nada só foi se aproximando, nesse momento eu paralisei, e então ele colou nossos lábios onde eu senti uma sensação única. Seus lábios eram macios e viciantes . Depois de um tempo so ali curtindo o momento, eu passei meus braços pelo seu pescoço, e os dele pela minha cintura acabando com qualquer espaço possível. E aprofundamos o beijo, que de calmo passou a ser urgente e de romântico passou a ser selvagem.

Mas nos separamos quando a falta de ar se fez presente, continuamos com as testas coladas, eu sorri e perguntei:

- Eu só tenho uma dúvida: o que nós somos agora??- perguntei olhando seus olhos cinzas

- Amigos…..- parou um tempo roubando-me um selinho- só que com alguns benefícios.

Rimos e fomos comer, uma vez ou outra nós nos beijavamos ou trocavamos carícias.

POV's Castiel

Estamos, eu e Cassy , andamos a cavalo , e fizemos um piquenique, agora estamos sentados comigo tentando convence-la a pular, mas, ela está com medo.

- Vai cassy, eu vou te proteger e não vou deixar você se afogar, muito menos se machucar- falei segurando a mão dela.

- Tabom, vamos- falou e eu sorri a abraçando, pegando sua mão e pulando.

Nesse momento, ela gritou e minha mão escorregou da sua, quando caímos na água, eu subi rápido para superfície, e esperei ela, mas comecei a me desesperar quando ela não subiu.

- Cassy sobe aqui, eu não to gostando dessa brincadeira- gritei mas ela não ouviu- Cassy por favor- continuei gritando mas ela não voltou, mergulhei e quando consegui acha-la a abracei e fui ate a margem e a deitei.

-Cassy acorda - fiz respiração boca a boca, porém não mudou nada ela continuava sem respirar.

A peguei no colo e montei o cavalo com muita dificuldade mas depois corri o mais rápido que pude, quando cheguei em casa corri para a porta gritando:

- preciso de ajuda, socorro- gritei desesperado.

O Lysandre desceu correndo, e viu ela e perguntou:

- o que aconteceu, porque estão molhados e porque a Cassy está desmaiada?- perguntou me ajudando a deita-la no sofá

- Ela está fria demais temos que levá-la ao hospital e rápido- falei depressa

- ta vamos ao hospital mais próximo- falou pegando as chaves e indo em direção a porta.

Eu a peguei no colo e também fui em direção a porta, quando saímos corremos para o carro.

Deitei ela no banco de trás e fiquei segurando sua mão, o Lysandre acelerou e demorou mais ou menos 30 minutos.

Quando chegamos peguei-a no colo e corri em direção a recepção, a moça me parou:

- o que ela têm??- perguntou ela

- Ela bateu a cabeça e agora está muito fria- falei nervoso

- Vou chamar o Médico- falou indo correndo para dentro de uma sala onde saiu da mesma com vários enfermeiros e um maca - coloquem-na aí é levem-na

Eles a deitaram e foram carregando-na e eu fui seguindo mas quando chegou na porta me barraram:

- eu preciso estar junto dela, Cassy!!!- gritei desesperado e chorando

- não permitem acompanhante na sala - falou o segurança- espere o médico na sala de espera.

- Mas…..- tentei falar mas ele virou as costas e saiu

Bufei e me sentei em uma cadeira daquela sala e coloquei minha cabeça apoiada em meus braços e os mesmos em cima do meu joelho, e suspirei pesadamente pensando que aquilo só havia acontecido por minha causa.

O Lysandre chegou 15 minutos depois acompanhado da Rosa, da Lysa e do Leight. Os quatro vieram e me abraçaram dizendo que tudo ia ficar bem, concordei e voltei a me sentar.

Depois de umas três horas o médico veio e perguntou:

- Familiares da senhora Castielly Clarck?- perguntou olhando-nos

- Somos nós- falou a Lysandra se levantando

- o que a senhorita e dela??- perguntou receoso, suponho que seja por medo de passar a informação para a pessoa errada.

- amiga - respondeu Lysa

- e os pais dela?-perguntou novamente e eu pude notar que ele estava anotando.

- A mãe dela morreu e seu pai a abandonou a alguns anos- falou ela

- me desculpe nao sabia- pediu desculpas por ter tocado no assunto.

-tudo bem, mas como ela está?- perguntou Lysa

- Desacordada, mas não há nada de grave só a pancada que a deixou inconsciente- respondeu deixando de lado a prancheta que estava em sua mão e largando a caneta em seu bolso

- quando é a previsão pra que ela acorde?- dessa vez quem perguntou foi o Lysandre.

- Não há, a pancada em sua cabeça foi muito forte e a deixou em coma profundo e suas razões nos ainda estamos tentando descobrir- falou calmamente tentando passar segurança- nos os avisaremos qualquer nova notícia

Depois que ele falou isso se retirou e eu desabei ali mesmo sem me importar com se meus amigos vissem, pois eu não consigo ficar bem sabendo que eu causei isso. O Lysandre me abraçou de lado e disse

- Calma nós não podemos ficar desesperados, agora o que nós precisamos é dar a ajuda e o apoio que a Cassy precisa- falou calmo.

Assenti e me levantei indo atrás do médico, e quando o achei, eu perguntei:

- Posso ir vê-la?-perguntou limpando as lágrimas

- Claro que pode meu rapaz- falou tentando me reconfortar- me acompanhe

Assenti e o segui, paramos em frente à uma porta ele falou:

- É aqui, eu venho lhe avisar quando o Horário de visita acabar- falou e se virou indo embora.

Quando em adentrei aquele quadro branco e a vi deitada e com os equipamentos um vazio adentrou meu peito. Andei até a cama e puxei a poltrona me sentando ao lado da menina, segurei sua mão e uma lágrima caiu ao sentir sua pele fria, olhei em seu rosto e seus lábios estavam ressecados e eu me dei conta de que mesmo sendo a pouco tempo em que ela estava em coma, ela já havia tido uma diferença em sua pele e seus cabelos.

Ela estava pálida e em seus braços haviam soros, eu já estava tremendo e as lágrimas escorrendo pelo meu rosto,respirei fundo e limpei o trajeto das minhas lágrimas com minha outra mão , e falei:

- me perdoa- sussurrei- me perdoa por te fazer pular daquela cachoeira e te deixar desse estado, mas por favor não me abandone- falei isso mas fui interrompido pelo médico que adentrou o quarto falando:

- o horário de visitas acabou- falou dando um espaço na porta para mim sair, assenti e olhei mais uma vez para Cassy e deixando um beijo em sua testa.

Sai do quarto e passei direto pela recepção sem dar satisfações aos meus amigos.

Fui para casa de táxi e quando cheguei fui para o quarto em que dividia com os meninos e quando adentrei o mesmo me isolei na varanda sentando no chão, abraçando minhas pernas e repousando minha cabeça nos mesmos e deixando todas as minhas lágrimas saírem.

Fiquei lá sozinho durante uma hora mais ou menos até que o Lysandre adentrar a varanda e se sentar ao meu lado.

- você gosta mesmo dela??- falou ele olhando o céu

- eu não estou apaixonado por ela - falei limpando as minhas lágrimas- e que quando eu vi ela daquele jeito eu senti um vazio diferente aqui dentro- falei colocando a mão no meu coração.

Ele sorriu e falou:

- você está apaixonado só que você insiste em não adimitir- falou e depois me deixou ali pensando em sua frase.


Notas Finais


Cavalo: https://goo.gl/images/6FXlb8
Espero que vocês tenham gostado. ❤❤
Até o próximo capítulo, um beijo e se cuidem!!!!


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