História Rosas vermelhas.... - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Depressão, Mutilação, Sobrenatural
Visualizações 3
Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii
Volteiii
Espero que gostem <3
Boa leitura bbs-3-
Bjins...

Capítulo 2 - O 'grupinho'


Fanfic / Fanfiction Rosas vermelhas.... - Capítulo 2 - O 'grupinho'

POV’S Nicolas

  Eu achei os alunos novos meio estranhos – mesmo eu também sendo mas ok – mas ora essa que eu ia entrar em um grupo que eu nem conheço as pessoas, eles tem problemas na cabeça? E afinal... o que eles querem comigo? Um nada... o excluído da vida... o gótico estranho que quase todos odeiam os despreza...

  As aulas do período da manhã passaram e vou em direção a cantina, – sim, a cantina, odeio almoçar na minha casa, lá é um verdadeiro inferno – me sirvo e vou pra uma mesa lá na puta que pariu onde quase não tem luminosidade e começo a comer meu almoço. Até que quatro pessoas brotam de sei lá onde sentando junto comigo e me encarando.

- O que foi? Vão ficar me encarando ai?

- Nossa não podemos sentar aqui com você?

Eu apenas olho pra menina loira, reviro ou olhos e coloco meus fones no máximo.

- Podem ficar aí se quiserem, estou pouco me fodendo para isso.

Eles começaram a conversar coisas que eu não queria saber, até eles começarem a me perguntar coisas e coisas e eu tive de tirar meus fones.

-O que foi agora? Será que não dá pra vocês me deixarem em paz? Eu não gosto de pessoas por perto...

Um dos meninos me olha curioso.

-Porque você não gosta de pessoas?

-Vários e vários motivos... mas os primeiros são os rótulos que colocam nas pessoas à sua volta, como se eles pudessem dizer como são, por exemplo: burro, inteligente, bonito, feito, normal, maluco, pobre, rico, ou até natural e sobrenatural. Depois é que eles julgam muitas pessoas antes de se alto julgarem. –Faço uma pausa para respirar.

- Ou seja, os verdadeiros monstros são os humanos.

Eles me olham com uma cara surpresa...

- Você acredita em sobrenatural?

Eu dou uma gargalhada sarcástica.

- A pergunta certa seria... você NÃO acredita em sobrenatural... ou seja é claro que eu acredito... esse mundo de hoje está repleto de coisas sobrenaturais nas mídias e tudo mais...

 Novamente surpresos, eu apenas ri.

- Por q –Eu interrompo a menina.

- Chega de perguntas... –eu faço uma pausa dramática – agora é minha vez. O que vocês querem comigo? E afinal, quem são vocês?

- Eu sou Thereza, mas pode me chamar de Thea ou Thethe, tenho 16 anos, moro aqui desde os quatro. –Fala a menina loira que sentou em minha frente na aula. Ouço os batimentos de seu coração, pra ver se a mesma mentia. Ela não mentiu.

- Eu sou Magnus, tenho 18 anos, moro aqui desde que nasci... –Percebo que ele ficou nervoso em falar sua última frase, demorou alguns segundos mas depois disse.

- E sou gay... – Quando ele fala isso eu levanto minha sobrancelha direita e ele fica com um pouco de medo.

– Você não é homofóbico... é? - Eu dou uma risada assustando o menino de cabelos negros e suas mechas avermelhadas em seu topete. Fito seus olhos azuis neon e falo:

- Não, eu não sou homofóbico... na verdade, eu também sou gay. –Eu falo sem medo algum, mas vejo que todos se surpreendem ao ouvir o que eu disse. E ouvi Magnus dizendo mais ou menos isso: “Até que é gatinho”. Disfarçadamente dou um sorriso malicioso.

- Eu sou Kety, tenho 17 anos, moro aqui desde os 10 anos. –Fala uma menina de olhos meio castanhos jogado para o amarelo, com o cabelo metade preto e metade roxo. E por último um homem de cabelos castanhos claro com os olhos verdes.

- E eu sou Derek, tenho 17 também e moro aqui a cinco anos.

Todos diziam a verdade. As vezes esses dons sobrenaturais servem pra alguma coisa, pelo menos.

- Agora é a tua vez.

Beleza... o que eu vou falar, me diz?

- Ok, meu nome é Nicolas, me chamem de Nick se quiserem... tenho 18 anos e sou gay, segundo as pessoas dessa escola sou: doente mental, gótico excluído, sem amigos e derivados –Eu percebo meus olhos mudarem de cor para um vermelho fogo de raiva, me controlo e eles voltam ao normal –Eles me encaram com olhares confusos... Droga eles viram.

- O que foi aquilo no teu olho?

- O que, isso? – Eu faço de novo ele ficar vermelho por uns 5 segundos – é o que chamo de “sobrenatural”.

Me levanto da mesa e me dirijo ao pátio. E os rabos vem atrás que maravilha... SÓ QUE NÃO. Eles brotam do meu lado. Magnus do meu lado direito, Thereza do esquerdo e os outros seres se amontoaram lá atrás...

- Como tu fez aquilo?

- Nem eu sei. –Eles me olham confuso, apenas ignoro. No pátio todos me olham torto por estar andando com os novos e então o “valentão” chega perto de mim e diz:

- Arrumando amiguinhos pra não ficar sozinho agora é? – em um tom de deboche irritante.

- Cala a porra da boca!

- Ui irritadinho – fazendo voz fina.

- Repete. Eu tiro minha máscara do rosto, meus dentes novamente se afiam, mas dessa vezes meus olhos se viram pra trás ficando totalmente brancos, minhas unhas crescem quase que em forma de canivete e as aponto pro menino que se assusta.

- Eu não tenho medo disso! –Dou uma risada maléfica, que sendo bem sincero ficou assustadora com o tom de voz sombrio que saiu de minha garganta.

- Ótimo, porque eu não tenho medo de fincar isso aqui na tua garganta! –Eu apenas dou um arranhão profundo no braço do menino que grita, mas eu sugo sua voz o deixando mudo.

- Vai repetir isso de novo? –Pergunto pra ele sério.

 Ele faz que não com a cabeça eu devolvo a voz dele e me transformo de volta ao normal seguindo junto com os quatro até sei lá onde.

- Nossa...

- O que?

- Aquilo foi demais!

Não sabem o que falam... ou são cegos de não verem que sou um demônio, uma puta pessoa sobrenatural, mas uma em bilhões.

- Ou vocês tem problema mental em ficar aqui comigo... ou sei lá...

Eles me olham curiosos e confusos como sempre...

- Porque?

- Parem de fazer perguntas pelo amor de BTS... Sempre tenho que falar em um jeito sarcástico não é?

- Ok...  –Dizem todos juntos parecendo com medo de mim, dou uma risada sarcástica novamente e me viro encarando cada um.  

- Serio mesmo isso? – Eles me olham assustados pela minha reação de sempre

- Vocês estão com medo de mim? – Todos se entreolham e ouço seus corações acelerarem e revirei os olhos

- Não tenham, prometo que não machuco vocês. – Volto a virar pra frente seguindo em passos lentos ouvindo-os me seguindo.

- Vocês são as primeiras pessoas que tiveram coragem de falar comigo, sem me julgar ou fazer qualquer porra que me irrite pra cacete.

  O menino de cabelos negros, esse tal de Magnus para em minha frente –Óbvio me surpreendo –Me abraça, de primeira me assusto, mas logo retribuo, e fecho meus olhos. A tanto tempo não recebo um abraço...

Eu vejo que ele também se surpreendeu com a minha reação, permanecermos assim por alguns minutos mais depois nos soltamos. Foi ai que percebi... meus olhos estavam rosa.

- Porque seus olhos mudam de cor? –Pergunta Magnus me forçando a responder.

- Emoções.  –Todos me olham extremamente perdidos da vida, então volto a falar. –Humanos expressão emoções ou pelo medo de fala, expressão facial ou... olhos. Mas óbvio que eles não mudam de cor, mas os meus sim – Viro novamente pra eles deixando meus olhos rosa aparecerem

– Rosa, demonstra carinho, afeto e... paixão. – a última palavra ecoou pela minha cabeça nem sei porque a falei, me virei pra frente de novo – E outros sentimentos... e assim vão todas as cores. Esse é um dos motivos de não me classificar em “humano”. –Falo em um tom sério e crítico, coçando minha cabeça e a abaixando pensando que eles se afastariam de mim, mas pelo visto me enganei. Eles permaneceram ali comigo...

Depois de segundos o sinal bate para os períodos da tarde, nos encaminhamos para sala. Quando entramos, tenho algo como uma visão do futuro, de algum país que acho nunca ter visitado. Como se naquele lugar tivesse demônios, sombras escuras e outras coisas jogando fogo de todas as cores e outras coisas como terremotos, ondas sonoras, destruindo tudo... Acordo do transe quando Thethe me chama mais de 25 vezes até eu piscar algumas vezes os olhos, voltando ao normal e sentando-me em meu lugar e os mesmos também.

- Porque você se “travou” ali no meio? –Suspiro e penso se conto ou não...

- Outra visão...

- Do que?

Olho pra cada um com uma cara séria e preocupada.

- ...o apocalipse. O fim do mundo...

 

 

 

 

 

 

Mas quando? Daqui dias? Meses? Anos? Será que eu luto? Ou será que apenas espero minha morte chegar junto a dos outros?


Notas Finais


Bom... espero que tenham gostado...
Até o próximo cap...
Bjins...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...