História Roslyn: Dramione - Capítulo 13


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Blásio Zabini, Cho Chang, Córmaco Mclaggen, Daphne Greengrass, Ernesto Macmillan, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Lilá Brown, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hogwarts, Romance, Rony Weasley, Theodore Nott
Exibições 464
Palavras 1.875
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


A fanfic passou dos 60 favoritos, estou bem animada pois é minha primeira história. Quero agradecer a todos que estão lendo, espero que vocês gostem desse novo capítulo. Não deixem de comentar, a opinião de vocês é muito importante para mim. Beijos!

Capítulo 13 - Nova amiga


As lágrimas molhavam meu rosto. Theodore me chamou de vadia por algo que eu não fiz. Lembrei-me de quantas vezes ele disse que eu era a menina mais incrível com quem ele ficou, mas parece que pra ele esse pensamento mudou.

Draco tentou ir atrás dele, mas eu o impedi, não queria mais brigas por minha causa. Pedi pra ele sair, pois queria me arrumar para a aula. Ele saiu me deixando sozinha. Levantei da cama e me dirigi para o banheiro, olhei meu reflexo no espelho, fiquei longos minutos me observando, meus olhos estavam avermelhados e inchados, entrei no box, tomei um banho quente, a água escorria pelo meu corpo, junto com as lágrimas, sai do banheiro e me enxuguei, uma vontade enorme de ficar ali se apoderou de mim, mas eu não ficaria aqui trancada nesse quarto, não iria me abalar tanto por causa de um insulto, fui até meu guarda roupa peguei meu uniforme e me vesti.

Desci, dei graças a Merlin por não ter ninguém aqui embaixo, se eu encontrasse Nott agora, eu o mataria com todo prazer.

Estava andando pelo corredor quando esbarrei em alguém.

-Você não olha por onde anda Parkinson? – gritei.

Ela ficou quieta, em nada parecia aquela sonserina que passou anos me humilhando. Ela chorava. Parecia bastante mal. Senti-me a pior pessoa do mundo por ter gritado com ela.

- O que aconteceu com você? – perguntei curiosa.

- M- meus p-pais morreram, eles receberam o beijo do dementador em Askaban. – ela disse gaguejando.

-Eu sinto muito. – disse á abraçando.

Ela rapidamente correspondeu ao meu abraço e continuou a chorar.

- Venha eu vou levar você na cozinha tomar um café pra ninguém te ver assim, depois falaremos com Mcgonagall. – disse á ela.

- Mas você vai perder aula. – ela falou receosa.

- Nada que faça falta a Hermione Granger. – disse sorrindo.

Chegamos à cozinha, um quadro com uma pera guardava sua entrada, fiz cócegas na pera e ela se contorceu em risos, logo se transformando em uma maçaneta. Entramos e eu pedi a um elfo um café da manha reforçado para duas. O elfo prontamente nos atendeu e em um piscar de olhos, estava em nossa frente uma bandeja com várias comidas. Comemos tudo rapidamente e fomos em direção ao escritório da diretora.

Subimos a escada e demos de cara com Minerva.

- Oh senhorita Parkinson, eu estava mesmo indo a sua procura, venham, entrem. – disse Minerva gentilmente.

Sentamos-nos á frente de Minerva lado á lado. Pansy foi a primeira a se pronunciar.

- Vim pedir permissão para sair da escola, preciso providenciar um enterro para meus pais. – Pansy disse nervosa.

A diretora parecia pensar, quando eu resolvi me intrometer na conversa.

- Diretora eu quero acompanhar a senhorita Parkinson, eu me responsabilizo em ajuda-la a organizar o funeral dos pais. – falei.

- Creio que seja uma ótima ideia senhorita Granger. A senhorita Parkinson necessitara de uma amiga que a acompanhe nesses momentos difíceis. – a diretora disse calmamente.

Minerva nos autorizou a deixar Hogwarts por dois dias, viajemos por meio de sua lareira usando pó de flu, iríamos para o Ministério da Magia para Pansy reconhecer os pais e retirar seus corpos.

Chegamos ao Ministério, o local estava cheio, pegamos um elevador lotado e todos me encaravam, algumas coisas ruins de ser uma heroína de guerra é que todos te reconhecem por onde você for.

- Você é Hermione Granger, a menina que ajudou a destruir o Lorde das trevas? – perguntou-me uma bruxa baixinha.

- Sim, sou eu. – disse meio sem graça.

- Você é uma heroína. Meus filhos têm figurinhas suas. – ela disse.

- Olhe quem temos aqui. – o homem ruivo falou.

Fomos interrompidas pelo Sr. Weasley que acabara de entrar no elevador.

Nunca fiquei tão feliz por ver alguém, eu não aguentava aquele papo de heroína.

- Olá senhor Weasley, como vai? – perguntei educadamente.

- Vou bem Hermione, e você o que faz aqui? – ele falou.

- Vim acompanhar uma amiga. O senhor por acaso poderia me informar aonde é feito o reconhecimento dos corpos? – disse.

-É no sexto andar, eu deixo vocês lá. – ele disse.

O senhor Weasley nos deixou no sexto andar e fomos recepcionadas por um homem muito educado.

Um bruxo nos atendeu na recepção.

- Olá o que desejam? – ele perguntou-me.

Pansy estava em um total silêncio, seu olhar percorria a sala.

- A senhorita Parkinson, recebeu a noticia de que seus pais receberam o beijo do dementador e veio buscar o corpo dos pais. – respondi.

-Por aqui senhorita. – ele disse.

Estava caminhando ao lado dela quando fui barrada.

- Infelizmente somente um parente do morto, pode passar daqui. A senhorita terá que esperar.

Saí da sala e fiquei esperando na recepção, enquanto isso liguei para uma funerária bruxa que poderia nos ajudar com o funeral. A equipe chegou rapidamente.

Pansy não demorou muito para reconhecer os pais saiu da sala e me abraçou.

- É eles Hermione, eles estão mortos. – ela disse com um olhar triste.

Os corpos do Senhor e Sra. Parkinson foram rapidamente transladados para o cemitério de Godric’s Hollow. Pansy e eu aparatamos do Ministério para o Três Vassouras, o enterro vai ser hoje à tarde.

Nós ficaríamos hospedadas no estabelecimento de Madame Rosmerta. Pansy subiu para o quarto enquanto eu conversava com a mulher.

- Madame Rosmerta, você pode levar nosso almoço no quarto. – pedi.

- É claro senhorita. – ela disse.

Fui em direção ao bar, pedi uma cerveja amanteigada e mandei uma carta para Mcgonagall, avisando que estávamos bem e que voltaríamos ainda hoje. Amarrei a carta nas patas da coruja e fiquei a vendo sobrevoar em direção a Hogwarts.

Subi para o quarto que dividiria com Pansy, e ela estava deitada, a comida já estava na mesa, e parecia intocada.

- Pansy, levante você precisa se alimentar – falei com um tom autoritário.

- Estou sem fome – ela disse.

- Você precisa se alimentar, se não vai adoecer, seus pais não gostariam de ver você assim. – eu disse.

Ela concordou e veio em minha direção, eu já estava sentada á esperando, a mesa que nos foi preparada no quarto estava muito farta. Ela sentou-se do meu lado e pegou um pouco de ensopado. Comemos rápido e um silêncio constrangedor se instalou entre nós.

- Obrigada Hermione, eu não sei nem como te agradecer, quero te pedir desculpa por todos esses anos que te irritei. – ela disse.

- Está desculpada, e o que aconteceu ficou no passado – falei.  

- Podemos ser amigas? – ela perguntou-me.

- É claro. – disse.

A tarde passou lentamente, estava fazendo de tudo para distrair Pansy, ela parecia um pouco menos triste. A hora do enterro chegou nos arrumamos e aparatemos para Godric’s Hollow, o cemitério estava vazio a lápide dos Parkinsons já estava pronta, Pansy seguiu até ela e eu a acompanhei.

O enterro foi curto. Pansy fez um breve discurso:

- Hoje me despeço das pessoas mais importantes da minha vida, sei que tudo que fizeram foi para me proteger, e hoje eu os agradeço por sacrificarem suas vidas por mim.  A partir de hoje, eu poderei seguir o caminho que vocês sempre quiseram pra sua filha. O caminho da luz. Eu amarei e lembrarei-me de vocês para sempre.

Pansy terminou de falar ela estava muito emocionada. Peguemos uma chave de portal e fomos parar em frente aos portões de Hogwarts.

Caminhemos diretamente para meu quarto. Lá nos troquemos e eu transfigurei um uniforme da Grifinória em um uniforme da Sonserina. Todos deveriam estar preocupados conosco, pois apenas Minerva sabia onde estávamos.

Saímos do salão dos monitores e fomos pra nossas aulas, ali nos despedimos. Pansy teria Adivinhação e eu teria Runas Antigas.

- Obrigada por tudo Hermione – ela disse.

- De nada Pansy – falei.

Cada uma foi para um lado. Cheguei à sala de Runas, e não vi meus amigos, nenhum deles fazia a matéria, por ela ser opcional, além de ser muito difícil.

A professora passou um trabalho em dupla, que eu vou fazer com Suzana Bones, logo a aula terminou e sai pelo corredor combinando com Suzana o nosso trabalho.

- Podemos nos encontrar hoje à noite na biblioteca? – ela perguntou-me.

- Sim. Depois do jantar nos encontramos lá. – respondi.

 Fui para a aula de Defesa Contra As Artes Das Trevas. Harry e Ron faziam essa disciplina e com certeza os encontraria lá, e eles me fariam um interrogatório.

Entrei na sala e eles estavam lá tinham guardado um lugar para mim. Fui e me sentei entre eles.

O professor começou a passar a matéria. O assunto: às maldições imperdoáveis. Um arrepio involuntário percorreu meu corpo lembrei-me de Belatriz me torturando na mansão Malfoy.

A aula terminou rapidamente. Fomos para os jardins e nos sentemos em baixo de uma árvore. Pela cara deles, o interrogatório começaria.

- Hermione onde esteve todo esse tempo? – Harry perguntou-me.

- Se eu dizer pra vocês que eu estava com Pansy Parkinson, vocês acreditariam? – respondi com outra pergunta.

- Não. – eles responderam em uníssono.

Contei para eles toda a história, e eles pareciam surpresos.

- O Malfoy estava bem louco te procurando. – Ron disse.

- O que ele queria? – perguntei.

- Não quis nos falar. – Harry respondeu.

- Ele não falaria pra vocês, é o jeito dele. –disse sorrindo.

- Vocês estão juntos? – Ron perguntou.

- Não, somos apenas amigos. – respondi.

- Do jeito que ele te olha, acredito que ele não te vê só como amiga. – disse Ron.

O assunto se encerrou. A noite havia chegado fomos em direção ao castelo e caminhamos conversando animadamente até o salão principal. Estava morrendo de fome, não aguentava mais esperar pelo jantar. Vi Pansy na mesa da Sonserina, ela sorria para mim. Retribui seu sorriso.

Sentei-me ao lado de Gina, que começou a me fazer perguntas.

-Mione, onde você estava? – a ruiva perguntou.

- Longa história depois ela te conta. – Harry disse.

- Isso mesmo. Gina me deixa comer, que to com uma fome, depois te conto. – falei rindo.

- Vou esperar Hermione. – ela disse sorrindo.

Estava com tanta fome que comi igual ao Ron, parecia uma esfomeada.

Terminei rapidamente o jantar e despedi-me de meus amigos, avisei que iria à biblioteca fazer um trabalho.

Quando estava me levantando, olhei de relance em direção a Draco e vi que ele me encarava, desviei o olhar e saí apressadamente em direção à biblioteca.

Cheguei à biblioteca e Susana já estava lá. Sentei-me ao seu lado e a cumprimentei, começamos a fazer nosso trabalho e depois de uma hora ele já estava concluído. Susana Bones é tão inteligente quanto eu.

Despedimos-nos, e ela se foi, resolvi ficar mais um tempo lendo, precisava ver o conteúdo que perdi enquanto estive fora.

Fui interrompida por uma voz.

-Que bom que te encontrei Hermione. – ele disse.

- Pra você agora é Granger. – falei me levantando.

- Malfoy me procurou, ele disse que vocês não fizeram nada. Ele me mostrou a memória dele. Eu quero lhe pedir desculpas pelo que eu disse. – o garoto continuou.

-Nott não ache que é com um pedido de desculpas, que eu vou esquecer o que disse. E saiba que eu só não transei com Draco porque estava bêbada. Se eu estivesse sóbria eu teria o imenso prazer de me entregar á ele. – eu disse saindo.



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