História Rótulos - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amores, Jogos, Karoshi, Peça, Rótulos, Sentimentos
Visualizações 54
Palavras 363
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fluffy, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olé olé olá, galera! Tudo bem? Espero que sim.

Faz um tempinho que não broto, mas cá estou com uma fanfic meio fluffly pra vocês. Talvez esteja migrando pra este campo. Talvez. Ultimamente ando tendo plots desconstruídos e outros românticos, esse ficou na categoria romance e em breve brotarei no canal com outros, assim espero. Enfim, dedico a fic a bae aka mozon. Espero que goste.

Na real, espero que todos gostem, pois fiz com muito carinho pro cês.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo único.


Rótulos quando nos tocamos se perdem, fazem-se inúteis e de fato são; felizes são aqueles que sabem desfrutar do que têm sem a necessidade de dar nomes a suas relações e sem buscar parâmetros em vivencias passadas.

Talvez por essa razão, goste em demasia quando tua voz invade meus ouvidos em áudios matutinos, diurnos e noturnos. E embora deteste rotular o que sinto, acho que posso estar vislumbrando algo novo contigo. Sentimento esse que não possui amarras e detém uma natureza tão livre quanto os papos descontraídos que temos durante a semana.  

Ah, garota se em poucas palavras pudesse dizer como captura minha atenção, provavelmente começaria pelo teu jeito de menina mulher e de jogadora às vezes. Não me entenda mal, não sou fã de jogos, mas com você me disponho a tentar alguns e quiçá outros mais pesados — que bem sei, compõem doses do teu gosto. Não necessito falar de honestidade com a vossa pessoa, pois constantemente exponho os fragmentos de minha alma e tu sem pressa alguma, os coleta, com as mãos pequeninas e os une, de modo que eles tomam o tempo certo para curar-se e abrirem-se as novas perspectivas.   

Em certos casos, o nosso especificamente, tais prazeres são melhores ocultos ou subtendidos. Não por vergonha, mas pela língua afiada do mero mortal que vós escreveis e também pelos demais viventes que não nos desejariam felicidade. Acredito que minha paciência me trairia e sem dúvidas, acabaria por detonar os seres que viessem aporrinhar o juízo que pouco tenho acerca do que acham ser melhor para nós. E sejamos sinceros, as pessoas que insistem em dar pitaco ou aquele famoso ‘‘toque amigo’’, muitas vezes não desejam ajudar e sim atrapalhar e eu não suportaria este ato. Pois, apesar dos desencontros e suposições errôneas, nossa peça é romântica e não se destina a finais trágicos e tampouco regrados a separações definitivas ou de longo/curto prazo.

Prefiro manter um espetáculo, onde os títulos se perdem em meio à bagunça que somos e até mesmo a tua risada despretensiosa. Prefiro um espetáculo em que transbordamos juntos, pois não carecemos de complementos. Afinal, já somos completos e juntos apenas extravasamos a vastidão que nos constitui. 


Notas Finais


P.S: Vai ficar sem capa mesmo, porque eu tenho preguiça. É como diz o ditado: uns tem beleza, outros tem fome, eu tenho preguiça.


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