História Roubada Por Um Anjo - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Niall Horan, Personagens Originais
Tags Drama, Niall Horan, Romance, Sequestro, Síndrome De Estocolmo
Exibições 23
Palavras 1.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu aqui novamente amore =D
Mais um capítulo e espero muito que gostem!!
Boa Leitura!

Capítulo 19 - Capitolo Diciotto - Será realidade ou mais um sonho?



Times Square; Nova Iorque – 30 de dezembro de 2009 23:35 PM
 

Naomi havia me deixado sozinha ali, havia se encontrado com umas amigas e sumido, estava lotado de pessoas bêbadas, gritando, cantando e se pegando. Enquanto eu olhava ao redor, para o chão e para o céu com cara de taxo, desejando minha cama, meus livros e minha janela.
Então em uma das minhas olhadas para tudo, olhei para frente, perdi o ar, paralisei, aquilo só podia ser coisa da minha cabeça, imaginei tantas coisas que acabei me perdendo na realidade e no que eu inventei.
Um grupo de pessoas passaram por nós, e eu sabia que quando passem ele já teria sumido, porque era minha imaginação brincando com minha lucidez novamente. Eles passaram e para minha sorte ou azar ele continuava ali na minha frente. Niall estava ali com as mãos nos bolsos frontal da calça jeans.
Ele não podia, ele não tinha aquele direito de brincar comigo. Dizer o que quisesse, ir embora, e reaparecendo novamente dias depois me deixando novamente hipnotizada, eu não era um brinquedo, eu sou um ser humano tenho sentimentos. Mas eu não conseguia responder meus movimentos, era como se eu tivesse em piloto automático, se eu tentasse parar eu não iria conseguir, quando dei por mim eu estava indo em sua direção. 
Nossos olhares estavam conectados intensamente, nenhum dos dois ousara desviar, eles diziam tantas coisas, mas principalmente transmitia muitos sentimentos de ‘saudade’ e vários pedidos de ‘desculpas’.
Já estávamos tão próximos, tão perigosamente próximos, que eu podia sentir sua respiração tocar meu rosto, o vento gelado já não me tocava mais, ele me protegia do frio, de qualquer coisa que quisesse me ferir. Eu o olhava como se estive o vendo pela primeira vez em minha vida. Se me perguntassem eu diria que eu me apaixonei novamente, pelo mesmo cara, só que em um lugar diferente, na Times Squere na noite de réveillon.
Hesitei por um momento, mas eu precisava, eu necessitava toca-lo, sentir seus lábios aos meus.
Devagar aproximei minha mão e toquei seu rosto, com o polegar fiz um carinho em sua bochecha que foi correspondido por ele fechando os olhos e eu sorri minimamente, quando ele voltou a abrir os olhos, com aqueles olhos azuis tão intensos, cheios de segredos. Estávamos em um universo só nosso.
Nossos narizes se tocaram, meus olhos se fecharam, meu estomago deu uma cambalhota ao sentir nossos lábios se tocarem, ele segurou minha cintura dando leves apertões. 
Nos beijamos com desejo, com carinho, com calor, com calma, sem palavras, apenas gestos, nada mais foi necessário.
A tempos eu esperava e fantasiava com aquele momento, mas aquilo não passava nem perto do que eu esperava, era simplesmente muito melhor, superando todas as minhas fantasias sem graças com sentimentos intensos, mas não tão intensos quanto estava sendo naquele momento.
O céu poderia cair sobre mim que eu nem me importaria, minha alma poderia deixar meu corpo que eu sequer saberia, alguém poderia gritar o mais alto que pudesse em meu ouvido, que eu sequer escutaria.
O beijo foi cortado mas mantive meus olhos fechados, guardando mais daquele momento que eu desejava nunca mais ter fim, senti seu carinho leve em minha cintura e em minha bochecha esquerda, para então o frio começar a me tocar novamente, abri os olhos e ele havia sumido novamente.
Aquilo poderia até ter sido mais um de meus sonhos acordada, mas eu ainda podia sentir seus lábios sobre os meus.
Quando voltei a minha realidade, pessoas ao meu redor, se abraçavam e desejavam feliz ano novo umas para as outras, consultei o relógio e contatei que já eram 00:05 do dia 01 de janeiro de 2010.
- Aí esta você, estou te procurando faz mais ou menos dez minutos. – Virei em sua direção, minha tia sorria com duas taças de champanhe em mãos, me entregando uma que aceitei prontamente, e ela me abraçou em seguida. 
- Feliz ano novo meu amor.
- Feliz ano novo tia. – consegui sorrir um pouco ainda meio atordoada pelo ocorrido a minutos atrás.
- Emma essa é a minha amiga Ashley. Ashley, essa é a minha sobrinha Emma.
- Prazer em conhece-la Emma. Naomi fala muito de você. – Ela me abraçou me pegando um pouco de surpresa.
- O prazer é todo meu Ashley.
- Que isso, pode me chamar de Ash.
As duas engataram em uma conversa que as vezes pediam minha opinião, mas eu apenas sorria e dava respostas curtas, eu estava mesmo era mergulhada em memorias.
Ele me dominava, me deixa hipnotizada, incapaz de pensar e aquilo me tirava do sério.
 

Como pode um cheiro acalmar?
             Como pode um abraço confortar?
             Coisas que ninguém consegue explicar.

Londres, Inglaterra – 10 de janeiro de 2010, 03:27 PM
(Narrador)

Emma estava exausta, tanto fisicamente quanto psicologicamente, ela estava cansada de fugir daquilo que ela mais queria.
E de ter que tentar colocar na mente que Niall Horan era o cara errado, que felicidade não existiria ao seu lado, que ela não poderia de forma alguma entrar em seu mundo, ela poderia se machucar no final, ela não aguentaria mais uma decepção, mais uma magoa, mais uma pessoa entrar em sua vida, muda-la e logo sair dela.
Mas dizer não era como dizer sim.
Que não ser feliz com ele era querer dizer que ele era sua felicidade, que em Niall que ela encontraria a paz.
Ela não aguentava mais tanto barulho que havia dentro dela, ela desejava nem que fosse dois minutos de silencio. E para sua sorte (ou não) o som da campainha se fez presente por toda a casa, a fazendo levantar em um susto e correr para a porta.
Mas ao abri-la, ela queria pegar a cabeça dessa pessoa e tacar na porta por várias vezes seguida, mas Emma não era assassina, então o melhor a fazer foi controlar a raiva.
- Olá pipoquinha. – Nina teve a audácia de chamar Emma por aquele apelido ridículo, e que a tempos não a chamavam mais.
Ela era chamada de pipoquinha porque quando pequena vivia pulando pela casa, quando tinha visitas e na hora que elas iam embora, ela ficava pulando e dando tchau, o que gerou o apelido de pipoquinha. (N/A: Eu fazia isso quando pequena kkkk) 
- O que você está fazendo aqui Nina? – Emma foi direto ao assunto, sem se importar de parecer fria.
- Sei que você não quer me ver nem pintada de ouro, mas eu vim da Itália até aqui para primeiro: te pedir desculpas; segundo: receber aquele abraço apertado e reconfortante que só você sabe dar e terceiro: saber como realmente você está. – Eu ia falar, mas ela continuou. – Quando eu soube o que havia acontecido com você eu entrei em pânico...fiquei com medo de nunca mais poder reconquistar você e voltarmos a sermos o que éramos antes, primas, mas acima de tudo melhores amigas, confidentes uma da outra... eu queria vir pra Londres, eu mesma procurar você, mas por mais uma vez eu tive medo.
‘Eu passei por tanta coisa Emma, e pensava tanto em você em como eu queria ter você para receber aquele abraço que eu tanto precisava...Eu ainda sinto tanta dor. É muito difícil ainda falar dele, mas...
Os olhos de Nina ficaram vermelhos, ela tentava segurar as lagrimas, mas era uma tarefa difícil, mesmo depois de tanto tempo, a dor ainda era presente, o coração de Emma se partiu.
- Nina, se acalme...você sabe que não é fácil para mim. Quando eu mais precisei de você, o que você fez? Virou as costas para mim, sem contar daquelas vezes que você só pensou em si mesma e acabou comigo sem hesitar.
- Eu sei, eu me arrependo amargamente por isso.
Nina não era uma mulher ruim, pelo contrário. Quando Emma ainda morava em Verona, as duas passavam divertidas noites em claros em festas de pijamas, onde era apenas as duas, um pote enorme de pipoca com manteiga, Coca-Cola, chocolate, filmes com Johnny Depp, Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Gerard Butler, e muitos seriados.
Uma sentia a falta da outra, ambas passaram por maus pedaços, e precisavam do colo da outra, do abraço da outra, mas o orgulho as afastava cada vez mais.
- Você sabe o que falam sobre o poder, a ambição daquilo é tanta que te deixa cego, quanto mais você tem mais você quer. Era a mesma coisa com a popularidade na escola Emma, e eu tinha tanta inveja de você pelo carinho que as pessoas tinham por você...
- Mas eles tinham por você também Nina, por sermos unha e carne.
- Não Emma, eu sentia que eles falavam comigo por obrigação, que não era como quando falavam com você, que eles tinham o prazer disso. Então quando eu vi que aquilo te levaria para o topo, te amariam ainda mais por seu talento incrível, eu fui egoísta e te tranquei naquele banheiro e você acabou perdendo a audição... eu me arrependi, você me odiou, sumiu e tempos depois descobri que você havia desistido do sonho de ser uma grande pianista. Eu me senti tão mal Emma, por egoísmo e medo eu fiz você desistir do seu maior sonho.
Emma sentia a sinceridade de Nina decidiu que por uma vez mandar o orgulho pastar. Nina havia a magoado, mas tantas coisas aconteceram, que para ela mesmo o sonho de ela ter ido para o espaço aquilo já não importava mais.
Emma se aproximou de Nina e a abraçou fortemente e Nina então caiu no choro, a quanto tempo ela precisava daquele abraço.
- Mas lembre-se Nina, perdoar não é esquecer. - a prima riu fraco.
- Certas coisas nunca mudam, você vivia dizendo isso quando fazíamos as pazes depois de uma briga.
- Certo, vamos esquecer isso e que tal uma maratona de filmes e series com aqueles atores gatões?
- Eu topo.
- Então vá colocando o filme que eu pego a pipoca, o refrigerante e o sorvete.
Não demorou muito Emma retornou à sala com as coisas em mãos, o filme estava posto no pause, esperando apenas por Emma para ser inicializado.
Sentaram começaram a devorar as bobagens e babar nos atores, elas estavam curtindo a companhia uma da outra as novidades e coisas tristes que fique bem para mais tarde.


Notas Finais


O que acharam desse capítulo?
Beijos e até mais!!


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