História Royal Blood - " L " - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Drama, Fantasia, Sexo, Sobrenatural, Terror
Exibições 5
Palavras 3.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Ultima parada.


Haviam se passado quase 6 horas de viajem, Lais ja  estava com a bunda dolorida, se sentindo uma sardinha, presa em uma caixa de metal azul, amarrotada de malas, carro que seu pai Wagner alugou após desembarcar do avião, meia hora voando, e cinco horas na estrada, realmente ela estava indo ao fim do mundo, com destino final, Santa Queda, sua cidade natal, localizada ao extremo sul da capital, ela antes de sair de casa tentou fazer uma pesquisar na internet, porém conseguiu encontrar poucas coisas, apenas algumas manchetes de jornal antigo, dizendo que a cidade é uma das mais calmas e pacatas do pais.
O clima de verão seco e abafado, dificultava a respiracão, o termometro digital do carro marcava 39° graus, ela odiava calor, odiava suar, não aguentava mais aquilo queria chegar logo, as duas garrafas pet de agua de dois litros que comprara antes de pegar a estrada , uma estava vazia a outra pela metade, a cerca de quatro horas estava  o ultimo posto, onde as casa e edificeis deram lugar a mata fechada, depois campos e mais campo, a paisagem nao colaborava com nada, uma vegetacão rasteira, sem vida, combinando com a estrada de terra vermelha interminavel, uma tortura para quem sofre de anciedade, - sorte a dela que conseguiu atualizar a receita que sua psiquiatra e psicologa, lhe passara, bentidos sejam os anti-depressivo.
O pai de Lais , Dr° Wagner Fuller de Andarade, aparentava ter no maximo quarenta anos, palido, de queixo quadrado, barba sempre bem feita, nariz arrebitado, seus oculos de arame fino retangular, escondia o verde escuro de seus olhos, cabelos grisalhos, levemente ondulados, jogados de lado,  alto e forte, com gosto mmusical um pouco excentrico, dando preferia por escutar musicas classicas, pois mais que ele pareça um pouco distante e fechado, sempre foi participante na vida de Lais, um exemplo disso foi a vez em que ela teve que ficar quase um ano, em um internato para jovens especiais pois ele estava viajando a negocios, ele ligava todos os dias para ela, sendo mais expecifico antes da janta. Lais tinha doze anos, ela por incrivel que pareça não contestou a ordem de seu pai, simplesmente amara a ideia, um tempo  longe da cidade grande, de todo o bulling e sofrimento não faz mal a ninguém, o curriculo academico do internato que mais lhe chomou a atencão, horarios flexiveis com materias a escolha do aluno, sendo obrigatorio apenas completar oito horas diarias de segunda a sabado, ela escolheu, musica, teatro, francês, russo, e historia, todos os professores ficaram boquiabertos com a capacidade de aprendizado de Lais, em menos de quatro mesês ela falava quase que fluente russo e francês, além de ser dotada de uma voz que deixaria muitas cantoras no chão, seu timbre é extremamente raro e heterogenio, apresenta grandes constrates de cores em seus registros, em uma apresentacao escolar, ela cantou " Million Dollar Man " de Lana del Rey, executando  gravissimo C3 ( dó 3 ) com firmeza e sem esforço, arrancou até lagrimas de sua antiga professora, Bernadete, que havia ficado em duvida pela letra ser um pouco pesada para a idade dela,mas mudou de ideia apos ouvi-la cantar nos testes. Ela ganhou de lavada, as proprias participantes, adversarias, votaram nela.
Foram nove meses no paraiso, segundo ela mesmo, poderia ficar mais nove, se não houve se ocorrido o acidente da pobre Ana Eliza, uma das unicas amigas dela la, entrou em coma misteriosamente, algumas garotas e professores a culparam, mas nada foi provado, sorte a sua que seu pai voltou de viajem dois dias depois do ocorrido, a poupou de ser chamada de bruxa, demonio, estranha, ela nnao aguentava mais. Ele é historiador e arqueologo, ela adorava quando ele retornava, pois sempre trazia alguma reliquia antiga, como por exemplo, uma pulseira fina de transas de couro marrom, com uma gema negra ovalada, no centro, cuja pedra ficava cinza por cinco dias no ano, seu pai dizia ser magica e ter mais de duzentos anos, ela o fez de amuleto,  nunca o tirando pois seu pai havia dado diversos nos complexos.
Lais é tirada seu devaneo, deixando as lembrancas do dia em que ganhou a pulseira para traz junto com o escarro e cuspe de seu pai pela janela a fora.
- Pelo amor ne pai....- ela arqueou a sombrancelha, e  levantou o labio.
- O que foi? - ele esbolçou um sorriso e enxugou um fio de baba do queixo.
Era estranho ver ele agindo  assim, sorridente e brincalhão, Lais sabia que era porque estavam indo para Santa Queda, onde seu pai e sua falecida mãe se conheceram, casaram, onde ela nasceu, e sua mae morreu.
Lais evitava entrar em assuntos relacionados ao sua passado com ele, pois sabia, tinha certeza, que era doloroso demais, para ele falar sobre ela, quando mais nova, Lais sempre perguntava a ele como ela era, como morreu, quantos anos ela tinha, mas ele sempre era vago nas respostas, e nem resposndia, um tempo atraz, junto com Agatha sua melhor amiga, achou uma foto de sua mãe nos documentos de seu pai, enquanto procuva uma conta de luz para a escola, sua casa não tinha fotos, nem nada em relação a ela, entao chegou a conclusao, era identica a sua mãe, o rosto, o sorriso, entao parou de perguntar.
- Para de ser porco!!
Ele riu, e olhou para ela, Lais estava com uma cara de abatida, não do jeito causada pelo sol.
- Voce não parece bem.... e não é esse delicioso sol qie te aflinge.
- Correção.. sol torturante... - ela mormurou limpando a garganta com uma tosse - sei la.. tomei o remedio e fiquei estranha, ... sei la... notei diferença.. - ela bocejou, ja estava cansada de domir, de ouvir  musica classica, do remedio, de tudo, apenas queria chegar logo, sair do carro e fumar um cigarro.
- Normal...... basta se acostumar, mais alguns dias... - ele entortou a boca, sabia que ela sentiria diferença  na quimica e daria contra efeito - ja estamos chegando no posto de gasolina.. a ultima parada antes de chegarmos .... ai só mais  um pouco meu anjo.. antes de tomarmos..
Os dois disseram juntos... - Café!!! - um vicio herdado, os dois eram  tao diferentes fisicamente, porem tinham basicamente o mesmo gênio.
- ainda bem ... estou farta já..- Lais estava roendo as unhas ou o que restou delas, desde que entrou no carro.
- seus cigarros acabaram? - ele perguntou a ela desligando o som do carro. Wagner sabia  que ela fumava, ele reclamava no começo porém não falou mais nada depois, estava ciente que tinha um pouco de culpa era dele por ela fumar, não estava presente em certos momentos e não teve como orienta la.
- acabaram a umas quatro horas.... - ela tentou inutilmente desfarçar escondendo as mãos quando ele perguntou..
- Quer que eu compre?...- Ela arregalou seus olhos, como se levasse um choque, ele nunca ofereceu a ela cigarros ou deu dinheiro a ela, se ela queria fumar que fumasse com seu dinheiro, sustentaria seu proprio vicio, como Lais não trabalhava, apenas fazia  bico de babá cuidando de uma bebezinha duas vezes por mês para sua vizinha, Xirley, e cantava em uma banda, Talk That Talk, junto com Agatha e Pedro seus melhores amigo, tirando um trocado com pequenas apresentações em bares, e pequenas casas noturnas, juntando tudo ela estava ganhando o suficiente para comprar seu cigarro e se divertir nas horas vagas. Ela não aceitaria.
- Não pai... obrigado...- Lais sempre fora uma menina doce, gentil e educada,as pessoas que a julgavam mal.
- eu tenho dinheiro ainda...
- Assim... - ele olhou curioso.
- Lembra daquele show que fiz mês  passado?- ela disse sorrindo, mas se lembrou que seu pai não foi muito a favor dela ir.
- Sim.. sei.. - ele se concentrou na direção do volante.
- Então , um cara gravou, e uma gravadora entrou em contato...
- Meu Deus Lais...- ele quase deu um pulo emocionado, estampando um sorriso - como assim?.
- Uma gravadora nova.. é pequena.. mais ja é o começo..
- sim exato!- disse euforico - temos que começar de um lugar.
- então eles pediram para a Agatha enviar algumas musicas proprias ...e ela enviou três que fizemos eu iria te contar depois do meu aniversario.. eu juro pai.... - parecendo uma criança ela sentou encima dos dois pés, e sorrio balançando os ombos, os olhos dele se perdiao em um brilho, era de saudade e orgulho, sem graça ela ajeitou os fios desalinhados em um rabo de cavalo.
- tudo bem ... só que - era obvio, Agatha, Wagner não gostava dela, não só pelo jeito promiscua dela de ser, mas sim pelo fato dela ser um bom incentivo para o mal caminho.
- Antes que eu me esqueça - ela se enclinou até ele e o beijou na testa - muito obrigada..
- Pelo o que?- ele ficou sem graça.
- Por tudo isso... - ela olhou para as malas atraz. - por me trazer ... aqui.. - ela notou que seu sorriso foi desfazendo aos poucos, ele estava lembrando, lembrando dela.
- Não agradeça por nada não filha... é um prazer, te trazer aqui.. - ele suspirou fundo, e continuou, era visivel a dor em suas palavras. - Foi aqui que você nasceu querida, onde eu conheci sua mãe... - ele se calou por alguns segundos, ela apenas ficou parada ouvindo. - Quero que conheça um pouco sobre seu passado meu anjo... - ele realmente estava segurando um lagrima em seus olhos.
- Pai eu ... agradeço...
- Por muito tempo fui egoista querida, a dor de perder sua mãe ... achei que deveria ser só minha, mas não..vc tem direito de saber das coisas... - a lagrima pelo qual ele lutara, venceu, escorrendo em um curva, ele enxuga.
- Pai..- Lais não sabia o que dizer... nem o que fazer, ela não queria chorar, nem deveria.
- Eu te devo uma fotografia de sua mãe... - eles não tinham nenhuma foto antigas da familia Fuller, ou sobre o que restou dela, Lais sabia que, não possuia parentes, tanto pelo lado da falecida mãe, como a do lado do pai. - eu deveria ter lhe entrgado faz tempo isso filha.. - ele tirou uma foto desbotada, do quebra sol, e lhe entregou. Era a foto que achara outro dia junto de Agatha.- esta é sua mãe.. um ano depois que casamos... linda... - Lais sentiu a dor de seu pai, ardendo de dentro para fora, como um turbilhão, sufocante, tinha uma empatia muito grande.
Ela enchugou as lagrimas, e com um sorriso estampado, ela funga, e o abraça de lado.
- Obrigado pai...- apoiando em seu braço ela encontrou conforto para ambos.
- Olha querida o posto.. - ele apontou com o dedo, uma cobertura, verde enferrujada, apoiada emm uma unica pilastra em um branco, totalmente manchado pelo tempo, duas bombas empueradas pela terra vermelha, um armazem velho, e a cerca de dez metros dali um bloco cinza pequeno, banheiros, concluiu ela, o local parecia estar abondonado, ela se sentiu aliviada, quase pode sentir o cheiro do café.
Wagner encostou do lado da bomba.
- Eu vou ver se tem cigarros e café aqui tudo bem filha?- ele pegou a carteira - pode deixar que eu compro - ele sorriu e antes de sair checou o painel do carro, tusdo certo, tanque cheio, agua ok,  então parou e respirou fundo, olhou freneticamente para os lados.
- Tudo bem - ela concentiu com a cabeça aceitando, ele bateu a porta.
Então ele foi, entrou no estabelicimento, andou pelos corredores, e ficou procurando algo. Ela guardou a foto, e saiu do carro para esticar as pernas, se espreguiçou e bocejou, o céu estava limpo, sem nenhuma nuvem a vista,  o sol das duas horas da tarde estava castigando, forte e inecessivel, não havia corrente de ar para refrescar, o tempo estava literalmente tudo parado, descidiu ir ao banheiro.
Parando em frente a porta azul parcialmente pintada, la encarou a placa unisex até criar coragem de entrar, não havia maçaneta, no lugar do trinco havia um arame enferrujado  amarrado que desembocava para o lado de dentro, ela suspirou fundo prendendo a respiracão, e empurrou a pprta com o pé.
O banheiro já tinha o aspecto de ser sujo por fora, ela ficou empressionada, com o estado dele por dentro, as paredes que um dia, muito distante, que ja foram brancas estavam cobertas por diferentes tomalidades de verde da mistura de bolor e mofo, haviam dois boxes, um não possuia porta, o que tinha, estava vazio com, tinha a porta encostada, coberta por rabiscos e desenhos de viajantes que passaram por ali, ambas as privadas pareciam srvir um delicioso banquete para as moscas e larvas que estavam ali dentro, ela revirou os olhos, e soltou o ar, respirando o que parecia ser o cheiro de carne pobre e enxofre, seu estomago revirou, e seus olhos lacrimejaram, tapou a boca e nariz com a barra da camisa regata da mulher maravilha que ganhou de Pedro, ela se vira e caminha para o que restou do que ja foi um espelho, que estava quebrado na parte superior, e com diveras manchas negras de queimado, a pia branca parecia estar manchada com uns respingos de sangue seco, ela se estremeceu, queria vomitar, e sair correndo dali direto para debaixo de um chuveiro, literalmente o lugar parecia uma cena de crime - alguém morreu aqui. - estava martelando em sua cabeça.
Com a ponta dos dedos ela abriu a torneira encebada, jogou um pouco de agua, para tentar limpar o registro, e então mergulhou as duas mãos enchendo as e jogando a agua em seu rosto, Lais evitou ao maximo não encostar em nada, seu rosto estava um pouco abatido pelo cansaso, ela jogou mais uma vez a agua no rosto, e então como que fosse um sussurro, ela ouviu uma risada fina ecoando em seus ouvidos, ela arregalou os olhos e engoliu em seco.
- Tem alguém ai?!. - Lais sentiu uma mudança drastica no ambiente, o ar quente e abafado ser trocado por um gelido e arrepiante, ela conseguiu ver sua respiração no ar. - ola?!! - Lais sempre foi do tipo medrosa, só conseguia assistir filmes de terror se escondesse o rosto.
O silencio predomino, então ela sorrio, tentando se converser de que não era nada, olhou cada centimetro do banheiro imundo, não viu nada de diferente, anormal, se voltando para o resto de espelho da parede, ela ajeita o cabelo, refazendo o coque no topo da cabeça, afirmando em sua cabeça - não é nada, não é nada - quamdo de fundo ouve o ruido mecanico da porta que estava encostada , agpra estava se abrindo lentamente, então mais uma vez a risada, agora parecia uma mistura de sons, de criança, rindo e chorando.
Lais fez a unica coisa que sabia fazer de melhor quando estava com medo, ela correu, deixando o banheiro em um piscar de olhos, atravessou a porta sem se importar em puxar o arame enferrujado, quando a porta fechou, ela deu uma olhada rapida para traz, então teve a impressão  de ver  uma sobra encostanda na parede de dentro do banheiro, ela estava palida, com os olhos fundos.
Wagner estava sai do do armazem com uma sacola platica nas mãos, estava chupanda um pirulito provavelmente de cereja, todo risonho.
Lais estava em choque, queria acreditar que era sua mente , sobre o efeito do remedio e calor, lhe pregando uma peça, seu coração estava batendo forte, o panico era inevitavel.
- O que houve filha? - Wagner abriu a porta do carro e jogou a sacola no banco do carona, então  se aproximou dela, colocou a mão em seu rosto, estava gelado, então perguntou mais uma vez, desta com a voz mais grave, nada confortavel. - O que houve?
- Eu.. eu..- ela não queria ser taxada de louca denovo, ver coisas que não exitem, ter que tomar annti-psicoticos, não, ela se recusaria a passar por tudo isso denovo. - eu .. estou.. foi só minha pressão que baixou...
Ele não pareceu acreditar nela, ficou encarando o banheiro, como se tivesse algo ou alguém encarando de volta.
-  Comprei um suco para você ... está na sacola..-  ele não descolou os olhos do banheiro, parecia ter algo que lhe chamava, como um pescador caindo no canto da sereia. -  e seus cigarros..
- Obrigado pai.. - ela deu mais alguns passos, abriu a porta do carro, segurou a sacola e sentou, pegou a garrafinha de suco de laranja, e bebeu, deixando metade do conteudo, seu pai parecia aflito, agitado, não de uma forma boa.
- Vou ir no banheiro... - ela se opós gemendo - que foi?
- É.. nada não - pai tem alguma coisa estranha acontecendo naquele lugar maldito, era o que ela queria falar. - vou fumar um cigarro tudo bem?..
Ela destacou o maço e tirou um cigarro, pegou do bolso de sua brrmuda jeans um esuqueiro pequeno, quando percebeu seu pai já estava entrando no banheiro.
Ela se levantou e apoiou se na lataria do carro, evitando encoatar para não se queimar, podia sentir o calor emanar do veiculo. Tentando não pensar em nada, por medo de ficar reprisando o ocorrido no banheiro, quase impossivel, sendo que o cheiro de enxofre tomava o lugar, ela não havia repado, mais o lugar todo tinha o mesmo fedor.
Lais dava tragos longos, desejando sair logo dali, o cigarro ja havia acabado, seu pai estava lá dentro a uns dez minitos, ela ja estava balançando, ou melhor tremendo o pé direito, então um barulho agudo, alto e firme ecoou como um assubio, sumindo em segundos, ela olha paralizada para frente, quando a porta do banheiro se abre, uma camada fina de fumaça cinza sobe pelos cantos, seu pai sai rapido, quase correndo até o carro, sem entender nada ela continua apoiada na lateral, ele passa por ela de cabeça baixa, e entra no carro.
- Vamos filha - ele deu uma leve buzinada.
Ela deslizou para dentro assustada, ele estava suado e com uma mancha escura em seu peito, meio descabelado, euforico e com os olhos vidrados.
- O que aconteceu com você? - ela disse o analizando dos pés a cabeça.
- É... eu cai?!- ele deu partida no carro e seguiu a estrada.


Notas Finais


Essa é a primeira historia que escrevo espero que gostem, desculpem os erros de grafia, estou com uma luta contra o corretor automatico :'


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